6.7 UNIVERSITY OF STAVANGER
6.7.1 Department of Mathematics and Natural Science
6.7.1.2 Applied Chemistry and the Environment
O anúncio da Boa-Nova feito por Jesus na Palestina do século I, quando ele inaugurou a sua pregação na Galileia (Mc 1,14) continua sendo dirigido a todos os homens para que façam a adesão à sua mensagem e aceitem a sua proposta da implantação do reino de Deus. Ele deu início a sua realização não por meio de palavras abstratas e vazias de sentido, mas através de um compromisso que se concretizou em suas ações durante toda a sua vida e o conduziram à morte.
O amor de Deus vivido por Jesus se reflete no amor ao pobre, ao rejeitado, ao abandonado, aquele que é desvalorizado ou simplesmente ignorado pela sociedade. Em um contexto social e histórico diferente estas situações estão presentes em nossa sociedade e
219 Cf. SOBRINO, Jon. Centralidad del reino de Dios en la teologia de la liberación. In: ELLACURIA, Ignácio & SOBRINO, Jon. Mysterium liberationis. v.1. p. 507.
220 Cf. SOBRINO, Jon. A fé em Jesus Cristo: ensaio a partir das vítimas. p. 411. 221 Cf. SOBRINO, Jon. A fé em Jesus Cristo: ensaio a partir das vítimas. p. 443.
107 todos nós somos convocados a uma tomada de posição nos empenhando para que os pobres saiam da sua situação de privações e sofrimentos e possam viver com dignidade.
Aproximar-se dessas pessoas não traz o reconhecimento dos outros, não nos dá prestígio ou traz benefícios. O sofrimento pode aproximar as pessoas de Deus ou muitas vezes afastá-las tornando-as aparentemente frias, insensíveis ou revoltadas. Diante dessa situação corre-se o risco de julgá-las como totalmente responsáveis pela sua situação de miséria e pobreza ou o que é pior, considerar que esta é a vontade de Deus. Usa-se dessa crença errônea para justificar a perpetuação da pobreza e eximir o indivíduo e a sociedade do compromisso com a transformação da realidade.
Abrir aos pobres o coração ajudando-os a superar as suas dificuldades é um ato de amor que não se resume somente na ajuda material, mas se traduz em atitudes de acolhimento, de aceitação de sua condição de vida sem preconceitos e sem julgamento, pois o ato de julgar cabe somente a Deus.
Para encontrar o próprio Cristo o encontro com o pobre por meio de obras concretas se constitui um passo obrigatório. Este encontro pleno e verdadeiro com o irmão exige a gratuidade do amor de Deus e se realiza através do desprendimento de nós mesmos para chegarmos ao outro respeitando a sua própria vontade, sua personalidade, suas necessidades e aspirações.222 Estas considerações exigem de nós a empatia, isto é, a capacidade que temos de nos colocar no lugar do outro, para percebermos e aceitarmos a sua posição, uma vez que temos a tendência de interpretar o ponto de vista do outro a partir de nós mesmos. Muitas iniciativas de ajuda são frustradas e muitos recursos são desperdiçados quando as pessoas partem das suas próprias convicções sem considerar as reais necessidades do outro e o exercício da sua liberdade.
108 Segundo Gustavo Gutierrez “o homem é destinado a total comunhão com Deus e à mais completa fraternidade com os outros homens”.223 O próximo como caminho para chegar a Deus supõe a relação com Deus como condição para o encontro e para a verdadeira comunhão com o outro.
Ser seguidor de Jesus implica em adotar um novo estilo de vida baseado nos valores do reino: o amor que se expressa nas obras, a justiça, a fraternidade e a solidariedade. É no nosso comportamento para com o próximo que se expressa o nosso relacionamento com Jesus Cristo. Se incorporarmos à nossa vida os seus ensinamentos e nos comprometermos em cumprir a sua vontade a maneira como agimos com os outros vai tornar visível a nossa opção. Como seguidores de Jesus o mesmo espírito de amor e de misericórdia que esteve presente em sua vida deve também se manifestar em nossas ações cotidianas, indo ao encontro dos pobres, marginalizados e excluídos.
O seguidor de Jesus deve assemelhar-se a Jesus de Nazaré refazendo a sua vida e a sua práxis, exercer a missão como ele exerceu, assumindo a sua causa e participando do seu destino. Encontrar-se com Jesus significa entrar em intimidade com ele, converter-se e assumir o projeto de vida do Pai que abrange todas as dimensões: pessoal, comunitária, social, política e ecológica. Seguir Jesus tem duas dimensões que estão intrinsecamente relacionadas: a dimensão cristológica que consiste em assemelhar-se a Jesus e a dimensão pneumatológica, isto é, viver com o espírito de Jesus.
No seguimento de Jesus estão presentes três momentos distintos:
a memória, que atualiza a prática de Jesus e suas atitudes em relação ao Pai e aos irmãos; a vivência, forma concreta de ser fiel a Jesus na solidariedade para com os
109 pobres, reinventada constantemente em nossas vidas, pela força do Espírito que age em nós; a esperança sempre reavivada de que podemos viver gestos de ressurreição até que ela se realize plenamente, pois Jesus venceu a morte e está vivo no meio de nós.224
Segundo Raniero Cantalamessa225 é o Espírito Santo que nos liberta do egoísmo, fazendo-nos passar do amor próprio para o amor a Deus e ao próximo. Ele realiza a transformação ou a retificação essencial no homem remido. O Espírito Santo infunde no coração o amor, libertando-o do egoísmo e incutindo no homem o prazer de cumprir a vontade de Deus. Deste modo o homem começa a fazer de bom grado aquilo que Deus manda, enquanto sente que ele mesmo é amado por Deus. Há nesse momento uma decisiva passagem da escravidão do pecado para a liberdade da graça. Para isso é necessário mudar a própria vontade e inverter inteiramente a orientação de fundo do coração humano, o que só é possível através da ação do Espírito Santo.
Na V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe realizado em Aparecida, a Igreja nos recorda a tarefa para a qual todos são chamados: “a ser discípulos e missionários de Jesus Cristo”. Atender a esse chamado
leva-nos a assumir evangelicamente a partir da perspectiva do Reino as tarefas prioritárias que contribuem para a dignificação do ser humano e trabalhar junto com os demais cidadãos e instituições para o bem do ser humano .[...] É urgente criar
224 BOMBONATO, Vera Ivanise. Nos caminhos de Jesus de Nazaré. In: Revista de espiritualidade inaciana. São Paulo: Ed. Loyola n. 69. set/2007. ano 17. p. 26.
225 CANTALAMESSA, Raniero. O canto do Espírito: meditações sobre o Veni Creator. 2 ed. Petrópolis, Vozes, 1998. p. 270.
110 estruturas que consolidem uma ordem social, econômica e política na qual não haja iniquidade e onde haja possibilidade para todos. (Ap. 384).226
A radicalidade do chamado concretiza-se na exigência da entrega incondicional e da obediência absoluta que implica em uma série de renúncias radicais a tudo o que possa impedir o seguimento de Jesus e a dedicação ao serviço do reino.227
Praticar a teologia do reino de Deus não se restringe à aquisição de conhecimentos sobre os Evangelhos e os ensinamentos de Jesus, mas exige total disponibilidade para a realização da vontade do Pai através da renúncia ao amor próprio para amar a Deus e ao próximo.
3.7. Conclusão
Após a ressurreição, a preocupação com a pessoa de Jesus e a salvação que ele nos trouxe passou a ocupar lugar de destaque, fazendo com que o tema do reino de Deus recebesse outras interpretações e perdesse a sua centralidade. Foi enfatizado o sentido místico-espiritual do reino ou este foi identificado com a Igreja e o poder temporal. Deste modo a interpretação dada ao reino perdeu a sua dimensão social e religiosa afastando-se do sentido original da pregação de Jesus.
Na Idade Média a abordagem do reino de Deus se reduziu ao aspecto espiritual, impedindo que os homens se sentissem comprometidos com a criação de uma sociedade onde todos os seres humanos pudessem viver com dignidade. Na Idade Moderna surgiram as utopias, como modelo das sociedades ideais, mas na realidade não se investiu na sua
226 CELAM. Documento de Aparecida. Texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino- americano e do Caribe. Brasília: Edições CNBB; São Paulo: Paulinas, Paulus, 2007.
227 BOMBONATO, Vera Ivanise. Nos caminhos de Jesus de Nazaré. In: Revista de espiritualidade inaciana. n. 69 set/2007. pp 21-31. ano 17. p. 28
111 concretização. Os reformadores protestantes – Lutero, Calvino e Martin Bucer - fizeram alusão ao reino de Deus relacionando-o à salvação e na ala radical da Reforma destacaram-se os anabatistas que foram capazes de perceber a possibilidade de aplicar a mensagem evangélica à organização da sociedade.
Destacam-se no século XVIII e XIX a contribuição das idéias do filósofo alemão Kant que introduziu o reino de Deus no centro do pensamento religioso. Schelling e Hegel contribuíram com um novo conceito de tempo e história onde acontecem a intervenção de Deus e a evolução da natureza. O conteúdo teológico do reino foi abordado pelos teólogos da Escola de Tubinga e surgiram outros teólogos que fizeram referência ao reino de Deus, mas sem grande repercussão no contexto histórico do século XIX, marcado pelas idéias do socialismo nascente, do positivismo, da revolução de 1848 e da conquista dos impérios coloniais. 228
Após o Concílio Vaticano II, que trouxe para a teologia e o pensar sobre Deus uma visão antropocêntrica, realizou-se em 1968 a Conferência de Medellín na qual os bispos latino-americanos comprometeram-se com a denúncia das injustiças sociais e com uma evangelização conscientizadora capaz de libertar, humanizar e promover o homem.229 Surgiu a Teologia da Libertação constituída de uma identidade própria que apresentou a relação da fé com a práxis dos oprimidos, a inserção do teólogo no mundo dos pobres e sua incidência no processo de transformação social. Essa teologia assumiu a revelação como processo histórico e nessa visão, Deus se encontra de forma verdadeira com os seres humanos no tempo, no espaço e na cultura.230
228 Cf. VIVIANO, Benedict T. o.p. Le royaume de Dieu dans l’histoire. pp. 190-193. 229 GUTIÉRREZ, G. Teologia da libertação. p. 110
230 GONÇALVES, Paulo Sérgio Lopes. A teologia do Concílio Vaticano II e suas conseqüências na emergência da Teologia da libertação. In: GONÇALVES, Paulo Sérgio Lopes; BOMBONATO, Vera Ivanise. (orgs)
112 De acordo com Jon Sobrino, após o Concílio Vaticano II a centralidade do reino de Deus, tema da pregação e atuação de Jesus retornou ao seu lugar. A partir dessa afirmação são apresentadas as três vias que levam à compreensão do reino de Deus: a via nocional, a práxis de Jesus e os destinatários do reino; o caráter totalizante do reino de Deus e a relação da prática cristã com a mensagem de Jesus. Esta perspectiva insere a Igreja na sociedade atual adotando o ponto de vista antropocêntrico que coloca a opção pelos pobres, a defesa da vida e da dignidade humana acima de quaisquer interesses políticos e econômicos.
O retorno ao reino de Deus em teologia produziu frutos importantes: uma fé e uma espiritualidade mais jesuânicas, uma Igreja mais parecida com Jesus e entre nós, no Terceiro Mundo um conjunto de profetas da verdade, desmascaradores de ídolos e de mártires da compaixão e da justiça. No entanto uma concentração no reino de Deus que ignorasse outras realidades jesuânicas corre o risco de levar ao esquecimento de Deus ou reduzir o cristianismo somente ao aspecto político e social.231
231 Cf. SOBRINO, Jon. O reino de Deus e Jesus. Compaixão, justiça, mesa compartilhada. In: Concilium. Petrópolis: Vozes. n.326. p. 67.(379)-78(390) p.67.
113 CONCLUSÃO
A atuação de Jesus durante a sua vida pública em fidelidade ao Pai e a serviço da humanidade não foi somente promessa, mas oferta concreta e atual de salvação. Por onde ele anda, além de falar sobre Deus e seu reino, ele traz salvação e o reino de Deus se realiza. Jesus convoca os homens a metanoia, a uma reorientação da própria vida que significa assumir as próprias opções em sintonia com as prioridades do coração de Deus. Mostrou quais eram estas prioridades e sua lógica humanizadora, acentuando que essa sintonia era mais valiosa do que qualquer atitude religiosa e mostrando como o homem encontra a transcendência que o julga e encontra Deus no irmão necessitado em plena história. Entretanto a comunidade cristã à luz da ressurreição deu mais ênfase ao caráter sagrado da pessoa de Jesus e aos elementos religiosos que unem os homens a Jesus conduzindo-os à salvação sem exigir determinadas opções históricas.
O termo “salvação” pela primeira vez é unido a Jesus no discurso de Pedro diante do Sinédrio “não há debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12). No final, quando os ouvintes perguntam-lhe o que devem fazer, ele responde: “Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para a remissão dos vossos pecados” (At 2, 37-40). Portanto entrar ou sair da comunidade de salvação não exigia qualquer opção histórica.232
232 Cf. SEGUNDO, Juan Luís. A vida perdida e recuperada de Jesus de Nazaré: dos sinóticos a Paulo. 2 ed. São Paulo: Paulus, 1997. p. 337.
114 A revelação da salvação divina, que se realizou enquanto Jesus vivia em nossa história contingente e inacabada, está ainda incompleta e em andamento. Somente com a sua morte a história de Jesus pôde começar e reconhecendo-o como Cristo será ao mesmo tempo informação sobre Jesus de Nazaré. A mensagem de Jesus sua atuação do ponto de vista histórico foram rejeitados e nesse sentido o seu projeto de vida fracassou. Jesus é rejeitado pelos seres humanos, mas o Evangelho nos mostra que Jesus pertence a Deus que o reconhece como Filho e o ressuscita.
Crer no Jesus terreno significa reconhecê-lo como profeta de Israel e para Israel, como profeta escatológico, cheio do Espírito de Deus que anuncia o reino trazendo-o em palavras e obras. Crer em Jesus ressuscitado é reconhecê-lo como salvador universal de todos os seres humanos. A ressurreição como ação de Deus em Jesus confirma a sua mensagem, a sua práxis de vida e revela sua pessoa unida indissoluvelmente com Deus e com a mensagem de Deus.233
A salvação definitiva nos vem de Deus em Jesus de Nazaré, o Crucificado ressuscitado. “É Deus quem nos salva em Jesus Cristo” (2 Cor 5,19). Deus salva no homem e pelo homem Jesus, por sua mensagem, vida e morte. A realidade da maneira humana e pessoal de ser, é necessária para tornar compreensível a profundeza da auto-entrega salvadora de Deus, mas deixando o sofrimento, a morte e a alienação na realidade terrena da existência humana.234
Jesus é o Salvador da humanidade e traz a salvação para dentro da história, não de um modo mítico ou mágico, mas a partir da Encarnação. A Teologia da Libertação lembra que para os que creem o Cristo é Jesus. Através dele Deus se revela à humanidade trazendo a
233 Cf. SCHILLEBEECKX, E. Jesus: a história de um vivente. p. 647. 234 Cf. SCHILLEBEECKX, E. Jesus: a história de um vivente. p. 671.
115 salvação.235 Deus se aproxima porque é bom para os seres humanos, não é para julgar melhor, e sim para salvar e por isso sua aproximação é em si mesmo salvífica. Jesus “apresenta a aproximação de Deus como o sumamente bom para o homem: a aproximação em um reino e como pai, ambas expressões de um Deus bom que perdoa o pecado, cura o coração, humaniza e plenifica.236
Deus é parcial em favor do fraco deste mundo, os pobres, os marginalizados de diversas formas, aqueles que são vistos como pecadores, e para os quais viver é uma pesada carga. No entanto esta parcialidade não exclui o universalismo salvífico de Deus que se aproxima do homem nessa vida e nessa história e lhe concede a salvação curando-o, humanizando-o, revigorando-o e comunicando-se a si mesmo nelas.
A aproximação salvadora de Deus se opõe ao mundo de pecado e este se rebela de forma ativa contra essa aproximação rejeitando-a ou não a agradecendo. O próprio Deus assumiu em sua aproximação aquilo que o mundo de pecado fizer contra ele, culminando com a cruz de Jesus. A aproximação de Deus é incondicional. Ele além de oferecer salvação quer oferecer-se a si mesmo por causa dessa salvação que é escândalo para os judeus e loucura para os gentios (1 Cor 1,23).237
Jesus como Mediador é a expressão do acesso de Deus aos seres humanos e caminho dos seres humanos para aproximar-se de Deus. Jesus é a expressão de como a criatura pode aceder a Deus em confiança e fidelidade, em misericórdia e entrega, em oração e amor. Aquele que se abre para Jesus e aceita a metanoia que ele prega encontra a presença imediata e gratuita de Deus como salvação. O homem deve corresponder à realidade de Deus que se aproxima tornando-se ele mesmo, boa notícia e salvação para os outros.
235 Cf. MANZATTO, Antonio. Cristologia latino-americana. In: SOUZA, Ney (org). Temas de teologia da
libertação. São Paulo: Paulinas, 2007.
236 Cf. SOBRINO, Jon. A fé em Jesus Cristo. p. 198. 237 Cf. SOBRINO, Jon. A fé em Jesus Cristo. pp.199-200.
116 BIBLIOGRAFIA
BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulus, 1985
CONCÍLIO VATICANO II. Lumen Gentium “De Ecclesia.” Constituição Dogmática do Concílio Ecumênico Vaticano II sobre a Igreja. 18 ed. São Paulo: Paulinas 2005.
CELAM. Conclusões das Conferências do Rio de Janeiro, Medellín, Puebla e Santo Domingo. Conselho Episcopal latino-americano. São Paulo: Paulus, 2005.
CELAM. DOCUMENTO DE APARECIDA. Texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe. 2 ed. São Paulo: Paulus; Paulinas, Ed. CNBB. 2007.
ANDERSON, Ana Flora & GORGULHO, Gilberto Fr. Milagres: gestos de vida e liberdade. [s.n.] São Paulo, 1991.
BAUDLER, Georg. A figura de Jesus nas parábolas: a obra narrativa da vida de Jesus – um
acesso à fé. Aparecida: Santuário, 1990.
BAUER, Johannes B. Dicionário de Teologia Bíblica. v.I. 3 ed. São Paulo: Loyola,1983. __________.Dicionário Bíblico Teológico. Em colaboração com Johannes Marböck; Karl M.
Woschitz. São Paulo: Loyola, 2000.
BLANK, Renold J. Escatologia do mundo. O projeto cósmico de Deus. Escatologia II. São Paulo: Paulus, 2001.
BOFF, Leonardo. Jesus Cristo Libertador: ensaio de Cristologia crítica para o nosso tempo. 19 ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
117 BOMBONATTO, Vera Ivanise. Seguimento de Jesus. Uma abordagem segundo a cristologia
de Jon Sobrino. São Paulo: Paulinas, 2002.
BONHOEFFER, Dietrich. Discipulado. 8 ed. São Leopoldo: Sinodal, 2004. BORNKAMM, Günther. Jesus de Nazaré.15 ed. São Paulo: Ed. Teológica, 2005. BROWN, Raymond E. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo: Paulinas, 2004. CANTALAMESSA, Raniero. O canto do Espírito. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 1998.
CAZZELES, Henri & FEUILLET, André. Régne (ou Royaume) de Dieu, in: Supplément au
Dictionnaire de la Bible. Fasc. 54-57. Lelouzey & Ané, Editeurs: Paris, 1981.
CERFAUX, L. O tesouro das parábolas. São Paulo: Paulinas, 1973.
COMBLIN, José. O Caminho: ensaio sobre o seguimento de Jesus. 2 ed. São Paulo: Paulus, 2005.
CORREIA JÚNIOR, João Luiz. O poder de Deus em Jesus: Um estudo de duas narrativas de
milagres em Mc 5,21-43. São Paulo: Paulinas, 2000.
CROSSAN, John Dominic. O Nascimento do Cristianismo. São Paulo: Paulinas, 2004.
__________O Jesus histórico: a vida de um camponês do Mediterrâneo. Rio de Janeiro: Imago, 1994.
__________& REED Jonathan L. Em busca de Jesus: debaixo das pedras, atrás dos textos. São Paulo: Paulinas, 2007.
DIDAQUÉ. Catecismo dos primeiros cristãos. 7 ed. Petrópolis: Vozes, 1970. DODD, C. H. As parábolas do reino. São Paulo: Fonte Editorial, 2010.
__________. A interpretação do Quarto Evangelho. São Paulo: Editora Teológica, 2003.
DUPUIS, Jacques. Introdução a Cristologia. 3 ed. São Paulo: Loyola, 2007. DUQUOC, Christian. Cristologia. v I e II. São Paulo: Loyola, 1977.
118 EICHER, Peter. Dicionário de Conceitos Fundamentais de Teologia. 2 ed. São Paulo: Paulus,
2005.
ELLACURIA, Ignácio & SOBRINO, Jon. Mysterium Liberationis. Conceptos fundamentales
de la Teologia de la Liberación. v. I . Editorial Trota, Madrid 1990.
GESCHÉ, Adolphe. O Cristo. São Paulo: Paulinas, 2004.
GRAPPE, Christian. Le Royaume de Dieu. Avant, avec et après Jesus. Genève : Editions Labor et Fides, 2001.
FERRARO, Benedito. A significação política e teológica da morte de Jesus. Petrópolis: Vozes, 1977.
GUTIÉRREZ, G. Teologia da libertação. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1976. __________. A força histórica dos pobres. Petrópolis: Vozes, 1979.
__________.Beber em seu próprio poço no itinerário espiritual de um povo. São Paulo: Loyola, 2000.
GRENIER, Brian. Jesus, o Mestre. São Paulo: Paulus, 1998.
HAIGHT, Roger. Jesus símbolo de Deus. São Paulo: Paulinas 2003.
HAUGHT, John F. Mistério e Promessa. Teologia da Revelação. São Paulo: Paulus, 1998. HORSLEY, Richard A. Jesus e o império: o reino de Deus e a nova desordem mundial. São
Paulo: Paulus, 2004.
JEREMIAS, J. Jerusalém no tempo de Jesus. São Paulo: Paulinas, 1986. ___________. As parábolas de Jesus. 10 ed. São Paulo: Paulus, 2007.
KÜMMEL, Werner Georg. Introdução ao Novo Testamento. 3 ed. São Paulo: Paulus, 2004. LACOSTE, Jean-Yves. Dicionário Crítico de Teologia. São Paulo: Paulinas; Loyola, 2004. LÉON-DUFOUR, Xavier. Os Evangelhos e a história de Jesus. São Paulo: Paulinas,1972. ___________. Leitura do Evangelho segundo João v. 2. São Paulo: Loyola 1996.