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Nye definisjoner og tilnærminger til gentrifisering

Originada da transposição parcial do segundo objetivo específico, a segunda hipótese do presente estudo levantava a questão se a avaliação com a Metodologia Phillips ROI contribui com a aprendizagem organizacional ao fazer a análise do processo inerente à iniciativa de Gestão do Conhecimento ou de Aprendizagem Organizacional avaliada. Esta

Intangíveis - EUA 62,86% 25,71% 5,71% 0,00% 0,00% 5,71%

Intangíveis - Demais Países

62,07% 27,59%

6,90%

3,45% 0,00% 0,00%

hipótese procurava ser respondida na Questão 10 do questionário, cujo teor, baseado no referencial teórico de McElroy (1999a, 1999b, 2000, 2003a, 2003b) e de Firestone e McElroy (2002, 2003, 2005), balizava os parâmetros pelos quais uma iniciativa ou procedimento poderia contribuir para a aprendizagem organizacional e para a gestão do conhecimento dentro do contexto da organização. Tal qualidade de propiciar aprendizagem organizacional ou gestão do conhecimento foi denominada por Blanco (2006) como Fator de Processamento do Conhecimento.

Características determinantes do Fator de Processamento do Conhecimento  Busca por novas informações  Pesquisa / recuperação de

informações / conhecimento

 Espaço de aprendizagem individual  Compartilhamento de informações / conhecimento (entre pares,

subordinados e superiores)  Espaço de aprendizagem coletiva /

organizacional  Re-uso da informação / conhecimento

 Troca de experiências, informações e

conhecimentos  Reformulação da informação /conhecimento  Produção de novos conhecimentos

individuais (considerando inclusive: adaptação melhoria, substituição de idéias, crenças e juízos)

 Melhoria do conhecimento existente e do processo de tomada de decisão

 Integração de novos conhecimentos à

estrutura organizacional  Reflexão e reavaliação doconhecimento produzido  Transmissão de informação /

conhecimento  Validação do conhecimentoproduzido Quadro 4. Critérios do Fator de Processamento do Conhecimento. (BLANCO, 2006)

Estabelecido tal fator, o critério para reconhecer a Metodologia Phillips ROI – ou qualquer iniciativa organizacional, como descreve Blanco (2006) – como contribuidora para a aprendizagem organizacional e a gestão do conhecimento seria alcançar uma graduação que denotasse a ocorrência ao menos parcial dos tópicos elencados na Questão 10 (conforme vistos no Quadro 4), que refletiam as condições estabelecidas para que uma dada iniciativa gerasse aprendizagem organizacional ou gestão do conhecimento.

Os resultados percentuais obtidos para a Metodologia Phillips ROI, relativos a tais critérios, encontram-se descritos na Tabela 4, a seguir.

Pela perspectiva da Aprendizagem Organizacional e da Gestão do Conhecimento, quais dos itens abaixo listados ocorreram como resultado da aplicação da Metodologia Phillips ROI?

Ocorreu Ocorreu

Parcialmente NãoOcorreu Não seAplica

Busca por novas informações 35,62% 41,1% 13,7% 9,59%

Espaço de aprendizagem individual 34,25% 41,1% 16,44% 8,22% Espaço de aprendizagem coletiva /

organizacional 32,88% 42,47% 15,07% 9,59%

Troca de experiências, informações

e conhecimentos 41,1% 43,84% 9,59% 5,48%

Produção de novos conhecimentos individuais (considerando inclusive: adaptação melhoria, substituição de idéias, crenças e juízos)

24,66% 57,53% 10,96% 6,85%

Integração de novos conhecimentos

à estrutura organizacional 24,66% 42,47% 21,92% 10,96% Transmissão de informação / conhecimento 35,62% 46,58% 9,59% 8,22% Pesquisa / recuperação de informações / conhecimento 30,14% 43,84% 16,44% 9,59% Compartilhamento de informações / conhecimento (entre pares,

subordinados e superiores) 31,51% 56,16% 6,85% 5,48% Re-uso da informação / conhecimento 30,14% 42,47% 13,7% 13,7% Reformulação da informação / conhecimento 19,18% 42,47% 19,18% 19,18%

Melhoria do conhecimento existente

e do processo de tomada de decisão 36,99% 45,21% 8,22% 9,59% Reflexão e reavaliação do

conhecimento produzido 21,92% 53,42% 13,7% 10,96%

Validação do conhecimento

produzido 27,4% 43,84% 15,07% 13,7%

Tabela 4. Resultados da Questão 10 referentes aos Critérios do Fator de Processamento do Conhecimento. Como observado na Tabela 4, todos os critérios do Fator Processamento de Conhecimento apresentaram ocorrência (plena ou parcial) acima de 60%, com 12 critérios apresentando ocorrência acima de 70% e 5 critérios apresentando ocorrência acima de 80%. À exceção de um critério, todos os demais apresentaram não ocorrência abaixo de 20%. O critério que apresentou ocorrência mais baixa (61,65%) foi o que apresentou a maior porcentagem de resposta ‘Não se aplica’, com 19,18%. Já os critérios com maiores ocorrências (87,67% e 84,94%) apresentaram, ambos, porcentagem de respostas ‘Não se aplica’ de 5,48%.

Ainda que todos os resultados obtidos encontrem-se expressos acima, o grande número de critérios do Fator Processamento de Conhecimento pode causar certa dificuldade em ter-se uma visão global do que representam estes resultados. Para tentar suplantar essa dificuldade, foram elaborados gráficos para melhor visualização dos resultados encontrados.

De modo a tratar os dados de forma estatística, na análise dos resultados cada uma das opções de resposta foi convertida em um valor numérico. As opções de resposta a cada característica e seu respectivo valor numérico eram: Ocorreu – 3; Ocorreu Parcialmente – 2; Não Ocorreu – 1; e Não se Aplica - 0. Cada um dos quatorze tópicos podia ser assinalado com uma das respostas, que posteriormente, foi convertida em um dos valores descritos. O total dos valores para cada respondente foi contabilizado e foi calculada a média numérica das respostas, de forma a capturar em um espectro global a opinião dos respondentes em relação ao tema. A intenção era representar todas as respostas aos quatorze tópicos unificados em um valor numérico expressivo.

Dispersão é a maior ou menor diversificação dos valores de uma variável em torno de um valor de tendência central tomado como ponto de comparação (SILVA, 2002). No caso desta questão, o valor de tendência central adotado foi a mediana, cujo valor era 2. “A mediana de um conjunto de valores, dispostos segundo uma ordem (crescente ou decrescente), é o valor situado de tal forma no conjunto que o separa em dois subconjuntos de mesmo número de elementos” (SILVA, 2002). Segundo a codificação das respostas em valores numéricos, todo resultado acima de 1 significa a ocorrência parcial das características do Fator de Processamento de Conhecimento. Resultados acima de 2 significam ocorrências em alto grau do Fator, até o resultado de valor 3, que significa a ocorrência plena do Fator de Processamento de Conhecimento.

Gráfico 26. Dispersão da distribuição geral do Fator de Processamento do Conhecimento

O Gráfico 26 mostra como a distribuição das respostas apresenta uma ocorrência perceptivelmente maior no trecho acima do valor 1 (ocorrência parcial do Fator de Processamento de Conhecimento), e que, observada a mediana de valor 2, metade das respostas encontra-se no trecho de alto grau de ocorrência do Fator de Processamento de Conhecimento (entre os valores 2 e 3).

Gráfico 27. Histograma por ordem de freqüência de resposta – Questão 10.

No histograma do Gráfico 27, a freqüência se refere à repetição de valores médios obtidos como resposta à questão 10. Observa-se no Gráfico 25 um maior número de ocorrências de respostas com valores acima de 2 (nos segmentos de valores 2,25; 2,625 e 3) e

Distribuição - Fator Processamento do Conhecimento 0 1 2 3 0 15 30 45 60 75 Respondentes Es ca la d e Va lo re s

Histograma do Fator de Processamento de Gestão do Conhecimento 0 5 10 15 20 2,251,8752,625 3,00 1,5 01,125 0,750,375 Bloco Fr eq üê nc ia 0,00% 20,00% 40,00% 60,00% 80,00% 100,00% Freqüência % cumulativo

com valores acima de 1 (segmentos de valores 1,875 e 1,5), denotando uma ocorrência de parcial a plena do Fator de Processamento de Conhecimento.

Gráfico 28. Histograma por ordem de valor de resposta – Questão 10.

A distribuição da freqüência ordenada por valor da resposta encontra-se descrita no Gráfico 28. Percebe-se, nesse gráfico, a maior freqüência de respostas nos valores acima de 1,875, inclusive. Acima de valor 2, revelando a ocorrência plena do Fator de Processamento de Conhecimento, encontram-se 3 das 4 faixas de resposta de maior freqüência.

Um histograma é uma das formas de caracterização da distribuição de uma variável mais usuais (HAIR et al, 2005, p. 53), como o apresentado no Gráfico 28. A curva assimétrica à direita inferida pela altura das barras no gráfico indica a concentração de distribuição de ocorrência naquele intervalo particular de respostas, no caso em questão o intervalo de ocorrência parcial a plena.

Na Questão 12, foi solicitado ainda aos participantes da pesquisa que tecessem comentários sobre casos em que foi utilizada a Metodologia Phillips ROI na avaliação e mensuração de Gestão do Conhecimento. Três entre os comentários mais relevantes foram selecionados e transcritos a seguir:

“Os dados qualitativos coletados foram mais convincentes para a liderança do que os dados quantitativos (talvez devido a tratar-se de uma organização federal).”

“A questão fundamental é conectar, de uma maneira causa e efeito, a Gestão do Conhecimento aos indicadores-chave da organização tais como produtividade, tempo, receita, etc. Deste modo, a Gestão do Conhecimento deve ser uma solução definida a partir com valores acima de 1 (segmentos de valores 1,875 e 1,5), denotando uma ocorrência de parcial a plena do Fator de Processamento de Conhecimento.

Gráfico 28. Histograma por ordem de valor de resposta – Questão 10.

A distribuição da freqüência ordenada por valor da resposta encontra-se descrita no Gráfico 28. Percebe-se, nesse gráfico, a maior freqüência de respostas nos valores acima de 1,875, inclusive. Acima de valor 2, revelando a ocorrência plena do Fator de Processamento de Conhecimento, encontram-se 3 das 4 faixas de resposta de maior freqüência.

Um histograma é uma das formas de caracterização da distribuição de uma variável mais usuais (HAIR et al, 2005, p. 53), como o apresentado no Gráfico 28. A curva assimétrica à direita inferida pela altura das barras no gráfico indica a concentração de distribuição de ocorrência naquele intervalo particular de respostas, no caso em questão o intervalo de ocorrência parcial a plena.

Na Questão 12, foi solicitado ainda aos participantes da pesquisa que tecessem comentários sobre casos em que foi utilizada a Metodologia Phillips ROI na avaliação e mensuração de Gestão do Conhecimento. Três entre os comentários mais relevantes foram selecionados e transcritos a seguir:

“Os dados qualitativos coletados foram mais convincentes para a liderança do que os dados quantitativos (talvez devido a tratar-se de uma organização federal).”

“A questão fundamental é conectar, de uma maneira causa e efeito, a Gestão do Conhecimento aos indicadores-chave da organização tais como produtividade, tempo, receita, etc. Deste modo, a Gestão do Conhecimento deve ser uma solução definida a partir com valores acima de 1 (segmentos de valores 1,875 e 1,5), denotando uma ocorrência de parcial a plena do Fator de Processamento de Conhecimento.

Gráfico 28. Histograma por ordem de valor de resposta – Questão 10.

A distribuição da freqüência ordenada por valor da resposta encontra-se descrita no Gráfico 28. Percebe-se, nesse gráfico, a maior freqüência de respostas nos valores acima de 1,875, inclusive. Acima de valor 2, revelando a ocorrência plena do Fator de Processamento de Conhecimento, encontram-se 3 das 4 faixas de resposta de maior freqüência.

Um histograma é uma das formas de caracterização da distribuição de uma variável mais usuais (HAIR et al, 2005, p. 53), como o apresentado no Gráfico 28. A curva assimétrica à direita inferida pela altura das barras no gráfico indica a concentração de distribuição de ocorrência naquele intervalo particular de respostas, no caso em questão o intervalo de ocorrência parcial a plena.

Na Questão 12, foi solicitado ainda aos participantes da pesquisa que tecessem comentários sobre casos em que foi utilizada a Metodologia Phillips ROI na avaliação e mensuração de Gestão do Conhecimento. Três entre os comentários mais relevantes foram selecionados e transcritos a seguir:

“Os dados qualitativos coletados foram mais convincentes para a liderança do que os dados quantitativos (talvez devido a tratar-se de uma organização federal).”

“A questão fundamental é conectar, de uma maneira causa e efeito, a Gestão do Conhecimento aos indicadores-chave da organização tais como produtividade, tempo, receita, etc. Deste modo, a Gestão do Conhecimento deve ser uma solução definida a partir

de um levantamento global das necessidades; implantar a Gestão do Conhecimento por outros motivos pode não guardar relação com os indicadores da organização, de forma que o risco nesse caso é de implementar as iniciativas de Gestão do Conhecimento e não conseguir nenhum benefício financeiro.”

“Foi feito um estudo sobre o Conhecimento em Cascata [Cascading Knowledge] partindo do setor de Pesquisa e Desenvolvimento para os centros de competência regionais e de volta. O sucesso, a precisão e impacto do estudo foram enormes. Isto reescreveu os processos de Gestão do Conhecimento da organização.”