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R EPROCESSING OF T HORIUM -B ASE I RRADIATED F UELS AND W ASTE M ANAGEMENT

6. THE BACK END OF THE THORIUM FUEL CYCLE

6.3 R EPROCESSING OF T HORIUM -B ASE I RRADIATED F UELS AND W ASTE M ANAGEMENT

kantiana como receptividade tal como se elabora na Crítica da Razão Pura,

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apta a

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SPP, p. 33. Nessa perspectiva não há oposição dualista entre a consciência e o inconsciente. A propósito da causa da consciência na Ética GH(VSLQRVDGL]³(FRPRDVDIHFo}HVQmRVmRVHSDUiYHLVGH um movimento pelo qual nos fazem passar a uma perfeição maior ou menor (alegria e tristeza), conforme D FRLVD HQFRQWUDGD VH FRPS}H FRQQRVFR RX «  SHOR FRQWUiULR WHQGH D QRV GHFRPSRU D FRQVFLrQFLD aparece como o sentimento continuo de uma tal passagem, do mais ao menos, do menos ao mais, testemunho das variações e determinações do conatus em função dos outros corpos ou das outras ideias « $FRQVFLrQFLDpFRPRDSDVVDJHPRXPHOKRURVHQWLPHQWRGDSDVVDJHPGHVVDVWRWDOLGDGHVPHQRV SRWHQWHVDWRWDOLGDGHVPDLVSRWHQWHVHLQYHUVDPHQWHeSXUDPHQWHWUDQVLWLYD´ 675 DR, p. 283. 676 DR, pp. 82, 116, 118; IT, p. 355; QPH, p. 35. (P&&QRHQVDLR³$FHUFDGHTXDWURIyUPXODVSRpWLFDV TXH SRGHULDP UHVXPLU D ILORVRILD NDQWLDQD´ SS -53, enumera em quatro inversões como operações críticas do pensamento, o que para si significa a descoberta kantiana do transcendental e o que deixa em aberto, como impasse, por ele analisado detalhadamente em DR, a que o empirismo transcendental SUHWHQGHUHVSRQGHU$SULPHLUDVLQWHWL]DGDQDH[SUHVVmRGH6KDNHVSHDUHHP+DPOHW³2WHPSRIRUDGRV seus gonzRV´ S LPSOLFDDVXERUGLQDomRGRPRYLPHQWRDRWHPSRHDWUDQVIRUPDomRGHXPWHPSR cardinal em tempo ordinal, como ordem do tempo vazio (p. 44) ou pura ordem do tempo emancipado, ³IRUPDLPXWiYHOGDDOWHUDomRHGRPRYLPHQWR´HVLPXOWDQHDPHQWH³IRUPDGH tudo o que se altera e que se PRYH´ TXH SHGH ³XPD QRYD GHILQLomR GR WHPSR H GR HVSDoR ´ (p. 45). A segunda, sintetizada na H[SUHVVmR GH 5LPEDXG ³2 HX p RXWUR«´ LPSOLFD D SDUWLU GD FRQVLGHUDomR GD SULPHLUD XPD RXWUD determinação do cogito cartesiano (p. 45) que inclua, para além da determinação de existência do eu

apreender o ser do sensível, ou a diferença de potencial, TXHQmRp³RVHQVtYHO´³RGDGR

mas aquilo pelo qual « p GDGR´ 'D DSUHHQVmR GR IHQyPHQR QD UHFRJQLomR j

apreensão do acontecimento, na repetição, a realidade oscila numa potência de

desenquadramento própria da apresentação da diferença para uma passividade

constituinte.

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E isto quer dizer que enquanto se considera a sensibilidade como não

separada do seu poder de síntese, o objecto que esta faz surgir ± RVHX³UHODWXP´RX

limite-próprio ±, é ainda o excesso que assim se atinge na passagem ao limite.

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Este excesso da diferença, esse mesmo que descobrimos na base da sensibilidade

e do pensamento que nascem deste encontro p UD]mR GR ³GLYHUVR TXDOLWDWLYR´ H

corresponde, então, à revelação de um informal excessivo,

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que se liberta, finalmente,

na retoma da diferença e do seu diferenciante na repetição, compondo o círculo

esotérico do eterno retorno,

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e fazendo surgir um terceiro tempo, como abertura de um

futuro que expulsa a condição e o agente. É, então, o tempo da autonomização do

FRPR ³HX SHQVR´ D VXD GHWHUPLQDELOLGDGH QD IRUPD GR WHPSR &RUUHVSRQGH DR TXH DVVLQDOD FRPR segunda emancipação do tempo. A cesura do sujeito correspondendo à emancipação do tempo (p. 47) e, assim, ao VXUJLPHQWRGHXP³QRYRPDWHULDOFRPRIHQyPHQRQDVQRYDVUHODo}HVIRUPDLV FRPRWHPSR ´ GHWHUPLQDGDVSHORWHPSRFRPRIRUPDSDUDGR[DO GRVHQWLGR LQWHUQR S ³UHODomRIRUPDOVHJXQGRD qual o espírito se afecta a ele próprio ou a maneira pela qual somos interiormente afectados por nós SUySULRV´ S jTXDOVHOLJDDIRUPDGHH[WHULRULGDGHGRHVSDoR³SRVVLELOLGDGHIRUPDOGHVHUDIHFWDGR SRURXWUD FRLVD HQTXDQWRREMHFWR H[WHULRU´ S   ³eR PHVPR TXH GL]HU TXH D H[WHULRULGDGH LPSOLFD tanto a imanência (visto que o espaço permanece interior no meu espírito), quanto a interioridade implica transcendência (visto que o meu espírito relativamente ao tempo encontra-se representado como um outro TXHQmRHX´ S $WHUFHLUDLQYHUVmRpDGD ³UHODomRGDOHLFRPR%HPHHOHYD « DOHLjXQLFLGDGH SXUD H YD]LD´ S   ³SULPHLUR SULQFtSLR´ VHP ³LQWHULRULGDGH QHP FRQWH~GR´ ³SXUD IRUPD GH XQLYHUVDOLGDGH´REMHFWR³GHXPDGHWHUPLQDomRSXUDPHQWHSUiWLFD´ S )LQDOPHQWHDTXDUWDUHWRPD novamente Rimbaud e o desregramento de todos os sentidos e radica na Estética do Belo e do Sublime da Crítica do Juízo S ,PSOLFDDSDVVDJHPGDVUHODo}HVUHJXODGDVGDVIDFXOGDGHVDXPMRJR³GHUHODo}HV OLYUHVHVHPUHJUD´RQGHDLQGDDVVLPpSRVVtYHO uma ³KDUPRQLDTXDOTXHU´ S $t entende Deleuze TXH³RVHQVtYHOYDOHSRUVLPHVPRHVHPDQLIHVWDQXPpathos para além de toda a lógica, que apreenderá RWHPSRQRVHXIOX[RDWpQDRULJHPGRVHXILRHGDVXDYHUWLJHP´ S ³XQLGDGHLQGHWHUPLQDGDGH WRGDVDVIDFXOGDGHV $OPD TXHQRVID]HQWUDUQRGHVFRQKHFLGR S ³$HPDQFLSDomRGDGLVVRQkQFLDR acorde discordante, é a grande descoberta da Crítica do Juízo, a última inversão kantiana. A separação que reúne era o primeiro tema de Kant na Crítica da Razão Pura. Mas ele descobre no fim a discordância TXHID]DFRUGRQXPH[HUFtFLRGHVUHJUDGRGDVIDFXOGDGHVTXHYDLGHILQLUDILORVRILDIXWXUD « ´ S 

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DR, pp. 99 ³1D RUGHP GD SDVVLYLGDGH FRQVWLWXLQWH DV VtQWHVHV SHUFHSWLYDV UHHQYLDP D VtQWHVHV orgânicas, como a sensibilidade dos sentidos a uma sensibilidade primária que nós somos. Somos água, terra, luz e ar contraídos, não apenas antes de os reconhecer ou de os representar, mas antes de os sentir. Todo o organismo é, nos seus elementos receptivos e perceptivos, mas também nas suas vísceras, uma súmula de contracções, de retenções e de esperas. Ao nível dessa sensibilidade vital primária, o presente YLYRFRQVWLWXLMiQRWHPSRXPSDVVDGRHXPIXWXUR´

678 Atingir o limite, para cada processo e facuOGDGH p ³DFHGHU j VXD SUySULD SDL[mR´ FRPR 'HOHX]H

escreve em I, p. 87, em termos que o aproximam de Kierkegaard.

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DR, p. 122.

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exercício e da autonomia do produto, de afirmação da divergência e do