4.3 Sysselsatte og undersysselsatte
4.4.2 Omfang av fritak grunnet ledende
LONDRINA-PR
Luiz Cláudio dos Santos Ferreira205
Patrícia de Oliveira Rosa-Silva206 Eixo Temático e Tema: Políticas, Programas e Práticas de Educação Ambiental: Política
Nacional de Educação Ambiental, Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Ambiental e Experiências na Educação Básica e Superior.
Palavras-Chave: Regina Verde; Horta escolar; Resíduos sólidos.
Resumo Expandido: A realidade da crise global, que nos aflige em diferentes aspectos
da vida, urge atitudes que permeiam, desde ações individuais e coletivas até aquelas de ampla repercussão institucional. No âmbito das diversas metas do Grupo de Estudos Avançados sobre o Meio Ambiente (GEAMA), projeto extensionista da Universidade Estadual de Londrina (UEL), o foco está nas práticas formais em Educação Ambiental (EA), por propor alternativas que vislumbram modificações profundas na sociedade capitalista. As Diretrizes Curriculares Nacionais para a EA (BRASIL, 2012) estabelecem diferentes estruturas acerca da temática ambiental à educação brasileira, com ênfase nos eixos interdisciplinar e transversal que tangem as disciplinas. A Carta da Terra, oficializada em 2000, oferece respaldo para a construção de uma sociedade global, justa, pacífica e sustentável, trazendo em seu corpo temários, tais como: respeitar e cuidar da comunidade da vida; integridade ecológica; justiça social e econômica; da garantia da democracia, da não violência e da paz. Compreendendo os princípios e valores desses
temas, as ações do GEAMA Vai à Escola (GVE) objetivam – concomitante à
sensibilização dos estudantes - fazer uma releitura dos princípios da Carta da Terra, a fim de constituir a Carta da Terra da Escola, por meio de ações transversais, lúdico-culturais, teóricas e práticas. As atividades, ainda em desenvolvimento, iniciaram-se em junho de 2016, em parceria com o Colégio Estadual do Patrimônio Regina Londrina/PR, colégio rural que atende, aproximadamente, 260 estudantes nos períodos matutino e vespertino, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, e do 1º ao 3º ano do Ensino Médio. A convite da professora de Geografia e forte apoio da gestão escolar, iniciamos ações com a horta escolar (9º ano), ao mesmo tempo em que investigamos outras demandas socioambientais da escola. Nesse sentido, o trabalho com os resíduos, junto aos estudantes do Ensino Médio, não delongou a se tornar evidente. Inicialmente, encontramos canteiros previamente levantados e evidências de uma antiga horta. A utilização de pesticidas ou herbicidas não é e nem deve ser praticada no colégio, embora na vida de muitos estudantes - que vivem o meio rural - esta prática seja frequente. Encontramos fundamentalmente um solo pouco sadio - com diversos resíduos recicláveis e entulhos, assim como baixa diversidade de espécies cultivares. As atividades com a horta contemplaram ações teóricas e, principalmente, práticas, que facilitaram a
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estudantes, que facilitou a compreensão das práticas agroecológicas. Um dos encontros foi realizado junto ao Núcleo de Estudos de Agroecologia da UEL (NEAGRO), onde a visita proporcionou uma significante troca entre todos os presentes e um aprofundamento no entendimento dessas práticas de cultivo sustentável como, por exemplo, a funcionalidade dos micro-organismos eficientes e cultivares consorciados. Da horta, foram colhidos alface, almeirão, manjericão, inhame, pimenta, cebolinha, salsinha e tomate cereja; e também fora feita a manutenção regular dos canteiros até dezembro de 2016. Em paralelo, ocorreram ações que ampliaram a crítica sobre os meios de produção industriais e a visão a respeito da destinação correta dos resíduos produzidos pela escola, que se iniciaram com um mutirão - de suma importância à sensibilização dos estudantes - e que sustentou os estudos teóricos dos encontros subsequentes que culminaram na palestra intitulada “Seu próprio lixo”, apresentada por estudantes do grupo autodenominado “Regina Verde”. Para a conclusão das ações em EA promovidas pelo GVE, estamos organizando, junto aos estudantes, o Almanaque Carta da Terra da Escola, na expectativa de ampliar a compreensão da relevância do cuidado e do respeito aos homens, às mulheres, às diferentes faixas etárias, aos animais e a todo ambiente natural deteriorado, restaurado ou ainda não vulnerabilizado pelas atitudes dos humanos modernos. O grande coletivo, que contempla todo este planeta é constituído por pequenas partes, por pequenas atitudes que inspiram o respeito e a motivação. E a influência da responsabilidade com o trato com a terra, adquirida por cada aprendiz durante os meses em que o GVE esteve motivando-lhes, é considerada como um grande passo para um ambiente e relações mais saudáveis e respeitosas.
Agradecimentos
Ao Fundo de Apoio ao Ensino, à Pesquisa e à Extensão (FAEPE-UEL); à Fundação Araucária, pela bolsa concedida.
Referências
A CARTA DA TERRA. Disponível em:
<http://www.mma.gov.br/estruturas/agenda21/_arquivos/carta_terra.pdf>. Acesso em: 01 set. 2015.
BRASIL. Resolução Nº 2, de 15 de Junho de 2012. Estabelece as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=10988- rcp002-12-pdf&category_slug=maio-2012-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 19 maio 2016.
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AÇÕES DE EDUCAÇÃO
AMBIENTAL EM EVENTOS DE
EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA:
RELATO DE EXPERIÊNCIA DO
GEAMA/UEL
Fernanda Aparecida Sales207
Patrícia de Oliveira Rosa-Silva208 Eixo 1: Educação Ambiental na construção das sociedades sustentáveis: Carta da Terra, Tratado de Educação Ambiental: construindo “glocalidades”
Palavras-Chave: Educação Ambiental; Socioambiental; Ações de extensão.
Resumo Expandido: O presente relato moveu-se pela necessidade de conhecimento
sobre o grupo de Estudos Avançados sobre o Meio Ambiente (GEAMA). O GEAMA é um projeto de extensão da Universidade Estadual de Londrina (UEL), tem a finalidade de investigar e atuar em questões socioambientais. Entre suas ações estão: o GEAMA vai à Escola (GVE), conduzida em colégios Estaduais do Ensino Fundamental e Médio do
município de Londrina; o e-GEAMA, espaço na internet com o Blog
http://geamauel.blogspot.com.br/ e outras redes sociais; o Grupo de Estudos Socioambientais (GES), que debate a importância ambiental na ótica jurídico-legislativa, e o GEAMA Edição Palestras, que promove conferências sobre práticas sustentáveis. Destaca-se, em 2016, o GEAMA no Seminário de Extensão Universitária da Região Sul (SEURS) e no Simpósio de Extensão da UEL (Por Extenso). No SEURS, o GEAMA exibiu-se com o trabalho “Grupo de Estudos Socioambientais do GEAMA: ampliando o
debate sobre a sociedade de risco e os princípios constitucionais ambientais”. As
considerações foram obtidas por meio de estudos dos extensionistas com a comunidade do GES, de 2013 a 2016, analisando-se textos e vídeos junto a 60 pessoas (ROSA-SILVA
et.al., 2016). No Por Extenso, o GEAMA apresentou-se com quatro trabalhos, sendo o
primeiro “Ações de Educação Ambiental baseadas nos princípios e valores da Carta da Terra” (SOUZA; ROSA-SILVA, 2016), que discorreu a atuação do GVE em um colégio estadual rural, com os temas: resíduos sólidos, coleta seletiva, decomposição e reciclagem. A ação contou com 15 estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio. O grupo fez um diagnóstico dos resíduos produzidos na escola. O vídeo “A História das Coisas” foi exibido, logo após, os estudantes discutiram e citaram a degradação da natureza como vítima da produção industrial. O segundo tema foi “Geama Vai à Escola: horta escolar como meio de Educação Ambiental no Colégio Estadual do Patrimônio Regina” (FERREIRA; ROSA-SILVA, 2016). Nessa ação, foi proposta a construção de uma horta orgânica na escola, cujo desenvolvimento deu-se com o mesmo grupo de estudantes. Foram abordados os seguintes temas: plantios de mudas, compostagem e agroecologia. O terceiro tema foi “Blog do GEAMA-UEL” (BASSANI; BASSANI; ROSA-SILVA, 2016), que relatou a importância dessa mídia social como meio de comunicação de conteúdos acadêmicos-extensionistas, evidenciada através das mais de 80.100 visualizações no Blog, de maio de 2010 a outubro de 2016, sendo elas, nacionais e internacionais. O último trabalho foi “Diálogos do Grupo de Estudos
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Socioambiental (GES) do GEAMA 2016” (CALDAS; PAIANO; ROSA-SILVA, 2016). Neste estudo, referenciou-se a relevância do diálogo como partilha de saberes e de aprendizado. O GES reuniu-se periodicamente na UEL, com encontros abertos à comunidade. Dessa forma, por meio de diálogo e das diferentes posições, permitiu-se difusão de saberes.
Agradecimentos
À Universidade Estadual de Londrina (UEL) e ao Fundo de Apoio ao Ensino, a Pesquisa e a Extensão (FAEPE) da própria UEL.
Referências
BASSANI, G. B.; BASSANI, P.; ROSA-SILVA, P. O. Blog do GEAMA UEL. In: Simpósio de Extensão Universitária Por extenso 2016, Londrina. Anais [do] V Simpósio de Extensão Universitária Por extenso [ON -LINE]. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, Pró-Reitoria de Extensão, 2016. v. 1. p. 124-125.
CALDAS, A. C.; PAIANO, D. B.; ROSA-SILVA, P. O. Diálogos do Grupo de Estudos Socioambientais (GES) do GEAMA - 2016. In: Simpósio de Extensão Universitária Por extenso 2016, Londrina. Anais [do] V Simpósio de Extensão Universitária Por extenso [ON -LINE]. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, Pró-Reitoria de Extensão, 2016. v. 1. p. 160-170.
FERREIRA, L. C. S.; ROSA-SILVA, P. O. GEAMA vai à escola: horta escolar como meio de educação ambiental no Colégio Estadual do Patrimônio Regina. In: Simpósio de Extensão Universitária Por extenso 2016, Londrina. Anais [do] V Simpósio de Extensão Universitária Por extenso [ON -LINE]. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, Pró- Reitoria de Extensão, 2016. v. 1. p. 257-256.
ROSA-SILVA, P. O.; CALDAS, A. C.; BASSANI, G. B.; CAVASSANI, G. B.; SOUZA, J. V. C.; FERREIRA, L. C. S.; PAIANO, D. B.; BASSANI, P. Grupo de Estudos Socioambientais do GEAMA: ampliando o debate sobre a sociedade de risco e os princípios constitucionais ambientais. In: 34º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul - SEURS, 2016, Camboriú. Anais do 34º SEURS - Cidadania, Democracia e Movimentos Sociais. Camboriú: Instituto Federal Catarinense, 2016. v. 1. p. s/p.
SOUZA, P. S.; ROSA-SILVA, P. O. Encontros do Grupo de Estudos Avançados sobre o Meio Ambiente-GEAMA Edição Palestras 2016. In: Simpósio de Extensão Universitária Por extenso 2016, Londrina. Anais [do] V Simpósio de Extensão Universitária Por extenso [ON -LINE]. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, Pró-Reitoria de Extensão, 2016. v. 1. p. 193-194.
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PAISAGENS CULTURAIS NA
CAATINGA: EDUCAÇÃO
AMBIENTAL NA SEMANA
NACIONAL DE MUSEUS
Caroline Zabendzala Linheira209
Dioginys Cesar Felix de Lima 210 EIXO 1: Educação Ambiental na construção das sociedades sustentáveis - Espaços de
Construção de Saberes, Fazeres e Sentires.
Palavras-Chave: Práticas Educativas; Ensino Fundamental; Semiárido;
Interdisciplinaridade.
Resumo Expandido: A experiência pedagógica descrita aqui se fundamenta em uma
educação ambiental geradora de processos de formação do sujeito ecológico, instituindo novos modos de ser, conforme propõe Isabel Carvalho (2004). Para isso, é necessário criar espaços de ação à luz da pedagogia do ambiente, da complexidade e da interdisciplinaridade, de acordo com Enrique Leff (2008) - situações educativas que tomam o ambiente em seu contexto físico, biológico, cultural e social como uma fonte de aprendizagem, permitindo a construção de um saber ambiental. A experiência educativa interdisciplinar foi realizada durante um dia, na Semana Nacional de Museus de 2016, em maio, cujo tema foi Museus e Paisagens Culturais, realizada no Museu do Homem do Curimataú (MHC), em Cuité, PB. O Curimataú é uma microrregião no estado da Paraíba - uma zona de transição entre agreste e sertão, ao norte da cidade de Campina Grande, PB. Cuité tem quase 250 anos, população em torno de 25 mil habitantes e vem sofrendo transformações significativas desde a implantação do campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) há 10 anos (Gomes, 2014). O MHC é vinculado à UFCG. Inaugurado em 2010, está sediando no prédio do antigo Cuité Club, uma bela edificação dos anos 1950. O acervo reúne objetos diversos que retratam a vida na região em diferentes épocas, além de itens de cultura popular e artefatos arqueológicos e materiais geológicos. As atividades foram organizadas por uma professora e estudantes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFCG - Grupo de Educação Ambiental do Horto Florestal Olho D’água da Bica (HFODB) em colaboração com a equipe do MHC, mobilizando cerca de 20 pessoas. As atividades foram dispostas nos diferentes espaços do museu, permitindo uma trilha de conhecimento iniciada em meio ao acervo do salão principal com a brincadeira - Adivinhe o que tem na caixa?! Através do tato os visitantes deveriam descobrir objetos naturais e culturais em uma misteriosa brincadeira. Depois, seguiam para uma sala transformada em Caatinga – o fictício Sítio Facheiro, com solo, plantas e objetos variados, que somados às imagens projetadas e efeitos sonoros recriavam, através da experiência sensorial, uma paisagem cultural. Na sala seguinte, uma exposição de Répteis e Anfíbios. Ao final do percurso, uma Oficina de construção
de balão de São João de papel e a construção de Painel de plantas da Caatinga. Ao longo
da trilha, os guias dialogavam sobre a degradação e a conservação do Curimataú. A trilha foi planejada para receber escolas de ensino fundamental. Três escolas compareceram totalizando cerca de 200 estudantes. Para avaliar os sentidos da experiência foram
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usados como instrumentos a observação participante e uma atividade realizada posteriormente na escola. Durante as observações foi visto o envolvimento entusiasmado de todos os visitantes nas atividades; a identificação com as imagens, objetos e sons - que permitiu a apropriação do espaço e dos saberes, com estudantes ativos no processo de aprendizagem; e na atividade de avaliação posterior foram listados o acervo do museu e a visita enquanto atividade extraescolar. Para o grupo organizador, a experiência permitiu um movimento de autoformação interdisciplinar. Desse modo, pudemos experimentar o museu como espaço valioso e grande parceria na promoção de educação não formal (Marandino, Selles e Ferreira, 2009).
Agradecimentos
As atividades foram realizadas pela equipe de Educação Ambiental do Horto Florestal Olho D’Água da Bica (HFODB) - estudantes do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas (CES/UFCG) Ana Maria Dantas dos Santos, Amanda Dias Costa, Dayane Pereira de Medeiros Silva, Gisliane Kallyne de Lima Silva, Hemerson Emanuel Santos Pereira, Herikleno Silva Santos, Lillian Fabia Bento de Oliveira, Lucivania Alves de Macedo, Ruana Carolina Cabral da Silva, Maxsuel Silva Medeiros, com a valorosa colaboração de Kydelmir Dantas, Darley Matias Barros, Israel Araújo Silva, André Santos, Flávio Fonseca e demais funcionários do Museu aos quais agradecemos.
Referências
CARVALHO, I. C. M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. Cortez, 2004.
GOMES M.V.A., Dinâmica Socioespacial Urbana de Cuité-PB Resultante da
Implantação do Campus de Saúde e Educação da UFCG. 2014. 153f. Dissertação
(Mestrado em Geografia), Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa.
LEFF, E. Saber ambiental: Sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Tradução de Lúcia Mathilde Endlich Orth. 6ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
MARANDINO, M.; SELLES, S. E; FERREIRA, M. S. Ensino de Biologia: história e
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CONSTRUINDO UMA
PLATAFORMA DE
MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
DE PROJETOS E POLÍTICAS
PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO
AMBIENTAL
Maria Henriqueta Andrade Raymundo 211
Evandro Albiach Branco 212
Semíramis Biasoli 213
Marcos Sorrentino214
Renata Maranhão 215
Eixo 2: Políticas, Programas e Práticas de Educação Ambiental
Tema: Políticas Públicas: formulação, espaços participativos e monitoramento Palavras-chave: monitoramento, dimensões de avaliação, políticas públicas