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The Passive voice. Selective analysis

7. Meanings and communicative functions of NEED TO

7.2. Subject types with deontic meaning. Selective analysis

7.2.2. The Passive voice. Selective analysis

Aa: Aluna

Aa1: Outra aluna do mesmo momento Ao1: Outro aluno do mesmo momento AA: Mais de um aluno (a)

Descrição Visual Transcrição Verbal Sala de aula. P sentada no chão com 27

alunos, formando um círculo, apresenta o dinheiro de brinquedo, disposto em cinco montinhos diferentes.

P: Nós temos dinheiro de 1 Real. Esse dinheiro tem valor?

AA: Não.

P: Todo mundo sabe que este dinheiro é de brincadeirinha.

Vitor: Dá pra ver que é de brinquedo. P: Por que Vítor?

Vítor: Porque as notas de verdade são maiores. P: Tá certo, Vítor. As notas de verdade são maiores e o que mais?

Aa: Mais largas. P: Mais largas.

Ao: Também não tem escrito “sem valor”. P: Não tem escrito “sem valor”. Qual é a outra diferença.

Ao1: Que não tem aquele sinal quando a gente olha assim.

Morgana: A Bandeira do Brasil.

P: Ok. Como se chama aquele negócio quando a gente olha assim contra a luz e aparece?

Alguém sabe o nome daquilo?

Ao: A marca que é original e não é falsa. P: É isso mesmo. Como é que chama esta marca? Alguém sabe?

Vítor: É Banco Central do Brasil.

P: Ah, tem escrito Banco Central do Brasil. Aquela marca que quando a gente olha contra a luz e ela aparece na nota verdadeira ela chama marca d’água. Aquilo dá originalidade à nota. Aa1: Como assim tia? Aparece um desenho na nota?

P: Vou mostrar pra vocês.

P pega uma nota de 20 Reais e apresenta aos alunos. A nota circula entre os alunos.

P: A nota real ela tem algumas diferenças das notas de brinquedo. Elas têm algumas marcas para que elas não sejam falsificadas. Porque tem gente que é criminoso, que falsifica dinheiro, faz dinheiro de mentirinha e esse dinheiro circula comprando coisas trocando dinheiro sem valor. O dinheiro de verdade tem algumas marcas, uma delas é a marca d’água.

P: Vou mostrar pra vocês.

AA: Epa! A tia tá cheia da grana!

P: Vou passar para vocês verem. Vocês vão ver que tem uma marquinha que a gente só vê contra a luz. Na nota de 20 reais é um mico- leão. Também tem uma fitinha. Fala Vítor! Vítor: Na nota de 2 Reais dá pra ver uma tartaruga e na nota de 20 Reais tem um mico- leão.

P: Isso. Tem mais alguém que quer falar? Ao3: Professora, é fácil falsificar uma nota. P: Como é que você vai fazer isso?

Ao1: Xérox.

Aa2: Mas vai sair em preto e branco.

P: Vocês acham que se a gente passar a nota na máquina de xérox e na impressora do

computador? Vocês acham que se a gente imprimir a nota no computador ou se a gente tirar xérox colorida, a nota vai ter o mesmo valor? Fala, Laura.

Laura: Não sei, mas não vai ser igual porque está preto e branco.

P: E se for colorida, vai ser igual? Fala Morgana.

Morgana: Só que quando a gente for comprar eles vão ver que não tem aquela marca. P: A marca d’água. Felipe?

Felipe: Não, porque mesmo colorida não vai ter a marquinha.

Aa4: Não vai ter a marca d’água.

P: Só quem fabrica o dinheiro de um país é o Banco Central daquele país. A casa da moeda do país é quem faz o dinheiro. Tem um papel especial, não é esta folha. Se a gente tirar xérox colorida, frente e verso direitinho, não vai ser dinheiro.

Ao2: Vai ser papel.

P: Porque não este papel? Falsificar dinheiro é crime as pessoas são presas quando falsificam dinheiro. Só a casa da moeda do Banco Central

P apresenta os conjuntos de notas do dinheiro de brinquedo.

P apresenta a equivalência de valor do dinheiro entre moedas e notas.

daquele país é que fabrica a moeda e a nota daquele país. A nota tem um papel especial. O que faz uma nota ser verdadeira? O que dá a dica de que a nota é verdadeira?

Ao1: A marca.

P: Primeiro a textura do papel. Se vocês

pegarem no dinheiro vocês podem perceber que a textura, passem o dedo, vão ver que é diferente de um papel normal.

Morgana: O papel é mais grosso, não é professora?

P: É um papel especial. Segunda coisa, tem a marca d’água, que a gente percebe que a nota é verdadeira pela marca d’água.

Terceira coisa, toda nota verdadeira tem uma linha no meio, que é colocada no meio da notinha e faz a nota ser verdadeira. Tem escrito Banco Central do Brasil, aqui tem a assinatura do Ministro da Fazenda.

Vou passar uma pesquisa pra vocês sobre o que que faz uma nota ser verdadeira.

P: A gente não tem notas de 2 reais e nem de 20 reais. Qual o valor destas notas?

AA: 1... P: E essa? AA: 5..., 10... . P: E essa? AA: 50... e 100.

P: Ok. Nós temos moedas de 5 centavos e algumas de moedas de 10 centavos e uma ou outra de 1 centavo. Agora nós vamos falar o seguinte.

P: A nota de 1 real é um inteiro que é formado de vários pedacinhos menores, que nem o chocolate que a gente trabalhou. Lembra do inteiro, ele não era formado de vários pedacinhos?

AA: Era.

P: De quantos pedacinhos era formado o chocolate?

AA: 10.

P: Pois é, o 1 real é formado por 100 pedacinhos.Como Lucas?

Lucas: É formado por 100 moedas de 1 centavo. P: Isso mesmo Lucas.

Ailton conta moedas de 5 centavos até formar 1 Real e separa-as.

P pergunta para os alunos sobre a equivalência de valor do dinheiro.

P: Isso mesmo, Vítor. Um real é formado por 100 moedinhas de 1 centavo ou de 10

moedinhas de 10 centavos. Se eu pegar 10 moedinhas... Vamos contar comigo? 10, 20... AA: 20, 30 ...,90, 100. Um real.

P: 100 centavos que é igual a um real. Aa2: É fácil.

P: Os pedacinhos são chamados de centavos e os inteiros são chamados de reais. Fala Ailton. Ailton: Quantas moedinhas de 5 centavos têm em um real?

P: Vamos contar? Agora conta quantas moedinhas deram para formar um real. Dá 20 moedinhas pra formar um real? Ótimo.

P: Quantas de notas de um real eu preciso para formar uma nota de 5?

AA: 5.

P: E pra formar uma nota de 10? AA: 10.

P: Tá. Quantas moedinhas de 1 centavo eu preciso pra formar isso aqui (mostra uma notinha de 1 real)?

AA: 50.... 100...

P: 100. 100 moedinhas de um centavo? AA: É.

P: E quantas moedinhas de 1 centavo a gente tem aqui (mostra uma notinha de 5 reais) ? AA: 1.000.... 500.

P: Isso. Quantas moedinhas de 1 centavo eu tenho aqui (mostra uma notinha de 10 reais) ? AA: 1.000.

P: Vocês estão bem, hein!

Quantas moedinhas de 1 centavo eu tenho aqui (mostra uma notinha de 50 reais)?

AA: 50 mil.... 5 mil.

P: Cinco mil. E quantas moedinhas de 1 centavo a gente tem em 100 reais?

AA: 10 mil... um milhão. P: Quantas notas dessa...

AA: Duas. Um milhão, professora.

P: Quantas notas dessa (50 reais) eu preciso pra formar uma dessa (100 reais)?

AA: 2.

P: Quantas moedinhas de um centavo eu tenho em cada nota dessas (50 reais)?

P conta, junto com os alunos, a quantidade de moedas de um centavo que representa cada 1 Real, que forma 5 Reais.

P mostra cinco notas de 1 Real (em leque), na mão esquerda e uma nota de 5 Reais na mão direita.

P repete o procedimento de contar de 10 em 10 o equivalente a 5 notas de 1 Real. Para cada nota de 1 Real, P conta 10 (10 moedas de 10 centavos).

P: 5 mil mais 5 mil? AA: 10 mil.

P: Ok.Quantas moedinhas de 10 centavos eu tenho aqui (1 real)?

AA: 10.

P: E quantas moedinhas de 10 centavos eu tenho aqui (10 reais)?

AA: 20. Não....

P: Quantas moedinhas de 10 centavos eu tenho aqui (1 real)? AA: 10. P: E aqui (5 reais)? AA: 15. Não... P: Vamos ver? 10, 20, 30... 50. AA: 10, 20.... 50.

P: Então aqui (5 reais) eu tenho quantas moedas?

AA: 50.

P: Quantas moedinhas de 10 centavos eu tenho aqui (1 real)?

AA: 10.

P: Isso aqui (5 notas de 1 Real) vale o mesmo que isso aqui (5 Reais)?

AA: Vale.

P: Então vamos contar quantas moedinhas de 10 centavos eu tenho aqui (5 Reais)?

Aa1: 50.

P: Vamos contar quantas moedinhas de 10 centavos tem aqui (5 notas de 1 real)? 10, 20...50.

AA: 10, 20...50.

P: Aqui (5 reais) eu tenho 50 moedinhas de 10 centavos? AA: Tem. P: E aqui (10 reais)? AA: 100. P: E aqui (50 reais)? AA: 50... 500.... 500.

P: 500 moedinhas? E aqui (100 reais)? AA: 1.000... 10.000.... 1.000.

P: Isso, 1000 moedinhas de 10 centavos. Vamos fazer grupos de 5.

Os alunos formam seis grupos de 5 participantes. Recebem uma quantia aleatória de dinheiro de brinquedo e algumas moedas. P solicita que contem todo o dinheiro. Os grupos registram os totais em folha de papel e em seguida, no quadro branco.

Laiz registra 2, 6, 1, 8, vírgula, 1 e 8. Apaga o primeiro 1 e o primeiro 8 e os substitui por dois zeros.

Felipe registra 2, ponto, 0, 3, 9, vírgula, 7 e 0.

Morgana registra 2, ponto, 7 , 6 e 0.

P diante do quadro de giz e ao lado do quadro branco discute com os alunos o uso da vírgula.

P escreve no quadro de giz 2.687. Registra uma vírgula do lado direito do 7. Abaixo, escreve os números 2, 6, 8 e 7 grandes, seguidos de 7 e 0 pequenos. Registra os números 7 e 0 ao lado da vírgula do primeiro número.

P: Qual foi o grupo que já contou o dinheiro? Um representante vem escrever aqui o total. Vem Laíz. Registre do jeito que você acha que é.

P: Quanto você tinha? Laiz: 2.618

P: 2.618 reais? Tinha centavos? Laiz: Tinha 18 centavos.

Aa1: Não. É 2.600 Reais e 18 centavos.

P: É assim grupo? Grupo do Felipe. Vem Felipe.

P: Ok. Grupo da Morgana. Vem Morgana.

P: Pode registrar aqui.

Os grupos registraram assim. O grupo da Morgana registrou 2.760. O grupo do Felipe...

P: Fala Lucas.

Lucas: Tem de colocar a vírgula porque senão pensa que é um número só.

P: Isso. Fala Lívia.

Lívia: É para separar os números, porque a pessoa vai pensar que é só um número. P: OK. Fala Laura.

Laura: Professora, a vírgula serve pra separar centavos dos reais.

P: Muito bom, alguém mais quer falar? Fala Malu.

Malu: Com a vírgula fica 2.687,70. Sem a vírgula o número fica 26.870 ou 268.770.

P: A vírgula serve para separar os reais dos centavos. Lembrando: para que a gente fez o trabalho do chocolate? Para a gente chegar aqui e vocês poderem compreender legal.

Nós temos 2.687 reais, 2.687 inteiros. E os pedacinhos do real que não formam o real ainda, como é que eu vou fazer?

São os centavos. São aqueles até 100 pedacinhos para formam 1 Real.

Um grupo separa: 1 nota de 100, 1 nota de 5 e cinco moedas de 5 centavos. Escrevem R$ 105,25.

Outro grupo separa o dinheiro e escreve da mesma forma que o grupo anterior

A vírgula, a gente usa para separar os pedaços. Lembram disso?

Se a gente fosse fazer dessa forma ainda, a gente teria dessa forma aqui (2, 6, 8, 7 grandes, 7 e 0 pequenos), 2.687 inteiros e 70 pedacinhos. Agora nós vamos substituir isso aqui (2, 6, 8, 7 grandes, 7 e 0 pequenos), pelo uso da vírgula. Então, a gente tem 2.687 inteiros e a vírgula separa os inteiros dos pedaços.

Ao3: Já é a resposta?

P: Calma, ainda tem mais um pedaço.

Então, quem registrou 2.687 inteiros ou reais separados dos centavos, registrou corretamente. Mas no dinheiro ainda tem uma outra coisa. Porque esses números separados por vírgula, a gente não vai usar só no dinheiro, a gente vai ver mais pra frente.

No dinheiro a gente usa uma coisa chamada cifrão. Primeiro tem o “R” maiúsculo, que representa o nome do nosso dinheiro que é o Real. Então, o “R” de Real e um símbolo que chama cifrão, significa que a gente está falando de dinheiro. Quando coloca os dois juntos quer dizer que estamos falando do nosso dinheiro que é o Real.

Malu: No S tem dois tracinhos?

P: Não Malu. O cifrão só tem um tracinho. Antigamente eram dois tracinhos quando era outra moeda.

Voltando um pouquinho. Para registrar, a gente registra os inteiros aqui, os reais, vírgula e os centavos.

Agora, eu vou dar uma folha e vou ditar um valor em dinheiro e vocês vão separar o dinheiro que eu ditar. Depois vão escrever no papel como é que se registra em números esse dinheiro, que eu ditei. Ok?

Aa2: Tem de colocar aquilo dali (R$), Tia? P: Você não vai registrar dinheiro? Eu não mostrei como se registra dinheiro?

Ao3: Viu?

P: Vocês vão separar aí: 105 Reais e vinte e cinco centavos.

(R$ 105,25).

Outro grupo separa o dinheiro, escreve em números e registra por extenso o valor.

P diante do quadro de giz segura um conjunto de folhas, instrui sobre a

realização de um ditado individual. Escreve a palavra “Ditado”, no quadro.

P circula pela sala enquanto dita os valores. Cada valor é ditado três vezes.

Morgana registra, corretamente, os quatro primeiros valores ditados pela professora. O último (1.000 reais) registra sem os zeros dos centavos.

P: Eu vou ditar para vocês o valor em dinheiro e vocês vão escrever. Usem a folha nesta posição (vertical). Qual é esta posição?

AA: Vertical.

P: Deixem uma margem de dois dedos.

Escrevam “Ditado” e registrem os números que eu vou dizer. Posso começar?

AA: Não.

Ao3: É para escrever por extenso?

P: Não é para escrever por extenso. É para escrever com números.

P: Primeiro valor, 18 reais e 35 centavos. Aa2: É pra escrever “reais”?

P: Como é que a gente registra dinheiro, gente? Ao1: Cifrão.

P: Segundo valor: 1 real e 89 centavos. Terceiro valor, nenhum real e 57 centavos. Ao2: Quanto, tia?

P: Nenhum real...

Ao2: E como é que eu vou registrar? P: Só 57 centavos. Como é que a gente vai registrar?

Aa4: Zero vírgula 57. Morgana: 1000 reais? P: 1.000 reais.

Anexo 7

Roteiro de análise da avaliação de ensino-aprendizagem

Objetivo: verificar o aproveitamento escolar alcançado pelos alunos na formação do conceito ensinado.

Data: 13/05/2005 Local: E. C. do N. Bandeirante. Participantes: 25 alunos

Estrutura do Ambiente:

Sala de aula arejada e iluminada adequadamente. Alunos utilizando mobiliário apropriado, composto de carteiras e cadeiras, dispostos em um grande semicírculo, voltado para o quadro de giz.

Conteúdo avaliado:

Sistema Monetário Brasileiro. Objetivo da avaliação:

Identificar o desenvolvimento de habilidade para operar com o Sistema Monetário Brasileiro.

Tipo de avaliação:

Avaliação do tipo formativa – identifica insuficiências em aprendizagens iniciais necessárias à realização de outras aprendizagens, e somativa – verificação do grau em que os resultados mais amplos foram obtidos.

Tipo de Questões:

Questões objetivas de resposta simples - prevê julgamento impessoal de domínio cognitivo.

Objetivo das questões corresponde ao objetivo fixado para o ensino: Sim.

No. Total de questões:

Duas situações-problema envolvendo cinco questões. Questão (ões) com maior número de acertos:

A primeira questão, que envolveu representação do dinheiro, adição de valores e subtração para identificar o maior valor.

Questão (ões) com maior número de erros:

A segunda questão, que incluiu representação gráfica do preço de produtos extraídos do cotidiano, adição ou multiplicação de valores, adição do total de despesa e subtração para identificar se iria sobrar ou faltar dinheiro para comprar os produtos.

Nível de generalidade/abstração nas questões:

Nível alto – utilização de signos descontextualizados. Identificação de pré-requisitos para aprendizagem do conteúdo:

Sim. Quando as questões solicitaram do aluno conceito cotidiano de valor de aquisição do dinheiro, noções do sistema de numeração decimal, operações matemáticas, números racionais – utilização de vírgula (inteiros e partes do inteiro), representação sistemática do dinheiro (utilização de vírgula para separar o real dos centavos) e estimativa. Identificação de deficiências no desenvolvimento do ensino-aprendizagem.

Sim. Dificuldade em operações matemáticas, noções multiplicativas e noção de quantidade.

Anexo 8

Avaliação de ensino-aprendizagem do conteúdo ensinado pelo professor e submetido à análise da estrutura de formalização

Escola Classe do Núcleo Bandeirante

Nome:____________________________Data:__________________ Atividade

Queridos (as) alunos (as),

Estudar como se utiliza o dinheiro é muito divertido, não é? De acordo com o que você aprendeu, resolva os desafios abaixo.

1 – Leandro tem 3 notas de 1 Real e 5 moedas de 5 centavos. Alan tem uma nota de 2 Reais e uma nota de 1 Real. Quem tem mais? Quanto tem a mais?

2 – Lia tem 5 reais e precisa comprar 3 pães e 2 litros de leite. Com essa quantia, Lia consegue comprar o que ela precisa? Vai sobrar ou faltar dinheiro? Quanto?

Você é demais!

Anexo 9

Roteiro de entrevista (2)

Objetivo: Esclarecer os resultados alcançados na avaliação de aprendizagem no que concerne ao aluno (aprendizagem) e ao professor (ensino), identificação dos alunos que não aprenderam o conteúdo e das possíveis causas dessa intercorrência:

Data: 30/05/2005 - Professora Regente E.C. do N. Bandeirante. 1) Quantos alunos aprenderam o conteúdo?

19 alunos.

2) Quantos alunos não aprenderam o conteúdo? 6 alunos.

3) Quais seriam as possíveis causas para a aprendizagem?

O professor considera que houve uma boa construção do raciocínio matemático ao longo do desenvolvimento do conteúdo. Um dos fatores que contribuiu para o bom desempenho dos alunos foi o fato destes possuírem uma estrutura de raciocínio desenvolvida.

A forma como foi trabalhado o conteúdo, utilizando-se recursos adequados e desenvolvendo a motivação nos alunos para aprenderem o conteúdo, também colaborou com o bom resultado da aprendizagem dos alunos.

4) Quais as possíveis causas que você atribui à não aprendizagem? Mediação insuficiente ou inadequada.

5) Quais as estratégias que você utilizaria para que os alunos alcancem a aprendizagem do conteúdo?

Intensificar esforços no sentido de que os alunos possam melhor compreender os números decimais. Desenvolver noção multiplicativa e resolver situações- problema. Propor atividades que envolvam medidas e outros usos dos números decimais. Aplicar jogos de repartir valores e trabalhar com tabelas e gráficos.

6) Em sua opinião, apesar de não ter havido aprendizagem do conteúdo, houve desenvolvimento?

Sim, sem dúvida.

7) A dificuldade de aprendizagem pode ser atribuída à forma de apresentação do conteúdo?

Em alguns momentos sim.

8) Suas expectativas em relação à aprendizagem de seus alunos foram confirmadas? Sim.