Um aspecto que já se insinua no NT, especialmente em João, e que depois se desenvolverá tanto na teologia dos Padres como nos textos do rito da celebração da Eucaristia é o protagonismo do Espírito Santo. Foi iluminado pelo protagonismo do mesmo Espírito que o Concilio Vaticano II retornou às fontes litúrgicas nas quais se encontram o cerne da questão da deificação. Na visão conciliar tem espaço a teologia litúrgica na perspectiva da deificação pela recuperação da mentalidade bíblica e patrística.
Vamos apontar apenas algumas considerações da reforma, elas são referências oportunas para a compreensão da deificação no sacramento da Eucaristia463: a) Correlação entre as duas mesas, da Palavra e da Eucaristia (cf. SC. 48, 51 etc.); b) Relacionar a Eucaristia não só com o sacrifício da cruz (cf. SC. 47), mas com o mistério pascal em sua totalidade; c) Lugar da Eucaristia entre os sacramentos da iniciação cristã (cf. SC. 71 etc); d) Interação entre Igreja (sacramento) e a Eucaristia (cf LG. 26); e) importância da participação ativa dos fiéis na celebração eucarística; f) A Eucaristia ao mesmo tempo fonte e ápice da vida cristã (cf. LG. 11). A visão conciliar irá permitir, além da reforma dos conceitos, a
reforma da celebração litúrgica, na qual podemos perceber toda ela expressão da realidade da deificação como graça que brota da força batismal.
O documento sobre a liturgia (SC. 47-58) assinalou as idéias-mestras da reforma: participação ativa dos fiéis, maior riqueza de leituras bíblicas, importância da homilia, restauração da oração dos fiéis e da concelebração, critérios para a admissão das línguas vivas e comunhão sob as duas espécies. Melhorou a celebração e aprofundamento na compreensão da Eucaristia a partir dos novos livros litúrgicos, nos anos seguintes ao concilio464.
A sensibilidade conciliar e pós-conciliar (sobretudo a Eucharisticum mysterium, 1967) fizeram com que pouco a pouco recuperássemos o conjunto harmônico do mistério: o equilíbrio entre palavra e sacramento, a devida proporção entre celebração e culto, o papel celebrante da comunidade em relação com o dos ministros, etc. “Importa que o mistério eucarístico, [...] resplandeça como convém aos olhos dos fiéis” (EM. 2).
Houve uma evolução teológica da Eucaristia expressa nos documentos oficiais, na catequese e na reflexão sistemática. Se Trento havia dedicado três sessões à doutrina da Eucaristia, o Concilio Vat. II dedicou apenas um capítulo na SC. e, não a partir da doutrina, mas, no espírito da reforma. Entretanto é interessante notar que todo o Concílio está cheio de alusões à Eucaristia como centro do mistério eclesial. A recuperação da visão de conjunto dos diversos aspectos do sacramento, presente nos primeiros séculos da Igreja, perspectiva unitária do mistério: que é, ao mesmo tempo, celebração e culto, sacrifício e memorial, palavra e Eucaristia, pão e vinho, comunidade e ministros, presença real e compromisso dinâmico.
A Eucaristia aparece mais claramente, de novo, como o memorial da morte pascal de Cristo. Seguindo a linha de Trento, já esquecida, o Vat II enfoca, decisivamente, a Eucaristia em sua relação memorial com a cruz, e a relação íntima entre sacrifício e sacramento. Assim vem expresso na Eucharisticum Mysterium: A Eucaristia é sacrifício enquanto é sacramento do único sacrifício de Cristo [...]”. (EM. 3-4).
Os protagonistas do mistério eucarístico aparecem também com maior precisão e clareza. Trento havia insistido no papel de Cristo e do sacerdote
ministerial. Embora esta doutrina seja resguardada pelo novo Concílio, mas ressalta o protagonismo do Espírito Santo e da comunidade cristã (cf. PO. 5).
Tanto nos documentos pós-conciliar quanto nos estudos teológicos vai ressaltar claramente, a presença ativa do Senhor glorioso, como ator principal da Eucaristia. O Ressuscitado, em sua nova forma de vida, possuído pelo Espírito, torna-se presente, em sua Igreja, em todo momento: na própria assembléia, na palavra, e de modo especial na doação de seu corpo e sangue (cf. IGMR 7.28.33). Além do papel dos ministros ordenados, função específica, ressalta de maneira decidida, a participação ativa de toda a comunidade na celebração e na oferenda da Eucaristia:
Aprendam a oferecer-se a si próprios oferecendo a hóstia imaculada, não só pelas mãos do sacerdote, mas também juntamente com ele (SC. 48); Os fiéis, em virtude de seu sacerdócio régio, concorrem na oblação da Eucaristia (LG. 10), participando do sacrifício eucarístico, fonte e ápice de toda a vida cristã, oferecem a Deus a vítima divina e com ela a si mesmos (LG. 11).
Pode-se dizer que a partir do Concílio Vaticano II a chave dominante é a Eucaristia como celebração comunitária do memorial do Senhor. Celebrar a Eucaristia é a missão de todo o batizado: esta missão se impõe como obrigação de gratidão Àquele que nos chamou das trevas à luz, da humanidade à deificação.
Portanto, somente pela deificação batismal podemos e devemos extrair os benefícios do sacramento da Eucaristia. O batizado que não celebra Eucaristia é como a pessoa que vive sem se alimentar. Assim como toda vida necessita de alimento que a sustente também o batizado deve alimentar-se da fonte da graça eucarística.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao olharmos as catequeses batismais dos Padres dos primeiros séculos de nossa Igreja, ficamos tomados de entusiasmo e curiosidade pela clareza, concisão, simplicidade com que eles souberam interpretar e transmitir a liturgia e teologia da Igreja, na perspectiva da deificação sacramental.
Eles souberam expressar a realidade do mistério que acreditavam: O amor deificante de Deus que no seu Filho nos faz participar de sua Vida pela energia do Espírito Santo. E a perspectiva era uma só: entregar-se ao amor de Deus que nos transforma e deifica. Pois neste período ainda não havia tantas correntes que distanciavam o homem do mistério.
Encontramos a liturgia teológica vinculada à teologia litúrgica que parecem dar-se numa única realidade. E a explicação é muito simples: parece que neste período a Igreja não conheceu a separação dos sacramentos. Por isso, na mesma celebração em que se batiza participa-se da mesa da eucaristia. Então o vínculo é sacramental, simbólico, teológico e litúrgico. A catequese para o Batismo é a mesma homilia para a Eucaristia. Então o nascimento batismal se dá dentro da celebração da Eucaristia, sobretudo na vigília da Páscoa. Quem nasce neste Espírito pascal, do Espírito recebe sua energia deificante.
São Bento, abade, interpretou com clareza as Escrituras, escrevendo em sua Regra: “Já é hora de nos levantarmos do sono. E, com os olhos abertos à luz deífica, ouçamos, ouvidos atentos, o que nos adverte a voz divina que clama todos os dias: ‘Hoje, se ouvirdes a sua voz [...]’”465.
Já é hora de nos levantarmos do sono [...] Acredito que o Concílio Vat II foi uma voz do Espírito Santo de Deus para a Igreja e para o mundo. Resta saber se já estamos acordados para olharmos a luz deífica e deificante que brota das Escrituras e da Tradição da Igreja, para olharmos os mistérios com os olhos deificados.
Aqui fica um convite, ouvir a voz divina que sempre nos chama à liturgia e a nos despertar para a realidade da Graça deificante: no amor extático de Deus. Não fujamos deste convite pela soberba, pois já estamos a Ele ligados de tal modo que
só resta uma decisão: vivê-Lo. Isto faz parte do mistério: caminho que não tem volta. Não se trata de determinismo, mas sabedoria da natureza: pois se a terra mudasse o seu ritmo de rotação repentinamente ou congelaria ou ferveria. Assim se os humanos pela vontade própria fogem ao natural desequilibra a existência aos extremos.
Desde o momento em que a teologia foi se distanciando do conceito de Deus tal como se revela nas Escrituras e na Tradição dos Padres temos uma conceituação de Deus mais filosófica que teológica; quase impossível de contagiar a pessoa humana devido à racionalidade de conceitos abstratos.
Foi dentro desse universo de especulação que se deu a reforma e contra- reforma na tentativa de buscar a clareza da fé, libertando-a do emaranhado em que se havia metido na Idade Media, e, posteriormente, Moderna e Contemporânea.
Quando temos que ouvir da filosofia o discurso da “morte de Deus”, devemos mesmo nos perguntar se se trata do Deus que se envolve conosco ou dos conceitos metafísicos vazios de significação, dos quais só nos restam de fato o desprezo e o seu sepultamento.
Resta para o homem de fé sempre a existência, a criação, a deificação, enquanto fato e realidade; não palavras vazias e conceitos abstratos, pensamentos que ajudam mais a expressar a habilidade do raciocínio que a própria correspondência da idéia à realidade e a natureza dos fatos.
Este nosso trabalho quer colaborar para uma valorização constante das Escrituras e da Tradição da Igreja. Pois quando colocamos um sujeito dentro da subjetividade apenas estamos buscando a legitimação de uma realidade objetiva da qual não damos conta de legitimar devido a nossa contingência espaço-temporal. Estamos, aqui, contudo, querendo tirar do homem à pretensão e a necessidade de se colocar no lugar de Deus por outra via que não seja a deificação sacramental, inerente a sua natureza de Criatura-Objeto, não de Sujeito-Criador, independente.
Estamos pretendendo apontar uma via de fé (religação) por crer no Deus transcendente. Mas uma fé que dispensa a ignorância por se descobrir participante da natureza divina que tudo sabe e tudo pode, porque Ele nos deífica, independente da nossa vontade. A deificação sacramental tem muito a dizer para as nossas pastorais sacramentais. Uma fé assim descrita poderá enfrentar sempre o pensamento humano, filosófico-racional, sugerindo-o, a atingir a sua fonte de
realidade que é o amor extático de Deus acerca do nosso destino: a comunhão e a deificação, numa palavra: a santidade dos sacramentos.
Assim, Diego Gracia mostrou, resumidamente, o que seja a fé cristã, própria da nossa religião de deificação, no pensamento de Zubiri:
O momento da verificação do esquema (abbozzo), no caminho do homem para Deus, chama-se fé. A fé não é para Zubiri o consentimento a um juízo fundado sobre o testemunho de outros, mas a “entrega a uma realidade pessoal enquanto verdadeira”. A fé pode ser forte, mas isto não tira o fato que se deve alimentar continuamente; como verificar é continuar a verificar, crer é continuar a crer. A fé não pode ser considerada como algo adquirido uma vez por todas, mas um processo contínuo. A vontade da verdade, o “esquema” (abbozzo) e a experiência de Deus devem confrontar-se continuamente, e com elas a fé. Isto permite compreender porque a fé é um processo dinâmico, no qual podem verificar-se níveis ou estágios distintos. Zubiri distingue três deles: aquele da “fé teologal”, já descrita; aquele da “fé teológica”, própria das religiões positivas ou históricas; e aquele da “fé cristã”, próprio da religião de deificação466.
Esta é a fé cristã, religião do mistério do amor de Deus revelado em Cristo no qual os humanos são envolvidos: “O mistério de Deus que torna homem, a divinização do homem elevado pelo Verbo, representam a soma dos bens que Cristo nos doou, a revelação do plano divino e a derrota de toda presunçosa auto- suficiência humana”467.
Assim concluímos: Deificados pelos Sacramentos, podemos celebrar e orar: Pai-nosso [...] porque somos seus filhos no Filho pelo amor do Espírito Santo. Amém! Assim nós cremos na Vida Eterna!
466 GRACIA, D. Zubiri. In: FISICHELLA, R. (Org.) Dicionario di Teologia Fondamentale. Assis:
Cittadella Editrice, 1990. p.1462-1462. (Trad. Dom Lourenço Russo. Ex-abade da Congregação Beneditina Vallombrosana).
467 ANDRÉ DE CRETA. Sermões. 1. In.: Unione Monastica Italiana Per La Liturgia. Liturgia delle Ore:
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