Segundo o Regulament conceptual centrado na cri família/pessoa significativa, promover o mais elevado es
a performance avançado, com procurando resp sentido de remo segurança do clie
A primeira competência esp jovem com a família, na ma Para desenvolver a UC E1.
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quer junto da equipa multidisciplinar no meu concel promoção do desenvolvimento infantil: Uma realidad ortar a prática clínica na investigação e no conhecim tilizei várias vezes as bases de dados científicas pa
e para explorar assuntos que fui sintetiza m anexo. Aumentei e aprofundei os meus co
obilizando novos modelos, assim como o conhecim contribuem para a prática especializada. de aprendizagem, frequentei ações de formaç
e permitiram este aprofundamento dos conhecime ados, e relacionados essencialmente com a temática nto infantil e bem-estar da criança e família -, com
e Desenvolvimento”; “Suicídio na adolescência”; scência”; e “Projeto Baclofen”.
cias específicas
egulamento n.º 123/2011, da OE, oEESCJ“ trado na criança e família”. Trabalha em parceria
significativa, em qualquer contexto em que ela s s elevado estado de saúde possível.
rformance como especialista traduz-se na prestação de çado, com segurança, competência e satisfação da crian urando responder globalmente ao “mundo” da criança bem ido de remover barreiras e incorporar instrumentos de custo
rança do cliente (Kellyet al, 2007 in OE 2011).
petência específica do EESIP refere-se à assistência mília, na maximização da sua saúde - C- E1.
er a UC E1.1 –“implementa e gere um plano de sa
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meu concelho – com a ação ma realidade do contexto”. no conhecimento, na área da
ientíficas para construção do fui sintetizando em vários meus conhecimentos de o conhecimento de outras alizada. Rentabilizando as formação nos diversos conhecimentos. Ações com m a temática do meu projeto , como o: “Curso de lescência”; “Maus tratos na
oEESCJ“utiliza um modelo m parceria com a criança e que ela se encontre para
restação de cuidados de nível ão da criança e suas famílias, criança bem como trabalhar no tos de custo efetivo e gestão da
à assistência da criança e do
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parentalidade, da capacid criança/jovem” - foi importa como o deNeuman que inte que só foi conseguido co participação no cuidar. O m nas minhas atividades p comportamentos potenciad possibilitaram a assunção d conhecimento e aprendiza processos de saúde/doen comunicação através de téc Procurei no meu percurso contexto do sistema familia trabalho, como o genogram Foi importante ter estabelec família com necessidades d de referência que me acom comunicação com os profis CS onde trabalho, inclusiv como o centro de apoio à instituições, possibilitando a escalas de desenvolvimen multiprofissional.
Os contextos de estágio f apoio da inclusão de crianç especiais, sendo estas, especiais de quem tive a op No meu contexto de trabal criança saudável, e um dos realizar cuidados à criança família e à criança com respiratórias, diabetes in
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da capacidade para gerir o regime e da reins foi importante o suporte dos modelos de enferm an que integra na prestação de cuidados o concei nseguido com a adoção de estratégias como a O modelo de Nola Pender, ganha expressão tividades procurei oportunidades de promover s potenciadores de saúde, fomentei estratégias m assunção dos papéis em saúde por parte dos clien e aprendizagem de habilidades a estes facilitand saúde/doença, realizando sempre um treino de ravés de técnicas apropriadas à idade e estádio de d eu percurso novos instrumentos de avaliação da tema familiar, mas verifiquei que são utilizados os m o genograma, sendo que no meu contexto utilizo aind
er estabelecido redes de recursos de suporte à crian ssidades de cuidados. Mantenho contacto com vá ue me acompanharam neste percurso, estabeleci om os profissionais do hospital que fornece o apoio
lho, inclusive com as consultas de desenvolvimen de apoio à deficiência – onde já se estabeleceu pr ssibilitando a formação em desenvolvimento infanti envolvimento a vários profissionais do meu conte
e estágio facilitaram-me aprendizagens importante ão de crianças e jovens com necessidades de saú
, muitas vezes, as crianças com necessid em tive a oportunidade de cuidar.
to de trabalho tenho o privilégio de atuar essencia el, e um dos grandes contributos deste estágio foi a
s à criança com doença aguda e suas famílias. Pr iança com situações de doença comuns desta iabetes inaugural, afeções cutâneas, crianças
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e da reinserção social da s de enfermagem adotados, os o conceito de bem-estar, as como a negociação da a expressão nesta UC, onde promover a adoção de stratégias motivadoras que rte dos clientes, proporcionei es facilitando a gestão dos treino de adequação da estádio de desenvolvimento.
valiação da estrutura e do izados os mesmos que eu já to utilizo ainda o ecomapa.
porte à criança e ao jovem e to com vários enfermeiros , estabeleci novas linhas de ece o apoio de pediatria ao olvimento deste, assim tabeleceu protocolo entre as ento infantil e aplicação de meu contexto de trabalho
s importantes referentes ao ades de saúde e educativas om necessidades de saúde
uar essencialmente junto da estágio foi a possibilidade de famílias. Prestar cuidados à uns desta etapa (afeções s, crianças submetidas a
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amigdalectomia, alterações conhecimentos que mobi orientações, à articulação c no regresso a casa de uma UC E1.2, que foi desenvolvi e urgência.
Por trabalhar com pouco s dos centros médicos espe quem cuido a estes centros e intervenção, o que me po com maior nível de conhec saúde da população. No que se refere aos mau risco ambiental do desenvo criança, era minha intençã tratos, do hospital de referê tive a possibilidade de apro numa formação facultada p tendências de maus trato passam habitualmente desp intervenção imediata em sit estratégias importantes de escuta, ausência de julgam capacidade de dar informa protegida.
Finalizando esta competênc da Nola Pender para o des conhecimentos e comportam e subsequente facilitação d nem sempre ter dado o rea sempre presente nos vários a enfermagem deve investir
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, alterações de desenvolvimento) possibilitou const que mobilizo diariamente no CS, desde o rticulação como outros profissionais e ao planeame asa de uma criança e família hospitalizada. O des i desenvolvida essencialmente nos contextos de UC
om pouco suporte clinico, precipitado pelo afastam dicos especializados e a dificuldade de acesso d stes centros, foi importante treinar esta UC. Melhore
que me possibilita dar uma resposta mais atempad l de conhecimentos, e menos receios, traduzindo
re aos maus tratos infantis, e assumindo-se este do desenvolvimento infantil e do bem-estar do siste
nha intenção contatar com a equipa do núcleo hos ital de referência do meu CS, mas tal não foi poss
ade de aprofundar conhecimentos sobre o tema, p facultada pela sua unidade de pediatria. Possibilitou aus tratos da zona onde trabalho, fez-me ficar ate lmente despercebidos e possibilitou adquirir conhec diata em situações específicas como o abuso sexua ortantes de intervenção a adequação da comun ia de julgamentos, capacidade de estar presente s informação útil e transmitir apoio para que a
a competência, é ainda relevante evidenciar a import r para o desenvolvimento desta UC, no que se refer e comportamentos da criança e do jovem e família r facilitação da aquisição de conhecimentos nesse âm r dado o realce a este modelo nas reflexões realiza
e nos vários contextos, e é uma das grandes áreas d eve investir.
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bilitou construir um corpo de esde o diagnóstico, às o planeamento de cuidados ada. O descrito, refere-se à extos de UCIN, internamento
pelo afastamento geográfico e acesso da população de UC. Melhorei no diagnóstico ais atempada, incrementada raduzindo-se em ganhos em
se estes como fatores de star do sistema familiar e da núcleo hospitalar de maus ão foi possível. No entanto, e o tema, pela participação . Possibilitou-me a visão das me ficar atenta a sinais que quirir conhecimentos sobre a abuso sexual. Retenho como da comunicação desde a presente sem ser intrusivo, para que a criança se sinta
ciar a importância do modelo que se refere à avaliação de m e família relativos à saúde sse âmbito. Apesar de xões realizadas, este esteve ndes áreas de relevo em que
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Dentro do grande grupo pop com compromisso de des várias crianças com necess cuidados de particular exigê Tive a possibilidade de trei como intervir nestas. Reco possibilitaram ter brevidade científica sobre vários tema oportunidade de refletir. Pr serviço diferenciado, não consoante o seu desenvolvi Não tive a oportunidade de necessidade de aumentar sobre suporte básico de v acompanhamento da equip conhecimentos sedimentad podem decorrer de técnica mesmo a aspiração de profissionais. Aqui pude in aspetos como o engasgame dependentes de tecnologia. Quanto ao luto, achei intere visitas da equipa móvel de a sentiram a necessidade de destas familiais onde a m estágio, acompanhei três s prematuro, de muito baixo cultura indiana, se encontr morte de um filho é pressá gémeo sobrevivente onde escrita, e que se encontra e criança apoiada no centro d
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e grupo populacional que o meu projeto pretendia a sso de desenvolvimento infantil ou risco deste oc
com necessidades de saúde especiais que implicam rticular exigência (C-E.2).
dade de treinar a destreza de triagem de situações estas. Reconheço a utilidade dos protocolos de er brevidade na resposta às crianças, e a consu vários temas que se cruzaram no meu caminho e e refletir. Principalmente na questão em que a cria ciado, não deixa de ser criança com especificid u desenvolvimento.
nidade de intervir em situação de emergência, n aumentar os meus conhecimentos relativos ao te básico de vida, entre outros aspetos relacionados.
to da equipa de apoio no domicílio é muito impo sedimentados para dar uma resposta imediata, em r de técnicas realizadas como a cinesiterapia, a to iração de secreções, e onde não existe o sup
qui pude intervir essencialmente no ensino aos engasgamento ou dificuldade respiratória, tão com tecnologia.
achei interessantes dois projetos com que contatei: a móvel de apoio ao luto, criados pelas equipas de e essidade de delinear estratégias de ajuda ao cuida onde a morte precoce pode ser um pronuncio anhei três situações de luto: duas em contexto de muito baixo peso, com hemorragia intraventricula se encontravam em fase de negação e revolta (n lho é presságio de castigo karmico) e outra situaç vente onde o luto paterno não estava resolvido ( e encontra em anexo) - e uma situação de morte an
no centro de apoio à deficiência, e que se encontra
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pretendia abarcar - crianças co deste ocorrer – existem que implicam a prestação de
e situações urgentes, assim tocolos de serviço que me e a consulta de evidência caminho e sobre a qual tive que a criança, mesmo no especificidades diferentes
ergência, no entanto tive a lativos ao tema e pesquisar lacionados. Isto porque, no muito importante ter estes imediata, em situações que terapia, a tosse assistida ou xiste o suporte de outros ensino aos cuidadores, em ria, tão comuns nas crianças
contatei: “Luto na UCIN” e equipas de enfermagem, que da ao cuidar com dignidade pronuncio anunciado. Em contexto de UCIN – um RN traventricular cujos pais, de e revolta (na sua cultura, a outra situação relativa a um resolvido (alvo de reflexão de morte anunciada de uma se encontra na comunidade
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com o apoio e articulação d o EESIP, é a importância intervenção nas fases de lu e pelas opções da família e No meu local de trabalho, t junto destas crianças e necessidade, criar linhas d dos progenitores, que é um igualmente dificuldade em in No que se refere à gestão d esta foi uma competência Das várias escalas aprovad circulares emitidas, poucas local de trabalho a dor, ne oportunidade de treinar a ap de autoavaliarem a sua dor pelo manual orientador de longo do meu percurso. Alg experiências com os EEES cientifica e protocolos exi competência, com a realiza interveniente ativo na reduç a criança e a família, també Tive oportunidade de conh E2.3), nos contextos de cen observação do trabalho das é realizada de forma articula perspetiva da família no pla pais no sistema e nos cuida Ter desenvolvido um estág áreas da saúde e educação alternativas (UC- E2.4) qu
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rticulação de várias instituições. O que retiro desta importância da promoção do conforto e do conhe fases de luto, o abstermo-nos de julgamentos e o da família e criança.
e trabalho, torna-se importante pensar em estratégia nças e famílias (pais e irmãos). Identific riar linhas de intervenção de apoio ao luto da crian
s, que é uma situação mais comum, e na qual os uldade em intervir.
e à gestão da dor e do bem-estar da criança e do ompetência desenvolvida transversalmente em tod alas aprovadas pela DGS sobre a avaliação da dor das, poucas tinha utilizado e raramente em crianç
o a dor, nesta faixa etária, é uma realidade pouc treinar a aplicação de várias, desde os RN até às c m a sua dor. A utilização das medidas não farmaco ientador de boas práticas da OE foram estratégias ercurso. Algo que considero extremamente positivo m os EEESIP sobre as medidas de atuação descri tocolos existentes em cada contexto. O desenv om a realização de cuidados não traumáticos poss ivo na redução do impacto no stressor dor que frequ mília, também no CS.
de de conhecer e contatar com crianças com doe extos de centros de desenvolvimento e apoio à defic
trabalho das equipas multidisciplinares, onde a inter ticulada. O enfermeiro intervém, principalme amília no plano de cuidados e no aconselhamento
e nos cuidados à criança.
o um estágio recheado de contato com as resposta e educação possibilitou-me conhecer respostas téc
E2.4) que desconhecia e que emergem
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retiro desta experiência para e do conhecimento sobre a mentos e o respeito pela dor
m estratégias de intervenção Identifico, também, como luto da criança face à morte na qual os profissionais têm
e do jovem (UC - E2.2), nte em todos os contextos. ação da dor, e descritas nas e em crianças pois no meu lidade pouco presente. Tive RN até às crianças capazes ão farmacológicas descritas estratégias muito usadas ao nte positivo foi a partilha de ação descritas na evidência . O desenvolvimento desta áticos possibilita-me ser um or que frequentemente afeta
as com doenças raras (UC- poio à deficiência. Realizei a onde a intervenção de todos principalmente, integrando a elhamento e orientação dos
as respostas existentes das espostas técnicas e terapias cada vez mais na
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comunidade como: hipotera terapias complementares, comprova os seus benefício espero que estas sejam nacionais de saúde e que a Pela realidade do meu con possibilitada a seleção das essencialmente na criança doença crónica, doença on mecanismos de adaptação intervenção foi essencial métodos singulares de ad adequada num sistema pod apoio dos dois modelos consistente consegui des percurso de crescimento q pretendo criar e implement estes grupos populacionais. A última competência enun se à prestação de cuidado vida e do desenvolvimento sobre a qual já tinha algun na área de CSP. Sendo um extrema importância, ao n promoção da parentalida desenvolvimento com esca atenuar a alteração deteta mesmo prevenção terciaria processos de normalização especiais).
Investi na aquisição de con aplicação de novas ferram
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mo: hipoterapia, hidroterapia, snoezelen. Possuindo ementares, como é o caso do Reiki, cuja evid
us benefícios, sendo a sua utilização aprovada pela m áreas que em anos futuros se desenvolva e e que a enfermagem as possa abraçar.
do meu contexto de trabalho e a natureza do me seleção das crianças a quem prestei cuidados, t na criança e no jovem e família em situações d , doença oncológica, deficiência/incapacidade. Para
adaptação (UC- E2.5), a pesquisa bibliográfica d essencial, pois cada criança e cada família são únic lares de adaptação à incapacidade e deficiência,
sistema pode não ser a adequada para outro semel s modelos de enfermagem selecionados, e um
segui desenvolver esta competência. No entanto escimento que se continuará a desenrolar, princip e implementar no meu local de trabalho novos pro
pulacionais.
cia enunciada pelo regulamento orientador desta de cuidados específicos em resposta às necessida nvolvimento da criança e do jovem - C-E3. Esta é u
tinha alguns conhecimentos, considerando-a das m . Sendo uma área em que o enfermeiro pode realiza
ao nível da prevenção primária (orientaçõe parentalidade), prevenção secundária (deteção o com escalas adequadas, criação de estratégias ação detetada e articulação com os profissionais
ão terciaria (promoção da funcionalidade na crianç ormalização das famílias de crianças com necessi
ição de conhecimentos sobre desenvolvimento infan ovas ferramentas para a sua avaliação e o seu
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. Possuindo eu formação em i, cuja evidência científica rovada pela DGS e pela OE, desenvolvam nos sistemas
o meu projeto foi-me , tendo esta recaído s de crise devido à cidade. Para a promoção de bliográfica de estratégias de ília são únicas com os seus deficiência, e a intervenção outro semelhante. Só com o dos, e um quadro teórico No entanto, sei que é um olar, principalmente quando novos projetos dirigidos a
ntador desta reflexão refere- às necessidades do ciclo de
3. Esta é uma competência das mais importantes pode realizar um trabalho de (orientações antecipatórias, (deteção e rastreio de estratégias de reverter ou rofissionais adequados), ou e na criança, promoção dos om necessidades de saúde
imento infantil, treinei-me na seu rastreio, absorvi
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conhecimentos de outras ocupacional, fisioterapia famílias, partilhei com os c aprendi a importância de das famílias e das crianças Nos vários contextos em qu multidisciplinar, e o seu pap gerais da criança e f encaminhamento para os v dentro da instituição, sendo abordado no capitulo anter profissionais. Para além d necessidade de partilhar id equipas. Trabalhando muito Bellman, Lingam, Aukett corretamente as várias encaminhamento adequado necessidades detetadas. o meu contexto de trabalho. Foi importante ter passad antecipatórias aos pais e fa Esta ação possibilita para a potenciar a parentalidade promoção do desenvolvime facilitação da parentalidade, A promoção da parentalida especial no planeamento de famílias internadas. Foi út assumem muitas vezes co sistema criança, podendo consoante o trabalho rea parentalidade e da vinculaç
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de outras áreas específicas - como terapia ioterapia – treinei a promoção desse desenvolvim ei com os colegas estratégias de o fazer nos nos tância de potenciar a funcionalidade e os processos as crianças com situações específicas e complexas extos em que estagiei, o enfermeiro é elemento inte e o seu papel passa essencialmente pela triagem d iança e família, promoção de comportamen to para os vários profissionais e acompanhamento
ição, sendo o “Keyworker” (termo referenciado por pitulo anterior) sobre o qual se concentra a inform ara além de treinar e analisar esta perspetiva, partilhar ideias e conhecimentos com os vários p lhando muito sozinha no CS, torna-se importante no
, Aukett(2003) referem no seu modelo de intervenç as várias áreas do desenvolvimento, pos to adequado e que promova a criação de uma respo
etetadas. Acredito que este foi dos grandes contribut de trabalho.
ter passado a integrar, nos cuidados realizados os pais e família, pois são eles que mais tempo estã ibilita para além de potenciar o harmonioso desenvo
ntalidade. Como referido no título de umas das açõ esenvolvimento infantil é como uma janela de oport
rentalidade, em que o EESIP deve investir.
parentalidade em contextos como a ucin adquire eamento de cuidados pela especificidade da situaçã das. Foi útil compreender as dinâmicas deste c
s vezes como fatores de stress do sistema famili a, podendo adquirir expressões positivas ou ne trabalho realizado pela equipa junto destes. A
da vinculação são processos a que no CS tenho de
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o terapia da fala, terapia desenvolvimento junto das os nossos cuidados, e s processos de normalização complexas de saúde.
lemento integrante da equipa la triagem das necessidades omportamentos saudáveis, anhamento do seu percurso enciado por vários autores e tra a informação dos vários perspetiva, tive também a os vários profissionais das portante no 1º rastreio, que de intervenção, saber avaliar ento, possibilitando um e uma resposta atempada às es contributos que levo para
realizados, as orientações estão com a criança. oso desenvolvimento infantil, as das ações que realizei, a ela de oportunidades para a
ucin adquire uma evidência e da situação das crianças e as deste contexto, que se stema familiar, e mesmo do ivas ou negativas também destes. A promoção da