5. CASE 2: SER DET UT SOM EN FABRIKK?
5.12 A VSLUTNING : D EN ANDRE SIDEN AV BORDET
1. ENVI 4.4 – (Licença adquirida pelo Laboratório de Geoprocessamento do curso de Engenharia Ambiental da UCB).
ENVI (Environment Visualizng Images). A SulSoft é a distribuidora exclusiva dos produtos da empresa ITT Visual Information Solutions (ITT VIS) de Boulder, Colorado. O programa alia ferramentas de altíssimo desempenho, facilidade de uso e velocidade de processamento, o ENVI é o software completo para
visualização, exploração, análise e apresentação de dados na área de Sensoriamento Remoto/SIG (SULSOFT, 2004)
2. ArcGIS 9.2 - (Licença adquirida pelo Laboratório de Geoprocessamento do curso de Engenharia Ambiental da UCB).
ArcGIS 9.2. - Produzido pela ESRI (Economic and Social Research Institute) A empresa possui parcela dominante do mercado de software de SIG, havendo um uso do seu software por cerca de 77% dos profissionais da área. A linguagem de programação disponível para personalizar ou estender o software para as necessidades do usuário é uma grande vantagem. Na transição para o ArcGIS, a ESRI aumentou o suporte a aplicações específicas de linguagem de script (Arc Macro Language - AML) em favor das Visual Basic for Applications e acesso aberto aos componentes ArcGIS usando padrões Microsoft (ESRI, 1996).
4.2 Métodos
Esta pesquisa consiste no estudo de um objeto de interesse na área de Planejamento e Gestão Ambiental. Envolve técnicas da apresentação de dados pesquisados em referenciais teóricos por meio de uma pesquisa exploratória descritiva, uma discussão qualitativa e quantitativa dos resultados.
Uma pesquisa de campo “não permite o isolamento e o controle das variáveis supostamente relevantes, mas permite o estabelecimento de relações constantes entre determinadas condições” (RUIZ, 1995, p. 37).
O método utilizado ocupa-se dos procedimentos aplicados à presente investigação da avaliação da influência de expansão da fronteira agrícola, por meio da agricultura de larga escala na entorno do Corredor Ecológico do Jalapão – Chapada das Mangabeiras – TO.
Há diferentes maneiras de conceber e lidar com o mundo, o que gera formas distintas de interpretar significados do objeto pesquisado, portanto a escolha do método quantitativo e qualitativo, também reconhecido como “triangulação” é uma combinação que traz como benefícios possibilidades de completar um conjunto de fatos e causas associados à interpretação do objeto ou fenômeno.
Combinar técnicas quantitativas e qualitativas torna a pesquisa mais forte e reduz os problemas de adoção exclusiva de um desses grupos; por outro lado, a omissão no emprego de métodos qualitativos, num estudo que se faz possível útil empregá-los, empobrece a visão do pesquisador quanto ao contexto em que ocorre o fenômeno. (DUFFY, 1987, p. 133).
Os métodos qualitativos e quantitativos distinguem-se no enfoque, porém não guardam relação de oposição entre si. Eles diferem quanto à forma e a ênfase. Enquanto os métodos qualitativos trazem à pesquisa uma mistura de procedimentos de cunho racional e intuitivo, capazes de contribuir para melhor compreensão de um fenômeno, a quantitativa mensura os dados obtidos e procura seguir com rigor um plano previamente estabelecido. (DUFFY, 1987).
A presente pesquisa tem como principal característica a informalidade, a flexibilidade e a criatividade. Com método exploratório, procura-se um melhor conhecimento sobre o objeto em estudo e a geração de hipóteses a serem confirmadas nos estudos descritivos. Destina-se a descrever as características da situação da influência de expansão da fronteira agrícola, por meio da agricultura de alta tecnologia na entorno do Corredor Ecológico do Jalapão – Chapada das Mangabeiras – TO, a partir de dados primários, obtidos originalmente por meio de referenciais bibliográfico e, posteriormente, visitas ao local.
Os procedimentos adotados na pesquisa podem ser divididos nos seguintes passos:
I- A Pesquisa bibliográfica auxiliou na seleção do método e técnicas a serem utilizadas, fornecendo subsídios para a realização desta pesquisa. Possibilitou o aprendizado sobre o avanço da fronteira agrícola de Larga Escala no corredor ecológico do Jalapão – Chapada das Mangabeiras. Como passo inicial na construção efetiva do protocolo de investigação do tema desse estudo metódico, a pesquisa bibliográfica auxiliou na escolha de métodos mais apropriados, assim como num conhecimento das variáveis e na autenticidade do estudo em questão. Com ela, puderam-se realizar explanações que seguiram um fluxo que facilitou a compreensão e a aplicação do tema. Por esse motivo, fez-se uma abordagem, primeiramente, dos conceitos utilizados, depois das características, até chegar à exemplificação e análise de dados.
II- Foram realizadas três viagens ao Corredor Ecológico Jalapão Chapada das Mangabeiras – TO. As visitas ao campo foram para conhecer a região e para verificar alguns alvos das cenas, ou seja, verdade de campo. As visitas ocorreram também a Secretária Municipal de Ponte Alta-TO. Reunindo-se, assim, diversos documentos, fotos das áreas degradadas, roteiro para orientação da observação e para melhor caracterização da região de estudo.
III- Seleção de imagens do sensor Landsat-1 (MSS) e Landsat- (TM), com imagens digitalizadas, no laboratório de Geoprocessamento da UCB, atualizadas ou geradas pelo INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
IV- Registro de imagens, correção geométrica ou georreferenciamento é necessário para corrigir as distorções contidas nas imagens produzidas por sensores remotos. A informação extraída da imagem de sensoriamento remoto precisa ser integrada com outros tipos de informação, representados na forma de mapas, especialmente quando se
trabalha com sistemas geográficos de informação, nos quais as imagens de sensoriamento remoto são uma das principais fontes de dados. Os dados contidos em uma imagem de satélite precisam ser apresentados na forma de um mapa ou mosaico das cenas.
Para a montagem dos mosaicos referentes aos períodos de 1975, 1985, 1995 e 2007. Utilizou-se o software ENVI 4.4 (Licença adquirida pelo Laboratório de Geoprocessamento do curso de Engenharia Ambiental da UCB).
O registro ou correção geométrica e a montagem dos mosaicos seguiu os seguintes passos:
• Mosaico referente às cenas de 1975, identificada na figura 09. • Módulo Map » Mosaicking, seleção de todos os arquivos com
valor de Background ignorado = 0.
• Map » Registration » Select GCPs (GROUND CONTROL POINT) » image to image.
• Seleção dos pontos na imagem base e posteriormente no Warp, escolha de seis pontos diferentes.
• Obs. RMS ERROR < 1
• Salvou-se os arquivos GCPs e gerou-se a imagem WARP. • Registration Parameters
• Módulo Map » Mosaicking » Georeferenced. • Mosaico I pronto.
• Repetiu-se este procedimento por mais quatro vezes utilizando sempre o último mosaico chegando-se a um mosaico com seis cenas referentes a ano de 1975. Procedimentos repetidos com as cenas dos anos de 1985, 1995 e 2007.
De posse de quatro mosaicos iniciou-se o próximo passo.
V- Construção de quatro máscaras referentes aos períodos de 1975, 1985, 1995 e 2007, a partir do ShapeFile do Buffer de 10Km do Corredor Ecológico Jalapão-Chapada das Mangabeiras. A máscara é uma imagem
O recorte das máscaras seguiu a seguinte seqüência:
Módulo File » Open Vector File » abrir arquivo do Shape do CE Jalapão. Módulo Available Vector List » Basic Tools » Mosacking » Building Mask escolha do display e aplicação de Mask
Módulo Mask Definition » options » import EVFs » selecionar layer CE Jalapão.
Módulo Basic Tools » Mascking » Apllay Mask » Apllay Mask Imput File. Selecionar Mosaico - Select Mask Band » Select Mask Imput Band » Mask Band » Aplly Mask Parameters » OK.
Salvou-se a máscara do CE Jalapão
Processo realizado quatro vezes para confecção das máscaras de 1975, 1985, 1995 e 2007.
VI- Digitalização e delimitação da classe: área agrícola nas quatro máscaras citadas utilizando o software ArcGIS 9.2 (Licença adquirida pelo Laboratório de Geoprocessamento do curso de Engenharia Ambiental da UCB).
Foram digitalizados os limites das áreas agrícolas do CE do Jalapão, utilizando o aplicativo de digitalização na própria tela do computador com o software ArcGIS 9.2, construindo polígonos, tendo por base as máscaras produzidas com as imagens do satélite LANDSAT.
VII- Digitalização e delimitação das classes: nascentes, cursos d’água e bordas de chapadas na máscara referente a 1985.
Foram digitalizados os limites georreferenciados dos cursos d’água, bordas de chapada e nascentes do CE Jalapão. Para os cursos d’água, criou-se um arquivo do tipo polyline, editado em tela com base nas imagens LANDSAT, em ambiente ArcGIS. Para as bordas de chapada foi utilizado o mesmo procedimento aplicado ao Shape cursos d’água e para as nascentes o tipo de arquivo criado foi de point, utilizando o aplicativo
de digitalização na própria tela do computador com o software ArcGIS 9.2, tendo por base as máscaras produzidas com as imagens do satélite LANDSAT.
Estabelecidas às áreas, foram definidas, então, as categorias ou classes de uso em unidades simples do CE Jalapão, e identificadas na imagem de satélite, juntamente com a digitalização em tela do limite de cada classe. Desta forma, foram obtidas 04 categorias, contemplando os seguintes temas: nascentes, cursos d’água, bordas de chapadas e áreas agrícolas.
VIII- Determinação das Áreas de Preservação Permanente (APPs) das classes: cursos d’água, bordas de chapada e nascentes com base na legislação ambiental vigente no país. Código Florestal Brasileiro de 1965, e as Resoluções CONAMA nº. 302 e 303 de 2002.
IX- Cálculo dos Buffers das Áreas de Proteção Permanente (APPs).
De acordo com a legislação, Resolução CONAMA nº. 303/02 e Cód. Florestal, foi calculado o Buffer de 100 metros a partir da linha digitalizada que representa as Bordas de Chapada.
Em ambiente ArcGIS, a ferramenta utilizada para o cálculo encontra-se dentro do Arctoolbox chamado de Buffer. Na ferramenta selecionou-se o
Shape Borda de Chapada e inseriu-se o valor de 100 metros para o
cálculo. Com tal procedimento, gerou-se um polígono que representa a área de APP.
Para os Cursos D’água utilizou-se o mesmo procedimento aplicado as Bordas de Chapada, substituindo apenas o valor de 100 para 30 metros para o cálculo do polígono da APP. Adotou-se esse limite para todas as APP’s de drenagens.
Para as nascentes utilizou-se o mesmo procedimento aplicado as Bordas de Chapada, substituindo apenas o valor de 100 para 50 metros de raio no cálculo do polígono que representa a APP.
X- Cruzamento dos dados com as áreas agrícolas de 1975, 1985, 1995 e 2007.
Com base nos polígonos de APP de Nascentes, Borda de Chapada e Cursos D’água, e daqueles obtidos para área agrícola em cada cena, utilizou-se em ambiente ArcGIS, a ferramenta Clip que selecionou as áreas de APPs ocupadas por áreas agrícolas.
Com tal procedimento, gerou-se novos polígonos que indicaram a área de APP ocupada por atividade agrícola, tanto para Bordas de Chapada, Nascentes e Cursos D’água.
O Clip foi aplicado baseando-se nas áreas agrícolas obtidas para os anos de 1975, 1985, 1995 e 2007.
XI- Construção de gráfico referente à expansão das lavouras de alta tecnologia.
Baseando-se nas tabelas de atributos dos shapes para área agrícola dos anos de 1975, 1985, 1995 e 2007, quantificou-se a área de cada polígono. Estas áreas foram calculadas em ambiente ArcGIS.
De posse dos valores plotou-se o Gráfico de Expansão.
XII- Delimitação das áreas de sobreposição.
De posse dos Shapes obtidos com o procedimento de cruzamento, calculou-se as áreas para cada Shape (Borda de Chapada, Nascentes e Cursos D’água), nos quatro diferentes momentos.
O procedimento aplicado para o cálculo foi o mesmo aplicado na etapa anterior.