Kapittel 6 - 1890-tallet: Kun barnets hensyn
6.3 Oppsummering: Utviklingen i synet på barnearbeid mellom 1871 og 1894
A pré-implantação ocorre quando dos estudos preliminares e visitas realizadas, foi obtido um documento escrito e assinado por parte de cada parceiro público-privado, indicando as competências que seriam disponibilizadas e o compromisso formal de parceria inicial por prazo de 2 anos. A partir desse documento, foi possível elaborar um pré-projeto, aprovado em reunião conjunta, e viabilizar a base para dar continuidade ao processo, qual seja, a implantação da incubadora.
O principal desafio foi conseguir a concordância de todos os parceiros envolvidos.
4.5 Implantação
Destacada a importância dos fatores acima mencionados, resumem-se os requisitos observados ao implantar a incubadora tecnológica de empresas, segundo a ANPROTEC, (2005):
• Uma incubadora constitui-se só se forem atendidos requisitos ou condições prévias, determinantes ao bom andamento do empreendimento, por exemplo: Existência de diagnóstico e estudos sobre oportunidades de negócios na região, oriundos de programas tais como Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável; Programa de Emprego e Renda; Existência de empreendedores interessados; Existência de um estudo de viabilidade da Incubadora; Existência de entidades públicas, privadas e parcerias locais comprometidas com o empreendimento; Espaço físico apropriado; Existência de um Plano de Negócios da Incubadora; Gestão da Incubadora a cargo do setor privado; Disponibilidade de recursos humanos e laboratoriais de apoio à Incubadora;
• Entidades parceiras: Um dos fatores de sucesso para criar e desenvolver uma Incubadora está no envolvimento e comprometimento de vários parceiros, como:
Prefeitura Municipal.; Associações Empresariais; Escolas Técnicas; Universidades; Institutos de Pesquisa; Secretarias Estaduais; Agência de Desenvolvimento; Agências de Fomento; Bancos de Desenvolvimento; Investidores;
Visto que essas condições estavam presentes, decidiu-se pela implantação da incubadora. Na seqüência, define-se: regulamento, tipo de empresa que seria incubada, infra- estrutura, tamanho do espaço físico e o tipo de serviços que seriam oferecidos.
Considerados o tipo de empresa a que se destinaria a incubadora, e o tipo de incubadora que se pretendia, dimensionou-se o empreendimento como um todo, e estabeleceram-se as premissas básicas para concepção arquitetônicas tais como: características dos módulos; quantos módulos de incubação estariam disponíveis; tamanho de cada um; infra-estrutura básica como: ponto de telefone, de Internet, de água, de energia entre outros.
Nesse sentido, observa-se ainda, segundo o estudo da ANPROTEC (2006), um resumo de indicadores de desempenho de uma incubadora, para permitir comparativos futuros, como: taxa de crescimento das empresas número de empresas novas/de empresas existentes; taxa de criação de incubadoras, número de incubadoras novas/de incubadoras existentes; taxa de sobrevivência - empresas graduadas número de empresas incubadas/ empresas graduadas; taxa de sobrevivência – empresas no mercado número de empresas graduadas em 3 anos/número de empresas existentes no mercado em 3 anos; taxa de participação dos parceiros Volumes de recursos parceiros/Volume dos recursos; índice de geração de empregos Total de investimentos/número de empregos gerados; índice dos investimentos do Programa na geração de empregos Total investimento programa/número de empregos gerados; índice de crescimento do faturamento das empresas Faturamento médio das empresas no período, Faturamento médio das empresas no período passado; índice de novos produtos/serviços ofertados pelas empresas apoiadas número de produtos lançados no período/número de produtos lançados no período passado.
Na seqüência elabora-se um plano de negócios, documento no qual se detalhou todos os aspectos operacionais e estratégicos. Incubadoras precisam de bases sólidas para crescer e só devem ser implantadas com a ajuda de um plano de negócios bem fundamentado e detalhado. O sucesso de uma incubadora depende muito desse esforço preliminar, que pode levar até dois anos ou até mais, como registra a média, no Brasil, indicado no estudo da ANPROTEC, (2006).
Registra-se nesse contexto, segundo a ANPROTEC (2005), que: o insucesso pode acontecer, pois “alguns governantes, empresários ou consultores, imbuídos das melhores intenções, muitas vezes optam pela última tendência, ou seja, embarcam na aventura da modernização, crentes que o sucesso virá automático”, entretanto, o que se constata, na realidade, é que nem sempre isso acontece por si só. É perceptível o insucesso em alguns empreendimentos no Brasil e no Exterior.
Em relação ao exposto, verifica-se que poucos autores registram maiores detalhes para alcançar o sucesso na implantação de uma incubadora. Segundo dados da ANPROTEC (2005), basicamente, é necessário: “ter habilidade de negociação e cuidar para que o pesquisador ou equipe imbuído do processo, não se envolva demasiadamente ou venha a sucumbir aos anseios e vaidades pessoais, presentes, na maioria das vezes, muito fortes durante o processo; superar gradativamente as resistências a mudanças de paradigma tecnológico, econômico e político, observando que nem sempre é expresso verbalmente mas velado; obter apoio irrestrito da classe patronal e do poder público, nem sempre solidário e amigável”.
Assim, para uma incubadora, viabilizar a realização das atividades propostas em um Plano de Negócios, necessita-se ter disponibilizado no local ou região onde se pretende implantá-la, no mínimo as seguintes competências básicas: gestão em sistemas, apoio de hardware, software e web design; gestão empresarial, contabilidade, comercial e financeira; tecnologia de gestão de fábrica, eletroeletrônica, automação industrial, mecânica, novos materiais, processos químicos, de produção e da qualidade; legislação de apoio e incentivo aos novos empreendimentos.
Atendendo a essas recomendações inicia-se por instrumentos de gestão, como a estrutura legal da incubadora, vinculada a uma entidade parceira, no caso a Fundação Ensino e Pesquisa - FETEP, que por sua vez, subordina-se à presidência da Associação Comercial e Industrial. Na seqüência, definem-se as regras para o período de incubação, graduação e demissão. Detalha-se a estrutura do conselho de administração, faz-se um organograma dos serviços oferecidos pela incubadora, tipos de incubação, espaço físico individualizado e para uso compartilhado, serviços de apoio comuns e especializados, consultorias, treinamentos, ações mercadológicas.
Desenha-se o fluxograma do processo de incubação, contemplando os seguintes passos:
• Convocação e seleção de empreendedores; • Prestação dos serviços;
• Avaliação dos incubadores;
• Desenho do fluxo do processo de avaliação das atividades das incubadas.
Descreve-se a equipe de recursos humanos necessários para a realização do fluxo e suas responsabilidades. Define-se o perfil das empresas que poderão ser incubadas.
As atividades foram executadas dentro de um prazo determinado, para possibilitar que fosse possível comparar o que foi previsto ao que foi realizado, tal qual se observa nas referências: curto prazo – 6 meses a 1 ano; médio – 1 a 2 anos; longo prazo – até 5 anos.
Viabiliza-se a implantação de todo o processo, no curto prazo, ou seja, 1 ano, um dos menores prazos registrados no Brasil.
Nesse contexto, o maior desafio foi superar e conciliar os diferentes interesses, quanto à localização geográfica e diferenças políticas conflitantes.