4 – TEORETISKE DISKUSJONAR
4.1 INDIVIDUALISERING ELLER KLASSE?
EMPRESAS
O programa de redução de perdas deveria ser elaborado com metas, etapas e ações definidas e acompanhadas de um sistema permanente de monitoramento, controle e combate ao desperdício. A redução de perdas e um fator econômico importante porque se pode manter o volume de água tratada, reduzindo as perdas e, consequentemente, aumentando a capacidade de água ofertada à população com efeito direto na preservação de mananciais abastecedores de água bruta, explorada para a dessedentação humana. Na análise das companhias pesquisadas os índices de perda continuam altos, conforme Planilha demonstrativa extraída do SNIS 2008, com os valores médios de perdas referentes ao intervalo de 1998 a 2008, utilizando média simples em função do número de amostras por capital.
Um índice representativo de eficiência de sistemas de saneamento utilizado tem sido o volume de perdas de águas. Segundo O SNIS, este intervalo varia de 26% (Brasília) a 69,8% (Amapá). Esses dados podem ser observados na tabela 17, que destaca a perda por Estado.
Tabela 17: Perda de água por companhia estadual.
Item ESTADO COMPANHIA Perda Informada (%) 1998- 2008
1 Acre SAERB- DEAS 66,78
2 Alagoas CASAL 50,00 3 Amapá CAESA 69,80 4 Amazonas COSAMA 59,01 5 Bahia EMBASA 40,08 6 Brasília CAESB 26,03 7 Ceará CAGECE 39,50
8 Espírito Santo CESAN 42,40
9 Goiás SANEAGO 34,87
10 Maranhão CAEMA 57,87
11 Mato Grosso SANEMAT 56,97
Item ESTADO COMPANHIA Perda Informada (%) 1998- 2008
12 Mato Grosso Sul SANESUL 44,00
13 Minas Gerais COPASA 34,46
14 Pará COSAMPA 48,58
15 Paraíba CAGEPA 43,58
16 Paraná SANEPAR 36,68
17 Pernambuco COMPESA 63,36
18 Piauí AGESPISA 58,96
19 Rio de Janeiro CEDAE 48,18
20 Rio Grande do Norte CAERN 55,76
21 Rio Grande do Sul CORSAN 45,14
22 Rondônia CAERD 68,45
23 Roraima CAER 53,63
24 Santa Catarina CASAN 46,93
25 São Paulo SABESP 38,77
26 Sergipe DESO 56,67
27 Tocantins SANEATINS 38,11
Fonte: O autor.
As perdas dos sistemas de água e esgoto possuem dois pontos importantes que devem ser observados: O primeiro ponto está ligado ao desempenho ambiental, que procura reduzir as perdas e desperdícios dos sistemas para reduzir a necessidade de explotação de água bruta dos mananciais, garantindo a possibilidade de usos múltiplos da água. O segundo ponto econômico está voltado à redução de perdas da indústria de água, que, na grande maioria dos casos, está direcionado à manutenção das peças hidráulicas como substituição da vedação dos registros, impermeabilização de lajes da ETA ou, simplesmente, aferir o tempo de lavagem dos filtros da ETA, que não devem ultrapassar 15 minutos, observando a velocidade ascencional do leito expandido, o que não apresenta relação direta com custo, mas apenas melhoria do sistema de operação e manutenção da estação de tratamento de água, portanto justificado sob a ótica econômica.
Gráfico 7: Perda de água por companhia estadual
Fonte: O autor.
A política de subdivisão dos sistemas com a setorização da cidade e a implantação de um sistema de balanço de massa pode ser feito com medidores de vazão (micromedidores) instalados em pontos escolhidos, aliada a uma política de instalação, manutenção e ampliação de uma política de micromedição confiável, tornando o diagnóstico do sistema total, que permita a montagem de um sistema de tomada de decisão no combate às perdas.
As perdas dos sistemas brasileiros ainda precisam ser trabalhadas de maneira a buscar valores menores de desperdícios, fato que permitirá aumentar a oferta de água tratada à população e reduzir o impacto de explotação nos mananciais de água bruta.
Pela análise da gráfico 7, as perdas reais dos sistemas de abastecimento de água deveriam estar em níveis inferiores a 20% ou menos. Essa perda deve-se ao envelhecimento das redes de água, que perdem a estanqueidade dos anéis de vedação, às ligações clandestinas de água, aos vazamentos das peças especiais como registro e válvulas e também por má operação na própria Estação de tratamento de água, que utiliza água de lavagem de filtros e lavagem de decantadores que precisam ser limpos, em tempos determinados e com vazões mínimas, e estão ligadas à operação e à manutenção dos sistemas.
Os dados extraídos do sistema SNIS para 2008, na tabela 18, indicam as seguintes relações para sistemas de abastecimento de água para as companhias estaduais. Mais da metade da população brasileira é servida pelas companhias estaduais de Saneamento, demonstrando a forte relação do estudo para a realidade brasileira. Observa-se que a quantidade de energia elétrica está abaixo do esperado, em função da falta de informação das empresas CERD, CAESA, CORSAN, COSAMA, DEAS E SANEMAT NO SNIS- 2008.
Tabela 18: Dados gerais de sistemas de abastecimento de água. Sistemas de água no Brasil
EXTENSÃO DA REDE ÁGUA (km) 336.746 VOLUME ÁGUA PRODUZIDA (M3) 8.488.638 VOLUME ÁGUA CONSUMIDA (M3) 5.972.125
CONSUMO ENERGIA (kW) 458.294
DESPESA COM PROD QUÍMICOS (R$) 438.567.634,04 DESPESA COM ENERGIA ELÉTRICA (R$) 1.886.216.514,58
QUANTIDADE DE EMPREGADOS 74.827
POPULAÇÃO URBANA BENEFICIADA (HAB) 115.666.019 Fonte: O autor.
7 CONCLUSÕES
O estudo foi dirigido para a mensuração da eficiência das empresas de saneamento estaduais brasileiras, entendidas como aquelas que são responsáveis pela organização e gerenciamento dos serviços de água e esgoto nos municípios brasileiros, utilizando-se a base de dados do SNIS do Ministério das Cidades do período de 1995 a 2008. Dentro de escopo de análise, ficou evidenciado que não havia diferenças significativas entre o modelo de custos das empresas estudadas.
Os modelos estatísticos foram utilizados baseados no modelo de dados em painel, modelando a heterogeneidade e utilizando um termo de perturbação usual, que mostrou a existência de efeitos aleatórios e efeitos fixos, que apresentaram resultados firmes da análise dos dados estudados.
O preço do insumo trabalho é estatisticamente significante e equivale ao valor aproximado de 0,134 considerando-se os desvios padrão superior e inferior. Observa-se que os coeficientes estimados dos fatores de produção dos preços dos insumos do capital (C1 ), it
do consumo de energia (E3 ) e do produto (it Y ) são estatisticamente significantes ao nível de it
1% para a amostra estudada.
A correlação entre os valores observados e preditos no modelo de fronteira de produção variaram de 0,949 (2003), 0,944 (2004), 0,958 (2005), 0,962 (2006), 0,950 (2007) e 0,963(2008) que representa uma média para o período de 6 anos de 0,954.
Pelos dados obtidos, pode-se afirmar que está havendo um pequeno aumento da eficiência técnica ao longo do tempo avaliado.
De acordo com dados do Ministério da Saúde (Mortalidade Infantil no Brasil), no ano de 2010 a taxa de mortalidade infantil no Brasil era de 16,8 óbitos por mil nascidos vivos, e no ano de 2000 essa taxa era de 26,6 óbitos por mil nascidos vivos, o que indica uma redução de 39% no período de dez anos.
A desnutrição em menores de 5 anos foi reduzida significativamente, sendo que o deficit de peso passou de 5,6% em 1996 para 1,8% em 2006 e o deficit de altura passou de 13,4% para 6,7% no mesmo período. O total de casos de Doenças Diarréicas Agudas (DDA) no País, foram registrados 1.825 óbitos de menores de 1 ano em 2010, este número em 2012, foi de aproximadamente 200.000 casos, sendo que a maior incidência ocorre em pessoas com mais de 10 anos, segundo o documento “Análise da situação das doenças transmissíveis no Brasil no período de 2000 a 2010”.
Com a publicação da Lei 11.445/2007 (Lei do Saneamento) e sua regulamentação pelo Decreto Presidencial No. 7.217/2010 inicia-se a institucionalização do marco legal para o setor saneamento básico Brasileiro, atendendo às expectativas do setor nas últimas décadas.
As ações de Saneamento Brasileiro estão distribuídas por diversos órgãos como os Ministérios das Cidades, da Saúde (neste caso por intermédio da Fundação Nacional de Saúde – FUNASA), Integração Nacional, do Meio Ambiente e da Agência Nacional das Águas (ANA).
Não existe uma agência nacional reguladora de abrangência nacional, possivelmente em função de esta competência pertencer aos titulares dos serviços, que são os municípios que operam diretamente, delegam a companhias estaduais e a empresas privadas.
O financiamento governamental desses empreendimentos em saneamento é realizado com recursos administrados pelo Governo Federal. Esses recursos podem ser tanto do Orçamento Geral da União (recursos não onerosos) quanto do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS e Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT (recursos onerosos).
Também os Estados e Municípios aportam recursos de seus Orçamentos e os prestadores de serviços por meio de recursos tarifários. Além desses, há participação de organismos internacionais (BIRD, BID, JICA etc.) e da iniciativa privada.
O desafio posto pelo PMSS à universalização dos serviços de saneamento, em que se vislumbram ações para o fortalecimento institucional dos órgãos governamentais e dos prestadores de serviços, visa melhorar a gestão e a qualidade dos serviços.
Em função dos desafios atuais do setor de saneamento e da regulamentação do setor, algumas ações de fortalecimento estão sendo desenvolvidas:
a) Elaboração dos Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB) instituído por lei e devem ser elaborados por todos os municípios até o final de 2013. Essa ação representa importante avanço de conhecimento, planejamento e universalização dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem urbana;
b) O PLANSAB se constitui no instrumento de planejamento da política federal de saneamento básico e está voltado para a promoção e articulação dos entes da federação para a implementação das diretrizes da Lei 11.445/07, que permitirão alcançar ou planejar metas de horizonte das próximas duas décadas do setor saneamento. Essa lei tem como objetivo principal a busca da universalização do acesso aos serviços de saneamento básico;
c) O SINISA, sistema de informação do governo federal foi desenvolvido com a estratégica de monitoramento e planejamento do setor de saneamento brasileiro. Esse monitoramento precisa ser aperfeiçoado; todavia, já representa um avanço concreto para a melhoria do desempenho dos prestadores de serviços e que podem ser utilizados nas ações voltadas à regulação e à fiscalização dos serviços de saneamento;
d) A criação de Consórcios Públicos está ordenada pela Lei 11.107/2005, que permite a adoção de uma nova estratégia de gestão pública no saneamento. O modelo permitirá o ganho de escala de ações que são desenvolvidas pelas unidades municipais e que necessitam de ganho de escala. Nesse objetivo estão os tratamentos de resíduos sólidos urbanos, laboratórios de qualidade da água de média e alta complexidade e possíveis unidades que agregarão centrais de aquisição de insumos.
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