KAPITTEL 2: FATTIGDOM – BEGREPSAVKLARING OG ANALYTISK RAMMEVERK
2.2 T RADISJONER INNENFOR FATTIGDOMSFORSKNINGEN
2.2.1 Er fattigdom et absolutt eller relativt fenomen?
O usuário de um local público, como o Aeroporto Internacional de Brasília, interage nesse espaço tanto com o ambiente como com os demais indivíduos no mesmo ambiente. Nessa relação sistêmica, a interação entre dois elementos de uma determinada estrutura, que podem ser dois indivíduos ou entre um sujeito e o ambiente, se dá pela comunicação entre eles. Uma particularidade, dessa abordagem, está no fato de que a comunicação compreende todos os processos de seleção e decodificação de estímulos trocados entre dois ou mais integrantes do conjunto macro. Os princípios que dão sustentação teórica para esta ancoragem, entre fenômeno observado e reflexão científica, são os preconizados pela teoria dos sistemas sociais.
A teoria de sistemas diferencia sistemas e ambiente da seguinte forma: ambiente é aquilo formado pelos sistemas parciais, que ligados por certas relações formam uma unidade. O processo de formação do sistema prevê que uma unidade pode eventualmente funcionar como meio para outros sistemas parciais desdobrando assim toda uma cadeia de organização do meio. A organização do sistema e o papel desempenhado pelos seus integrantes; tais como: meio, unidade ou sistema parcial, dependerá da relação estabelecida entre os elementos da estrutura. Se essa relação for de tal forma que preserve a autonomia dos sistemas parciais, bem como o aspecto independente ou fechado dos mesmos, há a formação de um sistema autopoiético.
A formação e a organização dos sistemas se baseia em princípios da biologia, como autopoiese e sistemas operacionais fechados, além da abordagem sistêmica da
sociologia, para situar a comunicação como amálgama social. Luhmann coloca a comunicação numa posição central para construção de uma estrutura complexa, já que ela funciona como o elemento de ligação entre dois sistemas com e no ambiente.
O conceito de autopoiese foi introduzido pelos biólogos chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela para caracterizar os seres vivos, enquanto sistemas que produzem a si próprios. A extensão do conceito à teoria sociológica se deve a Niklas Luhmann. (GUERRA FILHO, 1997, p 57).
Carolina Moraes Kunzler, no artigo A Teoria dos Sistemas de Luhmann, explica
que a formação dos sistemas sociais é definida pela existência e pela relação ativa entre sistemas parciais. Assim sendo, a sociedade complexa é dividida em dois campos: um sistema e seu ambiente, formado por tudo o que não está no interior de um sistema. Sistema e ambiente não operam de forma a influenciar um ou outro, mas os sistemas não conseguiriam viver de maneira completamente autônoma em relação ao ambiente, assim como não haveria sentido em considerar, do ponto de vista social, o ambiente que não é preenchido pelos sistemas parciais. As operações de interação de um sistema em relação ao ambiente, e consequentemente a outros sistemas presentes no ambiente, são possibilitadas por meio do mecanismo de acoplamento estrutural.
De acordo com as contribuições de Maturana e Varella, sistema autopoiético é aquele que tem a capacidade de produzir sua própria estrutura, bem como os elementos que o constituem, pressupostos trazidos do campo da biologia. Na perspectiva social, tais sistemas, mediante a autopoiese, geram e reproduzem internamente seus próprios elementos de funcionamento sem a interferência ou influência de elementos externos. Os sistemas sociais são, portanto, sistemas auto-
referenciais, ou seja, todas as operações internas são constituídas de processos comunicativos próprios e exclusivos, que determinam a unidade e a identidade do sistema.
A manutenção da capacidade dos sistemas de produzir seus elementos internos é a própria condição de sua sobrevivência, já que isso significa manter a diferenciação em relação ao ambiente. Isso não significa, no entanto que o sistema não reconheça a existência do ambiente, mas que opera a partir de construções próprias, o que é conhecido como fechamento operacional.
A propriedade do fechamento operacional garante ao sistema social a capacidade de produzir sentidos internamente e, desta forma, manter abertas as possibilidades de criação de novos elementos. Mesmo assim, o fechamento abre caminho ao sistema para a produção de sentido, a partir de informações presentes no ambiente. As informações externas não são consideradas elementos operacionais do sistema, mas sim irritações, perturbações e estímulos dirigidos para os sistemas que se relacionam na estrutura. A essas irritações externas, o sistema responde com elaborações próprias, com a utilização de elementos pré-existentes dentro do próprio sistema.
Qualquer sistema pode se relacionar seja com os elementos do seu ambiente, seja com outros sistemas, através do acoplamento estrutural, meio pelo qual um sistema utiliza os elementos de outro para operar os seus próprios processos comunicativos. Pelo acoplamento estrutural um sistema “toma emprestado” de outro
sistema, os elementos necessários para realizar as suas próprias operações, autopoiéticas, de elaboração e reelaboração de sua estrutura interna.
O acoplamento estrutural exerce um papel importante no processo de evolução de um sistema, já que fornece perturbações frequentes provocadas pela interação com o ambiente acoplado, que admite e estimula indiretamente a evolução do sistema. O acoplamento estrutural é um dos elos entre os sistemas e o ambiente.
Voltando ao aspecto comunicacional da relação entre os sistemas parciais e o meio, Luhmann apud Kunzler, considera que esse é o agente central do sistema social e em última análise o que permite a interação dos diversos sistemas sociais formando a sociedade. A comunicação acontece quando informação, mensagem e compreensão são sintetizados. É possível que uma informação percebida não seja equivalente àquela emitida, mas isso reforça a caracterização de sistemas fechados. O sistema não importa ou é forçado a importar uma informação, na verdade, ele é levado a reelaborar suas estruturas a partir do estímulo, completando o ciclo da comunicação. O processo de sintetização da comunicação é considerado autopoiético porque ainda que haja um elemento externo para a elaboração de um processo comunicativo, este elemento é apenas uma irritação e não um elemento de interconexão interna.
Para Luhmann (2009), o processo de comunicação é constituído de três partes: informação, participação e compreensão, sendo que cada uma delas possui um mecanismo de seleção. Ou seja, há uma seleção no processo de construção da mensagem; há uma escolha das mensagens que serão percebidas e como consequência, há uma articulação da nova informação com as demais, resultados de
ações comunicativas anteriores e possíveis desdobramentos em processos de comunicação, nos quais a nova informação será empregada como aporte.
De acordo com a estrutura do sistema e das características básicas dos sistemas parciais fechados, apenas a informação pode ser notada em qualquer local do ambiente. Seja no meio ou nos sistemas internos. Já a participação e a compreensão são operações internas, realizadas pelos sistemas fechados. Nesse sentido, as informações constituem a irritação ou perturbação que desencadeia o processo autopoiético que sintetiza a ação comunicativa. Portanto, o processo de comunicação é orientado pelo sentido que se dá a informação a partir dos mecanismos internos de sensibilização ao estímulo e decodificação do conteúdo, de acordo com o repertório já disponível.
Cada comunicação pode gerar uma nova comunicação e assim, por diante. As comunicações estão sujeitas a serem aceitas ou recusadas. Cada evento comunicativo contém uma bifurcação que apresenta as possibilidades de aceitação ou recusa. A autopoiese do sistema social se dá na medida em que comunicações conectam-se a novas comunicações (KUNZLER, 2004, p. 132).
Já que parte do processo de comunicação acontece fora do sistema parcial, a partir dos estímulos produzidos pelos demais sistemas ou pelo ambiente, o que é tratado como informação, e parte do processo se dá no âmbito das estruturas internas dos sistemas, as operações de participação e compreensão, pode-se distinguir, o que na ação de comunicação faz parte do sistema e o que faz parte do ambiente. Para acentuar esta divisa entre sistema e meio e dessa forma, diminuir a complexidade das operações de notar a informação, sensibilizar-se à mesma e decodificá-la,
reelaborando suas estruturas internas, os sistemas desenvolvem interfaces, que
Luhmann (2009) chama de medium – os meios de comunicação simbolicamente
generalizados.
O funcionamento dos medium se baseia no fato de que a compreensão do
estimulo é historicamente reforçada. Por exemplo, no sistema econômico possuir ou não possuir bens, ou no sistema político, exercer ou não o poder. Os meios de comunicação simbolicamente generalizados reduzem a complexidade da ação comunicacional, na medida em que diminuem as possibilidades, a partir de convenções sociais, costumes, hábitos e normas, as possibilidades do processamento autopoiético das irritações percebidas no meio ou nos demais sistemas. Eles não comunicam por si mesmos mas catalizam o processo comunicacional provocando a convergência de reações à ação de comunicação.
Entre o usuário e o ambiente no Aeroporto Internacional de Brasília, pode-se observar a manifestação desses princípios da teoria dos sistemas sociais. O meio é o próprio terminal do aeroporto que interage e abriga vários sistemas parciais, os indivíduos, que podem ou não formar unidades, os grupos, organizações comerciais etc. Tais sistemas são operacionalmente fechados porque são autônomos e preservam suas identidades, na verdade, pela própria condição não antropológica do meio, as identidades são quase irrelevantes. Portanto, esses sistemas são sujeitos às irritações emitidas pelo ambiente e pelos demais sistemas e por meio do acoplamento estrutural eles “tomam emprestado ou emprestam” estímulos que serão internalizados pelo mecanismo da autopoiese, ou seja, a reelaboração das estruturas internas do indivíduo
que produz sentido à ação de comunicação e que gera uma resposta do indivíduo seja comportamental ou na produção de uma nova ação comunicacional.
Por se tratar de um espaço concebido para atender fins específicos, de um número relativamente grande de usuários, e possuir seus próprios parâmetros de funcionamento, o aeroporto necessita dirigir as ações dos indivíduos com os quais o mesmo se relaciona, e o faz isso a partir dos meios de comunicação simbolicamente generalizados. Nesse caso os medium são representados pelas normas internas que
definem procedimentos padrão para o atendimento do usuário, locais específicos para cada tipo de demanda, horários e intervalos de tempo que devem ser observados e restrições ou proibições que devem ser obedecidas. Para o usuário resta apenas acatar a normas e ser atendido de acordo com o padrão em vigor ou não seguir as normas e eventualmente ser excluído da estrutura do sistema macro.
Neste flanco entram os dispositivos de sinalização existentes na estrutura do aeroporto. Eles atuam como irritações emitidas pelo próprio meio para fazer valer suas operações internas. De alguma forma eles orientam e dirigem as ações do usuário indicado locais, direções e etapas de ações que precisam ser tomadas. Os dispositivos de sinalização, não são os meios de comunicação simbolicamente generalizados, mas eles o representam, na medida em que orientam a observância de normas e procedimentos. Também não comunicam por si mesmos, mas atuam como suporte de informação passível de seleção por parte do usuário, que quando orienta sua atenção para esse estímulo de forma intencional participa do processo comunicacional e produz e reproduz sentidos, gerando reações que alimentam o sistema social. A existência dos
dispositivos de sinalização, favorece a ação comunicacional, resultante da interação entre o indivíduo e o meio.
Voltando ao processo comunicacional, ele compreende três dimensões: informação, participação e compreensão, que se alternam nas áreas internas e externas dos sistemas, unidades e ambiente. A primeira encontra-se na zona externa do sistema e que quando selecionada resulta na compreensão. A compreensão, na perspectiva sistêmica, é desencadeada pelo processo autopoiético que reelabora as estruturas internas do sistema indivíduo e dá sentido à informação. Nessa autopoiese, o sistema confronta e articula o novo estímulo com o repertório já existente e reage ou produz novos estímulos que retornam ao processo comunicacional. No entanto, como a ação comunicacional depende do processamento interno que a informação selecionada receberá do indivíduo, é necessário que os sistemas envolvidos no processo compartilhem o mesmo domínio semântico, ou o código.
Mais uma vez, os dispositivos de sinalização desempenham um papel essencial no funcionamento do sistema estrutural. Como já discutido, esse sistema macro desempenha suas funções operacionais de forma sistematizada, com o objetivo de atender de forma ágil e eficiente o maior número de usuários possíveis. Para isso, ele segue procedimentos quase mecanizados, que dependem da contra-partida obediente por parte dos usuários, o que foi considerado como medium atuantes na estrutura do
meio. A interface dos meios de comunicação simbolicamente generalizados do meio com o usuário, com frequência nos aeroporto, é representada pelos dispositivos de sinalização. Como o processo comunicacional depende de variáveis, dentre as quais
está a compreensão, o sistema de sinalização emprega na elaboração da informação um código que muitas vezes dispensa o compartilhamento semântico, o visual.
O funcionamento da linguagem visual é abordado nos estudos da Gestalt. Gestalt consiste numa linha de pesquisa e atuação da Psicologia que trata dos mecanismos de percepção do indivíduo. Do ponto de vista visual, a Gestalt considera as articulações existentes entre os elementos de uma composição visual e deles com o espaço gráfico. Segundo João Gomes Filho (2000), o que acontece no cérebro não é necessariamente idêntico ao que acontece na retina, isto porque a estimulação cerebral não se dá em pontos isolados, mas por extensão. Isto significa que, a percepção de uma forma não se baseia em processos isolados de associação de várias sensações produzidas pelas partes isoladas, na verdade, a primeira sensação já é a da forma completa e unificada.
O postulado da Gestalt no que se refere a essas relações psicofisiológicas, pode ser assim definido: todo o processo consciente, toda forma psicologicamente percebida está estreitamente relacionada com as forças integradoras do processo fisiológico cerebral. A hipótese da Gestalt, para explicar a origem dessas forças integradoras, é atribuir ao sistema nervoso central um dinamismo auto-regulador que, à procura de sua própria estabilidade, tende a organizar as formas em todos coerentes e unificados. (GOMES FILHO, 2000, p.19).
Ainda segundo o autor, tal capacidade, de organizar essas formas em conjuntos visuais coerentes e unificados, é espontânea e não depende da nossa vontade nem de qualquer aprendizado. Ainda assim por meio de um grande número de experimentos, os pesquisadores da Gestalt observaram a existência de certos padrões em relação à
maneira como se organizam e se configuram as formas percebidas. Esses padrões, então, deram origem aos princípios da Gestalt que preconizam as formas de organização das formas. Os fundamentos mais elementares, que amparam o processo de percepção visual, são os princípios da segregação e unificação. Tais princípios agem em função da desigualdade de estimulação. Ou seja, para que haja a formação de unidades, é necessário que haja uma descontinuidade de estimulação, ou contraste, se houver apenas um estímulo homogêneo, nenhuma diferenciação de formas será notada. Entretanto, a diferenciação, ou segregação, dos elementos permite a percepção de um ponto preto numa superfície branca. Por extensão, o fundo é sempre um elemento integrante da forma visual organizada.
Além desses princípios elementares, a Gestalt também se apoia nos fundamentos, a seguir, para entender e explicar os mecanismos de percepção do observador:
- Princípio da continuidade: sensação visual de como a sucessão dos elementos da composição acontece de forma natural, orgânica, sem interrupções e com fluidez visual. É também a tendência das formas acompanharem umas às outras, de maneira que permitam uma continuidade dos elementos constitutivos, eventualmente, sugerindo movimento.
- Princípio do fechamento: fundamento importante para a formação de unidades visuais. As formas de organização orientam-se espontaneamente para uma ordem espacial que tende à formação de unidades em conjuntos fechados. Ou seja, obtêm-se
a sensação de fechamento visual por meio de agrupamentos de elementos que constituam uma imagem total.
- Princípio da proximidade: elementos visuais mais próximos tendem a ser vistos em conjunto e por isso constituem um todo ou unidades do todo
- Princípio da semelhança: a igualdade dos atributos dos elementos presentes num conjunto também desperta a tendência a se constituírem unidades. A semelhança a proximidade são dois fatores que muitas vezes agem em comum e se reforçam mutuamente.
- Princípio da pregnância: trata da atribuição de sentido numa organização visual. Dessa forma, quanto melhor for o arranjo visual da forma, em termos de facilidade de interpretação ou leitura, maior será o nível de pregnância.
No caso dos dispositivos de sinalização, do Aeroporto Internacional de Brasília, esses fundamentos atuam sobre os elementos de composição visual empregados na elaboração das placas indicativas instaladas no ambiente. Como já discutido, o objetivo é favorecer o nível mais amplo de entendimento, em relação à informação expressa na placa.
A combinação dos elementos visuais formando uma estrutura reconhecível, por parte do observador externo, por meio de formas alusivas e simplificadas coincide com a noção de pictograma. Pictogramas são representações gráficas, usados, como recursos de comunicação visual, para uma mensagem simplificada e instantânea. Normalmente são utilizados em espaços públicos e servem de orientação para a
circulação dos usuários. Já um projeto de sinalização consiste num conjunto de placas e/ou símbolos gráficos, que tenham como função orientar a circulação de usuários de um determinado espaço. A fim de permitir a decodificação da informação pelo maior número de usuários possíveis, nos projetos de sinalização, são utilizados pictogramas.
De acordo com Milton Ribeiro (2003), para atender às necessidades típicas de um sistema de sinalização, os pictogramas devem ter as seguintes propriedades:
- permitir uma rápida percepção do seu significado;
- ser original, de forma a não ser confundido com outro símbolo existente;
- apelo e impacto visual, para atrair a atenção do usuário.
Por isso, a essência do pictograma está na sua composição gráfica, cujo conjunto deve ser simples, expressivo e facilmente identificável. Um símbolo complicado anula seu propósito e suas qualidades simbólicas.
O pictograma deve, portanto, simbolizar uma idéia ou coisa em particular, sem representar uma palavra específica. Pode, por exemplo, representar o local onde existe um telefone público, através do desenho reproduzindo o próprio aparelho, comunicando a mesma idéia para que pessoas de diferentes países, ainda que seus traços gráficos possam ser apresentados com pequenas variações. (Guia de Sinalização Turística, 2001).
Para Ribeiro, um pictograma pode ser classificado de três formas, a partir de suas características:
- Figurativo: o que representa um objeto ou uma ação, sendo que seu desenho se assemelha bastante aos referentes originais;
Exemplo: bebedouro
Figura 02: pictograma indicativo de bebedouro
Fonte: Norma da INFRAERO – NI – 14.04/A
- Semântico: o que possui traços simplificados sugerindo de forma esquemática a ideia. É de fácil decodificação visual, mas a associação ao sentido esperado depende do aprendizado do uso;
Exemplo: correio
Figura 03: pictograma indicativo de correio
- Abstrato: aqueles que não representam um objeto específico por semelhança de formas, mas que o passa a fazê-lo por uma convenção estabelecida e pelos usuários que aprenderam a utilizá-lo.
Exemplo: entrada proibida
Figura 04: pictograma indicativo de entrada proibida
Fonte: Norma da INFRAERO – NI – 14.04/A
A sinalização do Aeroproto Internacional de Brasília conta placas indicativas dos três tipos acima descritos, em conformidade com manual de normas técnicas editado pela INFRAERO. Por se tratar de uma forma de comunicação exclusivamente visual, esses dispositivos contam com os artifícios dos fundamentos da Gestalt, de percepção das formas, que não dependem de aprendizado ou convenções, e favorecem a compreensão do usuário a partir dos seus mecanismos internos, e autopoiéticos, de decodificação da informação. Esses fenômenos foram comprovados na coleta de dados quantitativa quando a variável da compreensão das placas de sinalização obteve os mais altos índices de resposta afirmativa, mesmo para locais ou ações pouco
comuns ou em áreas de acesso restrito, como por exemplo: setor de achados e perdidos, guarda-volumes e fraldário.
Do ponto de vista da organização do sistema macro, os dispositivos de sinalização são importantes para orientar a ação dos usuários de acordo com os procedimentos técnicos previstos para o bom funcionamento da estrutura do meio. Em alguns casos, utilizam sinais que representam conceitos que vão além da simples representação visual da informação, transmitem a sensação de ordem e segurança.
De um modo geral, a partir do momento em que o turista se