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3 Granskingskommisjonens og dens arbeid

3.5 Oppnevning av ulike sakkyndige for kommisjonen

Ao nível da comunicação do destino turístico, todos os intervenientes concordam que esse esforço deve ser feito tanto dentro como fora do país, e de uma forma concertada.

O Município tem potenciado a visita de jornalistas e agentes turísticos estrangeiros à cidade, a participação em plataformas de divulgação do destino turístico, no sentido de poder afirmar a cidade de Braga internacionalmente: “A presença na plataforma

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Eurocities tem como objetivo a presença nas várias plataformas internacionais que nos permitam não só trocar boas práticas com outros Municípios, sobretudo com outra dimensão, mas também nos permitir dar outra visibilidade e estarmos presentes nestes palcos internacionais”. São exemplos destas iniciativas a receção de jornalistas e operadores turísticos com uma cadência quinzenal, a participação no Eixo Atlântico Noroeste Peninsular e no Caminho Cultural Atlântico, a aproximação ao terminal de cruzeiros do porto de leixões, a promoção das festas de S. João em Lisboa, pois há muitos portugueses que não conhecem esta tão grande festa popular da cidade, a participação em feiras de turismo, entre outras. “O Município investe muito na promoção do turismo, mas depois tem que haver este trabalho em rede, esta parceria com os privados, que têm que prestar um bom serviço, agradar e cativar as pessoas.” Acrescenta ainda que os privados devem “saber tirar partido do investimento que o Município faz, e aproveitar também a própria comunicação do Município, e divulgar nas suas redes sociais.”

O diretor geral da ACB considera, tal como o Gabinete de Apoio à Presidência, que a constância de eventos realizados na cidade funciona como um chamariz para o turismo, e concorda que é necessário combater a sazonalidade e a baixa permanência. Para tal diz que “se devia desenvolver um plano estratégico para o turismo, conciliado entre todos os agentes económicos, e que seja feita uma grande promoção da cidade nos países de origem dos turistas, pois é junto dos agentes turísticos desses países que o trabalho devia ser feito, pois é aí que as viagens são planeadas e vendidas”. Da mesma forma, ambos consideram que a promoção da cidade enquanto destino turístico devia ser feito em conjunto, embora liderado pelo Município. “Os privados devem saber aproveitar todo o trabalho que está a ser desenvolvido, mas ao mesmo tempo devem ser parte integrante, sabendo muito bem receber, agradar e recomendar os locais de visita.”

Pelas palavras do Gabinete de Apoio à Presidência, “Neste momento, e em parceria com os privados, o que queremos é esbater a sazonalidade e aumentar a permanência dos turistas na cidade (atualmente é de 1,5 noites, mas a nível nacional é de 2,3 noites), sempre nesta lógica de pernoitarem em Braga, mas aproveitarem os vários dias de visita para conhecerem a região. Comer bem e dormir bem como em Braga não há, e este também tem que ser um trabalho que os parceiros privados têm que fazer, não só na

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hotelaria, mas também nos transportes, no comércio, ou seja, todas as pessoas que podem tirar riqueza do turismo têm que saber agarrar esta oportunidade “.

Os residentes e os agentes turísticos locais têm também aqui um papel muito importante. Segundo o Município “apostamos também na divulgação do que Braga tem para oferecer junto da população, pois são os primeiros embaixadores, dinamizadores e promotores do concelho, mas também junto dos agentes ligados ao turismo em que temos proporcionado visitas aos museus e outros atrativos da cidade, para que saibam aconselhar os turistas sobre o que a cidade tem para oferecer, promovendo esses espaços. Ao mesmo tempo, os diferentes agentes turísticos conhecem-se, o que tem também potenciado parcerias entre eles”.

Já o Diretor Geral da ACB acrescenta que “o segredo é vender Braga nos países de origem dos turistas, pois os planos de viagem já estão feitos desde a origem. O nosso desafio e prioridade número um será começar pelos mercados de maior proximidade…, mas promover diretamente ao consumidor final… as escapadinhas de fim-de-semana são o nosso produto. Relativamente aos cidadãos, também são um veículo de comunicação e promoção da cidade, embora haja algumas lacunas identificadas, principalmente ao nível das línguas, para saberem dar indicações e informações, e nesse sentido temos preparado um trabalho para os ajudar a comunicar com os turistas (um guião, com as frases básicas de informação em inglês). Depois é preciso dar alguma cultura turística às pessoas, conhecimento mínimo, pois conhecem relativamente mal o que temos, não conhecem os museus, nunca visitaram, para saberem recomendar o que ver e visitar. Os taxistas, por exemplo, são um público-alvo crucial nesta questão, assim como todos os agentes económicos.”.

Dentro das ações que a ACB desenvolve, considera que todas contribuem para a divulgação dos vários setores económicos mais atrativos, nomeadamente, a gastronomia e vinhos, a moda, a beleza, os restaurantes e bares, etc. “Ao longo do ano a ACB vai fazendo várias ações mais ou menos regulares, mas sempre em parceria, que visam fazer promoção de vários setores de negócio, agregando as empresas desse setor. São exemplo as ações “sugestões do Chef” para promoção dos restaurantes, “Sugestões de Beleza”

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para promoção dos cabeleireiros, estética, etc., desfiles de moda para promoção das lojas e do setor da moda, “Verde Cool” para promoção do vinho verde e do setor dos bares, em que o parceiro é a comissão dos vinhos verdes, também no setor da pastelaria.” Um dos produtos com imenso valor distintivo, mas com pouca promoção é o vinho verde. Para este responsável “a gastronomia é muito boa em todo o Portugal, pelo que considero que não é um fator estratégico, enquanto no vinho podemos obter alguma exclusividade.”

O turismo Porto e Norte baseia “a promoção da cidade naquilo que é o seu património, a cultura, o património religioso e cultural, o centro histórico, o comércio tradicional…e apoiamos o Município em grandes eventos como o S. João, a Semana Santa, a Braga Romana, a Noite Branca e pontualmente outros eventos”. Porém o âmbito de apoio desta instituição é ao nível regional e não se limita apenas à cidade de Braga.

Considera que há alguns aspetos a melhorar ao nível da comunicação, pois atualmente baseia-se em plataformas digitais e na cidade, tanto o site como as redes sociais do Município estão ainda pouco implementadas e divulgadas.