5. KROPPSIDEALER
5.1 K ROPPSLIGGJØRING
Podemos inferir que, nos últimos anos da carreira de Michael Jackson, a mídia foi um dos fatores que contribuiu para a construção da decadência do ídolo. Durante toda a sua carreira, conforme visto anteriormente, Jackson exerceu um poder sobre os meios de comunicação, que se tornaram dependentes dos acontecimentos que o artista criava ou pelos quais passava. Por outro lado, a mídia também exerceu seu poder de sensacionalismo e influência para manter sua atratividade diante da sociedade. Muitas vezes, o jornalismo exercido pelos veículos de comunicação excedeu os parâmetros normais, deixando de noticiar e atuando como mero produtor de entretenimento. O último período da carreira de Michael Jackson (aproximadamente de 1999 a 2009, ano de sua morte) foi marcado pelas notícias sobre a sua vida privada. Devido aos diversos episódios escandalosos, a maior evidência de imagem do ídolo do pop na imprensa não era mais a sua carreira artística. Há muito tempo não se falava em qualidade musical ou em um novo álbum de Michael Jackson, mesmo porque ele não lançou novas faixas ou participou de novos shows.
Será que, antes mesmo de morrer, o corpo imagético de artista consagrado de Jackson já teria sido destruído pela mídia? Tal questão pode ser compreendida devido ao fato de que a sua imagem, nos últimos dez anos de carreira, foi muito mais explorada para dar visibilidade ao show da sua vida particular do que ao seu rendimento enquanto músico, compositor ou dançarino. Assim, podemos considerar que o artista famoso que ganhou alguns dos principais prêmios da música foi abafado pelas notícias sobre fatos inusitados (faits divers)9 produzidas sobre a sua vida.
E foi no dia 25 de junho de 2009, data da morte do astro pop, que começava, assim como foi durante praticamente toda a sua vida, mais um espetáculo midiático de Michael: desta vez estava em cena o show da morte de Jackson. Apesar de tudo o que havia se passado com Michael nos últimos anos, a cobertura jornalística da morte do cantor, além de reunir o
9 O termo em português significa “fatos diversos”. Segundo Barbosa e Rabaça (2001) “diz-se de notícia que
desperta interesse do leitor por implicar rompimento insólito ou extraordinário do curso cotidiano dos acontecimentos”.
histórico da vida do artista – com toda a cronologia da sua carreira musical e todos os episódios excêntricos e escandalosos –, também contou com diversos desdobramentos sobre a forma como Michael veio a falecer e tantas outras suítes10 que acompanharam a produção das notícias.
É nítido que a notícia sobre a morte de Michael Jackson gerou uma grande repercussão no mundo. Michael Jackson, apesar de toda a sua história conturbada, era considerado, por muitos, um herói. Vamos considerar aqui o conceito utilizado por Hook (1962, p. 29), quando ele diz que “[...] quem quer que seja o herói, ele se destaca de um modo qualitativamente único dos outros homens na esfera de sua atividade e, ainda mais, que o registro das realizações em qualquer setor é a história dos feitos e pensamentos de heróis”.
Assim como a notícia sobre a morte de diferentes astros, a informação sobre o falecimento de Michael também foi recebida como um choque. Segundo Rodrigues (1992), a primeira reação da população quando recebe a notícia sobre a morte de uma celebridade é a recusa em acreditar no acontecimento, pois os heróis são, em princípio, concebidos como imortais.
No caso de Michael Jackson, sua imortalidade não foi vivenciada apenas pela sociedade, mas também pelas próprias páginas dos jornais. O choque da notícia foi tão grande que parte da população mundial parou para conferir o que realmente tinha ocorrido com Michael Jackson, que de um dia para o outro deixou de ser para a mídia a figura esquisita e excêntrica e voltou a ser retratado como o “rei” da música pop.
A notícia da morte de Michael Jackson aconteceu no dia 25 de junho de 2009. O óbito propriamente dito foi declarado oficialmente pelos médicos às 14h26, em Los Angeles. “Seis minutos antes, contudo, a notícia já corria o mundo. O furo de reportagem veio do mesmo veículo que já havia revelado a internação do cantor: o TMZ, que conjuga o sensacionalismo dos tabloides à agilidade da internet” (MARTINS, 2009, p. 92).
Sobre a rapidez com que as informações são divulgadas, Arbex Junior (2002) afirma que:
Na ‘sociedade da informação’, o jornalismo é orientado pelo signo da velocidade e da renovação incessante das notícias, de preferência divulgadas ‘em tempo real’. A competição entre vários veículos de comunicação de massa foi acirrada ao extremo: ser mais rápido tornou-se uma demonstração de prestígio, de poder financeiro e político (ARBEX JUNIOR, 2002, contracapa).
10 Conforme Barbosa e Rabaça (2001), suíte é o “ato ou efeito de desdobrar uma notícia já publicada
anteriormente pelo próprio veículo ou por outro órgão de imprensa. Técnica de dar continuidade à apuração de um fato (já noticiado) que continue sendo de interesse jornalístico, mediante acréscimo de novos elementos para a publicação de notícias atualizadas”.
Outra característica que podemos atribuir ao TMZ, além da rapidez em divulgar a morte do artista, é que ele é um veículo que dá prioridade a notícias sobre fofocas e celebridades. Em matéria divulgada pela revista Imprensa no mês de agosto de 2009, é dito que o site é referência na área deste tipo de mídia porque ele acerta mais do que erra. “Dezenas de veículos que cobrem celebridades no país consideram o TMZ um site de conteúdo confiável” (FORTI; PACETE, 2009, p. 59).
“Para Esther Rocha, diretora de conteúdo de O Fuxico, o TMZ desenvolve um trabalho sério e bem elaborado. ‘Não é como o The Sun, que escracha as pessoas. Eles são mais informativos, eles têm documentos. Não é um site escandaloso, jocoso. Tem embasamento’”, afirma ela em entrevista que foi publicada na mesma matéria da revista
Imprensa (FORTI; PACETE, 2009, p. 60).
Ricardo Feltrin, secretário de redação da Folha Online, afirmou que seu veículo repercute algumas notas do TMZ desde 2006.
Para Feltrin, os princípios básicos do jornalismo valem também para o setor de entretenimento: ‘Basta ser crítico, correr atrás de furos, ter ótimas fontes, evitar fofocas e boatarias e escrever corretamente. E, claro, admitir e corrigir eventuais erros, porque todo mundo os comete vez ou outra’ (FORTI; PACETE, 2009, p. 58). A credibilidade do TMZ levou vários veículos brasileiros a confirmar em suas publicações que a primeira notícia sobre a morte do artista realmente foi dada pelo site <www.tmz.com>. “Afinal, foi por meio dele que começaram os primeiros rumores sobre a morte de Jackson, posteriormente confirmada” (FORTI; PACETE, 2009, p. 58). “Enquanto os principais veículos de comunicação checavam a notícia, o portal foi além: anunciava sua morte. O furo jornalístico fez a página registrar mais acessos do que os portais da CNN, Yahoo! e NBC” (MILLER, 2009).
“O site americano sobre celebridades foi o primeiro a noticiar a morte do cantor Michael Jackson. No início da noite, a página de abertura já noticiava que Michael tinha sofrido uma parada cardíaca na tarde de ontem em sua mansão, em Holmby Hills, e os paramédicos não conseguiram reanimá-lo” (TMZ..., 2009).
A instantaneidade, uma das características do jornalismo online,11 possibilitou que a notícia se espalhasse rapidamente e transformou o site TMZ na fonte primária de alguns dos principais veículos impressos do País, tais como a revista Veja e os jornais: O Estado de Minas, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, A Tarde (BA), o Correio Braziliense, o Jornal da Tarde (SP) e O Popular (GO).
11 Pesquisa realizada pelo Guia do Webjornalista detectou que cerca de 41% dos participantes apontaram que a
Se a carreira de Michael Jackson foi toda permeada pela influência das tecnologias, a cobertura da morte do cantor não ficou atrás. A notícia de sua morte “‘derrubou’ mega sites [sic] e portais como o Google, Twitter, YouTube e Orkut, pelo excesso de pessoas em busca de informação, imagens e vídeos”, (ARBEX JUNIOR, 2009, p. 9).
O fato de que o furo jornalístico tenha sido realizado virtualmente também contribuiu para que as notícias se espalhassem rapidamente pelas redes sociais. A troca de boatos e informações começou a ser feita por meio de páginas da web, como o Twitter e o Facebook. Castilho (2011)12 vai além e afirma, em artigo publicado no site do “Observatório da Imprensa”,13 que as coberturas jornalísticas de morte, como a que ocorreu com o óbito de
Michael Jackson, consolidam um novo processo na produção de notícias jornalísticas. Ele afirma:
O sistema tradicional, onde [sic] o repórter constrói a história e depois a publica, está sendo rapidamente substituído por um novo modelo em que uma cobertura jornalística começa com o acúmulo desordenado de boatos e rumores pela internet e para só depois de ganhar repercussão na imprensa convencional. [...] O que o professor norte-americano Bill Mitchell chama de Jornalismo do Próximo Passo é essencialmente um novo processo de colaboração na produção de notícias entre pessoas com e sem formação técnica em jornalismo, onde [sic] cada parte tem um papel a desempenhar. O repórter não pode mais ignorar a participação dos informantes e amadores na coleta de informações, na mesma medida em que os consumidores de informações precisam do jornalista profissional para checar dados e confirmar rumores (CASTILHO, 2011, grifo nosso).
Vale ressaltar também a abordagem feita pelo colunista Lemos (2009), jornalista da
Folha de S. Paulo, que diz que o TMZ é exemplo do que representa a influência da internet
nos veículos tradicionais de imprensa. Ele afirma:
[...] A internet, em toda a sua diversidade e complexidade, estabelece um canal direto muito mais rápido para a produção de notícias. Cada vez mais, ela terá impacto mais direto na esfera pública.
A criação de ‘notícias’, antes privilégio da mídia tradicional, tornou-se e irá se tornar cada vez mais descentralizada, valendo-se de Twitter, Facebook, YouTube, blogs, celulares e o que vier depois. Esse fato, em si, chama para a reinvenção da mídia tradicional. É preciso se reinventar para não se tornar caixa de ressonância do que todo mundo já ficou sabendo antes (LEMOS, 2009, p. E4).
Podemos notar que, se por um lado o TMZ foi quem publicou as primeiras notícias sobre a cobertura jornalística da internação e, logo depois, da morte de Michael Jackson, por outro lado houve um movimento paralelo entre os internautas sobre tais notícias. Este fator possibilitou que muitas pessoas soubessem de forma rápida a notícia da morte do cantor, mas
12 Jornalista, mestre e doutorando em Mídia e Conhecimento pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia e
Gestão do Conhecimento (EGC) da Universidade Federal de Santa Catarina.
13 O Observatório da Imprensa é uma iniciativa do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor) e
um projeto original do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É um veículo jornalístico focado na crítica da mídia, com presença regular na internet desde abril de 1996.
também temos que considerar que milhares ou milhões de pessoas se tornaram divulgadoras da notícia, o que contribuiu para a disseminação ágil da informação sobre a morte do artista.
Por isso, inferimos que sua morte aconteceu online, pois antes mesmo de ser confirmada pelos médicos já estava sendo anunciada pela internet. Mas na “Era da Informação” é compreensível que a internet tenha se antecipado e sido a precursora da divulgação dos fatos. Assim, o dia 25 de junho de 2009 entrava para a história mundial como a data em que se foi um dos maiores ídolos da pós-modernidade.
A partir do dia 26 de junho até o dia 28 de agosto de 2009,14 mais de dois meses após o óbito, a mídia impressa brasileira se ateve a divulgar notícias sobre a morte de Michael Jackson e seus desdobramentos.
Percebemos que a morte de Michael Jackson é objeto de grande interesse da mídia brasileira e mundial. Aqui não podemos deixar de dizer que é função do jornalismo realçar os acontecimentos para o público e que as notícias sobre mortes, conforme afirma Oliveira-Cruz (2008, p. 156), são qualificadas por um padrão, em que: “quanto mais insólita ou inesperada, a morte estará mais próxima da classificação como acontecimento jornalístico.”
Conforme tratado anteriormente, é importante relembrar a abordagem sobre o agendamento que a mídia propõe, que é vislumbrada por meio de critérios de noticiabilidade. Tais critérios, também identificados como valores-notícia, têm grande importância na produção jornalística, uma vez que hierarquizam quais tipos de acontecimentos serão abordados em função de sua relevância.
É evidente que a cobertura jornalística da morte de uma das maiores celebridades do mundo pós-moderno, como é o caso do falecimento de Michael Jackson, atende a vários critérios de noticiabilidade, tais como, por exemplo: a) atualidade; b) negatividade do acontecimento; c) morte de uma pessoa famosa; d) participação de celebridades; e) dramatização do fato; f) consonância com um enquadramento recorrente das mortes de ídolos (se remete a outras mortes); e g) possibilidade de ressaltar todo o histórico conflituoso da vida do cantor.
Não é muito dizer que, nos dias seguintes ao acontecimento, os jornais impressos iriam se movimentar em prol de respostas para o que realmente teria acontecido para Michael Jackson ter falecido. Qual seria a causa da sua morte? “Para Freud (1996, apud OLIVEIRA-
14 Esta análise de datas só pôde ter sido feita graças a um levantamento realizado por meio da “clipagem” de
jornais, atividade efetuada pela empresa Leitor, especialista em monitoramento de mídia que trabalha no mercado brasileiro há 25 anos e foi a responsável por separar as inserções de mídia sobre Michael Jackson após a sua morte.
CRUZ, 2008, p. 156), a sensibilização causada pela morte concentra-se no pensamento sobre a sua ‘causa’, o que revela a sua consideração como um ‘fato’ e não como algo natural”.
O certo é que os jornais impressos investigaram cada detalhe da morte do artista. Mas o objetivo de servir à sociedade foi ultrapassado pelo objetivo de vender jornais. É quase inconcebível acreditar que a mídia brasileira se preocupou em divulgar a morte de um artista por mais de dois meses? Por mais que Michael Jackson tenha se transformado em uma figura pública repleta de estratégias de poder, a cobertura da morte do astro tem características únicas.
Para saber como os jornais brasileiros trataram o assunto, vamos fazer, em um primeiro momento, um recorte das manchetes dos principais jornais das capitais do Brasil. Por meio de pesquisa realizada na internet, foi possível encontrar as capas que foram publicadas pelos jornais no dia 26 de junho de 2009.15 A seguir, apresentamos as capas de 35 (trinta e cinco) jornais com as suas respectivas chamadas.
Das 35 (trinta e cinco) capas de jornais publicadas, 22 (vinte e duas) fazem um anúncio da morte de Michael Jackson e, ao mesmo tempo, utilizam o status de rei e de herói para o artista. É o começo da reconstrução da figura de Michael como o ídolo da música e que também simboliza a volta do poder do ídolo por meio de um acontecimento negativo, a sua morte, mas também mediante a revisão de toda a carreira de sucesso de Michael Jackson. O grande destaque é para a morte do Rei do Pop.
Os títulos traduzem a partida de um rei da música, e não era isso o que os jornais estavam acostumados a abordar nos últimos anos, mas sim histórias da vida privada do artista. Por meio da leitura dos títulos, os jornais – além de trazerem para as suas capas a notícia sobre a perda de uma grande figura pública – vão mais além: apresentam a simbologia de Michael Jackson como eterno, um mito e uma lenda. A figura metafórica também é trabalhada em vários títulos. Confira a seguir as 25 (vinte e cinco) manchetes e, mais à frente, será possível ver os títulos das capas com as fotografias. Agora, o que nos interessa é colocar os títulos um perto do outro para constatarmos que a análise feita é assertiva.
1. “Morre o Mito do Pop”; 2. “O adeus de um rei”; 3. “Lenda do Pop”; 4. “O Fim”;
5. “Adeus ao Rei do Pop”;
15 As cópias das capas dos principais jornais do mundo estão disponibilizadas no site Newseum (MICHAEL...,
6. “O Rei do Pop sai de cena”; 7. “Agora sim, eterno”;
8. “O Rei do Pop partiu para outra terra do nunca”; 9. “Adeus, Rei do Pop”;
10. “Aos 50 anos, morre o Rei do Pop”; 11. “Por que ele não morreu”;
12. “Astro da música morre aos 50 anos”;
13. “Ícone Pop, Michael Jackson morre nos EUA”; 14. “O Rei está morto”;
15. “Pop perde o seu rei”;
16. “Ícone do pop, Michael Jackson morre aos 50 anos”; 17. “Michael Jackson: morre o rei do pop”;
18. “Morre o rei do pop”;
19. “Michael Jackson: morre o rei do pop, mito é eterno”; 20. “Michael Jackson: Rei do Pop deixa milhões de fãs”; 21. “Aos 50 anos, morre o pop star Michael Jackson”; 22. “Morre Michael Jackson, o fim de uma lenda”; 23. “Adeus ao rei do pop”;
24. “Michael Jackson: a morte de um pop star revolucionário”; 25. “Mundo perde Michael Jackson”.
As manchetes dos outros 10 (dez) são sobre o acontecimento em si, a morte de Michael Jackson, e a causa do óbito.
1. “Morre Michael Jackson”;
2. “Parada cardíaca mata Michael Jackson”; 3. “Morre Michael Jackson”;
4. “Coração mata Michael Jackson”;
5. “Michael Jackson deixa dívida de 400 milhões de dólares”; 6. “Morre o polêmico Michael Jackson”;
7. “Michael Jackson (1958-2009)”; 8. “Michael Jackson morre aos 50 anos”; 9. “Michael sai de cena”;
Em relação às fotografias, percebemos que 14 (quatorze) jornais escolheram fotos de Michael Jackson acenando para o público e 1 (um) mandando um beijo. As imagens, juntamente com as chamadas, dão um tom de duplicidade para as manchetes. O gesto do astro de acenar para o público se confunde com outra imagem expressiva salientada pelas fotografias. É como se ele estivesse dando o último adeus para o público, especificamente para o leitor do jornal, que provavelmente só prestou atenção nas imagens das capas dos jornais. As imagens também refletem um sinal de “stop”, como se o próprio ídolo estivesse dizendo: “parei por aqui”.
Confira a seguir as capas desses jornais.
Figura 1 - “A Gazeta”, Vitória, ES
Figura 2 - “A Tribuna”, Vitória, ES
Fonte: Newseum (2009).
Figura 3 - “Correio”, Salvador, BA
Figura 4 - “Agora São Paulo”, SP
Fonte: Newseum (2009).
Figura 5 - “Tribuna da Bahia”, Salvador, BA
Figura 6 - “Jornal da Tarde”, São Paulo, SP
Fonte: Newseum (2009).
Figura 7 - “Amazônia”, Belém, PA
Figura 8 - “Diário do Pará”, Belém, PA
Fonte: Newseum (2009).
Figura 9 - “Diário Gaúcho”, Porto Alegre, RS
Figura 10 - “Diário Catarinense”, Florianópolis, SC
Fonte: Newseum (2009).
Figura 11 - “Hora de Santa Catarina”, Florianópolis, SC
Figura 12 - “Jornal do Commercio”, Recife, PE
Fonte: Newseum (2009).
Figura 13 - “Estado do Paraná”, Curitiba, PR
Figura 14 - “Gazeta do Povo”, Curitiba, PR
Fonte: Newseum (2009).
Figura 15 - “O Tempo”, Belo Horizonte, BH
Fonte: Newseum (2009).
Outros 12 (doze) jornais escolheram ressaltar a importância do corpo performático de Michael Jackson, quando publicaram, em suas primeiras páginas, fotografias do artista em ação, cantando ou dançando. Estas capas simbolizam também o renascimento do artista, pois,
conforme dito anteriormente, há muito tempo os veículos só publicavam os escândalos da vida privada de Michael Jackson. As imagens de Michael Jackson dançando e cantando relembram momentos de glória do artista. Os movimentos de Michael Jackson foram a marca registrada de sua carreira e não poderiam deixar de estampar os jornais.
Figura 16 - “Estado de Minas”, Belo Horizonte, BH
Fonte: Newseum (2009).
Figura 17 - “O Estado de S. Paulo”, SP
Figura 18 - “Folha de S. Paulo”, SP
Fonte: Newseum (2009).
Figura 19 - “Diário do Comércio”, São Paulo, SP
Figura 20 - “Jornal do Brasil”, Rio de Janeiro, RJ
Fonte: Newseum (2009).
Figura 21 - “O Dia”, Rio de Janeiro, RJ
Figura 22 - “O Globo”, Rio de Janeiro, RJ
Fonte: Newseum (2009).
Figura 23 - “Correio do Povo”, Porto Alegre, RS
Figura 24 - “Zero Hora”, Porto Alegre, RS
Fonte: Newseum (2009).
Figura 25 - “Jornal de Santa Catarina”, Florianópolis, SC
Figura 26 - “O Povo”, Fortaleza, CE
Fonte: Newseum (2009).
Figura 27 - “Jornal da Paraíba”, João Pessoa, PB
Das 35 (trinta e cinco) capas, três delas – a do “Correio Braziliense”, de Brasília (DF); a do “O Dia”, do Rio de Janeiro (RJ) e a do “Estado de Minas”, de Belo Horizonte (BH) – publicaram várias fotos do cantor. Estes jornais fizeram uma espécie de cronologia da vida de Michael por meio das imagens.
Figura 28 - “Correio Braziliense”, de Brasília (DF);
Fonte: Newseum (2009).
Figura 29 - “O Dia”, do Rio de Janeiro (RJ)
Figura 30 - “Estado de Minas”, de Belo Horizonte (BH)
Fonte: Newseum (2009).
Figura 31 – “Jornal da Tarde”, de São Paulo
Fonte: Newseum (2009).
O “Jornal da Tarde”, de São Paulo, trouxe duas fotos do cantor, uma da época atual e outra do período da infância. Vale ressaltar que “O Dia” também publicou a imagem dos dois