Del 1. Hvordan gjennomgå kvaliteten på inn- og utvandringsstatistikk
3. Metoder og tilnærmingsmåter
2.8.2.1 Preços de transferência
Para Horngren et al. (2004, p. 338), “Os preços de transferências são os montantes cobrados por um segmento de uma organização, pelos produtos ou serviços que fornece a outros segmentos da mesma organização.” O autor indica diversos motivos para se utilizar o
preço de transferência: orientar os gestores na melhor decisão entre comprar ou vender produtos e serviços dentro ou fora da organização; avaliar o desempenho do segme nto; minimizar impostos, taxas e tarifas mundialmente pelas empresas multinacionais. Os preços de transferência podem ser estabelecidos com base no custo, no mercado ou podem também ser negociados. Segundo Anthony e Govindarajan (2008, p. 580), a política de preços de transferência comum em empresas diversificadas é utilizar preços de mercado dando flexibilidade de suprimento externo às unidades de negócio. Já em empresas com atividade única, onde as transferências de mercadorias e serviços são menos freque ntes, ou em empresas diversificadas dentro do ramo, as sinergias podem ser importantes e a liberdade para tomar decisões sobre suprimentos externos pode ser restrita para as unidades de negócio.
2.8.2.2 Moeda constante (correção integral)
Segundo Padoveze (2010, p. 126-127), “A técnica de correção monetária integral é um avanço sobre a sistemática de correção monetária de balanço, parte componente das demonstrações contábeis básicas”. Segundo o autor, o entendimento da técnica de correção monetária integral está baseado em que os itens monetários líquidos do balanço patrimonial são os mesmos componentes do capital de giro próprio.
Martins (2000, p. 30-31) aponta como lastimável a contabilidade a custo histórico avaliar o lucro considerando moedas de momentos diferentes. “Que falha lastimável afirmarmos e firmarmos o valor de um lucro considerando moedas de momentos diferentes como se fossem absolutamente iguais”. O autor considera que o custo histórico corrigido elimina esse problema por considerar a inflação; e mede muito melhor o lucro no longo prazo, por considerar que o lucro só é obtido depois de se manter o capital monetário investido devidamente corrigido. O autor apresenta também o custo corrente, porém alertando ser este menos objetivo que o custo histórico, mas muito mais útil em certos casos e que muitas empresas o utilizam gerencialmente. Este trabalho recomenda que, apesar de as taxas de inflação na atualidade serem mais baixas, é importante utilizar uma ferramenta que trate as diferenças do valor da moeda ao longo do tempo; especialmente porque no médio e longo prazo pode fazer uma grande diferença na avaliação do lucro e consequentemente nas decisões gerenciais.
2.8.2.3 Ajuste a valor presente
A contabilização a valor presente, conforme Iudícibus et al. (2010, p. 106-107), deve ocorrer já no momento inicial de uma transação, por exemplo, na venda de mercadoria à longo prazo e o desconto relativo ao valor presente deve ser registrado no momento do reconhecimento da receita, a débito de receita bruta contra crédito de receita financeira a apropriar em conta redutora de contas a receber a longo prazo. Independente mente de atender às regras de contabilização, a Controladoria pode tratar gerencialmente a contabilização de todas as receitas e despesas, independente do prazo se entender que a inflação é relevante ou, por exemplo, na formação de preço de venda.
2.8.2.4 Retorno sobre o Investimento (ROI)
No entender de Horngren et al. (2004, p. 347), retorno sobre o investimento é calculado pela divisão do lucro operacional pelo capital investido e tem a vantagem de poder comparar projetos com valores absolutos diferentes por apresentar um resultado relativo, lucro em relação ao capital investido. Ele pode também ser comparado com taxas internas e externas da organização. O ROI pode ser decomposto em retornos sobre vendas e giro das vendas, o que permite análise mais detalhada considerando alterações em preços, volume e despesas. Há muitas interpretações diferentes sobre os conceitos envolvidos na composição do retorno sobre o investimento, como o lucro ser definido como lucro operacional com ajuste do imposto de renda ou sobre o capital investido ser calculado pelo ativo total deduzido do passivo não oneroso.
2.8.2.5 Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE)
O retorno sobre o patrimônio líquido é calculado normalmente pela divisão do lucro líquido pelo patrimônio líquido. Na presente pesquisa, considerou-se como medidor de rentabilidade a rentabilidade do patrimônio ajustada dos indicadores fornecidos pela pesquisa da Revista Exame “Melhores e Maiores de 2011”. A revista considera como rentabilidade do patrimônio ajustada a divisão do valor do lucro líquido ajustado pelos efeitos da inflação pelo valor do patrimônio líquido ajustado (patrimônio líquido legal atualizado pelos efeitos da inflação).
2.8.2.6 Benchmarking
É definido como um processo sistemático e contínuo de investigação e comparação dos processos de negócio ou produtos de uma organização contra aqueles considerados como as melhores práticas. Costa e Formoso (2011, p. 144) destacam a importância do Benchmarking para o planejamento e controle dos processos gerenciais, dos objetivos e metas estratégicas e para a comparação do desempenho das empresas com seus concorrentes. O Benchmarking pode ser interno, feito para comparar operações internas; ou competitivo, que busca melhorar seus processos em relação à concorrência.
2.8.2.7 Economic Value Added (EVA) ou Valor Econômico Adicionado
Esse conceito foi concebido pela Stern Stewart & Co., baseia-se no lucro econômico e considera o custo de oportunidade na remuneração do capital depois de abater os custos operacionais e impostos. No entender de Castro Junior e Yoshinaga (2011, p. 243), “O EVA é uma medida apropriada de desempenho e ferramenta de análise de desempenho, sendo a medida mais correlacionada com a criação de valor aos acionistas.” Os autores destacam quatro características que o tornam melhor do que as métricas tradicionais: (1) é superior a medidas tradicionais de lucro por contrapor corretamente o capital investido para gerar lucro considerando todos os custos, inclusive o do capital de acionistas; (2) é um valor absoluto e não percentual; investidores estão interessados em ganhos absolutos; (3) por comparar os investimentos com os benefícios que eles geram o torna comparável entre períodos; o fluxo de caixa descontado não diferencia períodos de grande investimento e má performance operacional de períodos de pouco investimento e grande performance operacional; (4) minimiza distorções contábeis da contabilidade tradicional com os ajustes no cálculo do EVA, como, por exemplo, resultado não operacional e amortização de ágio.
2.8.2.8 Market Value Added (MVA)
Segundo Oliveira et al. (2004, p. 195-196), a Stern Stewart & Co. elaborou uma medida de valor corporativo geral, Market Value Added (MVA) para eliminar as deficiências das medidas de análise que examinam o passado, EVA ou CFROI (Cash Flow Return on Investment ou Retorno de Fluxo de Caixa sobre o Investimento), uma vez que essas medidas não avaliam como as estratégias atuais dos administradores podem afetar o valor futuro de
suas empresas. “O MVA é a diferença entre o valor de mercado de uma empresa e o capital investido pelos acionistas-proprietários. Por valor de mercado entende-se o quanto o empresário obteria ao vender todas as suas ações.” (OLIVEIRA et al., 2004, p. 196). Conforme Martin e Petty (2004, p. 108-109), é como se fosse o VPL para um projeto de investimento: é positivo se a taxa interna é maior do que o custo de capital. Os gestores devem ter como foco a maximização do MVA.