O conjunto de competência domínios de competências seguintes domínios de comp melhoria contínua da qualid aprendizagens profissionais Nas UCs “demonstra tomad valores e normas deontológ estágio, para a minha práti Só este possibilita a seleç cliente, proporcionando-nos facilitando cuidar das famí instituído ou “normal” e base Eticamente, torna-se imp intervenção, pelo que deve stressores do sistema que c extra das linhas de defesa Só com a mobilização de conhecimento experiencia desenvolver cuidados aos comportamentos de saúd proporcionem o seu bem A liderança efetiva dos complexidade (UC-A1.3.),
Sandra Sofia Bernardi
da aquisição das competências no meu percurs fermeiro especialista de saúde infantil e pediátrica, ais as unidades de competências foram organizadas
cias gerais
ompetências clinicas especializadas decorre do apro ompetências do enfermeiro de cuidados gerais, fo nios de competências: responsabilidade profissional,
qualidade (B); gestão de cuidados (C); dese profissionais (D) (OE, 2011).
onstra tomada de decisão ética” e “suporta a decisã eontológicas” (A1.1. e A1.2.), desejo evidenciar o minha prática, na integração do conceito de parcer ilita a seleção da resposta apropriada às necess nos a oportunidade de olhar para o todo em ar das famílias e crianças com necessidades esp
rmal” e baseando-nos no funcional e no espetável pa se importante a consciência da consequê lo que devemos tomar as decisões tendo em vista istema que cuidamos, e de modo a não sermos um s de defesa destas famílias e crianças já tão instáve ilização destas perspetivas, aliadas ao conhecim experiencial, princípios éticos e deontológicos idados aos três níveis de intervenção e con s de saúde baseados na individualidade do seu bem-estar.
fetiva dos processos de tomada de decisão A1.3.), na área de saúde infantil no meu lo
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eu percurso de enfermeiro pediátrica, guiar-me-ei pela organizadas no regulamento
orre do aprofundamento dos s gerais, formulando-se os profissional, ética e legal (A); s (C); desenvolvimento das
rta a decisão em princípios, evidenciar o contributo deste to de parceria dos cuidados. às necessidades de cada ra o todo em vez da fração, sidades especiais, além do espetável para as famílias.
consequência da nossa do em vista a redução dos sermos um stressor agressor tão instáveis e vulneráveis. o conhecimento científico e eontológicos, conseguimos ão e conseguiremos gerar lidade do sistema e que
e decisão ética de maior no meu local de trabalho,
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concretiza-se no trabalho de outros organismos da com crianças com situações co cuidados paliativos e grand várias situações observadas Ingressar neste estágio atividades de avaliação e re olhar para estas como a re emconstante construção. com os profissionais com ideias e de cuidados) como Na competência A2, no que (UC A2.1.) evidencio os dire como promover intervençõe os defendem, sendo algu criança; a carta da criança acompanhamento da crian Crianças e Jovens em Perig com os produtos de apoio O direito de escolha e à aut e ”esquecido”, principalmen a que nós EEESIPdevemos para além das suas limitaçõ o bem-estar da criança e for A privacidade das família nomeadamente no que se r aspeto muito sensível, pod anexar à situação de crise Investir na pesquisa sobre compreendendo que a no parceria, pode ser contrapro
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o trabalho de consultadoria que tenho de fazer junto os da comunidade. A experiência adquirida ao situações complexas de saúde (como por exemp
vos e grande expressividade da componente cultura observadas contribuíram para consolidar esta comp e estágio, compeliu-me a integrar na minha pr valiação e reflexão dos resultados das tomadas de d
s como a resposta que me possibilita manter o me nstrução. Conhecimentos que ao longo dos estágio ionais com quem contatei, tanto de forma informa ados) como formal (ações de formação).
A2, no que se refere à promoção e proteção dos d encio os direitos da criança. Foi importante refletir so
intervenções nos contextos tendo presente vários sendo alguns exemplos: a declaração universal da criança hospitalizada (1988); a Lei nº 106/20 to da criança hospitalizada; a Lei nº 147/99 sobre ns em Perigo; eos despachos 5212/2014 e 14278/20 s de apoio para pessoas com deficiência, entre outro
olha e à autodeterminação, na saúde infantil, é por rincipalmente se falamos de criança portadora de d SIPdevemos estar sensíveis, olhando sempre para suas limitações. Se os seus direitos forem acautel
criança e fortalecemos as suas linhas de defesa. das famílias é um aspeto sobre o qual reflito
no que se refere à visitação domiciliária. Para as fa nsível, podendo trazer inúmeras vantagens, mas p ção de crise sentimentos de vergonha, medo, cul
quisa sobre o tema possibilitou ficar mais sensível que a nossa ação, se não for adequadament er contraproducente para a família.
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fazer junto das famílias e de quirida ao cuidar de várias por exemplo situações de ente cultural) e a análise de r esta competência.
minha prática (UC-A1.4.) madas de decisão. Passei a o meu conhecimento dos estágios, fui partilhando rma informal (discussão de
dos direitos humanos te refletir sobre estes, assim ente vários documentos que o universal dos direitos da ei nº 106/2009 referente ao sobre a Proteção de 4 e 14278/2014 relacionados
, entre outros.
til, é por vezes “ignorado” rtadora de deficiência. É algo empre para criança e família m acautelados, aumentamos
defesa.
qual reflito constantemente, . Para as famílias este é um mas podendo também , medo, culpa e ansiedade. ais sensível a esta questão, equadamente planeada em
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Foi, ainda, importante apre brincar, de agir conforme situação de saúde, desenvo No que se refere à gest comprometer a segurança, importante contatar com pro das várias instituições, po práticas de risco. A inexist trabalho e o conhecimento a Passando ao domínio da c deverá ser, uma presen propusermos. Hoje e futu trabalho, pois encontro-me saúde infantil de risco, do resultados da avaliação do contratualizadas pela ARS qualidade evidenciados pel percurso formativo de mest avistem a melhoria da qual ACES. Neste nível integr enfermeiros especialista cuidados e a criação dum dos cuidados prestados a e Visando o desenvolvimento dinâmicas similares às que referência nacional e já sed com normas, protocolo organizacionais potenciado me um novo olhar sobre o prioridades de intervenção e cuidados. Da reflexão até detém enfermeiros, torna
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ortante aprender a valorizar o direito da criança a ir conforme o seu desenvolvimento independent de, desenvolvimento, vulnerabilidade ou “desabilidad fere à gestão na equipa das práticas de cuidad segurança, a privacidade ou a dignidade do client
atar com protocolos relacionados com a higiene, sa tituições, pois reconheço a necessidade de preve
o. A inexistência de protocolos é uma lacuna no m hecimento adquirido pode ser um contributo para no omínio da competência da melhoria da qualidade ma presença constante em todas as atividad e futuramente encontra-se bem expressa n me em fase de reformulação do plano de UC e risco, do qual sou a coordenadora. Incorporand valiação do último plano de intervenção das UCCs ( s pela ARS no âmbito da saúde infantil (2015),
nciados pela OE (2007), e os vários contributos qu de mestrado, pretendo elaborar um novo plano oria da qualidade dos cuidados, quer no meu CS,
nível integrei recentemente um grupo de traba pecialistas de saúde infantil, que pretendem, a u ção dum padrão documental comum, e o aumen estados a este nível.
envolvimento deste domínio, propus-me acompanh ares às que reproduzo no meu contexto; equipas
nal e já sedimentados na comunidade. Isto, possibi protocolos, evidência científica, indicadore potenciadoras desta qualidade. Estas experiência lhar sobre o meu contexto de trabalho, ajudando
ntervenção e a selecionar de estratégias precursora eflexão até ao momento, e tendo em conta que
iros, torna-se importante mudar o grupo alvo ac
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a criança a ser criança, de independentemente da sua
desabilidade”.
s de cuidados que podem de do cliente (UC A2.2.), foi higiene, saúde e segurança e de prevenir e identificar lacuna no meu contexto de
ara novos projetos. a qualidade - B - este é, e
as atividades a que nos expressa no meu local de plano de UCC, que integra a Incorporando a análise dos das UCCs (2013), as metas il (2015), os indicadores de ntributos que obtive no meu novo plano com metas que o meu CS, quer ao nível do o de trabalho com vários , a uniformização de o aumento da qualidade
companhar equipas com quipas com projetos de Isto, possibilitou-me contatar indicadores, estratégias experiências possibilitaram-
ajudando-me a estabelecer precursoras da melhoria de conta que a minha UCCsó po alvo acompanhado: da
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população com problemas a de saúde especiais, de pro parentalidade.
Ter contatado com conte amadurecer a UC-B3.1., qu cultural e espiritual gerad Considero que estes aspet individualidade do nosso sis reforçando e restaurando competência, criamos um saúde de forma coesa e res Evidencio, ainda, a riquez singulares - UCIN, urgênc adequando-o a cada client desde o RN prematuro ao profissionais, e um olhar a cliente.
A UC gestão do risco das mais alargada. Trabalhand possuem uma especificidad físico único e limitado, impl diferente, e onde a elabo importante providenciar rec de escola e de domicílio, pr colaborar na elaboração d equipamentos e colaborar d No domínio da gestão do importantes. Para além da saúde infantil do meu ACES de família, que irei assumi refere à gestão dos cuidad garantindo a segurança e qu
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problemas ambientais e sociais para a população co ciais, de promoção do desenvolvimento infantil e
com contextos de grande diversidade cultural B3.1., que nos fala de promover um ambiente fís iritual gerador de segurança e proteção dos estes aspetos se congregam na importância de est do nosso sistema e nos cuidados face aos três ní
restaurando as suas linhas de defesa. Só m riamos um ambiente propício à mudança de com coesa e respeitando a filosofia dos cuidados centrad a, a riqueza de oportunidades proporcionadas CIN, urgência, internamento, domicilio, … - de g
cada cliente tão particular - criança e família- ematuro ao adolescente. Isto implica uma grande um olhar atento dos EEESIP à adequação do a
o risco das unidades funcionais (UC-B3.2.), obriga Trabalhando na comunidade, os meus settings especificidade diferente das unidades de cuidados mplicando uma articulação e gestão de rec a elaboração dos projetos deve ser bem re idenciar recursos adequados à prestação de cuida domicílio, prevenir riscos ambientais para as CNE laboração de planos de manutenção de instalaçõ
colaborar de elaboração de planos de emergência. gestão dos cuidados (C), dei, e continuo a da ra além da integração no grupo de enfermeiros o meu ACES, antevê-se que com a chegada da figu
irei assumir atividades referentes a esta competê dos cuidados, otimizando as respostas de enferm gurança e qualidade das tarefas.
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opulação com necessidades o infantil e de promoção da
de cultural possibilitou-me ambiente físico, psicossocial, eção dos indivíduos/grupo. ância de estarmos atentos à os três níveis de intervenção, esa. Só mobilizando esta nça de comportamentos de ados centrados na família.
orcionadas pelos contextos de gerir o ambiente, e tão diversificado- ma grande flexibilidade dos uação do ambiente a cada
.2.), obriga-me a uma visão
settings de intervenção
e cuidados com um espaço estão de recursos um pouco ser bem refletida. Torna-se ão de cuidados em contexto a as CNE desses contextos, de instalações, materiais e mergência.
tinuo a dar, vários passos nfermeiros especialistas de gada da figura do enfermeiro sta competência, no que se s de enfermagem da equipa
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Visando o critério de multiprofissional, tive a opo estágio, participando com necessárias. Também a p comunitário foi uma mais equipas, essencialmente no com os recursos da comun intervêm junto da criança e metodologias de intervençã quando integro grupos com trabalho, como a ELI. Quanto à UC-C2., adapta contexto visando a otimiz oportunidade de desenvolv trabalho, com a reorganizaç de observar e analisar estes dos serviços pode ser especialistas assim como a O último domínio de com aprendizagens profissionais reflexões pessoais diárias, capítulos anteriores, foram destas competências. Esta enquanto pessoa e enferme família. Sinto que construi elevada adaptabilidade in fundamentada.
No que se refere a uma pra conhecimento (C-D2), tive contexto de trabalho, na á contexto hospitalar que c desenvolvimento infantil co
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itério de avaliação, ao colaborar nas decisõ l, tive a oportunidade de participar em várias reuniõ pando com os meus conhecimentos nas tomad ambém a partilha do meu conhecimento experien uma mais-valia para os processos de tomada cialmente nos aspetos referentes ao regresso a ca
s da comunidade. O contato com as várias áreas a criança e família possibilitou-me absorver aspetos e intervenção especificas de cada disciplina, sendo grupos com essas características, que existem no
2., adapta a liderança e a gestão dos recursos às do a otimização da qualidade dos cuidados, p e desenvolver esta competência futuramente no m
organização dos CSP. Nos contextos de estágio, t nalisar estes processos, verificando que o grande m pode ser constituído por projetos criados pe como a disponibilidades das chefias em os acolh ínio de competências gerais refere-se ao desen profissionais (D). As reflexões escritas realizadas, ais diárias, cujos conhecimentos procurei sintetizar iores, foram as atividades que mais contribuíram p
Estas possibilitaram deter uma maior cons a e enfermeira, e dos papéis que desempenho junt ue construi ferramentas que me possibilitam ger abilidade individual e organizacional, de forma
e a uma praxis clínica especializada em sólidos e vá D2), tive a possibilidade de ser facilitadora da ap balho, na área da promoção do desenvolvimento talar que contatei - com a elaboração da ação o infantil como uma janela de oportunidades para
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nas decisões da equipa árias reuniões de equipa, no nas tomadas de decisão to experiencial do contexto e tomada de decisão das gresso a casa e articulação áreas disciplinares que rver aspetos da linguagem e iplina, sendo uma mais-valia existem no meu contexto de
recursos às situações e ao cuidados, penso que terei mente no meu contexto de de estágio, tive oportunidade o grande motor de evolução criados pelos enfermeiros em os acolher.
e ao desenvolvimento das realizadas, assim como as ei sintetizar e dar relevo nos ntribuíram para a aquisição maior consciência de mim mpenho junto das crianças e sibilitam gerir respostas, de de forma mais coesa e
sólidos e válidos padrões de da aprendizagem, em volvimento infantil, quer no o da ação “Promoção do idades para a facilitação da
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parentalidade”- quer junto d de formação “A promoção d De modo a suportar a prátic especialidade, utilizei várias meu conhecimento, e pa documentos em anexo. A enfermagem mobilizando n disciplinas que contribuem oportunidades de aprendi contextos que me permitira temas diversificados, e rela - desenvolvimento infantil e Neuropediatria e Desenvol infância e adolescência”; e “