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Katz (1984): Produkt- og merkevaredifferensiering

5. IPADAVISEN – REDNINGEN FOR DEN NORSKE AVISBRANSJEN?

5.1 T EORIENS PRAKTISKE IMPLIKASJONER

5.1.3 Katz (1984): Produkt- og merkevaredifferensiering

1. Sobre a participação no GERe

a) O que significou para vocês a participação no GERe?

A1: no inicio foi mais porque o A3(da sua turma) falou que seria legal, que era um grupo de resíduos, que ia ganhar certificado, essas coisas chamam a atenção; é uma coisa que sempre me chamou a atenção (os resíduos) o meu pai também sempre me alertou sobre isso, então eu achei bacana de vir conhecer e acabei participando. Mas ai qdo eu cheguei eu até me empolguei, achei que fosse um grupo maior, que fossemos fazer um monte de coisas, mas ai vai passando o tempo, um não vem, outro também, ai o pessoal vai indo atrás de seus interesses pessoais e eu acho que acabou (o A1 foi um aluno que participou da primeira divulgação da coleta seletiva e da primeira ação do GERe, depois parou de freqüentar e apareceu em alguns encontros. Foi um alunos que mantinha contato via e-mail, justificou a sua saída devido ao treino de ginástica olímpica que ocorria no horário de reunião do GERe)... mas eu achei bacana, aprendi bastante coisa, das vezes que eu pude vir, mas acho que faltou uma unidade, faltou o pessoal se ver como um grupo mesmo, que se ajuda, se telefona, alguma coisa desse tipo.

A2: Eu de primeiro eu vim porque vc me chamou, mas era um assunto que já me interessava nos assuntos de biologia, principalmente da ação humana, em alguns aspectos, que me interessa, e que ao participar pude ver que era algo que eu sabia muito superficial, principalmente a organização de várias partes pra poder resolver, pra poder organizar e que somente alguns trabalhando realmente não dá certo. Eu acho que foi válido, abre um novo leque pra mim, da atuação, de entendimento, mas eu esperava que tivessem outros resultados ou que os resultados fosses melhores. Não sei se o grupo acabou não aderindo ou a faculdade acabou não dando suporte suficiente, já não sei falar porque não passei o ano inteiro, só fiquei 6 meses e eu já vi que tava meio minado o grupo, as pessoas não participaram.

A3: Para mim significou uma importante atividade extra curricular, onde aprendi muito com leituras sobre o assunto e com as atividades praticas realizadas. A gestão ambiental me interessa muito, e poder colaborar para alternativas para gestão do lixo na UNESP foi algo gratificante para os meus ideais.

b) A participação no grupo foi importante para que aspectos de sua formação?

A1: acho que sim, no quesito do conhecimento, se a gente for levar pro lado, encarar como uma matéria, a gente não teve um estudo aprofundado, qdo vc colocava aqueles esquemas, super complicado, as vezes eu ficava até mesmo “boiando”, mas abriu uma outra visão em cima desse assunto, que precisa da ação de um grupo, que ninguém sozinho vai salvar o mundo e nem fazer uma grande diferença, sabe, que a gente precisa ta se mobilizando, primeiro, conseguir mudar a nossa consciência, nossa concepção sobre algumas coisas pra depois poder levar isso pros outros e de uma maneira que isso vá fazer a diferença, modificar alguma coisa pra eles. Isso pra nós, se não importar se fizer a diferença, muito dificilmente a gente consegue levar isso com amor, pra outras pessoas, para que elas percebam o que a gente queuer falar, mas eu consegui aprender algumas bem bacanas sobre os resíduos, o que é o que não é; a questão do papel de bala, coisas que são curiosidades mas que fazem a diferença, na atuação de biólogo.

A2: como eu já disse, apesar de não ter sido algo tão profundo, me abriu uma nova área de atuação, par poder estudar, ir atrás. Como jornalista, poder fazer reportagens e artigos com conhecimento de causa do que acontece, não ser somente um leigo, que vai atrás.

A3: Trabalhar em grupo é sempre uma atividade interessante. Aprender a trabalhar em grupo, respeitando as diferenças e compartilhando idéias foi algo que melhorei participando do gere. Ver as dificuldades de conseguir apoio para o projeto, e aprender a contorna-las, também foi algo que aprendi e levarei comigo daqui para frente. E tem o aspecto do conteúdo, aprendi bastante sobre gestão de resíduos e sobre conscientização ambiental.

c) Qual foi o seu papel no grupo? Você poderia ter participado de forma diferente no GERe?

A1: pra vc que estava encabeçando, mais na liderança, a cs foi so um pedaço do trabalho, já pra mim que não estive em todos os momentos, a cs significou gde parte do trabalho que a gente desenvolveu, sabe? E ai a parte do trabalho manual mesmo, de por os colantes, tira colante, limpa com benzina, tira o outro colante, eu senti que realmente, a gente ficou um pouco triste qdo olhava aqueles latões tudo meio virado, bagunçado, vc sente, uma coisa que eu to me empenhando, colocando carinho em cima daquilo ali e não tava adiantando muito. A minha parte não foi nada de excepcional, fui apenas mais um integrante do grupo, eu quis ajudar da maneira que eu pude. Que eu achei mais importante foi que eu levei isso pra minha vida lá fora. Não só como biólogo aqui na faculdade, mas lá pra Ribeirão (Preto, onde mora), eu procurei levar isso pra minha vida mesmo, como uma lição, que faz de mim não só um profissional melhor, mas uma pessoa mais consciente.

A3: O grupo era bem homogêneo, todos realizávamos as atividades propostas, sem muita divisão de funções. Todos fazíamos as atividades juntos. Imagino que diante das dificuldades encontradas, participei como pude, talvez se o Gere tivesse tido mais incentivo,a participação teria sido um pouco mais ativa.

d) Como foi a experiência em trabalhar com outras pessoas de anos e cursos diferentes?

A1: o pessoal de outras faculdades, outros cursos, eu pessoalmente não tive muito contato. A questão de ta trabalhando, de se encontrar, tomar um café, com os pessoal dos outros a anos nos aproximou, pra comentar dos dias da reunião, do GERe. Integrou as pessoas.

A2: foi legal por essa questão da diversidade. Entrar em contato com cursos bem diferentes do meu. E apesar de ser diferente me provoca um certo interesse. Não é que nem os cursos de engenharia que eu não me interessaria. Deu pra dar uma idéia de como as pessoas são, de áreas diferentes, como elas reagem a certas coisas, da atuação em relação as pessoas em volta, que eu não tinha idéia de como vcs atuavam, que eu tinha a idéia de gente aqui da comunicação, de como trabalham e como atuam na divulgação, ai eu vi que de vocês é diferente (eu questiono, como diferente?) apesar de ser uma forma de comunicação, as vezes eu acho que vcs são mais didáticos, por vcs terem mais conhecimento da causa, por falarem mais assuntos dos que os relacionados aos resíduos, fica mais fácil para vcs comunicarem, divulgarem, coisa que eu acho que não teria essa capacidade por enquanto. Que eu não vejo isso entre os meus colegas.

A3: Não tenho muita dificuldade de me relaionar, mas a experiência sempre é muito valida, e felizmente o grupo não teve problemas de relacionamento.

e) Faça uma avaliação sobre o trabalho do GERe, indicando os pontos negativos e positivos.

A1: pode ser dividido (o trabalho do GERe) em dois momentos: um que é o trabalho aqui dentro da sala (as reuniões) onde a gente tava tentando modificar, como já falei, o pessoal do grupo, como as pessoas encarem esse tipo de problema. E o segundo momento é qdo a gente vai levar lá pra fora esse conhecimento que a gente adquiriu aqui dentro, na hora de tentar conscientizar as pessoas. Dá um trabalho legal a partir disso. O trabalho aqui dentro, eu acho, que por mais que as pessoas não tenham respondido de uma maneira tão positiva, cada um conseguiu absorver assim uma coisinha positiva, por ter participado desse grupo, do GERe. E pras pessoas lá fora, eu acho que foi uma coisa muito importante, porque antes desse grupo eu não tinha escutado nada dentro da faculdade sobre resíduo, lixo, coisa que acaba mexendo com as pessoas. De repente vc ta lá, perto dos 2 lixos, vem o cara e joga errado, o pessoal do próprio grupo dele que vê o cara jogando errado, que ouviu a gente ir lá na frente da sala, falar sobre a coleta seletiva, brinca, mexe, com o cara que joga errado, chama de paspalhão, porco. Por mais que não conheça isso acaba mexendo com a pessoa. Com certeza, da próxima vez a pessoa vai acabar jogando da forma correta, pra poder não ser alvo de chacota. E isso acaba sendo positivo pra gente. A partir daí, a pessoa acaba modificando a sua atitude. (A2 fala “por bem ou por mal...”) a pessoa muda. Se não vai pelo amor, vai pela dor.

A2: das pessoas aqui de dentro, por eu ter ficado apenas seis meses, não dá pra falar o que as pessoas absorveram. Por fora, o que vi foi uma coisa bem positiva que foi as pessoas começarem a se tocar “oh, tem um lixo diferente”. Ai, por exemplo, colegas meus que sabiam que eu freqüentava o grupo falavam “oh, o cara entende do negócio” então, na minha frente, se preocupavam em jogar o lixo no lugar certo, e se jogavam no chão, “oh, eu vou pegar”, olhavam pra mim meio sem graça. Eu não sei se isso foi intimador ou se foi pra conscientizar, mas pelo menos as pessoas começaram a dar mais atenção ao assunto. Os amigos o identificavam como uma pessoa que participava de um grupo que estudava os resíduos. só o que eu acho que foi complicada e falha, foi a questão da universidade, que prometeu dar um apoio, prometeu que começava dar uma estrutura só que não fez nada. As canecas eu nunca mais ouvi falar nisso, a diferenciação dos sacos de lixo, eles compraram sacos extremamente precários e que, as funcionárias tinham mta dificuldade em lidar, e rasgavam os sacos, e acabava se perdendo todo o lixo. Acabou não indo pra frente e voltou a não ter diferenciação nos sacos de lixo, que eu acho que isso, pelo menos, iria dar uma boa ajuda. Não procuraram incentivar e nem procuraram bancar (a instituição).

A3: Quando a idéia é boa as pessoas se interessam. Se o grupo for organizado e mostrar que esta afim de trabalhar, alunos com ideais e vontade de mudar a vida para melhor serão atraídos facilmente nessa busca por novas experiências e conhecimentos. O Gere é uma prova disto, mesmo com todas as dificuldades, realizamos muita coisa positiva na questão da gestão dos resíduos a unesp.

f) A partir de sua experiência no GERe, sugira alguma ações para incentivar os alunos da UNESP a participarem de grupos com objetivos semelhantes.

A1: por parte da universidade eu acho que uma maior divulgação já seria um começo, em locais como a cantina, biblioteca, se colocar uma faixa, assim “participem do GERe”, eu acho que isso iria de alguma maneira chamar a atenção do pessoal e ai acaba ficando mais fácil vc chegar até eles. Porqueue se vc chegar em uma sala de aula sem que as pessoas já tenham uma idéia do que seja o grupo, principalmente por parte da engenharia, nada contra eles, não que eles sejam insensíveis nem nada, eu até moro com 2 engenheiros, e por isso, eu entrei no mundo deles e percebi que é complicadinho, que eles não dão moleza não. Então, se vc entra numa sala que já ta por dentro do assunto, já sabe o que é, que existe, eles estarão mais acessíveis, vai ser mais fácil vc chegar até eles, com informação, com uma idéias, uma sugestão. Agora, chegar do nada “oh, tem um grupo...” acaba não dando certo.

A2: eu acho que a questão da divulgação de grupos de estudo que não estão vinculados a sua faculdade é muito importante, que as pessoas realmente não tinham conhecimento, que existia, que era possível, mesmo vendo os latões de lixo as pessoas não tinham noção que existia um grupo que estava coordenando. Mas eu acho que é uma questão de ter realmente um movimento dos alunos, não sei se somente um incentivo da faculdade iria levar á algum lugar. Eu vejo muito isso em relação aos

diretórios acadêmicos, que vão se enfraquecendo durante muito tempo e hoje mal tem forças pra se levantar, e isso não é culpa da universidade, tem sempre uma divulgação, mas os alunos não vão lá participar e nem se interessam com os possíveis resultados que isso pode levar. É uma questão meio de educação, de instigamento das pessoas, mas eu não sei o que realmente pode mover a massa.

2. Sobre a problemática dos resíduos

a) A participação no grupo foi importante para aprender novos conhecimentos sobre os resíduos?

A1: Com certeza. A questão do que é ou não resíduo... é bastante divulgado, é de conhecimento de várias pessoas, até de fora da faculdade, que é um problema geral, so que ninguém conhece a fundo, o pessoal tem aquele conhecimento superficial, aquele negócio latinha, vidro... e não sei se pro falta de interesse ou de tempo, ai o pessoal não se aprofundou, acabou até perdendo o interesse de ir atrás, até saber como funciona, o centro de triagem, pra onde vai (o resíduo) como funciona, o processo tal. Então, aqui no GERe eu pude ta sabendo vários pontos sobre os resíduos.

A1: eu é algo que não faz parte do meu universo de estudo, trouxe a cada momento que a gente tava junto, a cada encontro, trouxe aos poucos um certo conhecimento que eu não tinha. Eu acho que dava pra ser um pouco mais, dava pra ter tido uma discussão um pouco maior em cima desse texto, de toda a parte teórica desses problemas, poderia ter sido mais explorado, mas eu acho que foi válido o que aconteceu... O problema foi uma questão de foco, o problema foi focar a ação e não focar a teoria. Eu não sei até onde atrapalhou ou poderia ter ajudado, não sei. Poderia ter sido um estudo mais aprofundado e menos preocupação com a ação.

A3: Sim, muito, meu conhecimento sobre a problemática dos resíduos sólidos era nula quando entrei no grupo. Para mim era simplesmente enterrar tudo e boa, minhas concepções mudaram muito.

b) Dê algum exemplo de novos conhecimentos que foram aprendidos?

A1: que eu tive curiosidade mesmo foi uma lista dos resíduos que vc deu. Quais resíduos podem ser reciclados ou não. Por exemplo, as vezes em casa, o pessoal tem a boa vontade mas não sabe o que pode ser reciclado. Então por falta de conhecimento a pessoa acaba não descartando.

A2: o que me marcou foi as pesquisas que a gente fez, de saber o conhecimento das pessoas e até onde isso interessava a elas, até onde isso as preocupava e pelo menos eu vi que não é um assunto tão desconhecido mas que a maioria das pessoas focam uma questão e não têm uma visão do todo. Ou a pessoa se preocupa só com o papel, ou só com o esgoto, ou só com o lixo doméstico, essas coisas.

c) I ndique algum fato ou momento do GERe que foi mais importante para apropriação de novos conhecimentos sobre os resíduos.

A1: você fez o seu papel trazendo seu conhecimento, fez a listinha (dos resíduos), explicou ela, mas tinha que partir de nós, de quem tava recebendo, dar uma lida, uma estudada, se interessar ou não. Porque pra mim, eu me interessei, achei bacana, e houve a aquisição do conhecimento.

A2: entrevista

A3: Acho que as visitas nas salas de aula para conscientizar os alunos foram muito validas. Eles tinham muitas duvidas e faziam diversas perguntas, o que exigia que estivéssemos preparados e interados na gestão.

d) Faça uma avaliação do processo de pesquisa sobre os resíduos na Unesp-Bauru indicando os pontos negativos e positivos para a construção de conhecimento sobre essa questão.

A2: é claro que a gente acabou pegando um universo que é da faculdade, e tem entre as pessoas um conhecimento maior sobre essas questões, um esclarecimento mas amplo do que o normal, mas eu vi que a pesquisa foi válida pra mostrar que falta um conhecimento da população, mesmo daquelas que a gente acha que são mais letradas, mais interessadas, mas conscientizadas, realmente precisa ter um pouquinho mais de educação, mais divulgação. Para conhecer os resíduos faltou alguma coisa: eu acho que a gente teve uma noção dentro da unesp, como se comporta todo o processo aqui dentro, mas faltou a gente conhecer qual o destino disso, quem ta comprando, se tem tantos atravessadores, se realmente a gente usa esses produtos recicláveis. Pelo menos agora, vendo o todo, eu sinto falta disso, ver todo o processo fora unesp. Seria importante pra ver o resultado, porque a gente não íris ver simplesmente isso indo para a triagem e daí a gente não sabe pra onde vai e pronto, não é assim. Pelo menos a gente não pode ter só isso na cabeça. Então, da um incentivo a mais ver que isso dá resultado ou que isso não ta dando pra gente ta indo atrás pra ver funcionar.

A3: Conhecendo os materiais mais consumidos e os maiores consumidores é possível fazer um projeto especifico e direcionado, tento assim o máximo de eficiência.

e) Faça uma avaliação indicando pontos negativos e positivos sobre as ações do GERe para a problemática dos resíduos no campus da UNESP – Bauru.

A1: concordando com o Rafa, eu acho que o trabalho desenvolvido foi válido sim, mas é difícil a gente encontrar agora o porque disso, mas eu acho que o efeito que surtiu nas pessoas, das ações do GERe me decepcionaram, tanto vc, como eu, eu acho que esperava um pouco mais, não que o problema esteja nas nossas ações, mas as vezes por falta de verba... uma falha do nosso lado tenha isso pra frente e não deu o resultado esperado... coisas que fugiram do nosso alcance. Por exemplo eu achei que os lixos seriam 2 tambores daqueles bonitos, de cor diferente, não dois sacos ruins.

A2: além da pesquisa, outra ação que eu achei legal foi das divulgação com as funcionárias... eu vi que elas se interessaram pela palestra que vc deu, algumas estavam com pressa, mas as que ficaram, elas perguntaram, questionaram, elas tentaram participar, elas deram sugestões. Foi algo que eu não esperava ver delas, mas que dá um pouco de esperança porque é algo que precisa da participação delas, é essencial para funcionar.

A3: Não vejo pontos negativos. Tudo que foi feito, por mais que não tenha tido o efeito esperado, não prejudicou! Se os alunos não se conscientizaram, pensaremos em outra abordagem, mas foi uma tentativa valida, que só veio a somar.

f) Partindo de sua experiência com o GERe e/ou em outros momentos onde houve discussões sobre a problemática dos resíduos, sugira ações para a minimização da problemática no campus da UNESP – Bauru.

A1: eu acho que o problema é cultural, o comportamento das pessoas já está enraizado, então, principalmente quem, como eu, que vem de cidades grandes, as pessoas fazem, mesmo sabendo, tendo uma consciência, mas é uma coisa que é assim, tão normal, tão natural de se fazer... tem gente que se dar por feliz de ver as pessoas jogando as coisas no lixo. Eu acho complicado dar uma sugestão a mais do que a gente já fez, fazer propaganda, ta entrando nas salas, fazer uma pesquisa, eu acho que as idéias que a gente desenvolveu foram bem bacanas e se melhor trabalhadas podem ter um resultado muito bom. Mas vai depender também das pessoas lá fora, porque a gente ensina, mas a gente não pode ir lá e pegar na mãozinha e fazer, chega uma hora que a gente lava as nossas mãos, já que a nossa parte ta feita, a gente tentou, agora é com vcs. É igual ao Capitão Planeta (desenho animado) que dá o anel com poderes para os “heróis” e fala “ o poder é de vcs”, agora vcs que corram atrás, se mexer, fazer alguma coisa também.

A2: eu também concordo que é uma questão cultural e de educação. QUE pra gente acabar reduzindo é preciso uma educação das pessoas que estão vindo. Eu acho também que é importante a divulgação e a estruturação do que já se tem aqui, mas eu não acho que seja um papel tão significativo qto a educação. Eu acho que os resultados seriam mínimos do que uma boa educação e uma boa parte cultural fariam.

A3: Uma campanha mais forte de conscientização, com novas estratégias. E mais investimentos em infra-estrutura seriam bem vindas.