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Forestilte fellesskap før og nå

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DEL 3: SAMMENLIGNING OG KONKLUSJONER

8. RELASJONELL SAMMENLIGNING

8.1 Forestilte fellesskap før og nå

Por análise das informações cadastradas na plataforma LATTES do CNPq e no SIGEP, podem ser extraídas as seguintes informações:

Dos 8 grupos de pesquisa selecionados, 5 deles estão ligados a programas de pós-graduação e 3 a graduação. Os 8 grupos estão cadastrados na plataforma LATTES, todavia, somente 5 estão vinculados a algum projeto no SIGEP.

A tabela abaixo, confeccionada por meio da junção das informações cadastradas no LATTES e no SIGEP, apresenta maiores detalhes sobre os cadastros destes grupos com informações de outubro de 2006:

Tabela 43 – Grupos de pesquisa selecionados

Informações da plataforma LATTES Projetos no SIGEP Pesquisadores CNPq Grupo Localização Formação Legenda Em execução Concluído Pesquisador Estudante

A CNPq 2006 extratificado não 0 0 5 3 B CNPq 1998 consolidado 0 0 6 14 C CNPq e SIGEP 2002 consolidação em 0 1 9 5 D CNPq e SIGEP 2001 consolidação em 2 3 8 11 E CNPq e SIGEP 2000 consolidado 2 0 8 12 F CNPq e SIGEP 2002 consolidado 4 4 20 1 G CNPq e SIGEP 2000 consolidação em 3 2 7 1 H CNPq 2000 consolidação em 0 0 7 0

No caso do SIGEP, devido à forma como o sistema está estruturado e à ausência de filtros por grupos de pesquisa, a investigação foi realizada em um a um dos 243 projetos. A Tabela 40, também de outubro de 2006, serviu como base para a pesquisa:

Tabela 44 – Centros de áreas do conhecimento

Centro Sigla Projetos em execução concluídos Projetos em execução + Projetos concluídos

Centro de Ciências da Vida CCV 83 35 118

Centro de Ciência e Tecnologia CCT 25 19 44

Centro de Ciências da Educação e

Humanidades CCEH 35 24 59

Centro de Ciências Sociais Aplicadas CCSA 13 7 20

Católica Virtual CV 1 1 2

Total 5 157 86 243

Fonte: (SIGEP/UCB, 2006)

No SIGEP não existem “grupos de pesquisa”, mas sim projetos. Cada projeto, dentre outras informações, tem o registro das linhas de pesquisa às quais pertence, bem como do grupo de pesquisa do qual faz parte. Ressalta-se aqui que estas informações não são obrigatórias, logo, existem projetos que não têm especificado sua linha de pesquisa ou seu grupo.

A única forma de identificar se um grupo está cadastrado tanto no SIGEP quanto na plataforma LATTES é pelo seu nome. Dessa forma, grupos que mudam de nome em um sistema – este fato aconteceu com o grupo G durante a execução desta pesquisa – e não mudam no outro, correm o risco de perderem seus vínculos e, consequentemente, suas histórias.

Na plataforma LATTES também ficou claro que as informações registradas não necessariamente correspondem à realidade atual dos grupos. Problemas quanto à sua atualização estavam sendo discutidos e ações de atualizações dos grupos realizadas durante o período de desenvolvimento deste trabalho.

Percebe-se claramente que os grupos são tratados de formas diferentes nos dois sistemas. Considerando, além das informações destes sistemas, as informações do questionário aplicado e, sobretudo, as entrevistas realizadas, percebem-se diferenças de entendimentos quanto ao que vem a ser um grupo e quanto às reais funcionalidades dos dois sistemas. Podemos inferir que o conceito de grupo no SIGEP é diferente do conceito de grupo no LATTES e que estes conceitos variam entre os próprios líderes de grupos e demais pesquisadores.

Contudo, tendo como base os dois sistemas, de acordo com a plataforma LATTES, dentre os 8 grupos, 3 estão consolidados, sendo o grupo F, o que possui maior

número de pesquisadores. Juntando estas informações aos registros do SIGEP, também o grupo F mostra ser o grupo com maior número de projetos, tanto em execução, quanto concluídos.

Analogamente ao que foi feito para os programas, esta seção apresenta a avaliação de desempenho dos grupos de pesquisa (GP) – quantitativa e qualitativa.

Os grupos de pesquisa não serão identificados, pois envolvem informações confidenciais, mas foram mantidas as correspondências das medidas para efeitos de análise. Assim, as medidas de grau de satisfação com base nas respostas ao questionário aplicado resultaram conforme a tabela 45, cujos detalhes estão remetidos no Anexo C:

Grau de Satisfação

Tabela 45 – Grau de satisfação dos grupos

GRUPOS DE

PESQUISA GRAU DE SATISFAÇÃO

A 100% B 98% C 92% D 93% E 96% F 100% G 97% H 75% 751%/8 = 93,9% Memória de Cálculo:

• Grau de Satisfação = muitas vezes + sempre + ½ algumas vezes + ½ não opinaram. Considerando os 8 grupos de pesquisa, os graus de satisfação foram elevados com Média geral de 93,9%.

Também, tal como nos programas, a maioria dos protagonistas mostrou estar entre “muitas vezes” e “sempre” satisfeitos.

Destacam-se os percentuais de (67%, 75%,) relacionados à declaração de que “sempre” se encontram satisfeitos com os resultados obtidos pelo grupo. Em outro, 100% das respostas foram de que “sempre” os trabalhos desenvolvidos são compatíveis com as expectativas profissionais, e 83% de que “sempre” se encontram satisfeitos com

seus resultados pessoais. Na linha inversa, um grupo apresentou 25% das respostas que declararam “raras vezes” encontrarem-se satisfeitos com seus resultados pessoais e também com os resultados obtidos pelo grupo.

4.4.2. Dinâmicas entre (P/N, Inteligência e Meios)

A seguir são estudadas as dinâmicas entre P/N x Inteligência, Meios x P/N, Inteligência x Meios, propostas no ME modificado.

Das correlações efetuadas com base nas respostas ao questionário se obteve os seguintes resultados:

Tabela 46 – Correlação P/N x Inteligência / grupos de pesquisa

P/N x Inteligência

Item Item Correlação

7PN-Proporção de membros do grupo que possuem sonhos coletivamente

compartilhados

17I-O grupo está aberto à cooperação e benchmarcking, no sentido de trocas de experiências com outros grupos internos e externos à UCB

0.62299 8PN-Proporção de membros do grupo que

tem conseguido realizar o que sonha 18I-O grupo tem obtido resultados inovadores 0.61203 8PN-Proporção de membros do grupo que

tem conseguido realizar o que sonha 9I-Proporção de membros do grupo com competências para realização dos projetos

assumidos pela equipe 0.61203 8PN-Proporção de membros do grupo que

tem conseguido realizar o que sonha

14I-Há liberdade para desenvolver seu

trabalho de forma criativa e inovadora 0.60044 5PN-Proporção de membros do grupo que

o estimulam a experimentar novas idéias e a realizar novos projetos/atividades

18I-O grupo tem obtido resultados

inovadores 0.59047

5PN-Proporção de membros do grupo que o estimulam a experimentar novas idéias e a realizar novos projetos/atividades

9I-Proporção de membros do grupo com competências para realização dos projetos assumidos pela equipe

0.53532

Tabela 47 – Correlação Meios x Inteligência / grupos de pesquisa Meios x Inteligência

Item Item Correlação

13M-As estratégias que o grupo tem adotado têm sido bem sucedidas para alcançar os seus objetivos, inclusive para captação de recursos externos.

14I-Há liberdade para desenvolver seu

trabalho de forma criativa e inovadora 0.56874 13M-As estratégias que o grupo tem

adotado têm sido bem sucedidas para alcançar os seus objetivos, inclusive para captação de recursos externos.

18I-O grupo tem obtido resultados

Tabela 48 – Correlação P/N x Meios / grupos de pesquisa

P/N x Meios

Item Item Correlação

8PN-Proporção de membros do grupo que tem conseguido realizar o que sonha

12M-Há meios – infra-estrutura, recursos financeiros ou outros – para realizar os

projetos a contento 0.62655

8PN-Proporção de membros do grupo que

tem conseguido realizar o que sonha 13M-As estratégias que o grupo tem adotado têm sido bem sucedidas para alcançar os seus objetivos, inclusive para captação de recursos externos

0.57157

Seja a matriz de correlações cruzadas, apresentada a seguir, que permite investigar a dinâmica do conjunto dos grupos de pesquisa, com base nos resultados do SAS e a partir das respostas ao questionário.

Tabela 49 – Matriz de correlações cruzadas / grupos de pesquisa

P/N Meios Inteligência Interdependência

P/N 1 0,60 0,60 2,20

Meios 0,60 1 0,54 2,14

Inteligência 0,60 0,54 1 2,14

Interdependência 2,20 2,14 2,14

Interpretação

Analogamente ao que foi feito para os programas, não se trata de uma matriz de impactos cruzados, mas de relação de interdependência. A relação de influência e de pesos entre as variáveis não foram medidas.

Os resultados das correlações cruzadas, analisadas de forma sistêmica, mostram que, no momento, há grande equilíbrio entre os três ativos e que não há depreciação de nenhum. Tal como nos programas, também mostram que há relação de interdependência entre os três ativos. Estes resultados confirmam fortemente as conclusões tiradas na avaliação dos grupos de pesquisa.

Igualmente, os fatores explicativos do desempenho dos grupos de pesquisa com base nos dados colhidos nos questionários foram destacados nas tabelas acima envolvendo a correlações entre os três ativos, ou seja, os que apresentaram correlações acima de 0,49.

Segue exame dos grupos de pesquisa considerando a variável P/N, que segundo o MA, poderia explicar o desempenho dos grupos de pesquisa em conexão com a variável conectividade.

Tabela 50 – Correlação P/N x Conectividade / grupos de pesquisa

GRUPOS DE

PESQUISA P/N Conectividade Correlação

A 8* 100% B 9,29 96% C 1,29 66% D 9,29 90% E 1,67 84% F 15 90% G 5,86 77% H 1,29 69% 0,71

* Único caso de impossibilidade matemática constatado. Memória de Cálculo:

• P/N = (muitas vezes + sempre + ½ algumas vezes + ½ não opinaram)/(nunca + raras vezes + ½ algumas vezes + ½ não opinaram).

• Conectividade = muitas vezes + sempre + ½ algumas vezes + ½ não opinaram. Para Losada, P/N determina o desempenho do grupo. De forma similar, nesta pesquisa, Grau de Satisfação ajuda a explicar o desempenho dos grupos, visto que as correlações entre P/N x Conectividade (tabela acima), P/N x Grau de Satisfação e Conectividade x Grau de Satisfação (tabelas abaixo) são “bem parecidas”.

Tabela 51 – Correlação P/N x Grau de Satisfação / grupos de pesquisa

GRUPOS DE

PESQUISA P/N Grau de Satisfação Correlação

A 8 100% B 9,29 98% C 1,29 92% D 9,29 93% E 1,67 96% F 15 100% G 5,86 97% H 1,29 75% 0,59

Tabela 52 – Correlação Conectividade x Grau de Satisfação / grupos de pesquisa

GRUPOS DE

PESQUISA Conectividade Grau de Satisfação Correlação

A 100% 100% B 96% 98% C 66% 92% D 90% 93% E 84% 96% F 90% 100% G 77% 97% H 69% 75% 0,67

Da mesma forma que nos programas, a correlação 0,71 entre P/N e conectividade, medida a partir das respostas ao questionário sugere que esta medida se assemelha à variável de Losada.

Pontualmente, as seguintes observações – detalhadas no Anexo C – são relevantes.

Positividade/Negatividade

Percentuais referentes à proporção de membros do grupo que “raras vezes” interpretam as decisões tomadas pela alta gerência da UCB como estímulo foram observados percentuais altos (25%, 17% e 25%). Neste último ainda, das respostas obtidas foi declarado que 25% dos membros do grupo “nunca” interpretam as decisões tomadas pela alta gerência da UCB como estímulo à equipe.

Quanto à proporção de membros que o estimulam a experimentar novas idéias e a realizar novos projetos/atividades, 25% em um e 50% em outro, declararam essa proporção como “pouca”.

Por outro lado, em quatro grupos (50%, 50%, 56%, 75%) declararam como “intensa” a proporção de membros que o estimulam a experimentar novas idéias e a realizar novos projetos/atividades, mostrando alta P/N.

Destacam-se os percentuais (25%) em dois dos grupos como “pouca” e respectivamente “nenhuma” a proporção dos que possuem sonhos coletivamente compartilhados. Por outro lado, em outros três (50%, 56%, 44%), declararam como “intensa” a proporção de membros que possuem sonhos coletivamente compartilhados.

Por último, enquanto um grupo apresentou 25% como proporção de membros do grupo que “raras vezes” tem conseguido realizar o que sonha, outro declarou uma proporção de 78% .

Conectividade

Com relação à variável conectividade modificada, os seguintes aspectos puderam ser observados:

Todos os grupos colocaram suas respostas entre “sempre” e “muitas vezes”. Todavia, destacam-se dois grupos (50% e 89%) que declararam como “sempre” a proporção de membros do grupo que participam efetivamente dos projetos/atividades.

Entre “muitas vezes” e “sempre” foram mais de 50% das declarações de todos os grupos quanto à proporção de membros do grupo que interagem socialmente. Entretanto, para o mesmo item, os mesmos grupos (25%, 17%, 25%, 50%) declaram que “raras vezes” o grupo interage socialmente. Um grupo em particular 25% declarou como “nenhuma” essa proporção.

Chama atenção um grupo que declarou em 75% a proporção de membros do grupo que confia, sente-se amigo/aliado ou se identifica mais.

Na ordem inversa, no item proporção de membros do grupo com quem tem produzido em parceria (artigos, livros, pesquisas, outras atividades), 33% (um terço) um grupo declararam como “nenhuma” essa proporção.

Meios

Com exceção de um grupo, os demais declararam em 50% ou mais de suas respostas que “sempre” ou “muitas vezes” as estratégias que o grupo tem adotado têm sido bem sucedidas para alcançar os seus objetivos, inclusive para captação de recursos externos.

A respeito dos meios, a maioria respondeu que entre “muitas vezes” e “algumas vezes” encontra-se a existência de meios – infra-estrutura, recursos financeiros ou outros – para realizar os projetos a contento.

Entretanto, outros grupos (25%, 17%, 25%) declararam que “raras vezes” há meios, em contradição com outros (67%, 22%, 17%) que colocaram a freqüência da existência de meios como “sempre”.

Da mesma forma em que acontece nos programas, isto mostra que a variável (meios) é importante para a P/N dos grupos, validando as escolha desta variável para a dinâmica dos grupos.

Inteligência

Foram unânimes em todos os grupos as respostas “sempre” ou “muitas vezes” relativas à proporção de membros do grupo com competências para realização dos projetos assumidos pela equipe.

Nos itens “suas competências são bem aproveitadas”, “as relações entre as pessoas do grupo são abertas (não cautelosas, formais ou difíceis)” e “o grupo está aberto à cooperação e benchmarcking, no sentido de trocas de experiências com outros grupos internos e externos à UCB” também foram maioria em todos os grupos as respostas entre “sempre” e “muitas vezes”. Destaque para um grupo que no terceiro item, onde 100% das respostas foram de que “sempre” o grupo está aberto à cooperação e benchmarcking.

Os grupos opinaram nas proporções de (100%, 89%, 67%) como “sempre” a existência de liberdade para desenvolver seu trabalho de forma criativa e inovadora. Porém, em um desses apresentou um contraditório com 17% de declarações de que “raras vezes” essa liberdade existe.

Quanto ao item referente à obtenção de resultados inovadores pelo grupo a maioria respondeu entre “sempre” e “muitas vezes”. Todavia, em um dos grupos houve 25% de declarações de que “raras vezes” são obtidos resultados inovadores pelo grupo.

Resumo

Considerando os 8 grupos de pesquisa selecionados na quantificação das respostas dadas ao questionário e a análise das variáveis – conectividade, positividade/negatividade, grau de satisfação, meios e inteligência – não houve extremos. Foi pequena a freqüência de respostas como 100% “nunca” ou 100% “sempre” aos itens do questionário.

Em todos os casos observados, especialmente nos que apresentam contradições de respostas entre os membros de um mesmo grupo, também, tal como no caso dos

programas, percebe-se um espaço valioso de inquietação a ser trabalhado para a melhoria de desempenho destes grupos.

4.4.3. Questionários

Tal como citado na Estatística Descritiva, o questionário de pesquisa foi respondido por 46 pesquisadores dos 8 grupos de pesquisa selecionados.

O valor de significância (P < 0.1) e os critérios de seleção das correlações significativas foram os mesmos selecionados para os programas:

• Coeficiente de correlação maior que 0.49

• Coeficiente de correlação entre 0.25 e 0.49

• Coeficiente de correlação entre 0 e 0.24.

Da mesma forma que nos programas, conforme explicado no protocolo e apresentado no início deste capítulo, foram eliminados 17 itens do questionário. Optando-se por trabalhar com 19 dos 36 itens investigados.

Logo, de 171 possibilidades de correlações entre os 19 itens selecionados do questionário, tivemos um total de 80 correlações significativas, correspondendo a 47% das possibilidades. Quando selecionado o coeficiente de correlação maior que 0.49, somente 24 relacionamentos atendem a tal critério, 14%. Mas, quando considerado o segundo critério, coeficiente de correlação entre 0.25 e 0.49, o número de relacionamentos sobe para 56, 33% dessa amostra. No entanto, ao se trabalhar com o coeficiente de correlação entre 0 e 0.24, não aparece nenhuma correlação dentro deste intervalo.

A Figura 14 apresenta o Mapa de Correlações dos Grupos de Pesquisa com as 24 correlações de valores maiores que 0.49 entre os itens do questionário baseados nas seguintes variáveis, conforme código e cor:

Tabela 53 – Códigos das Variáveis

PN – Positividade/Negatividade C – Conectividade

I – Inteligência

M – Meios e Requisitos S – Grau de Satisfação

Dos 19 itens trabalhados do questionário, apenas 3 não aparecem no Mapa de Correlações dos Grupos de Pesquisa (Figura 14). Entretanto, a partir da confecção deste mapa, um segundo critério de análise foi estabelecido. Ainda com vistas à busca por elementos representativos para a proposta da pesquisa, destacaram-se 3 itens que apresentam quantidade significativa de conexões com outros itens, quantidade de correlações maior que 4.

Tabela 54 – Itens com quantidade de correlações maior que 4 / grupos de pesquisa

Código Descrição do item Qtde. de

Correlações

5PN

Proporção de membros do grupo que o estimulam a experimentar novas idéias e a realizar novos

projetos/atividades

5

8PN Proporção de membros do grupo que tem conseguido realizar o que sonha 6 12M Há meios – infra-estrutura, recursos financeiros ou outros – para realizar os projetos a contento 5

Destaca-se uma correlação maior que 0.90 entre as variáveis:

• Grau de Satisfação x Grau de Satisfação (0.97593)

4.4.4. Entrevistas

Tal como nos programas, as entrevistas com os líderes dos grupos completam de forma qualitativa as avaliações conforme análise SWOT.

Tabela 55 – Oportunidades citadas pelos líderes dos grupos de pesquisa Oportunidades

Tópicos relacionados à resposta Qtd Percentuais

Nenhuma 1 4%

Integração entre graduação, mestrado e doutorado 3 13%

Criação de novos cursos 2 8%

Produção científica 10 42%

Intercâmbios 16 67%

Intervenção/contribuição social 15 63%

Fomento 8 33%

Ser grupo de referência 4 17%

Formação de pesquisadores 2 8%

Qualificação dos membros do grupo 4 17%

Geração de conhecimento 2 8%

Fortalecimento do grupo 2 8%

Não se aplica 1 4%

Tabela 56 – Pontos fortes citados pelos líderes dos grupos de pesquisa Fortalezas

Tópicos relacionados à resposta Qtd Percentuais

Nenhuma 1 4%

Equipe (qualificação, competência) 21 88%

Identidade do grupo 11 46%

Produção científica 11 46%

Intercâmbios 6 25%

Tema 9 38%

Relação com o mercado 3 13%

Imagem pública 0 0%

Relação com a graduação ou com a extensão 7 29%

Gestão da UCB 0 0% Captação de recursos 2 8% Intervenção/contribuição social 5 21% Gestão do grupo 3 13% Disponibilidade de recursos/meios 4 17% Inovação/geração de conhecimento 3 13% Formação de pesquisadores 1 4% Não se aplica 0 0%

Tabela 57 – Pontos fracos citados pelos líderes dos grupos de pesquisa Fraquezas

Tópicos relacionados à resposta Qtd Percentuais

Nenhuma 1 4%

Pouca disponibilidade de tempo 16 67%

Investimentos por parte da UCB 5 21%

Produção científica 9 38%

Participação em intercâmbios 1 4%

Integração entre o grupo 11 46%

Relação com o mercado 1 4%

Fomento 0 0%

Relação com a gestão da UCB 0 0%

Diretor de programa ou líder de grupo 1 4%

Docente do programa ou membro do grupo de pesquisa 2 8%

Política de gestão da UCB 2 8%

Identidade do grupo 0 0%

Não se aplica 0 0%

Tabela 58 – Ameaças citadas pelos líderes dos grupos de pesquisa Ameaças

Tópicos relacionados à resposta Qtd Percentuais

Pouca disponibilidade de tempo 1 4%

Investimentos por parte da UCB 4 17%

Produção científica 2 8%

Participação em intercâmbios 0 0%

Integração entre o grupo 1 4%

Relação com o mercado 2 8%

Fomento 6 25%

Mudanças constantes 1 4%

Competitividade 2 8%

Sistema de publicação atualmente existente 2 8%

Política de gestão da UCB 4 17%

Enfraquecimento do grupo 3 13%

Políticas do governo 2 8%

Área pouco conhecida 1 4%

Sistema de avaliação CAPES 0 0%

Não se aplica 1 4%

Tabela 59 – Ações citadas pelos líderes dos grupos de pesquisa Ações para melhorar o desempenho

Tópicos relacionados à resposta Qtd Percentuais

Nenhuma 1 4%

Empenho da equipe 1 4%

Integração do grupo 5 21%

Produção científica 2 8%

Intercâmbios 9 38%

Revisão da distribuição de horas para pesquisa 6 25%

Relação com o mercado 2 8%

Fomento 5 21%

Maior investimento da UCB 10 42%

Maior investimento da UCB, CNPq e Estado 4 17%

Reflexão por parte de todos os interessados internos e externo 1 4%

Intervenção/contribuição social 1 4%

Investir na interdisciplinaridade 3 13%

Disponibilidade de tempo 7 29%

Melhorar a gestão do grupo 3 13%

Revisão das políticas de pesquisa e investimento 1 4%

Revisão do processo de avaliação da CAPES 1 4%

Não se aplica 1 4%

Tabela 60 – Motivações citadas pelos líderes dos grupos de pesquisa Motivação

Tópicos relacionados à resposta Qtd Percentuais

Nenhuma 0 0% Tema 13 54% Relacionamentos 10 42% Prazer 6 25% Aprendizado 6 25% Intervenção/contribuição social 17 71%

Equipe (qualificação, competência) 4 17%

Responsabilidade para com os trabalhos 1 4%

Perspectivas promissoras do grupo 1 4%

Paixão 1 4%

Geração de conhecimento 2 8%

Vocação 0 0%

Não se aplica 0 0%

Dos 40 grupos registrados na plataforma LATTES em setembro de 2006, foram realizadas entrevistas com os 24 líderes dos grupos de pesquisa selecionados até essa data.

Dentre os agrupamentos, destacam-se os seguintes percentuais relacionados aos tópicos investigados:

• Oportunidades: 67% intercâmbios e 63% possibilidade de intervenção/contribuição social;

• Pontos Fortes: 88% a própria equipe (capacidade de realização, etc). Nenhum líder de grupo apontou a imagem pública do programa ou a gestão da UCB como ponto forte;

• Pontos Fracos: 67% pouca disponibilidade de tempo devido a atual forma de distribuição de horas e tempo gasto com atividades que não agregam ao grupo. 46% dos entrevistados também apontaram como ponto fraco a atual forma integração do grupo;

• Ameaças: 25% fomentos, porém, também 25% acreditam não existir ameaças – cabe ao grupo contornar seus desafios;

• Ações para melhoria do desempenho do grupo: 42% maior investimento da UCB e 38% investimento em intercâmbios; e,

• Fatores de motivação: 54% o tema, 42% os relacionamentos estabelecidos com pessoas de dentro e de fora do grupo e 71% possibilidade de intervenção/contribuição social.

As entrevistas também mostraram que a maioria dos grupos é formada por pequenas equipes de projetos. Também ficou demonstrado que os grupos têm comportamentos diferenciados. Em quase todos os grupos, a maioria das pessoas não se sente dentro de um grupo o que pode ter alguma coerência com as atividades desenvolvidas e o enfoque de equipes de pesquisa e não de trabalho coletivo de grupos. Observa-se também a existência de iniciativa dos grupos para a aquisição de recursos externos.

CAPÍTULO 5 – CONCLUSÕES E PERSPECTIVAS

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