5. IPADAVISEN – REDNINGEN FOR DEN NORSKE AVISBRANSJEN?
5.1 T EORIENS PRAKTISKE IMPLIKASJONER
5.1.2 Kind et al (2009): Bedriftens finansieringsvalg
Jornalismo, para a disciplina Jornalismo Televisado II
MAIÚSCULAS – escrito na tela escura.
Normal – narração em off – narrador fala pausadamente.
Normal sublinhado – narração em off + escrito na tela por cima da imagem. ( ) – imagens a serem mostradas no trecho.
XXXX – informações a acrescentar ou confirmar.
[ ] – observações ou instruções gerais para a produção exclusivamente.
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O DIA ACORDA. (escapamento; sol; som de pássaros; sons da cidade, como buzinas e motores; prédios; movimento).
CARLA AINDA NÃO ACORDOU. (cesto de lixo doméstico por dentro, sem nenhum movimento). S. XXXX JÁ. (escapamento; sons da cidade; antecipa imagem do aterro).
XXX mil brasileiros vivem do lixo das cidades. (mostra o catador andando). XXX milhões de toneladas de lixo por dia. (ainda o catador andando).
300 toneladassó em Bauru. (Pq. Vitória Régia congelado com o dado na tela – mantém o escrito “por dia” da tela anterior, para completar a mensagem).
XXX catadores de lixo vivem em Bauru. S. XXXX é um deles. (catador andando). Carla também vive em Bauru. (Pq. Vitória Régia).
Ela é estudante. (mostra ônibus circular andando nas Nações).
Passagens, alimentação, livros. (prateleira de supermercado em movimento, como se a câmera estivesse andando no corredor do supermercado).
600reais. (caixa eletrônico congelado).
XX filho(s), uma esposa e um aluguel. (casa do catador ou qualquer outra casa congelada). XXreais. (latão de lixo por dentro – latão da casa da Carla – mesma imagem).
Os 800 gramas de lixo que Carla produz por dia ajudam a compor a renda de S. XXXX. (sacolinha cheia de lixo numa balança sendo pesada).
S. XXXX vive do lixo reciclável. (folha de jornal aberto congelada).
Papel (ainda o jornal), metal (lata de cerveja), vidro (+ garrafa de pinga 51), plástico (+ coca 2 litros). [os elementos que fazem parte da vida de um universitário vão se somando na tela, lado a lado, aparecendo conforme a narração].
Apenas 1,5 % do lixo produzido em Bauru é reciclado. (os elementos anteriores – latinha, garrafa e plástico – vão desaparecendo da forma como apareceram: um a um).
80 toneladas por mês são reaproveitadas. (garrafa de plástico sendo pesada na balancinha). O lixo reciclável da casa de Carla não é separado. (Carla no sofá comendo pipoca e vendo TV bem à vontade).
Se Carla quisesse separá-lo, teria de lavar as embalagens. (mão lavando uma lata de refrigerante na pia).
Porque embalagens com resíduos (lata virada pingando refrigerante) e papéis sujos de gordura e restos de comida não podem ser reciclados. (guardanapo de papel sujo de comida ou gordura). Se Carla quisesse mesmo separar o lixo, deveria se informar se o caminhão da coleta seletiva passa por seu bairro. (Carla colocando o lixo na rua).
O caminhão da coleta passa em mais de 30% das casas de Bauru [esse dado é do Vidágua, porque segundo o jornal, a coleta atende 80% do município. Confirmar a informação]. (filma lixo das casas na rua).
O lixo reciclável não é separado. (Carla na sala vendo TV).
Seu destino? (imagem do aterro sanitário bem chocante e som batendo junto com a imagem) [como esse trecho não tem fala, bate um som tipo de martelo no mesmo momento em que a imagem do aterro aparece congelada na tela – TUM!!! – segura alguns instantes].
O aterro sanitário de Bauru fica a 15 km da área urbana da cidade. (imagem em movimento de dentro do carro, como se se estivesse a caminho do aterro).
São 200 toneladas de lixo por dia. (caminhão chegando no aterro).
[ao mesmo tempo] = AO PESO DE 50 ELEFANTES. (ainda imagens do caminhão chegando). O lixo reciclável de Carla e de todas as outras pessoas e empresas que não separam esse material vai para o aterro. Nunca mais será reutilizado. (reveza imagens do lixo da casa de Carla com imagens de lixo reciclável no aterro).
300 000 m2 de lixo. (tomada geral do ponto mais alto do aterro – panorâmica).
13 reais e 60 centavosgastos pela prefeitura para cada tonelada de lixo armazenada no aterro. (repete imagem da balança pesando sacolinha de lixo).
50 elefantes de lixo (elefantes – imagens de arquivo ou mesmo de Internet, se possível) comprados por 2720reais com dinheiro público todos os dias. (imagens de dinheiro sendo jogado no lixo).
300 000 m2 com três níveis de terra e lixo, terra e lixo, terra e lixo (trator que empurra e compacta o lixo; filmar terra caindo de uma mão).
Debaixo da terra e do lixo... a água. (água escorrendo – pode filmar de torneira).
Lençóis freáticos que podem ser contaminados pelo chorume. (imagem do chorume escorrendo do lixo) [deixar a imagem “agir” por um certo tempo].
O Chorume vem do lixo comprimido (laranja sendo amassada e soltando o caldo, em close – as pessoas vão entender como o chorume é produzido por analogia).
E deve ser canalizado para uma estação de tratamento que diminua sua concentração poluente (imagens da drenagem do chorume).
Mas Bauru não tem estação de tratamento de esgoto! (Pq. Vitória Régia; água suja de rio ou de torneira na tela por algum tempo) [já faz a crítica de despejar o esgoto sem tratamento e, ao mesmo tempo, projeta o que pode acontecer com a água se o chorume a contaminar].
O futuro aterro sanitário de Bauru será ao lado do atual. (visão panorâmica do aterro novamente). Sua área? Três vezes maior do que a que hoje existe. (divide a tela em três partes: 1. aterro 2.caminhão de lixo 3.Carla jogando lixo no cesto de casa).
[imagens em flashes rápidos, sem texto] (chorume; água suja; panorâmica do aterro; boca em close bebendo com prazer um copo de água).
Se a coleta seletiva aumenta, o que depende de planejamento e educação ambiental (catador de papel), diminui o volume de lixo que vai para o aterro. (imagens do aterro de trás pra frente – caminhão voltando).
Menos lixo, maior vida útil para o aterro atual. (volta à tela dividida em três partes. Essas vão sumindo gradativamente: 3. 2. 1. – fica tela preta pra retomar a narrativa principal).
O lixo reciclável de onde Carla estuda (Carla lendo livro) vai para a Central de Triagem da Associação dos Catadores de Lixo de Bauru (caminhão da coleta no campus) [eu, Turollo, tenho essa imagem já feita].
Carla é universitária. (chapéu de formando, daqueles de beca). Ela consome. (lendo livro).
(close da boca de Carla comendo pipoca) Ela discute Nietzsche (foto do Nietzsche), (close da boca comendo...) o existencialismo (foto de Sartre), (boca comendo...) é materialista (foto de Marx), histórica e dialética (cesto de lixo com o lixo sendo jogado [quando fala histórica] e voltando [de
trás pra frente, quando fala dialética]), discute o amor livre (mulher nua), a política (Lula e Bush, se possível, dando as mãos – imagem de arquivo)... [nesse trecho, as imagens da Carla comendo pipoca devem vir revezadas com as fotos dos autores e outras imagens, aparecendo enquanto o narrador fala, depois vem a foto sem som, depois volta a fala com a imagem da Carla comendo e assim por diante...)
... mas na hora de separar o lixo reciclável (mostra o latão com o colante escrito reciclável) do lixo orgânico ou úmido (mostra o latão identificado com o colante de lixo úmido)...
(imagem da Carla jogando o lixo no cesto errado)... (imagem rápida de um macaco do zoológico na jaula). [dá um tom irreverente e, depois, quando a imagem do macaco se repetir, esclarece melhor a idéia, que não é chamá-la de animal).
Essa simples separação é capaz de facilitar o trabalho de S. XXXX e dos catadores de lixo da Central de Triagem (Carla andando, de costas, indo embora... vai ficando longe).
Apesar de viverem na mesma cidade (Vitória Régia), Carla não conhece S. XXXX. (catador andando, como no começo).
E nunca ouviu falar da Central de Triagem. (antecipa imagens da Central).
Carla não sabe o que é meio ambiente (mostrar macaco na jaula do zoológico, para ilustrar a visão do senso comum).
Também, pudera, Carla não estuda Biologia. [narração descontraída] (flashes de Nietzsche, Sartre e Marx – ilustram o que ela estuda de fato).
Mas Carla (mostra Carla lendo) tem a nítida sensação de que as coisas todas são interligadas (mostra gráfico do ciclo da água, como aqueles de cartilha primária; aterro sanitário; caminhão da coleta; Central de Triagem; catador andando; Carla na sala de casa comendo pipoca; macaco na jaula; Sartre; Marx; cesto de lixo) [nesse trecho as imagens devem comunicar muito... a idéia de relação entre as coisas depende dos flashes bem montados].
Autores: Turollo, Camila, Carla, Lívia, Alexandre, Mariana, Thais, Marina, André, Priscila Franco, Janice, Eveline, Priscila e Vinicius ( Alunos do 4º . turno de Jornalismo – 2004)