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A NALYSE AV MARKEDSANDELENE TIL DE STORE REVISJONSSELSKAPENE

5. DATAANALYSE

5.6 A NALYSE AV MARKEDSANDELENE TIL DE STORE REVISJONSSELSKAPENE

A tarefa fundamental desta fase consiste em explorar as informações com o objetivo de encontrar um ponto focal que seja o ponto central da pesquisa.

12 Micronavegação refere-se aos aspectos relacionados à navegação interna nos sites; macronavegação está

3.5.2.4.1 A tarefa e a cognição

Oàassu toàpassaàaàse àdeli itado,à [...]àoà ueà e ue à ueàseàfa ilia ize à o àaà hierarquia do conhecimento, a fim de identificar os subtópicos e se prepararem para escolher oàfo o. àKUHLTHáU,à ,àp.à .ààConhecer as estruturas do conhecimento dá uma dimensão das possibilidades do assunto e possibilitam perceber

[...] um aspecto do assunto que seja particularmente interessante e intelectualmente provocativo para os estudantes, motivando-os a interpretar as informações que reuniram e a formar ideias e opiniões próprias. O foco proporciona um núcleo significativo para a pesquisa. (KUHLTHAU, 2010, p. 92)

Existem dois apoios que podem ser utilizados para perceber a hierarquia do conhecimento: o sistema de classificação bibliográfica e os sumários de livros especializados. A partir desse contato, poderão ser compreendidas as estruturas que constituirão os esquemas de construção de texto, que serão utilizados para produzir o texto escrito. A construção da hierarquia do conhecimento é fundamental para a próxima fase, que é a formulação do foco. O foco da pesquisa dirige a coleta de informações dentro da lógica da hierarquia do conhecimento lhe dando utilidade e relevância.

3.5.2.4.2 Os afetos e a motivação

Apesar de os pesquisadores experimentarem um sentimento de satisfação quando escolhem um assunto, a exploração de informações traz novos conflitos com a realidade das informações encontradas. Os textos encontrados sobre o assunto podem mostrar pontos de vistaào flita tesàeàasài fo aç esàpode àesta àdes o exas.àál àdisso,à[...]àat à ueàoàalu oà tenha identificado um aspecto para nele se concentrar, a quantidade de informações sobre o assunto pode ser sufocante. (KUHLTHAU, 2010, p. 94). Muitos estudantes consideram este o estágio mais difícil de superar, pois

É comum que fiquem desanimados pela amplitude, inconsistência e incompatibilidade das informações que encontram. É importante para os pesquisadores iniciantes aprenderem a administrar os sentimentos de confusão e incerteza. Alguns passos positivos que podem dar em direção ao controle de seus sentimentos são compreender que outros têm experiências similares e aceitar esses sentimentos como parte normal do processo de pesquisa. (KUHLTHAU, 2010, p. 94)

A observação da linha do tempo do processo de pesquisa na figura 4, que mostra a sucessão de sentimentos no processo de pesquisa, ajudam o estudante a identificar onde se encontra no processo e verem seu estado como dentro do esperado. Duas frentes de embate se abrem, a definição do foco e a descoberta do leque de opções possível. Para a confusão e incerteza, o estranho medicamento é o trinômio relaxamento, leitura e reflexão. É preciso ter a compreensão de uma visão do assunto mais madura e ampla antes de escolher o foco, qual ela se descreve, ele se estabelece.

O relaxamento é necessário pelo fato de que o foco da atenção deve estar em ampliar o conhecimento do assunto sobre o qual reúnem informações, isto é, na solução do problema e não no problema da confusão ou da incerteza. Com tranquilidade, é possível resolver a questão das incoerências e fazer os acertos necessários. Isto se fará refletindo na utilidade e no conteúdo de cada material localizado e sobre seus pontos congruentes e incongruentes.

3.5.2.4.3 A busca de informação, a leitura e a escrita na exploração do foco

A visão de um assunto muda enquanto nós o compreendemos mais profundamente. A leitura e reflexão vão levantar caminhos diferentes de encadeamento de informações. É importante ressaltar que

A ênfase da abordagem baseada no processo está no desenvolvimento de pensamentos e ideias sobre o assunto. Os alunos aprendem mais sobre o assunto enquanto estão pesquisando e reunindo informações do que depois que a busca bibliográfica tenha sido concluída. À medida que leem sobre os assuntos que escolheram, podem começar a ter ideias para focalizar a pesquisa. (KUHLTHAU, 2010, p. 96)

Éàoàse tidoàdaàexp ess oà aàviage à à aisàlo ga do que a chegada, portanto, mais i po ta teàdoà ueàoàdesti o .àáp e de àoàp o esso,àap op ia -se do prazer e dos meios de conhecer é aprender a aprender. Ainda que os conteúdos mudem, o processo permanecerá. A busca exploratória utiliza as fontes de informação para clarear suas ideias a respeito do tema e, então, serem mais precisos a respeito de suas necessidades de informação. Nesta us a,à [osàestuda tes]àp e isa àler para definir e ampliar suas ideias sobre o assunto. à (KUHLTHAU, 2010, p. 97) Não é algo tão específico, é mais de informação geral, mas requer uma leitura menos corrida, mais compreensiva para procurar entender a amplitude do tema e suas relações.

Tratando-se das fontes de informação utilizadas, agora, a enciclopédia pode ser base para descobrirem-se os vários aspectos do assunto, que possam ser utilizados como foco de interesse da questão de pesquisa; a internet pode propiciar uma navegação em sites e leitura de páginas ou documentos apontados nos buscadores para ter uma noção das ideias nesse material; A biblioteca pode ser visitada para se ter contato com as obras disponíveis e um contato com seu conteúdo para amadurecer o direcionamento para o foco de pesquisa. É preciso entender que todo o material que está na biblioteca foi selecionado por pessoas especializadas para este fim e o material disposto na internet, nem sempre seguiu este cuidado (o que nos valeu o item Inserindo a avaliação de informação proveniente da i te et .à

Kuhlthau (2010) aconselha a não utilizar para fins de pesquisa, informações postadas em blogs e páginas pessoais (incluam-se as redes sociais de hoje). Mas sites que possam ser reconhecidos como confiáveis como sites de instituições de ensino (.edu) e governamentais (.gov). A data de acesso e de atualização também devem ser registradas. À medida que o estudante se aproxima do foco, as fontes vão-se tornando mais especializadas. Uma pergunta o teado aà :à Co oà adaàtipoàdeàfo teàpodeàes la e e àso eà euàassu to? àKUHLTHáU,à 2010, p. 115).

Como habilidades a conquistar para basear a busca exploratória estão o uso devido de termos de busca, pois

antes de consultar as fontes de informação, os estudantes devem ser orientados a identificar em enciclopédias e di io ios,à uest esà si as,àtaisà o oà ue ,àoà

ue ,à ua do àeào de àso eàosàassu tosà ueàes olhe a .àásàespostasàseàto a à termos de busca [...] A enciclopédia é uma excelente fonte de termos de busca e, ao lerem os verbetes, os estudantes devem anotar datas e locais mencionados. Nomes de pessoas que contribuíram com o assunto ou estão de algum modo envolvidos com ele também são pistas úteis. (KUHLTHAU, 2010, p. 100/101)

Estes termos, quando listados permitem uma busca abrangente nas fontes de informação.

A leitura é exploratória, a fim de encontrar o ponto de interesse principal, a questão que instiga. A leitura deve ser detida para entender realmente sobre o tema em geral. É aprender sobre o assunto para definir e ampliar a compreensão.

A leitura o leva a notar fatos interessantes, tornando-os conscientes de pessoas influentes envolvidas, eventos relacionados e mesmo controvérsias relativas ao

assunto. [...] Ler é uma atividade essencial no estágio de exploração, e raramente o foco pode ser identificado sem leitura cuidadosa.

Como pudemos notar, a leitura não é realizada depois de finda a busca bibliográfica, mas durante todo o processo. Kulhlthau (2010) atribui muitas dificuldades à falta de leitura durante o processo. E o problema se revela:

Sem ideias claras sobre como vão focalizar as informações que reuniram, percebem que suas ideias não estão suficientemente desenvolvidas para escrever sobre o assunto. Trabalhos confusos e incoerentes são resultado de ideias vagas e pouco desenvolvidas. A leitura para encontrar o foco deve ser feita durante o processo de pesquisa. O trabalho deve ser estruturado e redigido depois que a busca bibliográfica tiver terminado. (KUHLTHAU, 2010, p. 102)

Este saltar de etapas entre o fazer sentido e o escrever explica muitas das queixas e dificuldades dos estudantes participantes desta pesquisa. O que parece ganhar tempo, tornar- se perde-lo e perder-se.

Considerando-se o processo de leitura no nível profundo, temos a reflexão como necessidade da formação de foco. Na memória, a reflexão tem efeito de repetição elaborativa, que aumenta a quantidade e a qualidade da retenção e as possibilidades de aplicação de o teúdo.àEsteàtipoàdeàleitu aà àa ueleà ueàseàfazàdeàfo aà [...] cuidadosa e com tempo, evocando imagens de ponderação, calma e tranquilidade. [...] No entanto, há uma linha tênue e t eàefleti àeàp otela .àÉàdifí il,àat àpa aàpes uisado esàexpe ie tesà[...] àKUHLTHáU,à ,à p. 103).

A escrita, neste estágio, consiste no registro:

 das hierarquias do conhecimento no assunto (que pode sugerir a construção de um mapa conceitual do tema ou outra forma de representação da informação);

 das ideias emergentes sobre o assunto;  dos termos de busca e definições levantados;

 escrever ideias e resumos sobre o assunto, as principais descobertas, e procurar esclarecer o que sabem a respeito, utilizando a escrita com instrumento do pensamento.

 registro completo do material pesquisado, as referências para que quando forem utilizá-lo não repitam as buscas. Gerar uma lista de material consultado

tem se mostrado eficiente, acrescentando-se a ela uma breve descrição do conteúdo e possibilidades para uso posterior.

 Conhecimentos sobre plágio e citação são imprescindíveis a partir deste estágio.

 Noàdi io,à [...]àosàestuda tesàegist a àideiasà ueàdese volve ,à istu a doà eaç esàpessoaisà o àfatosàeàideiasàap ese tadasàpeloàauto . à KUHLTHáU,à 2010, p. 107).