KAPITTEL 6: BETYDNINGEN AV B-S-M-MODELLEN
6.4 Teoretisk betydning av tankegangen til Black, Scholes og Merton
Em termos de percentagens de taxas de retorno de inquéritos Bravo (2001, p. 320) refere uma taxa de pelo menos 40% de inquéritos que não são preenchidos. Por outro lado, Alreck e Seetle (1995, p. 35) partem de uma taxa de 30% como sendo uma taxa de retorno rara. Para os autores uma taxa normal andará entre os 5% e os 10%. Uma opinião, semelhante à de Alreck e Seetle, é a de Fox (1987) que refere que poucas
vezes o número de inquéritos recolhidos ultrapassa os 50% e, em particular, na investigação social não é maior do que 30%. O autor também faz referência a uma taxa de 3% em inquéritos enviados com objectivos comerciais. No nosso estudo obtivemos uma taxa de retorno de 29,6% (97). Embora não tivesse ultrapassado os 30% que os autores referem, aproximou-se bastante. Se observarmos a taxa de retorno por tipo de ensino podemos ter uma perspectiva diferente em relação a cada um dos grupos.
0 20 40 60 80 100 120
ESPU ESPP ESPMP ESPCU ESPC- OE UCP Tipo de ensino Qu ant idade Enviados Recebidos
Gráfico 2 – Gráfico representativo da quantidade de inquéritos enviados (328) e recebidos (97) ao longo do período de envio, por tipo de ensino.
Nos grupos Ensino Superior Público Politécnico (37%), Ensino Superior Público Militar e Policial (40%), o Ensino Superior Particular e Cooperativo – Outros estabelecimentos (30,5%) e ainda a Universidade Católica Portuguesa (50%), a taxa ultrapassou os 30% referidos por Alreck, Seetle (1995) e Fox (1987) como números difíceis de serem ultrapassados. O Ensino Superior Publico Universitário ficou pelos 21,6% e, no grupo do Ensino Superior Particular e Cooperativo Universitário, a taxa de retorno foi 0%.
0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0%
ESPU ESPP ESPMP ESPCU ESPC-OE UCP
Tipo de ensino
Inquéritos recebi
d
os
Gráfico 3 – Gráfico representativo da percentagem de inquéritos recolhidos, por tipo de ensino.
Relativamente à pertinência dos três envios é interessante notar um acréscimo de recebimentos nos dias posteriores aos envios, que é naturalmente mais acentuado após o primeiro envio. Os gráficos seguintes dão conta deste fenómeno.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Meses de Janeiro, Fevereiro e Março, respectivam ente
Inqué ri to s r eceb id o s
Gráfico 4 – Número de inquéritos recebidos, por dia, por mail, ao longo do período de recolha de dados (envio dos inquéritos: 07.01.2004, 21.01.2004 e 04.02.2004).
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Meses de Janeiro, Fevereiro e Março, respectivam ente
In q u ér it o s r eceb id o s E-mail CTT
Gráfico 5 – Número de inquéritos recebidos, por dia, ao longo do período de recolha de dados, por forma de envio (envio dos inquéritos: 07.01.2004, 21.01.2004 e 04.02.2004).
Para além disso, e apesar da percentagem de inquéritos enviados pelo correio ser menor, o seu recebimento parece acontecer mais tarde do que utilizando o e-mail devido provavelmente à falta de flexibilidade que o correio postal permite em relação ao correio electrónico.
Ao longo dos três períodos de envio notou-se que os pedidos de recolha dos dados foram tendo cada vez menos efeito no inquirido no sentido de o motivar para o seu preenchimento. Aliás, é notório que o maior número de inquéritos preenchidos e devolvidos foi o enviado a 7 de Janeiro (1º envio).
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18
ESPU ESPP ESPMP ESPCU ESPC-OE UCP
07.01.2004 21.01.2004 04.02.2004
Gráfico 6 – Inquéritos recebidos, segundo cada um dos três envios.
4.1.4.5 A interacção
A relação entre investigador e inquirido adquire variados graus de interacção decorrentes, essencialmente, da forma como os dados são recolhidos. Fox (1987) salienta dois tipos de interacção: pessoal e impessoal. Enquanto que no primeiro os dois sujeitos se encontram cara a cara, no segundo o investigador é representado pelo inquérito em formato papel. Existe, ainda, uma interacção mista que o autor considera quando o investigador se encontra com os inquiridos, geralmente em grupo, com o objectivo de explicar o propósito da investigação. No entanto, após este momento, a recolha de dados passa a ser impessoal, no sentido em que o inquérito é multiplicado, distribuído e preenchido solitariamente pelo inquirido (Fox, 1987, p. 599). Qualquer um destes tipos de interacção traz vantagens e desvantagens. Entendemos que a forma de
envio e a interacção resultante neste nosso estudo se assemelha a uma interacção impessoal. Tal como no correio normal, o inquirido recebe o inquérito e tem que o preencher e devolver, sem qualquer contacto pessoal com o investigador. A interacção impessoal, embora tendo como maior desvantagem a baixa quantidade de inquéritos preenchidos recolhidos, adquire, com a utilização do correio electrónico, uma interacção capaz de, de forma rápida, tirar dúvidas ao inquirido, esclarecer questões e conceitos, sem exigir uma interacção pessoal com os acrescidos custos monetários e de tempo referidos por Fox (1987).
Alreck e Seetle (1995), a propósito de sondagens, salientam as diferenças entre as diversas formas de recolha de informação com inquéritos: pessoal, telefone e por correio. Referem que as principais diferenças recaem sobre a interacção existente, sendo a utilização do correio aquela que permite uma menor interacção. Para isso os autores apresentam uma tabela na qual classificam cada uma destas três formas de envio, segundo determinados parâmetros:
Personal Telephone Mail
Data collection costs High Medium Low
Data collection time required Medium Low High
Sample size for a given budget Small Medium Large
Data quantity per respondent High Medium Low
Reaches widely dispersed sample No Maybe Yes
Reaches special locations Yes Maybe No
Interaction with respondents Yes Yes No
Degree of interviewer bias High Medium None
Severity of nonresponse bias Low Low High
Presentation of visual stimuli Yes No Maybe
Fieldworker training required Yes Yes No
Tabela 8 – “Comparison of Data Collection Methods” (Alreck & Seetle, 1995, p. 32).
Neste nosso estudo interessa-nos debruçar sobre a classificação atribuída pelo autor para a utilização do correio normal (mail), comparando com a utilização do e- mail. Optamos por nos limitarmos a considerar, se no caso do e-mail, era maior, menor ou igual à caracterização do autor sobre o correio normal. Não podemos, no entanto, fazer uma caracterização de todos os parâmetros apresentados, já que esta nossa investigação não possui dados que justifiquem de forma inequívoca alguns dos itens. Estes serão, assim, assinalados a cinzento. Neste sentido, vejamos cada um dos parâmetros passíveis de serem explorados:
Custos na recolha de dados – apesar de se considerar o envio pelo correio normal um processo com custos baixos relativamente a outras formas de envio, com a utilização do correio electrónico o custo diminui de forma drástica, já que os gastos em papel, fotocópias e selos42 deixa de existir. Consideramos apenas a despesa da ligação à Internet que, na maioria dos casos, não é um acréscimo de gasto decorrente da investigação.
Tempo necessário para recolha dos dados – julgamos que o tempo necessário de alguma forma se assemelha ao envio pelo correio normal. Continuamos a estar dependentes da disponibilidade do inquirido bem como do seu critério de prioridades relativamente às tarefas que possui em mãos. No entanto, é importante acrescentar que o envio de um inquérito por e-mail implica, teoricamente, o seu recebimento imediato pelo inquirido. Por outro lado, se tivermos em conta, não o tempo de espera para recebimento dos dados mas sim o tempo de preparação de envio, neste caso podemos considerar que a utilização do e-mail traz muitas vantagens. Não é necessário ocupar tanto tempo com a preparação envelopes, impressão de cartas, fotocopias, etc.
Tamanho da amostra para determinado orçamento – na sequência do já referido, relativamente ao custo na recolha de dados, facilmente percebemos que utilizando o e- mail, com um mesmo orçamento, se torna praticamente indiferente, em termos de custo, o envio a 100, 1000, 10 000 inquiridos ou mais. Neste ponto também o uso do e-mail traz vantagens em relação ao correio normal.
Informação recolhida por inquirido – relativamente a este aspecto, parece-nos que os níveis iniciais de obtenção de dados não deverão ser muito diferentes do que quando utilizamos o correio normal, embora não tenhamos dados para afirmar este aspecto de forma inequívoca. No entanto, há um aspecto que favorece a recolha de dados que é a possibilidade de interacção entre o investigador e o inquirido que o e-mail permite. Torna-se possível ao inquirido pedir esclarecimentos, solicitar ajuda no preenchimento, etc., assim como ao investigador confirmar respostas ou solicitar a resposta a uma questão não respondida. Veremos mais adiante como se processou esta interacção no nosso estudo.
42
Consideramos que o investigador deve enviar com o inquérito um envelope devidamente preenchido e selado para o inquirido poder fazer o retorno do inquérito preenchido.
A visão de Alreck e Seetle (1995) acerca da relação entre a quantidade de informação que é necessária recolher e o tamanho da amostra pode, no caso da utilização do e-mail, permitir um outro tipo de consideração. Os autores entendem que “…for a fixed level of funding, the larger the response task the smaller the sample must be, and vice-versa.” (Alreck & Seetle, 1995, p. 38). Partindo do pressuposto, já anteriormente explorado que, com a utilização do e-mail, o mesmo orçamento permite uma amostra francamente maior, então parece que este recurso permite recolher uma quantidade de informação grande a cada inquirido sem qualquer acréscimo de orçamento, com maior rapidez e sem aumentar os custos por cada inquirido, como afirmam Alreck e Seetle.
Alcance a uma amostra dispersa – embora este estudo não possua dados suficientes para avaliar este aspecto, parece-nos que, mesmo considerados por muitos autores como sendo o inquérito pelo correio normal o que proporciona custos mais baixos, o correio electrónico alcança uma população dispersa com o mesmo custo por envio, independentemente do local do mundo de destino e demora o mesmo tempo a chegar ao destino. Notamos, no entanto, que esta forma de envio não se adapta a qualquer público-alvo, já que as tecnologias não estão ainda ao acesso de todos, nem são utilizadas em todas as faixas etárias.
Interacção com o inquirido – este aspecto é um dos que o e-mail assume uma maior vantagem relativamente à utilização do correio normal. Alreck e Seetle (1995), no quadro anterior, salientam a falta de interactividade existente entre o investigador e inquirido, utilizando o correio normal. No entanto, na nossa investigação a utilização do e-mail permitiu que o investigador e o inquirido comunicassem. Neste sentido, entre o primeiro envio de 328 inquéritos e o último inquérito recebido, houve 61 mensagens recebidas de 48 instituições que não transportavam o inquérito definitivo. Todas elas obtiveram resposta em menos de 24 horas. As razões para o contacto foram as mais diversas e distribuíram-se da seguinte forma:
0 2 4 6 8 10 12 14 Tentativas de envio
Informação sobre o encaminhamento do inquérito Dificuldades técnicas Acusar recebimento de inquérito Pedidos de esclarecimento Pedido para contactar telef onicamente Sugestão de outro endereço para o envio do inquérito Pedido para envio pelo correio postal Mensagem com vírus Pedidos de esclarecimento dos conceitos Correcção ao inquérito já devolvido Informação sobre o não preenchimento do inquérito
Gráfico 7 – Gráfico representativo dos diferentes tipos de mensagens enviadas ao investigador pelos inquiridos.
Contactamos também com 5 estabelecimentos durante o período de tratamento de dados, para esclarecer algumas das respostas dadas pelos inquiridos. Obtivemos os esclarecimentos solicitados de 4 estabelecimentos.
É neste sentido que entendemos que alguns dos problemas resultantes do preenchimento do inquérito podem ser minimizados utilizando o e-mail. Assim, a interacção que o telefone ou o acto presencial permite pode, pelo menos parcialmente, coexistir com baixos custos e menor tempo despendido, utilizando o e-mail, em populações onde isso é possível.
Necessidade de formação para trabalho de campo – não consideramos que tenha que existir uma formação específica para o envio dos inquéritos por e-mail por parte do investigador. Por um lado, porque o envio do inquérito por correio normal requer, já à partida, um conhecimento de informática para a construção do próprio instrumento, por outro porque hoje em dia é essencial que haja um conhecimento de informática quando queremos desenvolver um trabalho de investigação. Neste sentido, e tendo Alreck e Seetle (1995) considerado não ser necessária qualquer formação no correio normal, entendemos a utilização do e-mail, como uma ferramenta, que também não vem alterar esta caracterização.
Na tabela seguinte está representado um resumo das considerações feitas sobre o e-mail em relação às inicialmente apresentadas por Alreck e Seetle (1995) sobre o correio postal.
Correio E-mail
Custos na recolha dos dados Baixo Muito menor
Tempo necessário para recolha de dados Alto Menor
Tamanho da amostra para determinado orçamento Grande Maior
Informação recolhida por inquirido Baixo Maior
Alcance a uma amostra dispersa Sim
Sim
(de forma mais rápida e com menores custos)
Alcance a locais especiais No ---
Interacção com inquiridos Não Sim
Grau de influencia do entrevistador None ---
Quantidade de não respostas High ---
Apresentação de estímulo visual Maybe ----
Necessidade de formação para trabalho de campo Não Não
Tabela 9 – Caracterização da utilização do e-mail como forma de envio do inquérito, segundo os itens de caracterização de Alreck e Seetle (1995) sobre o correio normal.
4.1.4.6 As “não-respostas”
Bravo (2001, p. 321) refere que há dois tipos de não respostas. Por um lado, o inquirido pode responder “não sei” e, por outro, pode deixar a resposta em branco. Importa aqui começar por esclarecer o que são as “não respostas” no nosso instrumento.
O inquérito elaborado possui uma série de questões que deverão ser preenchidas por todos os inquiridos e outras só para alguns inquiridos, já que dependem de respostas anteriores. Assim, por exemplo, no caso de uma instituição não possuir um SGAI deverá, a partir da questão 7, passar directamente para a questão 14. Não consideramos as perguntas pertencentes a este intervalo como “não respostas”, já que fazem parte da própria estrutura do inquérito para esses inquiridos. Caracterizamos as ”não respostas”
como sendo perguntas às quais o inquirido deveria ter dado resposta e optou por não o fazer43.
Nas questões 14 e 16.1, havendo a possibilidade do inquirido responder “Não sei”, pareceu-nos ser, nestes casos, uma possibilidade efectiva de resposta. Não foi por isso considerada como “não resposta”, já que criamos, intencionalmente esta categoria. Bravo (2001, p. 322) a este propósito, salienta que “(...) la inclusión de la categoria no sé aumenta significativamente el % de los que dan esta respuesta a las perguntas.” Mesmo tendo consciência deste facto, julgamos ser importante perceber, para além da existência ou não de investigação na instituição44, se é do conhecimento dos órgãos responsáveis pelo preenchimento do inquérito. Neste sentido, e clarificado o que entendemos por “não resposta”, podemos fazer algumas considerações em relação às “não respostas” recebidas nesta fase do estudo.
Embora antevendo a existência de uma grande quantidade de “não respostas” nos inquéritos, largamente referidas pelos autores como previsíveis, pareceu-nos importante perceber, neste estudo, qual a sua extensão. Para isso foi necessário encontrar o número exacto de perguntas a que cada inquirido deveria responder, tendo em conta os 97 inquéritos já recebidos e a especificidade de cada um. Possuindo o inquérito 17 grandes questões45, analisamos, através das respostas ao inquérito, cada um dos 97 inquiridos. Muitas das grandes perguntas possuem subquestões que, de uma forma geral, têm como objectivo a especificação de aspectos relacionados com a grande questão. Optamos por considerar nesta análise apenas se as grandes questões foram totalmente ou não preenchidas. Depois de efectuada toda a análise percebeu-se que deveriam ter sido respondidas, pelos 97 inquiridos, 1087 questões, segundo a tabela 10.
43 Podem-se inserir aqui as mais variadas razões: a dificuldade em entender a pergunta ou a forma de preenchimento, o cansaço do
inquirido no preenchimento do inquérito ou até a simples e legítima opção de não responder, entre outras.
44 Esta questão perguntava ao inquirido se existe investigação na instituição relacionada com a aprendizagem em rede.
45 A questão 1 já foi enviada ao inquirido preenchida com o nome da instituição pelo que não foi contabilizada para esta análise. A
questão 16 serve apenas como contextualização às questões 16.1, 16.2 e 16.3, pelo que optamos por considerar cada uma destas três uma grande questão.
Questão Possíveis respondentes 2 97 3 97 4 97 5 97 6 97 7 78 8 19 9 19 10 19 11 19 12 19 13 19 14 97 15 22 16.1 97 16.2 97 16.3 97 TOTAL 1087
Tabela 10 – Número de perguntas respondidas, num cenário hipotético de 0 “não respostas”.
Com este dado foi-nos possível ter uma percepção da quantidade de “não respostas” e de respostas incompletas relativamente ao número total de questões. Neste sentido, percebemos que os inquiridos não responderam a 11% (72) do total de questões e responderam de forma incompleta a 8% (86). Vários são os factores que podem ocasionar estes números. Para além do carácter impessoal, característico deste instrumento de recolha de dados, podemos também salientar “… o trabalho ou esforço envolvido percebido pelo inquirido” e “facilidade de resposta” (Vicente et al., 2001, p. 166).
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16.1 16.2 16.3
Não respostas Respostas incompletas
Gráfico 8 – Quantidade de “não respostas” e de respostas incompletas, por questão.
Parece, por isso, haver uma maior incidência de “não respostas” nas últimas questões do inquérito com uma maior percentagem nas questões 13 e 16.3. As respostas incompletas incidem mais nas questões 7, 10, 11 e 12. Estas são questões que possuem uma série de subquestões, o que obriga a uma maior atenção por parte do inquirido. Na questão 7, por exemplo, a questão inicial só solicita uma resposta fechada de “Sim” ou “Não”. No entanto, quer opte por uma ou por outra resposta, o inquirido terá que responder a uma ou duas subquestões abertas. As questões 10, 11 e 12 obrigam, possivelmente, a que o inquirido recorra a outras pessoas para uma resposta mais completa, daí que resultam numa maior percentagem, neste caso, de respostas incompletas.