• No results found

Sammendrag Prosjekt C

In document Ledelse av store komplekse prosjekter (sider 108-112)

“Há tesouros em toda a par do meu percurso. Profissio que apetece baixar os bra potencia-los, pois só assim dos sistemas de quem cuida temos de olha-las como cria Mas não as têm todas as Finalizei o estágio num co centro especializado que dá Com o modelo de Neuman criança e a família, mas Cramer (2004), que consid estes ela pode ser moldada da criança e dos pais. E crianças depende do modo Brazelton &Sparrow (2010) do filho perfeito, irão certam é intimidante e pode faze passosque consigaao seu r de si.

As necessidades destas padrão para as trabalhar, desapropriada para outra (S Neste centro, a família é potencialização da funciona

Sandra Sofia Bernardi

s (reflexão em apêndice), que me possibilitará no fu este tipo de cuidados junto de CNE pelos CSP.

há tesouros em toda a parte e toda a crian o a pessoas com paralisia cerebral

toda a parte e toda a criança têm os seus”, é uma so. Profissionalmente cruzamo-nos com “cenários” aixar os braços, mas é importante encontrar este is só assim conseguimos ganhos na saúde, no bem

quem cuidamos. Para trabalhar com crianças com como crianças que são, pois têm necessidades todas as crianças…

gio num contexto privilegiado no que se refere à que dá resposta a nível nacional a pessoas com de Neuman ao longo do estágio coloquei no centro d mília, mas acho interessante apresentar a idei

que consideram como centro do seu sistema “a ser moldada por múltiplas forças como as caracterí is. Em situações de patologia orgânica o pro de do modo como os pais aprendem e vivem o seu

rrow (2010) referem que, quando os pais forem obr certamente sofrer. Para estes, o calendário de ode fazer com que seja mais difícil encorajar sigaao seu ritmo e ajuda-la a descobrir as forças

estas famílias são complexas e únicas, não exis trabalhar, e o que é excelente para uma família ara outra (Seal, Robinson, Kelly, & Williams, 2013). a família é integrada em todas as decisões da funcionalidade da criança no seio desta. Mas ob

Bernardino da Costa nº5476

bilitará no futuro, argumentar

oda a criança têm os seus:

eus”, é uma das conclusões “cenários” tão complicados r estes os tesouros e de, no bem-estar e no futuro com paralisia cerebral cessidades singulares, sim…

se refere à reabilitação, um pessoas com deficiência.

centro do meu sistema a a ideia que Brazelton e sistema “a interação”. Para as características individuais ânica o prognóstico de tais

seu defeito.

is forem obrigados a desistir lendário de desenvolvimento jar a criança a dar as forças que possui dentro

s, não existindo um modelo uma família pode-se tornar

ms, 2013).

decisões e valoriza-se a as observei que CCF

40

são essencialmente prestad que os restantes profissiona Este contexto encontra-se o necessidades da pessoa comunidades, ao longo da melhoria no atendimento do recursos, estabelecimento d e prestação de serviços; funcionamento e rentabilizaç Coloquei este contexto no modelo de atuação transd especiais (CNE), e o pap desenvolvimento já investi todos os que prestam cuida ensinamentos recolhidos no grupos de trabalho que aval No que se refere ao ca desenvolvimento pelas esca funcionalidade da criança Este perfil tem sido traba europe, e em Portugal pela A folha de perfil desenvolvid profissionais.

Contatei com as várias á conhecer os vários projetos CNE.Na Unidade de Habil participar em atividades co casos em equipa multidisc (orientações sobre posicion ajudas técnicas); interve ocupacional, terapia da fa Intervenção Precoce Integr

Sandra Sofia Bernardi

ente prestados pelo enfermeiro, assistente social e e s profissionais adoptamuma abordagem centrada na se organizado em programas e projetos qu essoa com paralisia cerebral, suas família ao longo da vida. Integra três eixos: adequação

ndimento do cidadão com deficiência e suas famílias elecimento de parcerias, fomento de redes no domín e serviços; e o aperfeiçoamento e aumento d e rentabilização de recursos.

contexto no meu percurso formativo, de modo a c transdisciplinar na reabilitação da criança co e o papel do enfermeiro nesta, uma vez q investira na avaliação e triagem.Para Brazelton uidados aos pais e às crianças necessitam d ecolhidos nos outros domínios, sendo o ideal estare

lho que avaliem a criança, família e interações. fere ao caso específico da paralisia cerebral o pelas escalas habituais é desadequado. No entant da criança é importante para permitir um planeam

sido trabalhado pelo programa Surveillanceof c ortugal pela equipa de vigilância epidemiológica da p

desenvolvida encontra-se em anexo e pode ser ap

as várias áreas do centro (descrição em apêndic rios projetos e absorvendo contributos de cada um n de de Habilitação e Desenvolvimento tive oportun tividades como: consultas de desenvolvimento (com pa multidisciplinar e integrando a família), consult

bre posicionamentos da criança com deficiência e as); intervenção terapêutica específica (fisiot

rapia da fala e psicomotricidade); apoios integra coce Integrada - NIPI); integração familiar, escola

Bernardino da Costa nº5476

te social e educadora, sendo centrada na criança.

projetos que respondem às suas famílias e respetivas adequação dos serviços e s famílias; mobilização de es no domínio da prevenção aumento da eficiência de

e modo a compreender um criança com necessidades uma vez que nocentro de lton e Cramer (2004) ecessitam de estar a par dos ideal estarem integrados em

cerebral a avaliação de o entanto, a avaliação da um planeamento adequado. eillanceof cerebral palsy in iológica da paralisia cerebral. pode ser aplicada por vários

apêndice), de modo a e cada um na reabilitação da tive oportunidade observare imento (com discussão dos a), consultas de ortopedia deficiência e adequação de ífica (fisioterapia, terapia oios integrados (Núcleo de iliar, escolar e comunitária

41

(visitas de enfermagem e e sensibilização à comunidad em programas internos e projeto Baclofen e promov sobre desenvolvimento infan O NIPIfoi o programa onde como objetivos estabelece competências afetivas, com sociais; e promover uma turmas, cada uma com realizada em sala adaptad técnicos operacionais)com de saberes constante. São de participar em várias, aprendizagem, mobilidad orientação/acompanhament Para Brazelton &Sparrow ( (IP) surge na primeira infân cérebro têm a hipótese de alerta também os pais para No Gabinete de Informaçã conhecer as opções exist adaptação a utentes com d pessoa no acesso a este utentes da minha área ge Atualizei-me sobre a legisl como é exemplo o despach e financiadoras de produtos 14278/2014 – lista de produ Na Unidade de Técnicas Alt é baseada em atividades participação ativa da crianç

Sandra Sofia Bernardi

rmagem e equipa multidisciplinar a domicílios e es comunidade (formação sobre epilepsia numa cre internos e externos de formação de técnicos (aç n e promovi em articulação com o centro uma vimento infantil - plano de sessão em apêndice.

onde passei mais tempo, pois possibilitou estabelecer de relações de afetividade e segu fetivas, comunicativas, sensoriais, motoras, precepti

over uma maior autonomia e inclusão da criança ma com 6 crianças, dos 18 meses aos 6 anos ala adaptada em equipa (educadora, TO, TF, Fs ionais)com todo o grupo em simultâneo, o que perm

. São realizadas atividades adaptadas, cujo tiv em várias, ao nível da integração sensorial mobilidade, adaptação ao meio aquátic panhamento de estágio curriculares e profissionais. &Sparrow (2010) a maioria dos programas de inte imeira infância, pois é nessa altura que os caminhos hipótese de tomar o lugar daqueles que foram dan

s para técnicas que aumentam o desenvolvime e Informação e Aconselhamento sobre Produtos pções existentes no que se refere a produtos entes com deficiência motora. Foi importante conhe

sso a este gabinete, pois é um recurso que, inc ha área geográfica de prestação de cuidados po bre a legislação e benefícios da criança e jovem o o despacho 5212/2014 – procedimentos das entida de produtos de apoio para pessoas com deficiência sta de produtos de apoio.

Técnicas Alternativas e Aumentativas da Comunicaç atividades pedagógicas desenvolvidas de mod va da criança/jovem com disfunção motora. Tive a

Bernardino da Costa nº5476

icílios e escolas); ações de numa creche); participação técnicos (ação de formação ntro uma ação de formação

ou-me intervir. Tem de e segurança; promover ras, preceptivas, cognitivas e da criança. Existem duas os 6 anos. A intervenção é TO, TF, Fsio, Enfermeiro e permite uma partilha das, cujo tive a oportunidade o sensorial, comunicação, io aquático, autonomia, rofissionais.

mas de intervenção precoce os caminhos redundantes no foram danificados. Uma IP senvolvimento da criança. Produtos de Apoio foi útil produtos de apoio e sua rtante conhecer o circuito da rso que, inclusivamente, os uidados podem ter acesso. ça e jovem com deficiência, s das entidades prescritoras deficiência - e o despacho

Comunicação a intervenção as de modo a facilitar a tora. Tive a possibilidade de

42

conhecer, e comunicar c aumentativos de comunicaç por toque ou varrimento, joystick, trackball ou coman necessidade de pesquisar princípios da unidade é imp com quem se está a falar vez que se comunica desta “não”; quando fizer uma pe que compreendeu; se não recapitule (folheto UTAC). Robôs de Apoio para Promo Retiro como contributo dest a criança como criança que interesse da criança e adeq jogar através de livros e jog Existe ainda a Unidade de ateliês com atividades a comunidade; turismo integr fazem adaptação e manute instalações. Neste espaço, sessão do projeto, “Privaci sessão ocorreu a discussã privacidade e intimidade. Es criar na minha comunidade que leva a que sejam alvos Tendo em conta que o r desenvolvimento, é import criança diariamente estejam situações desajustadas. A encaminhamento prender Por esta razão, e olhando o

Sandra Sofia Bernardi

omunicar com crianças utilizadoras de sistemas e comunicação (cadernos de comunicação e tablets varrimento, computadores com softwares adaptad ll ou comandos de cabeça), o que foi uma novida

pesquisar de como o fazer corretamente. Sint idade é importante: redução do barulho de fundo; e stá a falar olhando-a nos olhos; informar a criança unica desta forma; pergunte-lhe como a ajudar; p izer uma pergunta aguarde a resposta; seja honest deu; se não tiver tempo combine outro encontro

to UTAC). Tive ainda a oportunidade de observar para Promover a Educação Inclusiva (projeto UARP ntributo desta unidade a importância da individualida criança que é. Toda a dinâmica do espaço assenta ança e adequadas a cada uma delas como cantar, c

livros e jogos adaptados.

Unidade de Reabilitação e Inserção Sócio-Ocupacio tividades adaptadas; clubes que proporcionam rismo integrado; educação física e musical; e ofic

o e manutenção de ajudas técnicas e trabalhos de ste espaço, realizei apenas visita às instalações e eto, “Privacidades”, integrado num dos clubes exis a discussão, com adolescentes com deficiência, d timidade. Este é um projeto, que no âmbito da saúd comunidade, principalmente tendo em conta as suas sejam alvos fáceis no que se refere ao abuso sexual.

ta que o rastreio é o primeiro passo para inte o, é importante que os vários profissionais que c ente estejam despertos para esta temática de modo

justadas. Acontecendo que muitas vezes a d to prender-se com o “para onde encaminhar?”.

e olhando os meus parceiros na comunidade, ache

Bernardino da Costa nº5476

de sistemas alternativos e ão e tablets, comunicadores res adaptados e o uso de uma novidade pelo que tive mente. Sintetizando, alguns de fundo; encarar a pessoa ar a criança se é a primeira a ajudar; perceba o “sim” e seja honesto em relação ao tro encontro; e confirme e observar a Utilização de rojeto UARPIE).

individualidade, e do atender aço assenta em atividade de mo cantar, contar histórias e

Ocupacional, que possui: porcionam atividades na sical; e oficinas gerais que abalhos de conservação das stalações e participei numa clubes existentes. Naquela eficiência, das questões da bito da saúde escolar, queria onta as suas especificidades buso sexual.

o para intervir na área do ionais que contatam com a ca de modo a encaminharem vezes a dificuldade deste

43

levar algum contributo do minha ausência para reali formação do centro, alia possibilidade futura da criaç nunca terem realizado saú técnicos da educação e sa realização destes rastreios j Isto foi também ao encon enfermeiro especialista, on facilitador da aprendizagem após o diagnóstico das nece assim como avalia o impact Foi então promovida e real desenvolvimento infantil: um cerca de 15 profissionais, e especial (2), enfermeiros (5 esclarecimentos de questõe todos conhecíamos, e resta Quer os enfermeiros, quer a uma segunda formação s se disponibilizou para novos Para finalizar, tive a oportu de treinar a aplicação da es de referência no meu local no âmbito da vigilância de s

Sandra Sofia Bernardi

ntributo do meu percurso realizado até eles e rea para realização do mestrado. Por isso, aproveit ntro, aliado à disponibilidade da enfermeira de refe tura da criação dos enfermeiros de família (e parte d ealizado saúde infantil) promovi uma ação de fo ucação e saúde, que esclarecesse e introduzisse a

s rastreios junto da população infantil do concelho. ao encontro do desenvolvimento das competên ecialista, onde o enfermeiro especialista responsa prendizagem, em contexto de trabalho, na área d tico das necessidades formativas, concebendo progr

lia o impacto da formação.

ovida e realizada uma ação de formação intitulada o infantil: uma realidade do contexto”, que teve um fissionais, entre educadores (6), técnicos da ELI (1 fermeiros (5) e técnicos de serviço social (1). Desta

de questões pendentes entre equipas, a discussã mos, e restabeleceram-se linhas de comunicação a

eiros, quer os intervenientes da comunidade educa formação sobre a escala growingskills, e a enferm u para novos encontros, que agendarei num futuro br ive a oportunidade de encerrar o meu percurso com icação da escala GrowingSkills II. Situação facilitada o meu local de trabalho, após a seleção de crianças gilância de saúde infantil.

Bernardino da Costa nº5476

eles e reatar laços após a so, aproveitando o eixo da eira de referência, e face à ia (e parte dos meus colegas ação de formação para os troduzisse a importância da

concelho.

competências comuns do esponsabiliza-se por ser , na área da especialidade, bendo programas formativos,

o intitulada “A promoção do ue teve uma assistência de s da ELI (1) e da educação al (1). Desta surgiram vários , a discussão de casos que unicação a serem utilizadas. idade educativa, já apelaram , e a enfermeira do centro já

um futuro breve.

ercurso com a oportunidade ão facilitada pela enfermeira de crianças acompanhadas

44

3.

AQUISIÇÃO

DE

In document Ledelse av store komplekse prosjekter (sider 108-112)