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Koordinering og posisjonering av norske synspunkt

4.3 EØS-avtalen og utviklinga av norsk energipolitikk

5.1.3 Koordinering og posisjonering av norske synspunkt

De destacar, as ―motivações principais‖ em crescente expansão, apresentadas no estudo sectorial prospectivo sobre o Turismo em Portugal (2005):

- Negócios, Congressos e Incentivos; - Contacto com a Natureza/Espaço Rural; - Busca de cultura/lazer;

- Prática de Desporto; - Procura de Bem-Estar.

Na Região do Algarve, tendo por referência as entrevistas a informantes privilegiados, a pesquisa bibliográfica e estudos de caso realizados, propômos a seguinte delimitação de subsectores para o sector do Desporto e Turismo:

- Turismo de Desportos de Natureza; - Turismo Náutico;

- Turismo de Saúde e Bem estar; - Turismo de Animação (Resorts); - Turismo de Golfe;

- Turismo de Estágios Desportivos; - Turismo de Eventos Desportivos.

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A presente delimitação de subsectores de prestação de serviços de cariz desportivo, justifica-se pela informação recolhida nas entrevistas a informantes privilegiados, na análise de documentos científicos e de dados oficiais do sector, mas em especial pelas profissões específicas identificadas nas unidades de alojamento, analisadas nos estudos de caso.

Em relação aos subsectores apurados, foi averiguado todo o processo de produção dos serviços desportivos, que engloba a concepção, operacionalização e controlo da actividade turístico-desportiva.

Concluímos que a oferta de Turismo de Golfe, Turismo de Estágios Desportivos e Turismo de Eventos Desportivos, é monopolizada por factores de decisão, na esmagadora maioria dos casos, por factores exteriores à própria empresa. Multinacionais como a Tuí e a Thomson detêm uma posição de mercado bastante vantajosa, uma vez que regulam o fluxo de turistas dos principais mercados emissores de turistas para a Região do Algarve (Alemanha e Reino Unido).

Segundo apurámos, depende em grande medida destas ―mega-agências de viagens‖, a escolha do sul de Portugal, na época baixa, por exemplo, para a realização do Mundialito de Futebol Feminino ou do SPAR Campeonato Europeu de Corta-mato.

A oferta de voos regulares e voos charters, ocorrem com maior frequência durante a época alta, motivada pelo Turismo de Sol e Praia. No entanto, o Inverno menos rigoroso e Primavera/ Outono amenos, do Algarve, constituem factor de decisão na escolha do destino turístico para eventos/estágios desportivos.

Porém, nestes tipos de Turismo Desportivo, os subsectores do Turismo em geral, que serão preponderantes na qualidade dos serviços prestados, não estão directamente com as necessidades de qualificação que identificámos no sector do Desporto e Turismo na Região do Algarve (ver I parte – Conceito de Desporto e Turismo).

Apurámos que, nos Eventos e Estágios Desportivos, toda a logística relacionada o acontecimento em si, é assegurada por elementos que fazem parte da estrutura da própria empresa promotora, que apenas ―aluga‖ as unidades de alojamento para desenvolver uma actividade desportiva específica.

Neste sentido, o foco da estratégia das direcções hoteleiras para estes segmentos de mercado, centra-se no Alojamento, na Restauração e na disponibilização das condições físicas ideiais, de instalações e equipamentos desportivos para a sua prática.

51 Carvalho (2010) quanto à organização de Eventos Desportivos na Região do Algarve, menciona que estes ―correm sempre bem mas não se retiram todos os benefícios que se poderiam retirar‖. Queremos dizer que umas determinadas actividades deveriam ser promovidas em diferenciados locais e condições espaciais, articuladas entre actividade pública e privado. Defende que não há capacidade da região para desenvolver eventos desportivos, uma vez que estes na sua maioria são organizados por pessoas de outras regiões, que desfrutam das potencialidades específicas do Algarve para retirar benefícios que em nada contribuem para o desenvolvimento das populações locais.

Apesar da organização de Eventos Desportivos perfilar-se como uma das áreas do conhecimento para as quais um profissional do sector em análise deve estar qualificado, o presente estudo não pretende aprofundar esta vertente, uma vez que a maioria das actividades a realizar neste domínio, surge contemplada no perfil profissional de técnico de organização e gestão de eventos. Para além disso, os profissionais contratados por unidades de alojamento da região do Algarve, por norma, desempenham outras funções específicas para além da área dos eventos e que não estão directamente relacionados com serviços desportivos. A grande maioria dos profissionais envolvidos na organização de eventos desportivos no Algarve, são oriundos de empresas privadas de prestação de serviços em regime de subcontratação.

Em relação ao Golfe, a maioria das unidades de alojamento, assegura as marcações das voltas nos campos, para os seus clientes e constroem pacotes de golfe exclusivos, que incluem alojamento, refeições e serviços associados (em norma Spas).

Para a escolha dos Estágios Desportivos de equipas profissionais de Futebol, Râguebi ou Atletismo, são consideradas as condições oferecidas para a prática desportiva, numa relação de qualidade-preço.

Quando é decidido um local para a realização de um evento desportivo, pontual ou regular, são desenvolvidas parcerias estratégicas, acordos ou pequenas colaborações com diversas entidades da região. O alojamento e restauração, associados às condições ideiais para o evento, são factores determinantes para a escolha

Neste contexto, consideramos determinante para a melhoria das qualificações de profisionais que intervém nos subsectores Turismo de Golfe, Turismo de Eventos Desportivos e Turismo de Estágios Desportivos, que as funções de concepção e

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divulgação de serviços e pacotes turístico-desportivos, sejam desempenhadas por um profissional com formação específica em Marketing, constituindo-se esta área um subsector emergente.

Nesta lógica, não consideramos pertinente o desenvolvimento de perfis profissionais específicos para estes subsectores, uma vez que as competências solicitadas referem-se a perfis profissionais comuns ou transversais ao sector.

Por opção metodológica, decidimos realizar propostas de perfis específicos do sector para os restantes subsectores indicados, que irão ser justificadas em detalhe, adiante no presente capítulo (ver subsectores emergentes).

2.3. Descrição e fundamentação de Subsectores emergentes