20.3 Kommunestyrets verktøy for
20.3.4 Regnskapsplikten
Os resultados obtidos no presente estudo, mesmo tendo em conta as evidentes limitações de ordem metodológica (amostra reduzida, falta de informação referente ao período competitivo), sugerem alguns aspectos pertinentes que poderão ser considerados em investigações posteriores:
Do início do período preparatório (Julho) até ao fim do mesmo período e princípio do período competitivo (Agosto) verificou-se um aumento significativo da Resistência Aeróbia dos futebolistas;
No início do período competitivo (Agosto), os futebolistas encontraram- se já em patamares muito próximos daqueles que são veiculados na literatura como normais para o meio da época desportiva (Dezembro);
Tendo em atenção a informação retirada da literatura e os resultados por nós obtidos do meio do período competitivo (Dezembro) até ao fim da época desportiva e entrada no período transitório (Maio), os futebolistas apresentam um decréscimo acentuado na sua capacidade de resistir à fadiga e de recuperar rapidamente do esforço;
A FCmed apresentou alguma regularidade ao longo de toda a época desportiva, situando-se dentro do intervalo (150 – 170 bpm) veiculado na revisão da literatura;
Do início do período competitivo (Agosto) até ao findar da época desportiva (Maio) verificou-se um decréscimo gradual da FCmed dos futebolistas;
Tendo em consideração o cruzamento dos dados referentes à Resistência Aeróbia e FCmed no início da época desportiva (Julho) e no final da mesma (Maio) pudemos constatar que para uma distância percorrida superior na fase terminal da época se verifica um menor impacto fisiológico.
8. Bibliografia
Achten, J. e Jeukendrup A., 2003 Heart Rate Monitoring: Applications and Limitations. Sports Medicine. 33(7):517-538
Ali, A Farraly, M. (1991): recording soccer players’heart rates during matches. Journal of Sports Sciences 9, 183 -189.
Astrand, P-O e Rodahl, K. (1986). Textbook of work physiology (3ªed.). New York: McGraw-Hill.
Astrand, P-O e Rodahl, K. (1987). Tratado de fisiologia do exercício (2ªed). Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Bangsbo, J and Lindquist, F. (1992): Comparison of various exercise tests with endurance performance during soccer in professional players. International Journal of Sports Medicine, 13 (2), 125 – 132.
Bangsbo, J. (1992): Metabolism in soccer. Abstract from the European Congress on Football Medicine Stockolm.
Bangsbo, J. (1993): The Physiology of Soccer – with special reference to Intense Intermittent Exercise.
Bangsbo, J. (1994): Fitness training in football – A scientific approach. Ho+Storm (ed.). Copenhaga.
Bangsbo, J. (1996): YOYO tests. Ho+Storm, Compenhagen, Denmark and Tocano Music A/S Smorum, Denmark.
Bangsbo, J. e Michalsik, L. (2002). Assessment of the physiological capacity of elite soccer players. Sience and football IV. T. Reilly, J. Clarys and A. Stibbe (Eds.) E. & F. N. Spon, New York: 53-62.
Bangsbo, J. Norregaard, L. and Thorso, F. (1991): Activity profile of competition soccer. Canadian Journal of Sport Sciences, 16 (2), 110 – 116.
Bauer, G. e Ueberle H. (1988). Futbol (Wolfgang Simon e Isabel Lledó, trad.). Barcelona: Martinez Roca
Billows, D., Reilly, T. e George, K. (2005). Physiological demands of match play and training in elite adolescent footballers. In Thomas Reilly, Jan Cabri, Duarte Araújo (eds.), Science and football V. The proceedings of the fifth
world congress on science and football. Lisboa: Faculdade de Motricidade Humana. Lisboa, 2005, pp 469-477
Brooks G. e Fahey T. (1999) Exercise Physiology: Human Bioenergetics and its applications. (3ª ed.) . New York: Macmillan Publishing Company.
Conde, M. (1999). La organizacion del entrenamiento para el dasarrollo y la mejora de la resistencia, fuerza, flexibilidad, coordinacion y equilibrio. Madrid: Editorial Gymnos
Ekblom, B. (1986): Applied physiology of soccer. Sports medicine, 3, pp. 50-60.
Garganta, J. (1996). Modelação da Dimensão Táctica do Jogo de Futebol. In J. Oliveira e F. Tavares. Estratégia e Táctica nos Jogos Desportivos Colectivos, pp 63-82. Centro de Estudos dos Jogos Desportivos. Porto: FCDEF-UP
Garganta, J. (1998). Para uma teoria dos jogos desportivos colectivos. In: A. Graça e J. Oliveira. O ensino dos jogos desportivos (3ª ed), pp. 11-25. Centro de Estudos dos jogos Desportivos. Porto: FCDEF-UP.
Garganta, J. e Pinto, J. (1998). O ensino do futebol. In: A. Graça e J. Oliveira. O ensino dos jogos desportivos (3ª ed), pp. 95-135. Centro de Estudos dos jogos Desportivos. Porto: FCDEF-UP
Gilman, M. (1996). The use of heart rate to monitor the intensitu of endurance training. Sports Med., 21(2): 73-79
Helgerud, J.; Engen, L.; Wisloff, U.; Hoff, J. (2001). Aerobic endurance training improves soccer performance. Med. Sci. Sports Exerc., 33(11):1925- 1931.
Lees, A. e Nolan, L (1998). Biomechanics of Soccer - A Review. Journal of Sports Sciences, 16, 211-234
Metaxas, T., Sendelides, T., Koutlianos, N. e Mandroukas, K. (2006). Seasonal variation of aerobic performance in soccer players according to positional role. Journal of Sports Medicine and Physical Fitness 46, 520-525
Mohr, M., Krustup, P., & Bangsbo, J. (2003). Match performance of high- standard soccer players with special reference to development of fatigue.
Oliveira, J.; Soares, J.; Marques, A. (2002). Avaliação da resistência em desportos de esforço intermitente. In. Garganta, J. Suarez, A. A.; Peñas, C. L. A investigação em futebol estudos ibéricos, pp. 85-101. Publicação FCDEF-UP, Porto
Pérez, J. (2005) - La frequencia cardiaca en partido. [em linha] Treinofutebol.net. Consult 03 Outubro de 2008, disponível em: http://www.treinofutebol.net/Artigosfutebol1.html
Pinto, J. (1991). A caracterização do esforço no futebol e algumas das suas implicações no treino. In: As ciências do desporto e a prática desportiva: actas - Vol. 2 - Pág. 23 – 34
Pinto, J. (1996). A táctica no futebol: abordagem conceptual e implicações na formação. In José Oliveira e Fernando Tavares (eds.), Estratégia e táctica nos jogos desportivos colectivos (pp. 51-62). Porto: CEJD- FCDEF-UP.
Queiroz, C. (1986). Estrutura e organização dos exercícios de treino em futebol. Lisboa: Federação Portuguesa de Futebol
Rebelo, A. (1993): Caracterização da actividade física do futebolista em competição. Dissertação às provas de Aptidão Pedagógica e de Capacidade Científica. F.C.D.E.F. – Universidade do Porto.
Rebelo, A. (1999): estudo da Fadiga em futebol. Respostas crónicas e agudas. Dissertação às provas de doutoramento no ramo das ciências do desporto. F.C.D.E.F. – Universidade do Porto.
Rebelo, A. (2001). O sobretreino em futebol. Porto: FCDEF-UP
Rebelo, A. e Soares, J. (1997). Endurance capacity of soccer players pré-season and during the playing season. In T. Reilly, J. Bangsbo e M. Hughes (eds). Science and football III, pp 106-111. London: E & FN Spon.
Rebelo, A. e Soares, J. (1993): Is the blood lactate concentration an objective method for intensity evaluation during soccer games?. Abstract from the FIMS 7th European Sports Medecine Congress, Nicosia, Cyprus
Reilly, T e Gilbourne, D (2003): Science and football: a review of applied research in the football codes. in Journal of Sports Sciences, (21): 693-705
Reilly, T. (1997): Energetics of high intensity exercise (soccer) with particular reference to fadigue. Journal of Sports Sciences, E. & F.N Spon, v. 15, p. 257 – 263.
Reilly, T. and Thomas, V. (1976) A motion analysis of work-rate in different positional roles in professional football match-play. Journal of Human Movement Studies 2, 87-89.
Reilly, T. e Ball, D. (1984). The Net Physiological Cost of Dribbling a Soccer Ball. Research Quarterly for Exercise and Sport, v55 n3 p267-71.
Santos, J. (1995). Estudo comparativo, fisiológico, antropométrico e motor entre futebolistas de diferente nível competitivo e velocistas, meio- fundistas e fundistas de atletismo. Porto: José Santos. Dissertação de Doutoramento apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto.
Santos, P. e Soares, J. (2001). Capacidade aeróbia em futebolistas de elite em função da posição especifica no jogo. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto. 1(2(:7-12. Porto: FCDEF-UP
Saraiva, P. (200-?) - Metodología da Resistencia no Futebol [em linha] Treinofutebol.net. Consult 03 Outubro de 2008, disponível em: http://www.treinofutebol.net/Artigosfutebol1.html
Shephard, R. (1999); Biology and Medicine of Soccer: An Update, Journal of Sports Sciences. 17, 757-786
Sheppard, R. (1990). Meeting carbohydrate and fluid needs in soccer. Canadian Journal of Sports Sciences, 15:165-171
Soares, J. (1988). Abordagem fisiológica do esforço intermitente. Porto: J. Soares. Dissertação de Doutoramento apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto.
Soares, J. (2000). Particularidades energético-funcionais do treino e da competição nos jogos desportivos. O exemplo do futebol. In: Garganta, J. Horizonte e órbitas no treino dos jogos desportivos, pp 37-49. Centro de Estudos dos Jogos Desportivos. Porto: FCDEF-UP.
Torrelles, A. e Alcaraz, C. (1998). Futbol base: programa de entrenamiento para la etapa de tecnificacion (AT-2). Barcelona: Paidotribo
Weineck, E. (1994). Futbol total: el entrenamiento fisico del futbolista (2º vol.) (Manuel Fernandez Pombo, trad). Barcelona: Paidotribo
Weineck, E. (1999). Futbol total: el entrenamiento fisico del futbolista (3ª ed., 2º vol.) (Manuel Fernandez Pombo, trad). Barcelona: Paidotribo
Wragg, C., Maxwell, N. and Doust, J. (2000). Evaluation of the reliability and validity of a soccer-specific field test of repeated sprint ability. European Journal of Applied Physiology, 83: 77-83.
Zintl, F. (1991). Entrenamiento de la resistência: fundamentos, metodos y direccion del entrenamiento (Wolfgang Simon e Isabel Lledo, trad.) Barcelona: Martinez Roca.