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Læringsmiljø og universell utforming

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Studentenes læringsmiljø

19.2 Læringsmiljø og universell utforming

atual, além de discutir o problema da extração de matéria prima para confecção

de artesanatos. Mudas de espécies nativas foram utilizadas para enriquecimento

vegetal da área escolar, durante a prática foi ressaltada o estado de conservação

e preservação da Mata Atlântica, a importância de reflorestamento com espécies

nativas e a importância da biodiversidade na manutenção dos ecossistemas. Os

alunos preparam uma exposição de trabalhos intitulada “Fique por dentro” e

exibição de longa-metragem ambas as práticas resultaram em troca de

informações e percepções entre os participantes. A dinâmica escolhida pelos

alunos foi a “árvore dos sonhos e muro das lamentações”, com o propósito de

estimular a percepção da comunidade escolar para a escola. E, como lembrança

da semana do meio ambiente, foram distribuídos saquinhos ornados contendo

sementes de girassol (Helianthus annuus L.). Sobre a mobilização da semana do

meio ambiente conclui-se que houve uma efetiva integração entre os alunos e, ao

mesmo tempo, observou-se uma apropriação do espaço escolar de modo que os

jovens passaram a repensar práticas que visam à melhoria do coletivo. Contudo,

não houve continuidade das atividades, salientando a necessidade de uma

educação ambiental constante e não somente durante a semana destinada às

comemorações do dia do meio ambiente, mas durante todo o período escolar.

Propõem-se a criação de um grupo de alunos para viabilizar a continuidade das

ações de modo a despertar uma consciência coletiva no intuito de tornar práticas

ambientais ações corriqueiras no ambiente escolar, neste sentido, o jovem deve

ser estimulado cada vez mais a ser o protagonista.

Agradecimentos

À empresa Arte Natural Natureza viva, pelas doações de mudas e insumos. E todos os palestrantes que, de forma voluntária, viabilizaram a realização da Semana do Meio Ambiente da Escola Técnica Estadual de Suzano.

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TRILHA DA BIODIVERSIDADE:

UMA ESTRATÉGIA EDUCATIVA

Márcia Severo Spadoni 28

Laura Maria Gomes Tavares 29

Eixo Temático e Tema: Educação Ambiental na construção das sociedades

sustentáveis. Educação Ambiental, Meio Ambiente e Saúde.

Palavras-Chave: Museu; Educação; Lúdico.

Resumo Expandido: Este artigo aborda a ação educativa, de caráter lúdico,

desenvolvida pelo Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (MCN/FZB), em Porto Alegre, RS. Órgão de pesquisa e educação, o Museu tem como responsabilidade manter acervos biológicos e promover a difusão do conhecimento científico, visando à conservação da biodiversidade. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (2013), o Brasil é o país com maior biodiversidade do mundo, abrigando cerca 20% de todas as espécies do planeta, distribuídas em uma extensa área territorial. Para abordar esse tema e participar das comemorações do Ano no Internacional da Biodiversidade, instituído em 2010 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (ONU), elaborou-se o Jogo Trilha da Biodiversidade. Proveniente do latim, ludus significa jogo, divertimento. Negrine (1997) refere que a atividade lúdica “comporta um fim em si mesma”, que vai desde os movimentos dos bebês até os jogos mais elaborados, dificultando sua definição. Independente dos significados atribuídos, de ter regras ou não, e do público a quem se destina, cada jogo tem suas especificidades. A Trilha da Biodiversidade, que dá nome ao jogo, tem como objetivo refletir sobre a importância da biodiversidade, despertar a consciência e crítica, desenvolver a aprendizagem, assim como os processos de socialização, comunicação e construção do conhecimento, de forma lúdica e interativa. O Jogo é um percurso colorido, impresso em lona, com imagens da fauna e flora e ecossistemas, numerado de 1 a 50, com cores associadas a um grupo da natureza. O verde representa os Vegetais; o vermelho os Invertebrados; o amarelo as Aves; o azul os Répteis, Anfíbios e Peixes e o roxo os Mamíferos. As cores rosa, marrom escuro e marrom claro, identificam, respectivamente, ecossistema, penitência e bônus. É acompanhado de um dado de espuma colorido, além de noventa cartas com perguntas sobre esses temas. Elaborado inicialmente para ser utilizado com estudantes de 6° e 7º anos do ensino fundamental, apresentava algumas regras: 1. Ser jogado entre duas equipes, na qual cada uma escolherá um indivíduo para dar as respostas; 2. Com relação às questões, se responder corretamente, avança duas casas. Se errar ou não responder, volta uma, e dá o direito de resposta ao outro grupo, que estará sujeito às mesmas regras. Se pedir ajuda, e responder corretamente, avança uma casa, caso contrário, volta duas casas. Ganha quem chegar primeiro no final da trilha. Posteriormente, passou por algumas adaptações e foi disponibilizado a outros públicos. Nas escolas João Alfredo e Alceu Wamosy utilizaram-se como atividade complementar ao Projeto O Museu vai à Escola, desenvolvido pelo Museu. França (2003) entende que os professores de todas as áreas deveriam introduzir o lúdico em suas aulas, de forma a criar uma rede entre o

28 Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. [email protected] 29Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. [email protected]

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conhecimento formal e as emoções, recuperando, assim, o ser humano como ser simbólico e não somente como aquele que raciocina. Nos eventos Toyota Trilhas da Natureza e no Gramado Criança, procurou-se ajustar as regras e as perguntas ao público, composto por crianças de diferentes anos e níveis escolares. No Centro Social Antônio Gianelli, reforçou-se as habilidades sociais, visando à integração e a redução da agressividade. Conforme Kishimoto (1997), dependendo do contexto social, valores e o tipo de sociedade, o jogo poderá adquirir diferentes significados, seja um sistema de regras, como o xadrez, até uma peça material, como plástico. Independente dos sentidos atribuídos, de ter regras ou não, os jogos oportunizam a socialização entre as pessoas, ajudam a formar conceitos, a relacionar ideias e a construir saberes. Nessa perspectiva, o Jogo Trilha da Biodiversidade serve como estratégia para abordar as questões que envolvem a biodiversidade, funcionando também como impulsionador da auto-estima, uma vez que ao jogar, o indivíduo insere-se na equipe, pertencendo-a. Em quase todos os grupos participantes, observou-se momentos de interação e coleguismo na busca da resposta correta e da conduta mais apropriada.

Referências

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Biodiversidade Brasileira. Brasília. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/biodiversidade/biodiversidade-brasileira>. Acesso em: 5 mai. 2017.

FRANÇA, T. M. de S. O Lúdico e a Arte como Expressão da Vida. Revista de Educação

AEC – Associação Educacional Católica do Brasil. Brasília: AEC, ano 32, n. 128, p. 8-21,

jul-set., 2003.

KISHIMOTO, T. M. Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1997.

NEGRINE, A. O simbolismo e o jogo. In: SANTOS, S. M. P. dos (Org.) Brinquedoteca: o lúdico em diferentes contextos. Petrópolis: Vozes, 1997. p. 44-54.

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PROEVA – PROGRAMA DE

EDUCAÇÃO E VALORIZAÇÃO DA

ÁGUA

Alessandra Stinghen30

Eixo Temático e Tema: EIXO 1: Educação Ambiental na construção das sociedades

sustentáveis.

Palavras-Chave: Educação Ambiental. Conscientização. Valorização da Água.

Desenvolvimento Sustentável. Uso consciente.

Resumo Expandido: Jaraguá do Sul é um município privilegiado em recursos hídricos,

contudo não apresentava um programa de educação ambiental específico para o tema água. Deste modo, havia necessidade da comunidade perceber a água não só como um bem de consumo e sim, com uma visão de conservação e preservação. Para que esta visão fosse abrangida pela comunidade foi proposto um Programa que visa à conscientização do uso e cuidados com a água. Assim, incorporar um Programa de Educação e Valorização da Água nas escolas, que ressalte os aspectos referentes à proteção deste recurso é de grande significância para o município. Programa este que tem entre muitos objetivos, o de estimular o compromisso com a conservação da água; promover senso de responsabilidade ambiental; contribuir para formação de cidadãos conscientes quanto aos cuidados com a água e o meio ambiente como um todo. Nesta concepção, este projeto procura sensibilizar as crianças do 4º Ano do Ensino Fundamental das Escolas Públicas Municipais para os problemas relacionados ao desperdício da água, falta de cuidados com os rios e matas ciliares e descarte incorreto na rede de esgoto sanitário. A metodologia empregada para o desenvolvimento do Programa foi primeiramente realizar a formulação dos encontros relacionados ao tema – ÁGUA e estabelecer as atividades práticas de cada um dos encontros. A segunda etapa do trabalho foi capacitar os monitores para trabalhar com os alunos em salas de aulas, nessa capacitação, de 32 horas, foram abordados os temas dos encontros propostos nas escolas, postura do professor em sala de aula, a problemática da água no mundo e no município, estudo de caso de educação ambiental e confecção de materiais educativos. Com os monitores capacitados iniciaram-se os trabalhos nas escolas, com a realização de um encontro por semana de duração igual à 1 hora/aula, em cada uma das escolas participantes do projeto, totalizando 12 encontros e uma visita à Estação de Tratamento de Água em cada semestre. Após finalização dos encontros e da visita foi realizado um cerimonial de Formatura para todos os alunos participantes do Programa, evento este aberto ao público, com apresentação de números com o tema água desenvolvidos pelos próprios alunos, entrega do Certificado de “Amigo da Água” e a participação especial do Mascote do Programa – o Guto. Ao final das atividades nas escolas, uma avaliação do Programa foi realizada com os alunos participantes através de um questionário referente aos temas discutidos nas aulas que é interpretado pela equipe executadora com a finalidade de proporcionar melhorias no trabalho a ser realizado no próximo semestre. O programa teve início no primeiro semestre de 2006 e até Dezembro/2016 formou 17.002 Amigos da Água. Em Outubro de 2008 o PROEVA foi inscrito no Prêmio Empresa Cidadã da Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil em SC (ADVB) na categoria Participação Comunitária destinado a promover e incentivar a conservação e recuperação

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do meio ambiente, sendo consagrado como um dos melhores cases e recebendo o destaque em responsabilidade social. Em Maio de 2016 o Programa recebeu o prêmio de 2º melhor trabalho na forma oral apresentado na XX Exposição de Experiências Municipais em Saneamento da 46ª Assembleia Nacional da Associação Nacional de Serviços Municipais de Saneamento realizada em Jaraguá do Sul. O reconhecimento do Programa também permite a participação em diversos eventos do município com mobilização de toda a comunidade, como o Desfile de Aniversário do Município, o Desfile do Dia da Independência, Semana do Dia Mundial da Água, além da procura por parte de empresas privadas locais a fim de programar ações de conscientização para os seus

funcionários ou por instituições em suas diversas ações comunitárias.

É fundamental

essa educação ambiental, pois, responsabilizará o educando para o resto de sua

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