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Forhandlingene i Odelstinget og Lagtinget

Kapittel 4 - 1870-1880: Barnearbeidet «oppdages»

4.4. Lov om Almueskolevæsenet i Kjøbstederne 1880

4.4.2 Forhandlingene i Odelstinget og Lagtinget

O Planejamento e Controle da Produção no chão de fábrica executa tarefas que são definidas por meio de uma seqüência lógica de eventos. Estão relacionadas com as atividades determinadas a partir do Plano das necessidades de materiais e possui como característica básica a operacionalização do planejamento e controle de produção. A compatibilização do fornecimento com a demanda depende do volume e do tempo de produção, que são balanceados através do carregamento, seqüenciamento e da programação (SLACK, 1997).

Nesse sentido os conceitos de planejar, programar e controlar são relevantes para determinar as atividades do chão de fábrica:

• Planejar significa formalizar o que se pretende que aconteça em determinado período do futuro;

• Programar é alocar lógica e seqüencialmente ordens nos recursos disponíveis de forma a buscar o melhor resultado de uma atividade.

• Controlar implica em confrontar os resultado de determinada atividade com o que para ela foi planejado e, caso necessário, buscar procedimentos corretivos para que as metas sejam atingidas.

O controle do chão de fábrica é o responsável por organizar e coletar os dados do sistema produtivo, e compará-los com os resultados esperados no planejamento. Com base nisso é feita a análise para verificar a necessidade de reprogramação e avaliar

a eficiência do processo. Além disso, é de extrema utilidade no rastreamento das Ordens de Produção ao longo do processo, sendo que o monitoramento das atividades possibilita localizar o ponto em que determinado item se encontra.

O carregamento determina o volume de produção que a operação é capaz de atender. O sequenciamento estabelece a ordem e as prioridades de atividades a serem cumpridas. A programação determina o início e o fim de cada tarefa. As informações obitdas no planejamento das necessidades de materiais geram ordens de produção, a partir das quais estabelece-se o sequenciamento e subsequentemente a programação.

O carregamento pode ser definido como o trabalho determinado para um centro de produção. Na composição do tempo disponível máximo, há um tempo normal regular e uma parcela de tempo em que não há trabalho como por exemplo, os dias de final de semana. A partir daí, é possível estabelecer o tempo planejado disponível. A composição desse tempo divide-se naquele que a operação ocorre e no tempo gasto para as atividades relacionadas, como a troca de ferramentas, movimentações de material, por exemplo. O tempo de operação define o tempo disponível, que é subdividido no tempo real da operação e no tempo da máquina parada para manutenção. Para efeito de previsão de ocorrências de manutenção, podem ser utilizados os dados fornecidos pelo fabricante.

Segundo Slack (1997), há dois tipos principais de carregamento: carregamento finito e carregamento infinito:

• O carregamento finito estabelece um limite para a alocação de trabalho para uma determinada máquina. As situações nas quais o carregamento finito é aplicável são as seguintes:

• Quando a carga pode ser limitada; • Quando é necessário limitar a carga;

• Quando a limitação de carga não oferece um custo inviável;

• O carregamento infinito não estabelece um limite para a alocação de trabalho para uma determinada máquina, mas procura adequar-se às necessidades de demanda.

As situações nas quais o carregamento infinito é aplicável são as seguintes: • Quando é inpossível limitar o carregamento;

• Quando não é necessário limitar a carga;

Ainda, segundo Slack (1997), o controle do chão de fábrica inclui as seguintes atividades:

• Estabelecer uma prioridade para cada pedido, colaborando para definir a seqüência de produção nos centros de trabalho.

• Emitir listas de remessa para cada centro de trabalho, possibilitando ao supervisor conhecer quais os pedidos devem ser produzidos e em que prioridade. • Manter estoque de produtos em processo atualizado.

• Garantir o fluxo de informações sobre o andamento das tarefas nos centros de trabalho.

• Avaliar o desempenho de trabalhadores e máquinas em cada centro de trabalho. É sobre esta recomendação que esta dissertação vai se ater e procurar tornar mais transparente aos olhos do pessoal envolvido no processo. Porém também é necessário umas orientações frequentemente dada pelos autores: o sequenciamento.

O sequenciamento determina a ordem que os trabalhos serão realizados. Para definir as prioridades há critérios estabelecidos tais como: prioridade ao consumidor, data de entrega, último a entrar/ último a sair, primeiro a entrar/ primeiro a sair:

Prioridade ao consumidor: esse critério está mais diretamente relacionado com serviços quando há clientes preferenciais por alguma razão. O desempenho médio da operação pode ser afetado se o tempo disponível para o cliente preferencial começar a atrapalhar o desempenho do fluxo de trabalho.

Data de entrega: o sequenciamento do trabalho pode ser priorizado através da data de entrega , que melhora o desempenho dos critérios competitivos de confiabilidade de entrega e de velocidade de entrega. Entretanto, pode gerar uma diminuição de produtividade, mas pode ajustar-se melhor a flutuações de demanda.

Último a entrar/ primeiro a sair: também conhecido como LIFO (last in first

out) é utilizado por motivos de conveniência. Os critérios competitivos não são

priorizados por esse método.

Primeiro a entrar/ primeiro a sair: também conhecido como FIFO (first in

first out) , utiliza o critério de chegada para priorizar o atendimento. É

comumente empregado em filas. Os critérios competitivos baseados em flexibilidade, velocidade de entrega e confiabilidade de entrega podem ser prejudicados.

Operação mais longa / tempo total mais longo: dependendo das circunstâncias dos trabalhos que necessitam de um tempo maior para serem executados, acabam sendo priorizados. Esse critério pode melhorar a motivação do pessoal envolvido, pois os períodos de operação serão maiores. Entretanto, os critérios competitivos baseados em flexibilidade, velocidade de entrega e confiabilidade de entrega podem ser prejudicados.

Operação mais curta / tempo total mais longo: este critério é utilizado quando há problema de fluxo de caixa e a empresa precisa de dinheiro rapidamente. Seqüenciado as operações mais curtas em primeiro lugar, aumenta o giro de capital e pode-se trabalhar com um estoque menor e períodos mais freqüentes de ressuprimento. Esse critério pode melhorar a velocidade de entrega e a confiabilidade de entrega.

Entretanto, os clientes preferenciais podem sair prejudicados.

Critérios para avaliar as regras de sequenciamento:

Segundo Slack (1997), os critérios para avaliar as regras de sequenciamento são:

Tempo médio de fluxo: a quantidade média de tempo despendido com as tarefas de chão de fábrica.

Número médio de tarefas no sistema: refere-se ao número médio de tarefa executadas no chão de fábrica.

Atraso médio da tarefa: refere-se ao tempo que ultrapassou o prazo de entrega. Custo de preparação: os custos envolvidos para se fazer a preparação das

máquinas para se alocar trabalho.

Programação:

Segundo Rezende (2003), a programação pode ser definida como a definição de datas para iniciar e/ou terminar uma tarefa. Determina “quando” e “onde” cada operação necessária para a fabricação de um item deve ser executada. A programação de ordens procura estabelecer datas para a execução das operações, escolhidas com base na necessidade do item e da possibilidade de atingir a data desejada. A programação de máquina procura distribuir o tempo disponível da máquina, de acordo com as prioridades estabelecidas pelas necessidades de programação de ordens, determinando a

seqüência das tarefas a serem executadas por cada máquina. A solução do problema de programação e controle de produção depende de uma série de fatores complexos e interdependentes. São eles:

Fatores externos : relacionados com a demanda de mercado, os prazos de entrega e o estoque de intermediários

Fatores internos: relacionados com o estoque de produtos acabados, estoque de matérias-primas, recursos materiais e de maquinário disponíveis, lotes econômicos de produção, regime de trabalho, sequenciamento de operações, intervalos entre operações, tempo das operações e integração entre elas.

As principais dificuldades relacionadas a programação são, segundo Slack (1997):

• A necessidade de lidar com diversos tipos de recursos simultaneamente.

• As maiorias das programações possíveis não são executáveis na prática, podendo-se eliminá-los.

• A programação deve ser refeita, constantemente, de tal forma que ela se ajuste às flutuações do mercado e às mudanças no mix de produtos. Esses fatores devem ser considerados na alocação de trabalho, pois influem na previsão do trabalho, na emissão de ordens de serviço, no carregamento etc. Para auxiliar o processo de programação, várias técnicas são utilizadas. Uma das técnicas mais empregadas até os dias atuais é o Gráfico de Gantt.

Gráfico de Gantt:

De acordo com Rezende (2003), o método de Gantt tornou-se amplamente divulgado pela sua simplicidade, a facilidade de sua execução e a sua ação dinâmica e corretiva que a interpretação gráfica possibilita . O gráfico de Gantt coordena vários programas de estações de trabalho, projetos e grupos. A sua principal característica, é a possibilidade de se comparar o trabalho realizado num determinado período de tempo com o trabalho planejado. Uma divisão de espaço representa tanto uma quantidade de tempo quanto uma quantidade de trabalho realizada.

Cabe ressaltar que a utilização de programas tais como MS Project ou Excell para a elaboração do gráfico de Gantt acabaram por substituir a utilização de

procedimentos manuais. Entretanto, entender a simbologia e praticar o conceito são importantes para que se possa utilizar tais programas com espírito crítico.

Apesar das possibilidades de aplicação do gráfico de Gantt em outras áreas, além da indústria, conforme Rezende (2003), é possível classificá-lo de quatro maneiras:

Gráfico para o controle das atividades de homens e máquinas: indicam suas respectivas utilizações comparando o previsto com o resultado.

Gráfico de alocação de ordens de serviço: permitem a redução de perdas causadas por paradas.

Gráfico para carga de máquinas: antecipam uma visão ampla da quantidade de trabalho em cada setor.

Gráfico de progresso: evidencia as falhas ocorridas durante o processo e fornece subsídios para a sua correção.

Softwares foram desenvolvidos para facilitar o gerenciamento dos sistemas

produtivos. Os diversos setores de uma empresa utilizam sistemas diferentes para inserir e armazenar informação. Assim, é necessário integrá-los.