4. KANNIBALISERING
4.3 S HAPIRO OG V ARIAN (1998): V ERSJONERING
Em relação à apropriação dos conhecimentos sobre os resíduos a partir do envolvimento na pesquisa-ação, Rafael e Matheus disseram que, embora não tenha havido uma discussão aprofundada, uma exploração mais ampla sobre o tema, eles puderam aprender novos assuntos. Matheus atribui ao não aprofundamento da discussão o desinteresse dos integrantes do grupo e a escassez de tempo para que pudessem conhecer mais sobre a problemática. Já Rafael disse que pelo fato do GERe ter priorizado as ações, os momentos de estudo sobre os resíduos foram minimizados, impedindo
“ (...) focar mais a teoria (...) poderia ter sido um estudo mais aprofundado, menos preocupado com a ação.”
Já César disse que, para ele, o envolvimento foi essencial para apropriação de conhecimentos sobre os resíduos, como relatou
“(...) meu conhecimento sobre a problemática dos resíduos sólidos era nula quando entrei no grupo. Para mim era simplesmente enterrar tudo e boa, minhas concepções mudaram muito.”
Para Thais e Talísia, embora não tenham avaliado o trabalho do GERe, o envolvimento no grupo contribuiu para a apropriação de novos conhecimentos, como pode ser observado no plano de aula que desenvolveram. Como já foi relatado, o planejamento delas foi estruturado tomando como base as discussões sobre os resíduos realizadas durante os encontros do GERe. Essas duas alunas participaram de todo o processo, desde a primeira divulgação da coleta seletiva. Dessa forma, o conhecimento usado por elas em seu trabalho para a disciplina de Prática de Ensino foi mais amplo do que desses três alunos, já que abordaram mais dimensões da questão, como o conceito de resíduos, as atividades humanas, a industrialização como promotora do consumo e da variedade dos resíduos, o desperdício, o
acondicionamento dos resíduos, as conseqüências ambientais e o princípio dos 3 R’ s. Do mesmo modo, aos alunos do jornalismo, o envolvimento no GERe proporcionou a construção dos conhecimentos sobre resíduos de forma mais articulada e com mais elementos da problemática. Luzzi (2003), ao discutir sobre as mudanças necessárias na educação formal em direção à ambientalização, trás a importância de ensinar a aprender a complexidade como “intervenções docentes (...) para busca de melhores estratégias que tendam a lograr aprendizagens significativas” (p.201). Para isso ele trás da psicologia da aprendizagem o conceito de metacognição, que se refere no “exercício do pensamento crítico”, de refletir sobre os próprios conhecimentos para que construam significados diferentes. As habilidades metacognitivas são potencializadas, por exemplo, a partir do planejamento, da verificação, da comprovação da realidade. No contexto pelo qual estes alunos viveram no GERe, a participação trouxe novos elementos e “lapidou” o conhecimento que eles já possuíam, ou seja, promoveu uma reestruturação e proporcionou novos significados.
Os três alunos que fizeram a avaliação proposta apontam como momentos que contribuíram para a apropriação de conhecimentos aqueles nos quais participaram efetivamente. Matheus disse que a elaboração da divulgação, quando discutimos quais os resíduos podem ser descartados seletivamente, e quando os apresentei uma lista, foi um importante momento para conhecer mais sobre os resíduos recicláveis e os que devem ser considerados inservíveis, devendo ser descartados na coleta comum. Para César, quando houve a necessidade de conhecer a problemática para sanar as dúvidas dos alunos, foi um momento importante para ele aprender sobre os resíduos, em função da divulgação. Rafael destaca o diagnóstico com a comunidade como o momento de apropriação. A partir das entrevistas ele pôde conhecer as percepções da comunidade sobre a problemática dos resíduos e para ele foi importante conhecer as diferentes visões.
“O que me marcou foi as pesquisas que a gente fez, de saber o conhecimento das pessoas e até onde isso interessava a elas, até onde isso as preocupava e pelo menos eu vi que não é um assunto tão desconhecido mas que a maioria das pessoas foca uma questão e não tem uma visão do todo. Ou a pessoa se preocupa só com o papel, ou só com o esgoto, ou só com o lixo doméstico, essas coisas.(...) a pesquisa foi válida pra mostrar que falta um conhecimento da população, mesmo daquelas que a gente acha que são mais letradas, mais interessadas, mais conscientizadas (...)”
A partir da experiência de Matheus e Rafael, eles concluem que o problema dos resíduos é cultural, e que requer ações educativas para que haja transformações das sociedades. Perceberam que as pessoas, apesar de possuírem um conhecimento, vêem a realidade fragmentadamente. Para Matheus é necessário que haja interesse das pessoas em mudar suas atitudes, além de um saber amplo sobre a questão.
“(...) vai depender também das pessoas lá fora, porque a gente ensina, mas a gente não pode ir lá e pegar na mãozinha e fazer, chega uma hora que a gente lava as nossas mãos, já que a nossa parte ta feita, a gente tentou, agora é com vocês. É igual ao Capitão Planeta11, que dá o
anel com poderes para os heróis e fala o poder é de vocês, agora vocês que corram atrás, se mexer, fazer alguma coisa também.”
Ambos apresentam uma visão que representa a idéia de que todos os integrantes da sociedade consomem, geram e descartam resíduos na mesma proporção, que todos os setores sociais são responsáveis pelos problemas nas mesmas dimensões e que os problemas ambientais são solucionados a partir do busca individual, da transformação do sujeito. Não há elementos na avaliação para averiguar se essa concepção se afirmou ou se surgiu a partir do envolvimento no GERe.
Minha avaliação do processo educativo
A minha expectativa inicial foi organizar um espaço de discussão sobre os resíduos que tivesse como ponto de partida a realidade do campus e de chegada a abstração para uma visão mais ampla, que extrapolasse os muros da universidade e que os conhecimentos fossem apropriados de forma tal que se revertessem em ações. Uma maneira de explorar a questão dos resíduos que permitisse a apropriação de um saber verdadeiramente ambiental. A abertura de um espaço onde fosse praticada a práxis
revolucionária (LOUREIRO, 2003), ou seja, onde as ações perante os resíduos fossem escolhas
conscientes e não mecânicas, se efetivando como uma participação em busca de soluções para a problemática.
Fazendo um paralelo com a apresentação inicial dessa dissertação, onde relato a minha vida acadêmica e profissional, concebo essa como a primeira etapa de avaliação do processo educativo pelo qual os integrantes do GERe passaram, já que apresento os diferentes momentos e mediadores da apropriação de conhecimentos, referentes, especificamente aos resíduos e, de uma forma geral, às questões ambientais. Destaco que, em todos os momentos onde descrevi grupo ou GERe me incluo como participante. Portanto, sobretudo, foi um processo educativo pelo qual eu também apreendi novos conhecimentos. Dessa forma, assim como eu, os outros integrantes assim o fizeram, porém de forma diferente, devido, naquele momento, ao contexto de formação acadêmica e profissional pelo qual estamos vivendo. Reafirmo aqui que a aprendizagem é um processo. Endosso essa afirmativa considerando que, ao longo da vida, ao nos apropriarmos de diferentes conhecimentos a partir da experimentação, da vivência com a diversidade de pensamentos e saberes, aprendemos não só as especificidades das
11 Personagem de um desenho animado que tinha como enredo as degradações ecológicas onde os heróis (adolescentes
comuns, representados por diversas etnias) recebiam do Capitão Planeta anéis que davam poderes da água, solo, fogo, ar e “sentimento” para que eles resolvessem desastres ecológicos causados por vilões, tais como a poluição do ar, água, caçadores de animais silvestres etc.
ciências, os conhecimentos históricos, geográficos e matemáticos e as dimensões da comunicação, mas principalmente, nos colocamos como seres humanos responsáveis pela diversidade cultural que caracteriza e diferencia a nossa espécie. Baseando-me neste pressuposto, neste momento, avalio o processo pelo qual os integrantes do GERe participaram como um passo inicial para o entendimento da complexidade de uma problemática ambiental, em particular dos resíduos, a partir da aprendizagem da importância da participação coletiva para a resolução de problemas ambientais, da responsabilidade diferenciada e do papel que cada setor da sociedade (poder público e sociedade civil) deve desempenhar visando sanar a problemática.
Esperava um maior envolvimento por parte dos alunos e que o conhecimento automaticamente fosse revertido em ações do GERe para solucionar a problemática dos resíduos no campus. Naturalmente me decepcionei durante o processo de pesquisa-ação, pois esperei além do que era possível realizar em poucos meses. Analisando todo o processo e a avaliação dos participantes, revi minhas idéias iniciais e concluo que a minha expectativa inicial convergia com a desses integrantes cuja idéia era de que, apenas com a organização de um grupo de alunos, seria possível mudar uma instituição inteira a partir da transformação de visões, da modificação das estruturas e da mobilização comunitária. Segundo Loureiro (2003) ter clareza de que os “processos sociais que se constituem conflitivamente por atores sociais que possuem projetos distintos de sociedade, que se apropriam material e simbolicamente da natureza de modo desigual” (p. 130-131) é uma premissa da educação ambiental para a transformação. Assim, parte do novo conhecimento gerado pela pesquisa-ação passa pela compreensão de como os diferentes setores da sociedade (no caso da instituição, os setores que a estruturam) se relacionam com o ambiente de forma diferenciada conforme a função que exercem na sociedade. Por ter cumprido o papel de coordenadora do grupo, essa expectativa pode ter sido um fator que comprometeu a objetividade dessa organização de pessoas. A ação foi priorizada em detrimento da construção de conhecimento sobre os resíduos. Apesar disso, o fato de nos organizarmos e tentarmos manter a coesão grupal, de havermos amplamente discutido a importância da participação coletiva na busca de conhecimentos e soluções diante da problemática dos resíduos foi primordial para a apropriação do saber que não encontra espaço nas grades curriculares dos cursos universitários: o engajamento político. Loureiro (2002) discute que a formação política deve ser um princípio da educação ambiental, pois media a formação crítica dos sujeitos “para se agir na história, na busca permanente e dinâmica da sociedade que desejamos” (p.95). Para a educação ambiental, muito mais do que o conhecimento específico sobre os resíduos, sobre como descartá-los corretamente, é imprescindível a compreensão do papel social de que devemos exercer a nossa cidadania e em busca de uma vida em sociedades sustentáveis. Pressupondo que “cidadania se constrói permanentemente”
(ibidem, p. 75), acredito que possa ter sido um passo importante para o caminhar até essa concepção e outras que dela possam surgir.
Concomitantemente a essa, avalio que o processo de pesquisa-ação pelo qual passamos poderia ter sido diferente se houvesse mais tempo. A análise coletiva do diagnóstico foi comprometida, pois não houve tempo hábil para que pudéssemos fazer juntos discussões sobre os resultados da pesquisa. O tempo escasso também contribuiu para o não fortalecimento do grupo, visto que esse se desestruturou a partir do momento em que o prazo do meu mestrado expirou. O tempo foi um fator importante no processo do GERe. Seria essencial um prazo mais longo para que pudéssemos nos fortalecer e criarmos uma identidade grupal, para assim desempenhar amplamente os passos da pesquisa-ação, ou seja, diagnosticar, refletir, agir e avaliar coletivamente os resultados do diagnóstico e a elaboração e execução das ações. Desta forma, os outros integrantes do grupo não superaram o papel de executores para o de participantes ativos, como era esperado e nem todos avaliaram o processo investigativo, etapa essencial para apropriação dos resultados de todo o trabalho realizado pelo GERe.
A formação do GERe, na minha avaliação, contribuiu para a educação ambiental ao fortalecer a idéia do estabelecimento do tema gerador coleta seletiva como importante meio facilitador da conscientização dos sujeitos envolvidos na ação educativa. Para a pesquisa-ação, ressaltou que é essencial o fortalecimento grupal a partir do estabelecimento de objetivos coletivos e delineamento de todo o processo investigativo, de ação e de avaliação. Para essa metodologia e para a educação ambiental a importância da determinação de um tema gerador, mesmo dentro de uma temática específica, ou seja, no caso dos resíduos, embora tenha estabelecido para o grupo que essa seria a temática central de busca de conhecimento, os integrantes elegeram como mais significativo a coleta seletiva. Por fim, contribuiu para a minha formação, primeiramente a respeito da ciência, que pode e deve sim ser um instrumento para a transformação social e a respeito da educação ambiental, que deve nortear a mudança estrutural nas relações estabelecidas entre os cidadãos comuns e os detentores do poder econômico e político.
Considerações finais
A proposta desta pesquisa foi envolver um grupo de alunos em um processo investigativo sobre os resíduos para a geração de conhecimentos sobre a temática e, primordialmente, que esse se revertesse em ação diante da problemática. Este processo que envolveu pesquisa e ensino procurou abrir espaço para a participação desses alunos, além da busca de conhecimentos, para a elaboração e execução de ações educativas a outras pessoas. Este processo se configurou como um mediador educativo para a problemática dos resíduos com as pessoas envolvidas.
A determinação da coleta seletiva como tema gerador da pesquisa e das ações contribuiu para a apropriação de novos conhecimentos sobre os resíduos; possibilitou colocar em prática uma proposta de educação ambiental que objetivava mediar a apropriação de um saber complexo, já que pudemos discutir outros fatores que devem ser envolvidos na busca por reais soluções para a problemática.
A análise de todo o processo da pesquisa-ação nos revelou resultados sobre os condicionantes para a organização de grupos de pesquisa e de ação. O Programa de Coleta Seletiva, juntamente com os condicionantes pessoais, foram motivadores iniciais para a participação. Ao longo do processo de pesquisa, o significado de participação foi reestruturado, ganhando sentidos individuais e coletivos. Para cada sujeito, contribuiu para a formação profissional e cidadã; e, como sujeito organizado em um grupo, abriu a possibilidade de desenvolver ações coletivas que contribuíram para mudanças nas condições dos resíduos no campus por meio de melhoria da infra-estrutura e funcionamento da coleta seletiva e de ações educativas com a comunidade sobre os resíduos.
O procedimento de pesquisa adotado pelo GERe foi iniciado por questionamentos simples que, ao longo do processo, deram corpo ao plano de diagnóstico sobre os resíduos no campus da UNESP-Bauru. Primeiramente, os questionamentos contribuíram para a elaboração de ações, como a preparação e divulgação do Programa de Coleta Seletiva, a reunião com a administração do campus, a atividade educativa com os funcionários responsáveis pela limpeza e com os calouros. O diagnóstico no revelou que o consumo de copos e papéis não extrapola a uma unidade por dia e também que a comunidade detém informações sobre os resíduos no que diz respeito à origem, à quantidade, à qualidade dos resíduos, que demonstram ter responsabilidade sobre a problemática e reconhecem o papel que cada indivíduo e o poder público devem exercer para saná-la. De posse destes dados e da análise de todo processo investigativo pelo qual o grupo passou, concluímos que uma transformação nas relações com a problemática requer uma reestruturação institucional no que diz respeito á implementação de uma política ambiental no campus e, primordialmente, mudanças relativas ao ensino, à pesquisa e, à articulação destes dois pilares, à extensão. Esta reestruturação acadêmica deve proporcionar uma ambientalização
curricular. Esta deve ir além da inclusão de aspectos ecológicos na formação dos diversos cidadãos- profissionais, mas que promova a articulação dessa dimensão com a política, a economia e a cultural com vistas a uma apreensão crítica da realidade, reconhecendo sua complexidade e buscando a transformação de suas estruturas.
O envolvimento dos membros do GERe na pesquisa-ação foi um significativo meio educativo sobre a problemática dos resíduos, um meio propício para a aprendizagem de metodologias científicas e de como planejar ações educativas. Isso pode ser verificado em trabalhos desenvolvidos pelos alunos de Ciências Biológicas e Jornalismo. A participação no GERe , além de mediar a apropriação de novos conhecimentos sobre os resíduos, deu novo significado ao já existente, possibilitando a elaboração de trabalhos dentro da perspectiva da complexidade ambiental. A análise do processo educativo também nos mostrou a importância da participação coletiva da sociedade civil e da criação de políticas públicas especificas voltadas para solucionar os problemas ambientais.
Referências Bibliográficas
ANGEL, J.B. La investigación-acción: um reto para el profesorado. Barcelona: INDE Publicaciones, 2000.
BAIA-JUNIOR, P.C. & GUIMARÃES, D.A.A. Educação ambiental nos cursos de licenciatura em ciências biológicas de algumas universidades federais brasileiras – o caso da UFPA. In: II Encontro
Pesquisa em Educação Ambiental. São Carlos: CD-room II EPEA, 2003.
BARIZAN A.C. Representações sociais sobre a temática ambiental de licenciandos em ciências
biológicas: subsídios para repensar a formação inicial de professores. Dissertação apresentada
à Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”, campus de Bauru, como parte dos requisitos necessários para obtenção do título de Mestre em Educação para a Ciência (área de concentração: ensino de ciências). Bauru, 2003.
BRANDÃO, C.R. Participar-pesquisar. In: BRANDÃO, C.R. (ORG.). Repensando a pesquisa
participante. São Paulo: Brasiliense, 1999. p.07 -14.
______________. A pergunta a várias mãos: a experiência da pesquisa no trabalho do educador. São Paulo: Cortez, 2003.
BORDENAVE, J.E.D. O que é participação. 6ª. Edição. São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.
CALDERONI, S. Os bilhões perdidos no lixo. 4ª. Edição São Paulo: Humanitas. FFLCH/USP 2003. p. 346.
CASCINO, F. Educação Ambiental: princípios, história e formação de professores. 3ª. Edição. São Paulo: SENAC. 2003.
CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Agenda 21. São Paulo: Governo do Estado de São Paulo Secretaria do Meio Ambiente, 1995.
COSTA, G.G & FREITAS, D. Análise do grau de ambientalização curricular no curso de licenciatura em pedagogia da Universidade Federal de São Carlos. In: II Encontro Pesquisa em Educação
Ambiental. São Carlos: CD-room II EPEA, 2003.
DIAS, S.M.F. Avaliação de programas de educação ambiental voltados para o gerenciamento dos
resíduos sólidos urbanos. Tese de doutorado apresentada ao Departamento de Saúde Pública da
Universidade de São Paulo. São Paulo:USP, 2003.
DEMO, P. Metodologia científica em ciências sociais. 2ª. edição. São Paulo: Atlas, 1992. ________ Participação é conquista. 4ª.edição. São Paulo: Cortez editora, 1999. p. 176.
FREIRE, P. Conscientização. Teoria e prática da libertação. Uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Moraes, 1980.
_________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 13ª. Edição. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra S/A, 1999.
FERREIRA, J.A. Resíduos sólidos: perspectivas atuais. In: SISINO, C.L.S.& OLIVEIRA, R.M. (orgs).
Resíduos Sólidos Ambiente e Saúde. Uma visão multidisciplinar. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz..
2002. p. 19 – 40.
GAJARDO, M. Pesquisa participante: propostas e projetos. In: BRANDÃO, C.R. (org.). Repensando a
pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1999. p.15 – 50.
HOBSBAWM, E. Era dos extremos. O breve século XX. 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras. 2001.
IBGE. (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).Plano nacional de saneamento básico 2000. Rio de Janeiro:IBGE, 2002.
IDEC. (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). Temas sobre consumo sustentável. Disponível em: http://www.idec.org.br/paginas/consumo.asp. Acesso em 13 de agosto de 2003.
KONDER, L. O que é Dialética. São Paulo:Editora Brasiliense. 1981.
LANE, S.T.M. O processo grupal. In: LANE, S.T.M.; CODO, W. (orgs). Psicologia social: o homem em
movimento. São Paulo: Brasiliense, 1984. p.78 – 97.
LAYRARGUES, P.P. O cinismo da reciclagem: o significado ideológico da reciclagem da lata de alumínio e suas implicações para a educação ambiental. In: LOUREIRO, C. F. B., ________ & CASTRO, R. C.
Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania. São Paulo: Cortez, 2002. p: 179-219.
LE BOTERF, G. Pesquisa participante: propostas e reflexões metodológicas. In: BRANDÃO, C.R. (org.).
Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1999.p. 51 – 81.
LEFF, E. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade e poder. Petrópolis: Vozes. 2002a.
_______. Epistemologia ambiental. 3ª. Edição. São Paulo: Editora Cortez, 2002b.
_______. Pensar a complexidade ambiental. In: LEFF, E. (coord). A complexidade ambiental. São Paulo: Editora Cortez. 2003. p. 15 - 64.
LOGAREZZI, A. Contribuições conceituais para o gerenciamento de resíduos sólidos e ações de educação ambiental. In: LEAL, A.C. (coord). Resíduos sólidos no Pontal do Paranapanema. Resultados da pesquisa “Educação ambiental e gerenciamento integrado de resíduos sólidos da UGRHI – 22 – Pontal do Paranapanema”. Presidente Prudente: Unesp “Antonio Thomaz Jr”. 2004a. p. 221 - 246. _____________. A publicidade e o papel da escola como contraponto à cultura do consumismo. In: 2weec
– congresso mundial de educação ambiental. Rio de Janeiro. 2004b.
______________Educação ambiental e movimentos sociais na construção da cidadania ecológica planetária. In: ________, LAYRARGUES, P.P. & CASTRO, R. C. Educação Ambiental: