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Konkurransens betydning for plattformens finansieringsvalg

3. AVISMARKEDET – ET TOSIDIG MARKED

3.3.2 Konkurransens betydning for plattformens finansieringsvalg

Quantificar e qualificar os resíduos gerados Identificar o consumo de papel e copos plásticos Concepções da comunidade unespiana sobre a questão

dos resíduos Propostas para o gerenciamento adequado dos resíduos perigosos x Produção de uma cartilha, cartaz ou folheto x x x Vídeo Jornalístico x x x Apresentação do vídeo e entrega dos

folhetos educativos

Atividade educativa que reúne todo o conhecimento gerado e todos os materiais produzidos

Em função do encerramento do ano letivo, o diagnóstico não foi discutido coletivamente e estas ações propostas não foram avaliadas, pelo grupo, a partir dos resultados da pesquisa. Mesmo sem a participação do grupo, fiz a análise dos resultados das pesquisas e desenvolvi uma das ações, que serão discutidas posteriormente. Coletivamente, discutimos amplamente os problemas enfrentados pela coleta seletiva. Sendo assim demos preferência por elaborar ações que priorizaram sanar estas dificuldades identificados pelo grupo.

4.3. Novas reflexões e ações

Os problemas estruturais da coleta seletiva foram preocupações constantes do grupo. Paralelamente ao desenvolvimento das pesquisas, continuamos as nossas discussões acerca destes. O grupo observou que, apesar do caminhão da prefeitura encaminhar os resíduos para a central de triagem da associação, a coleta seletiva no campus enfrentava sérios problemas. A maioria dos cestos estava sem adesivos ou com as letras ininteligíveis, devido ao desgaste das tintas pela chuva e não ocorria a coleta em todos os prédios do campus, principalmente nos mais distantes do local onde eram acondicionados até que a prefeitura realizasse a coleta dos resíduos.

Nesse contexto, o inicio da pesquisa coletiva também foi marcado por uma demanda feita ao grupo. Surgiu novamente a necessidade de trocar os adesivos dos cestos da coleta seletiva. Pelo fato dos alunos terem feito esse trabalho na implantação do projeto, o GERe foi requisitado a realizar novamente essa atividade. A princípio o grupo se responsabilizou apenas por colar os novos adesivos. Porém, o antigo adesivo estava muito aderido à placa de metal onde fora colado e deveria ser retirado pelos funcionários responsáveis pela limpeza. Devido ao fato destes não realizarem esse serviço, o grupo se comprometeu a retirar os adesivos antigos, além de colocar os novos. Nos reunimos duas vezes para realizar a remoção e colagem dos novos adesivos e depois paralisamos a atividade.

Em um encontro em que discutimos quando e como íamos iniciar a limpeza dos cestos, os integrantes se mostraram desmotivados em realizar a atividade. Não se tratava apenas de uma insatisfação perante o trabalho (que obviamente era desgastante e requeria muito tempo para ser realizado, já que éramos cinco pessoas para limpar oitenta cestos) e sim, também, de uma insatisfação do grupo perante o visível descaso da administração com o funcionamento do programa de coleta seletiva. Ficou evidente que o programa funciona devido aos esforços de seu coordenador – que é professor e não exerce nenhum cargo administrativo na instituição –, às ações do GERe e ao trabalho dos funcionários da limpeza. A administração, por sua vez não estava cumprindo o seu papel organizando os funcionários para a coleta interna, comprando os sacos azuis para diferenciar o descarte ou oficializando em seu quadro de atividades estruturais mais uma coleta diferenciada no campus.

O grupo discutiu a possibilidade das atividades educativas serem comprometidas diante da não funcionalidade da coleta. Concluímos que seria um trabalho em vão do GERe, já que a comunidade, percebendo estas falhas, começaria a desacreditar o programa. O grupo concluiu que dois setores deviam se comprometer com a coleta seletiva, a administração e os funcionários da limpeza, já que são setores essenciais para seu funcionamento. A partir dessa reflexão, surgiram duas ações:

Reunião com representantes da administração do campus, o vice-diretor da FC e a chefe dos funcionários da limpeza;

Atividade educativa com os funcionários da limpeza.

A reunião com representantes da administração e dos funcionários da limpeza foi agendada graças ao apoio dado pelo Prof. Osmar Cavassan, vice-diretor da FC. Enquanto coordenadora do GERe, fui representando o grupo e fiquei responsável por organizar e encaminhar o relato da reunião.

A pauta desse encontro foi deixar a administração a par das dificuldades encontradas pelo programa de coleta seletiva:

A coleta seletiva dos resíduos nos prédios da instituição;

A limpeza das placas dos cestos para que fossem colocados os novos adesivos.

Durante a reunião, pudemos perceber que a administração não estava a par da situação. Eles não sabiam que os resíduos eram encaminhados à Central de Triagem da Associação de Catadores e quem eram os trabalhadores beneficiados. Ficou decidido, nessa reunião, que a administração se comprometeria em recolher, uma vez por semana, com o caminhão da instituição, os resíduos recicláveis em pontos determinados do campus, de forma que fossem coletados os resíduos gerados em todos os prédios. Foi também proposta e agendada uma atividade com os funcionários da limpeza, convergindo com o desejo do grupo em realizar uma ação educativa com esses funcionários.

A atividade com os funcionários da limpeza foi planejada pelo grupo durante dois encontros. Levantamos pontos a serem discutidos na atividade. Os alunos que participaram da primeira divulgação relataram que, ao ser implantado o programa, foi realizada uma palestra para informar aos funcionários da limpeza como funcionaria a coleta e qual era o trabalho que eles deveriam realizar para garantir o envio dos resíduos para a Associação dos Catadores. Esses alunos tiveram uma avaliação ruim dessa primeira atividade, já que os funcionários demonstraram uma certa insatisfação com a implantação do programa.

Baseado em como se deu o outro trabalho com os funcionários, os integrantes do grupo sugeriram que, durante a nova atividade, deveria ser aberto um espaço para discussão, para que os funcionários pudessem falar sobre a coleta, tanto com relação às reclamações como sugestões. Também deveria ser realizada de forma que eles pudessem participar, que fossem usados poucos conceitos complicados e que também fosse um convite para que esses funcionários se tornassem parceiros do GERe, exercendo o trabalho da coleta interna e acondicionamento dos resíduos.

Tomando por base esses pressupostos elaborei uma apresentação rápida (figura 5), com muitas imagens, para explicar de forma simples para onde os resíduos gerados eram encaminhados quando descartados e coletados como comuns e como seletivos. Falei um pouco sobre reutilização e reciclagem e também enfatizei que a coleta seletiva é uma iniciativa que tem propósitos ambientais – evitar a poluição e contribuir para com o trabalho da Associação – e que, para seu funcionamento efetivo, necessita do apoio de toda a instituição.

A atividade contou com o apoio de todos os funcionários da limpeza, do coordenador do Programa de Coleta Seletiva e de alguns integrantes do GERe. Abrimos espaço para que falassem no início e no final da apresentação. Houve a participação de todos, sendo que as maiores reclamações recaíram não no

trabalho, mas na coleta seletiva interna que não estava sendo realizada pelo caminhão da UNESP, como havia sido combinado quando da implantação do programa.

Figura 5: Slides da atividade educativa realizada com os funcionários responsáveis pela limpeza do campus.

Programa de Coleta Seletiva UNESP - BAURU

PROJETO COLETA SELETIVA SURGIU...

INICIATIVA PROF. ALOISIO APOIO DA DIRETORIA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS

ADMINISTRAÇÃO GERAL

ALUNOS DA BIOLOGIA FUNCIONÁRIOS DA UNESP - BAURU

Programa de Coleta Seletiva UNESP - BAURU

Decomposição

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