Del 5 RESULTATER – ANALYSE
5.6 Oppsummering av sentrale funn
Na literatura que pesquisamos, o movimento pós-moderno firma-se notadamente na segunda metade do século XX, ancorado na ideia do fracasso da razão moderna em proporcionar à humanidade a libertação da opressão política e dogmática da época medieval, mediante o alcance da verdade, da justiça, do bem e do belo. O projeto iluminista de emancipação humana entrou em colapso e, com ela, a razão moderna.
É quase unânime entre os autores estudados que o termo pós-moderno percorreu um longo caminho desde o seu sentido estético, ligado à literatura e às artes, até ganhar sentido histórico e filosófico. E é precisamente sobre este último sentido que desenvolvemos nosso estudo.
Anderson (1999) vê na obra filosófica A condição pós-moderna, de Lyotard (1989), o marco inaugural desse novo sentido. A obra, de caráter bastante inicial e escrita sob encomenda oficial para o Conselho Universitário de Quebec, constituía-se de um relatório sobre o estado do conhecimento contemporâneo e se atinha essencialmente ao destino epistemológico das ciências naturais. Não é por demais anotar que mais tarde Lyotard confessaria que seu conhecimento sobre as referidas ciências era mais do que limitado.
Na obra, Lyotard (1989) considera que o pós-moderno “é a incredulidade em relação às metanarrativas” e anuncia o eclipse de todas as narrativas grandiosas, em especial a ciência, que se atrelou ao capital e ao Estado, e a verdade, agora, passara a ser sinônimo de desempenho e eficiência. Se, no entanto, a ideia da emancipação universal se tornara uma relíquia nostálgica, as narrativas como tais não desaparecem, passam a ser miniaturas competitivas. A pequena narrativa é a quintessência da invenção imaginativa. “Cada um de nós vive nas encruzilhadas de muitas delas” (LYOTARD, 1989, p. 12).
Se o que define a condição pós-moderna são o descrédito e a falência das metanarrativas, uma vez que a ciência agora se basta na pragmática da eficiência e no desempenho, no plano social “[...] é a tendência para o contrato temporário em todas as áreas da existência humana: a ocupacional, a emocional, a sexual, a política – laços mais econômicos, flexíveis e criativos que os da modernidade” (ANDERSON, 1999, p. 33).
Anderson (1999) afirma que Lyotard, dirigindo-se em especial ao socialismo clássico, amplia mais tarde sua lista com as metanarrativas consideradas extintas: a redenção cristã, o progresso iluminista, o espírito hegeliano, a unidade romântica, o racismo nazista e o equilíbrio keynesiano. Lyotard vê a chegada da pós-modernidade vinculada ao surgimento de uma sociedade pós-industrial, assim como pensada por Daniel Bell e Alain Touraine, em que o conhecimento é a principal força econômica de produção; a sociedade é mais bem concebida, não mais como um todo orgânico, mas como uma rede de comunicações linguísticas na qual “‘todo vínculo social’ compunha-se de uma multiplicidade de jogos diferentes, cujas regras não se podem medir, e inter-relações agonísticas [...] a ciência virou apenas um jogo de linguagens”. A ciência pós-moderna se definiria pela busca da microfísica, dos fractais, das descobertas do caos, e entende sua evolução “como descontínua, catastrófica, incorrigível e paradoxal” (ANDERSON, 1999, p. 32-33).
Ao tratar de seu objeto de trabalho, Lyotard (1989, p. 15) apresenta o que entende por ciência, quando afirma: “[...] partir-se-á de uma característica que determina imediatamente o nosso objecto. O saber científico é uma espécie de discurso”. Ao se referir à sociedade que se avizinha, assinala:
Assim, a sociedade que se avizinha releva menos de uma antropologia newtoniana (como o estruturalismo ou teoria dos sistemas) e mais de uma pragmática das partículas de linguagens. Há muito jogos de linguagem diferentes: é a heterogeneidade dos elementos. Eles permitem a instituição apenas por sectores: é o determinismo local. (LYOTARD, 1989, p. 12)
O autor interroga-se a respeito de onde pode residir a legitimidade, acabando as metanarrativas. E ele mesmo responde: “O critério de operatividade é tecnológico, não sendo pertinente para ajuizar do verdadeiro e do justo” (LYOTARD, 1989, p. 13).
Ainda segundo Anderson (1999), Lyotard (1989), escrevendo seu texto no fim da era Carter, em que o Ocidente vivia uma grave recessão, não contava com a profunda virada de conjuntura dos anos 1980. A euforia com o boom do período Reagan e o triunfo da ofensiva ideológica da direita, culminando com o colapso do bloco soviético, ao contrário, colocarão no cenário, talvez, a maior de todas as grandes narrativas: o mercado, o neoliberalismo.
Outro marco importante que data as origens da ideia de pós-moderno, destacado por Anderson, é o discurso de Jürgen Habermas, A modernidade – um projeto inacabado, proferido por ocasião do Prêmio Adorno da municipalidade de Frankfurt em 1980, exatamente um ano depois da publicação de A condição pós-moderna, de Lyotard (1989). Mas, apesar da proximidade das datas, o discurso de Habermas não seria, como muitos pensam, uma reação ao ideário lyotardiano, pois talvez tenha escrito seu texto sem o conhecimento da obra de Lyotard. O pensador reagia, na verdade, à exposição Bienal de Veneza de 1980.
Anderson (1999) observa que, em substância, o trabalho de Habermas apresenta o pós- moderno de modo um tanto limitado, mas reconhece que teve o efeito de colocá-lo em destaque daí para frente como um referencial padrão. Foi ele quem pela primeira vez deu um tratamento abrasivo ao entendimento do pós-moderno depois da decolagem da ideia de pós- modernidade no final dos anos 1970.
Na obra, Habermas reconhece que o espírito da modernidade estética com seu sentido de tempo teria declinado; assim, as vanguardas envelheceram. Para ele, o sentido de pós-modernidade estava vinculado de modo inconteste a essa mudança. O filósofo dizia que o projeto da modernidade traduzia-se em duas vertentes: uma era a diferenciação pela primeira vez entre ciência, moralidade e arte, até então fundidas na religião. Agora, autônomas, seriam governadas por suas próprias normas, como a verdade, a justiça e a beleza, e a outra, a soltura desses domínios no fluxo subjetivo da vida cotidiana, enriquecendo-a na interação; porém, esse programa perdera o rumo na medida em que cada uma dessas esferas desenvolveu-se de modo fechado e isolado da vida, do mundo e de seus significados.
O projeto da modernidade tinha ainda que ser realizado e se colocava a necessidade de reapropriação pela linguagem da experiência comum das culturas especializadas que cada esfera teria produzido; contudo, haveria a necessidade de barreiras que protegessem a espontaneidade do mundo da vida das incursões das forças de mercado e da administração burocrática. Habermas admitiria com desalento que tais chances não seriam muito boas.
Anderson (1999, p. 53), manifestando-se sobre as análises, limitações e posições de Lyotard e Habermas, diz que “o efeito claro disso foi uma dispersão do discurso: por um lado, tratamento filosófico superficial sem conteúdo estético; por outro, percepção estética sem um horizonte teórico coerente”. O pós-moderno entrara em questão sem uma integração intelectual, e, no campo conceitual, a ideia, da maneira como foi assumida naquela conjuntura, era, de uma forma ou de outra, apanágio da direita. Uma sentença às ilusões alternativas. Aos poucos, a ideia de que a democracia liberal seria o horizonte insuperável da época, restando nada mais que o capitalismo, deu o tom da pós- modernidade.
A situação era, em princípio, essa quando Fredric Jameson proferiu sua primeira conferência sobre pós-modernismo no outono de 1982.
3.2.2 Fredric Jameson: pós-modernismo e lógica cultural do capitalismo tardio
Considerado um dos teóricos pioneiros do pós-modernismo, Fredric Jameson é crítico literário e teórico marxista. Sua teoria sobre o pós-moderno é tida por muitos como o mais consistente, completo e original estudo já apresentado pelo pensamento de esquerda. Anderson (1999, p. 69) entende que “a obra de Jameson teve outro escopo – uma majestosa expansão do pós-moderno por praticamente todo o espectro das artes e grande parte do discurso sobre elas”. Para esse pensador, o resultado foi um painel da época incomparavelmente mais rico e abrangente do que qualquer outro registro dessa cultura.
Na Introdução ao texto Pós-modernismo e a lógica cultural do capitalismo tardio, Jameson (2004, p. 13), ao problematizar o conceito de pós-moderno, afirma que é mais seguro entendê-lo como “[...] uma tentativa de pensar historicamente o presente em uma época que já esqueceu como pensar dessa maneira”. Já explicitando seu posicionamento, o crítico sinaliza e destaca que o pós-modernismo não é um estilo estético, e muito menos uma análise da cultura descolada de sua base material.
Na esteira de Mandel, nos estudos sobre o capitalismo tardio, e reportando-se a Lênin, com sua antecipação sobre o novo estágio do capitalismo, o estágio do monopólio, ou o momento do imperialismo clássico, Jameson (2004) indica o caminho trilhado por sua reflexão, destacando que seus estudos vão na contramão da ideia da lógica cultural de uma nova ordem social supostamente pós-industrial; ao contrário, vivenciamos, isto sim, uma mudança sistêmica do próprio capitalismo. O pensador observa que a tese do terceiro estágio do capitalismo, teorizada por Mandel, foi a chave para seus estudos sobre o pós-modernismo; a esse respeito, Jameson (2004, p. 396-397) é esclarecedor:
Foi isso que tornou possíveis meus pensamentos sobre o “pós-modernismo”, e eles devem portanto ser entendidos como uma tentativa de teorizar a lógica específica da produção cultural deste terceiro estágio, e não como mais uma crítica cultural desencarnada, ou o diagnóstico do espírito da época.
Ainda explicitando seu entendimento sobre o movimento, o autor reitera que “o pós- modernismo não é a dominante cultural de uma ordem social totalmente nova” (JAMESON, 2004, p. 16). Segundo ele, com o nome sociedade pós-industrial, este boato alimentou por muito tempo a mídia, mas, na verdade, o pós-modernismo “é apenas reflexo e aspecto concomitante de mais uma modificação sistêmica do próprio capitalismo” (JAMESON, 2004, p. 16).
Aqui, com Jameson (2004), a discussão do pós-modernismo desloca-se da simples ruptura estética ou epistemológica e se lança a chave heurística: ele seria entendido agora não mais na estratosfera das novas formas caóticas, descontínuas, efêmeras e imagens, mas no vir a ser dos homens, no seu processo histórico na perspectiva do materialismo histórico- dialético. A “pós-modernidade torna-se sinal cultural de um novo estágio na história do modo de produção reinante” (ANDERSON, 1999, p. 66).
Anderson (1999) chama a atenção para o espantoso fato de que a ancoragem do pós- modernismo em alterações objetivas do próprio capitalismo fosse uma perspectiva estranha até então, tanto a Lyotard quanto a Habermas, ambos de formação marxista, e que não poderia ser completamente extinta de uma hora para outra.
Inspirado pelas análises de Mandel sobre as fases do capitalismo, Jameson, com o intento de fundamentar seu argumento, de acordo com Della Fonte (2006), recorre às três fases do capitalismo com suas respectivas mudanças tecnológicas: capitalismo clássico ou de mercado, com os motores a vapor; capitalismo monopolista ou imperialista, com os motores elétricos; capitalismo multinacional, com os motores eletrônicos e nucleares. Ainda com Della
Fonte (2006), Jameson elabora uma periodização cultural correspondente: ao capitalismo clássico corresponde o realismo; ao capitalismo imperialista, o modernismo; e ao multinacional, o pós-modernismo.
Anderson (1999) identifica o texto básico que abre A Guinada Cultural, conferência proferida por Jameson no Museu Whitney de Artes Contemporâneas em outubro de 1982 e, mais tarde, se tornaria o núcleo de seu ensaio Postmodernism – the Cultural Logic of Late
Capitalism, publicado em 1984, como aquele que redesenhou todo o mapa pós-moderno. Um
gesto fundador e prodigioso a partir de cinco lances decisivos, os quais passamos a descrever, conforme vistos por Sanfelice (2003):
• O primeiro: o mais fundamental, a ancoragem do pós-modernismo em alterações objetivas da ordem econômica do próprio capital. A pós-modernidade entendida como sinal cultural de um novo estágio no modo de produção reinante. Esse estágio se materializa na explosão tecnológica da eletrônica moderna e seu papel como principal fonte de lucro e inovação; no predomínio empresarial das corporações multinacionais, deslocando as operações para países distantes com salários baixos; no imenso crescimento da especulação internacional, e na ascensão dos conglomerados de comunicação com um poder sem precedentes sobre toda a mídia e ultrapassando fronteiras.
• O segundo: Quais foram as consequências dessa mudança no mundo objetivo para a experiência do sujeito? Entre os traços da nova subjetividade está a perda de qualquer senso ativo de história, seja como esperança, seja como memória. É um perpétuo presente que na era do satélite e da fibra ótica impõe o espacial dominando o imaginário. A terra está unificada eletronicamente e se institui a simultaneidade de eventos mundo afora como o espetáculo diário, instalando-se uma geografia substituta nas consciências, enquanto as redes circundantes de capital multinacional, que efetivamente dirigem o sistema, ultrapassam a capacidade de qualquer percepção. Mas o sujeito é uma superficialidade, inseguro, debilitantemente acidentado, marcado por depressões e mudanças de humor, impedido de historicidade. As polaridades típicas do sujeito vão da exaltação da corrida às mercadorias, do eufórico entusiasmo do espectador ou consumidor, para a depressão no vazio niilista mais profundo do nosso ser, como pioneiros de uma ordem que resiste a qualquer outro controle ou significado.
• O terceiro: o pós-moderno expandiu-se praticamente a todas as artes e em grande parte do discurso sobre elas – é uma revolução de formas, de conteúdos e de quebra de limites.
• O quarto: Quais eram as bases sociais e o padrão geopolítico do pós-modernismo? O capitalismo avançado continuava sendo uma sociedade de classes, mas nenhuma classe dentro do sistema era exatamente a mesma de antes. Em escala mundial – na era pós-moderna –, nenhuma estrutura estável de classe comparável com a do capitalismo anterior se cristalizou ainda.
• O quinto: o lance final: qual é a atitude adequada ante a pós-modernidade? Lamentar- se porque seria uma corrupção do modernismo? Celebrá-la como uma emancipação? Ou evitar uma postura moralista? A cumplicidade da pós-modernidade com a lógica do mercado e do espetáculo é inequívoca. A sua simples condenação, no entanto, é inútil. A questão não é ética, mas de juízos complexos e ambivalentes de uma perspectiva mais propriamente política e dialética. Uma crítica autêntica da pós- modernidade não pode ser uma recusa ideológica desta; ao contrário, a tarefa dialética seria abrir caminho por meio dela, de forma tão completa que nosso entendimento da época emergisse transformado. Uma compreensão totalizante do novo capitalismo ilimitado, teoria adequada à escala global de suas conexões e disjunções, continua sendo irrenunciável projeto marxista.
No início da década de 1980, marcando de vez o debate sobre o pós-modernismo, Jameson, no conjunto de seus textos, apresenta várias características – as quais subscrevemos e transcrevemos a partir das palavras de Della Fonte (2006, p. 31-32) – do pós-modernismo que carregam um caráter inédito e bastante desafiador para a época:
• reação ao modernismo canônico e consequente diluição da fronteira entre a alta cultura e a chamada cultura de massa ou popular (JAMESON, 1995);
• enfraquecimento do sentimento histórico, acarretando a fragmentação do tempo em uma série de presentes perpétuos (JAMESON, 1995, 1984);
• predomínio do pastiche, do simulacro e ênfase na desrealização do mundo (JAMESON, 1984, 1995);
• destruição da distância crítica (JAMESON, 1984, 2004);
• esquizofrenia como a quebra da cadeia de significantes e consequente ênfase na fragmentação e descontinuidade, fato que impede a unificação do passado e da existência humana. Longe de causar ansiedade e alienação, esses
conteúdos mórbidos geram euforia, histeria sublime (JAMESON, 1984, 2002);
• ausência de ideal utópico (JAMESON, 1984, 1999);
• morte do sujeito – relação com a morte do grande escritor na literatura do alto modernismo (JAMESON, 1999);
• síntese de diversos sentidos de fim, proclamados no final do século XX – fim da ideologia, fim das classes sociais... (JAMESON, 1984);
• expressão de um populismo estético na arquitetura (JAMESON, 1984);
• mutação do espaço, hiperespaço pós-moderno, que impede a capacidade de o ser humano localizar-se ou organizar sua percepção no ambiente em que está inserido. Jameson chega a considerar que “[...] essa realidade pós-moderna que nos cerca é de algum modo mais espacial do que qualquer outra coisa”. (JAMESON, 2002, p. 364);
• aparecimento do discurso de novos movimentos sociais e da ideologia da diferença. (JAMESON, 2002).
A respeito do modo como Jameson apresenta as características apontadas, Della Fonte (2006, p. 32) observa que “as características ora citadas separadamente são desenvolvidas por Jameson nas suas relações recíprocas a partir de teses fundamentais desse autor”; na sequência nos diz: “Esse jogo de análise constitui a originalidade de sua contribuição para o debate sobre o pós-moderno” (DELLA FONTE, 2006, p. 32).
Por fim, destacamos a preocupação de Jameson (2004, p. 72) no modo de se conceber o pós-modernismo. A esse respeito, afirma:
É preciso insistir na diferença radical entre uma visão do pós-modernismo como um estilo (opcional) entre muitos outros disponíveis e uma visão que procura apreendê-lo como a dominante cultural da lógica do capitalismo tardio. Essas duas abordagens, na verdade, acabam gerando duas maneiras muito diferentes de conceituar o fenômeno como um todo: por um lado, julgamento moral (não importa se positivo ou negativo) e, por outro, tentativa genuinamente dialética de se pensar nosso tempo presente na história. (JAMESON, 2004, p. 72)
Apesar da avaliação frequentemente negativa da pós-modernidade, Jameson (2004) considera não ser possível, do ponto de vista intelectual ou político, simplesmente fazer apologia ou condenar o pós-modernismo. Em função de sua fidelidade à metodologia dialética, busca apreender o tempo pós-moderno em seus aspectos positivos e negativos, a exemplo do que fez o próprio Marx em relação aos elementos progressistas do capitalismo burguês.
Observamos, na esteira de Anderson (1999), que é a partir dos estudos de Jameson, de sua compreensão sobre a pós-modernidade, que são estabelecidos os termos do debate e estudos subsequentes.
Na sequência, nos remeteremos aos estudos de Harvey (1993), em A condição pós-
moderna, apresentando muito mais os momentos-síntese nos quais o pensador se posiciona
sobre o pós-moderno, do que oferecendo uma análise do conjunto de suas teses, apesar de não podermos destacar sua compreensão sobre a pós-modernidade sem minimamente nos referirmos a ela.