7.2 Pattern Matching
7.2.5 Svar på problemstilling
A doença crónica é uma re pediátrica. Nos últimos 10 criança dependente de sup número crescente, obrigan multidisciplinares especializ ser encarado como uma res Para Hockenberry & Wilson crianças com necessidade residências com a finalidad nível de independência e m A equipa móvel que acomp pediátricas de hospitais ce esforços, apoiam famílias e necessidade de apoio profis a “melhoria da qualidade d incapacidade e promovendo de cuidados de saúde com Hockenberry& Wilson (201 crianças com doença crónic reforço das competências d serviços pediátricos aliar acompanhar a equipa do s as crianças com fibrose qui de apoio tecnológico. A lite “criança com necessidades 2008) e “crianças com situa
Sandra Sofia Bernardi
es protetores da criança junto das famílias e comunid
ais longe: conceção de respostas articulada habitat da família: equipa de apoio domiciliário
ca é uma realidade cada vez mais precoce, na área últimos 10 anos, verifica-se uma maior sobreviv ente de suporte ventilatório e com doença genétic nte, obrigando à aquisição de novas competência
s especializadas, passando a prestação de cuidado a resposta complementar válida. (Projeto UM rry & Wilson (2014), cuidados domiciliários são cuida
ecessidades, simples ou complexas, às suas fam a finalidade de promover, manter ou restaurar a saú ndência e minimizando os efeitos da doença e incapa l que acompanhei, surge de um projeto de parceria hospitais centrais e uma fundação ativa na com m famílias e crianças com necessidades de saúde
apoio profissional no contexto de domicílio. A meta qualidade de vida da criança e família, minimizan promovendo a sua integração na família e comunida saúde com melhor custo/eficiência.”
Wilson (2014) referem que estes projetos devem t oença crónica, com necessidade de procedimentos d
petências do cuidador e crianças dependentes de te tricos aliaram-se ao projeto, e este estágio equipa do serviço de pneumologia. Como populaçã fibrose quistíca, insuficiência respiratória crónica e lógico. A literatura, engloba estas populações nas ecessidades de saúde especiais” (Moraes & Cabra
s com situações medicamente complexas”(Hewitt
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s e comunidade.
articuladas e “assalto” miciliário
ce, na área da pneumologia sobrevivência de RN e ença genética, sendo o seu ompetências pelas equipas de cuidados domiciliários a (Projeto UMAD)
os são cuidados prestados a às suas famílias, nas suas staurar a saúde, maximizar o nça e incapacidade.
de parceria entre unidades iva na comunidade. Unindo s de saúde especiais, como cílio. A meta desse projeto é , minimizando os efeitos da e comunidade” e “prestação
os devem ter como alvo as cedimentos diferenciados, de dentes de tecnologia. Vários te estágio possibilitou-me o população alvo definiram ia crónica e de dependentes lações nas as terminologias es & Cabra, 2012 e Cohen
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Com o regresso a casa, ap Necessitando do reforço d físicos, e apoio emocional Wilson, 2014). A equipa q individualizado de cuidados enfermeiro promove uma apreciar o seu próprio nível se o acompanhamento, com A prestação de cuidados essencialmente na satisfa documentação dos cuidado papel. Fora do âmbito d enfermagem a salientar: desenvolvimento e crescim conforto farmacológicas e doença; articulação com o promoção das competência Para concretizar, para a condições, que observei ne uma equipa multidisciplina considerados cuidadores e material preciso em casa; p Visando a qualidade dos cu entre os serviços da comu equidade da prestação de Samwell (2012) acrescenta de ação simples e com ob frequentes e deve-se respe um ponto-chave, descrito pe O ambiente familiar natura melhoria da qualidade de enfermeiro deve respeita
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o a casa, após o internamento, os pais enfrentam v o reforço de ensinos sobre o processo de doenç emocional para adaptação ao novo papel parenta A equipa que acompanhei, antes da alta, desen de cuidados domiciliários, com o suporte da equipa m move uma visita antes da alta, o que permite aju próprio nível de preparação e o ambiente em casa. amento, com periodicidade adequada a cada situaçã e cuidados respeita o processo de enfermage na satisfação das necessidades humanas bá dos cuidados é realizada também nesta lógica e o âmbito das NHB, estão ainda preconizadas
salientar: caraterização da estrutura familiar o e crescimento; avaliação dos sinais vitais (do as e não farmacológicas); promoção da saú ção com o centro de saúde; avaliação das necess ompetências parentais; e realização da visita de luto ar, para a visitação domiciliária é importante e observei nesta equipa, como as expostas por App ultidisciplinar; critérios de elegibilidade da criança uidadores eficazes; avaliação da casa; lista de em casa; pais treinados; e contato telefónico perma idade dos cuidados, Law (2011) evidencia a importâ
os da comunidade, a capacidade e habilidade de restação de serviços, a comunicação e a partilha
acrescenta que o núcleo de intervenção deve ser p s e com objetivos definidos em conjunto, as reun se respeitar a privacidade da família. A criação , descrito pelos autores, podendo ser assumido pelo
iliar natural otimiza o crescimento e desenvolvim alidade de vida da criança. A casa é o domínio respeita-la enquanto cuidadora, reconhecendo o se
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enfrentam vários stressores. o de doença, dos cuidados apel parental (Hockenberry& alta, desenvolve um plano da equipa multidisciplinar. O permite ajudar a família a te em casa. Depois mantém-
ada situação, até à alta. enfermagem, baseando-se umanas básicas (NHB). A sta lógica e em suporte de conizadas intervenções de ra familiar; avaliação do s vitais (dor e medidas de ção da saúde/prevenção da das necessidades dos pais; visita de luto. (Duarte 2011)
portante estarem reunidas tas por Appiertoet al (2002): da criança; os pais serem ; lista de equipamento e ónico permanentemente.
ia a importância da parceria abilidade de atendimento, a a partilha de informações. o deve ser pequeno, o plano nto, as reuniões devem ser . A criação do “keyworker” é sumido pelo enfermeiro. desenvolvimento infantil e a
o domínio da família e o ecendo o seu conhecimento
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e mestria. A natureza dos cu a todos os membros ao nív e interagir com a família individualizados e a definir r Para o autor, o enfermeir respeitar os mecanismos d Este é o processo atravé percecionam a criança e a flexível com os tratamentos rotinas da vida diária. Os enfermeiros devem sere doença; coordenação de re próprio com o luto da reconhecimento dos fatores recursos que lhes permitam descanso do cuidador ( promovida pela rede de pre nº 101/2006, destina-se a p em situação de dependê integrados, agregada aos C pessoas em situação de de convalescença (artigo 27º), O enfermeiro de cuidados d críticos, sendo capaz de domiciliário. Esta perícia desenvolvimento infantil e criança. A prática de cuidad juízo clínico, da resolução capacidade de interação co São promovidas por esta e os CS, que para mim é um Hockenberry & Wilson (201
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ureza dos cuidados centra-se na relação e nas interv bros ao nível psicológico, espiritual, físico, social e a família no seu ambiente, ajuda o enfermeiro e a definir resultados realistas Hockenberry& Wilson o enfermeiro deve ainda promover o empoderam canismos de coping e a compreender o processo d esso através do qual famílias de crianças com
criança e a vida familiar como normal. A família nor tratamentos e incorpora a criança com incapacidad
devem serem sensíveis à subcarga das tarefas da fa nação de recursos; manutenção da unidade familiar
luto da criança saudável; equilíbrio de respo dos fatores de stress e o risco de burnuot) e ajud es permitam algum descanso. Existe países com uidador (Hockenberry& Wilson, 2014).Em Portugal, rede de prestação de cuidados continuados integrad
se a pessoas que, independentemente da idad de dependência. Também a equipa de cuidad egada aos CS, surge para a prestação de serviço
ação de dependência funcional, doença terminal ou (artigo 27º), onde se podem enquadrar as crianças re e cuidados domiciliários deve dominar a perícia técn capaz de adaptar equipamentos e procediment sta perícia deve ser cruzada com o conheci o infantil e com a capacidade de trabalhar criati
a de cuidados domiciliários exige o domínio da to a resolução de problemas sem recurso a ajud interação com profissionais e família Hockenberry & W s por esta equipa, sempre que possível, visitas em a mim é uma mais-valia, muitas vezes negligenciad
Wilson (2014), as CNE fazem frequentemente o per
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e nas intervenções dirigidas co, social e cultural. Apreciar enfermeiro a criar planos erry& Wilson (2014).
eramento da família, processo de normalização. nças com doença crónica, família normalizada é mais incapacidade ou doente nas
tarefas da família (gestão da ade familiar; manutenção do o de responsabilidades; e nuot) e ajuda-la a encontrar aíses com unidades para o m Portugal, esta resposta é dos integrados. Segundo DL ente da idade, se encontrem de cuidados continuados de serviços domiciliários a terminal ou em processo de s crianças referidas.
perícia técnica em cuidados procedimentos ao ambiente o conhecimento sobre o balhar criativamente com a ínio da tomada de decisão e rso a ajudas imediatas, e kenberry & Wilson (2014). l, visitas em articulação com
egligenciada. Como referem mente o percurso de serviço
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de urgência, cuidados inte família. É importante a exist cuidados multidisciplinares e Moraes & Cabra (2012), ref enfermagem rompendo com e a comunidade como elem cuidados na comunidade a cuidadores, articulação con parte da rede social da crian saberes e a articulação dos A crescente difusão de contribuição valiosa da fam aumento dos custos de saú 2014). O Relatório de Gestã custos desta equipa refere intervenção” da unidade mó 1:32, isto é, cada 1 € inves sociedade”. Logo os custos deste são um fator importa estarmos atentos, pois lev (Hockenberry & Wilson, 201 das respostas que esta equ Ter integrado no plano de e contatar com um projeto q (2012) aconselha e que eu Desenvolver este tipo de p prende-se com a promoç prioridade pela da gestão. manutenção destes projetos e o tempo insuficiente. J equipamento adequado e de Concluindo, esta experiênc
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idados intensivos e domicilio sem nunca terem vi a existência de linhas, que envolvam os cuidad isciplinares e comunicação entre os vários profission a (2012), referem existir uma emergência dos sabere mpendo com o modelo hospitalar Biomédico que va e como elemento central e permanente na vida da munidade a intervenção dos enfermeiros passa pela
culação constante, fortalecimento da presença da en ocial da criança; e investir nas políticas públicas. Pel
culação dos profissionais de ambos os contextos é m ifusão de serviços domiciliários provém do co liosa da família para a saúde global da criança, ustos de saúde em regime de internamento (Hocke
rio de Gestão e Contas de 2013, da fundação que quipa refere que: “uma comparação dos benefício unidade móvel “e o investimento necessário”… “rev
€ investido … traduz-se em 32 € de valor soci s custos inerentes à diminuição dos intername ator importante para o sistema de saúde. No entan os, pois leva à transferência da carga financeira
Wilson, 2014). O acesso a algum material clinico, é ue esta equipa tenta fornecer às famílias da populaç o plano de estágio o acompanhamento da equipa mó
m projeto que privilegia-se a visitação domiciliári a e que eu já tive oportunidade de realizar no meu l te tipo de projetos não é fácil, principalmente porq a promoção de saúde, não sendo muitas vez
da gestão. Como refere Cohen et al (2008) são as stes projetos os recursos insuficientes, os profissiona ficiente. Já para Lawet al (2011) é a falta de apo equado e de modalidades de financiamento coesas. ta experiência permitiu-me amadurecer argumentos
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ca terem visto o médico de m os cuidados domiciliários, s profissionais.
a dos saberes específicos da dico que valorize as famílias na vida das crianças. Nos passa pela capacitação dos ença da enfermagem como úblicas. Pelo que a fusão de ontextos é muito importante. vém do conhecimento da a criança, mas também do (Hockenberry & Wilson, que gere o centro de os benefícios gerados pela sário”… “revelou um rácio de e valor social gerado para a s internamentos e do tempo e. No entanto, é importante financeira para as famílias rial clinico, é igualmente uma
da população cuidada. a equipa móvel, permitiu-me
domiciliária, que o PNSIJ zar no meu local de trabalho. lmente porque muitas vezes muitas vezes considerada 008) são as dificuldades de s profissionais não treinados falta de apoio financeiro, de
nto coesas.
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bases científicas (reflexão e a necessidade deste tipo de
2.6. Concluir que… há tes