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I HOVEDSAK EN VIDEREFØRT ORGANISASJONSSTRUKTUR

BIDRAR ORGANISERINGEN AV INNOVASJON NORGE TIL AT MÅLENE NÅS?

9 EN MYNDIGHETSBESTEMT ORGANISERING

9.1 I HOVEDSAK EN VIDEREFØRT ORGANISASJONSSTRUKTUR

A estratégia da União Europeia na promoção da segurança saúde do trabalho reconhece a educação e a cultura de prevenção como factores determinantes para o desenvolvimento e melhoria da qualidade do emprego. De acordo com um relatório publicado pela Agência Europeia para a Segurança e a Saúde do Trabalho, cujo tema é «Integração Sistemática da Segurança e da Saúde do Trabalho na Educação», constam vários exemplos de boas práticas, que são apresentadas em três perspectivas: Perspectiva holística; perspectiva curricular e perspectiva do local de trabalho (Facts52, 2004).

Perspectiva holística - perspectiva que apresenta um aspecto mais global da segurança e saúde, que inclui o bem-estar físico, mental e social.

52 Variáveis do Questionário Secção C.4.3 53

Perspectiva curricular – a segurança e a saúde não se cingem apenas a um específica, mas são integradas noutras

Perspectiva do local do trabalho seja na transição da escola par local de trabalho.

O projecto apresentado com base nestes exe para a integração da segurança

figura abaixo (Facts52, 2004)

Fig. 17 Processo de integração sistemática da SST na Educação

Fase 1 – Recolha de informação número de aulas sobre segurança escolas e noutros estabelecimentos de Fase 2 – Planeamento antecipado dos Fase 3 – Definição dos objectivos gerais e projecto.

Fase 4 – Fase de execução,

o Reconhecimento de saúde e segurança como parte integrante da aprendizagem longo da vida;

o Um entendimento amplo da saúde e da segurança que inclua o be mental e social54;

o Um relacionamento directo das acções peda

o O envolvimento de formadores experientes no desenvolvimento do programa e dos conteúdos.

Fase 5 – Avaliação como parte integrante do projecto processo de integração.

Fase 6 – Acompanhamento

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Variáveis do Questionário Secção B

a segurança e a saúde não se cingem apenas a um são integradas noutras disciplinas.

Perspectiva do local do trabalho – esta perspectiva assenta na última fase do processo, ou na transição da escola para a vida profissional, centrada na integração dos alunos no

O projecto apresentado com base nestes exemplos de boas práticas, consiste em seis fases da segurança e saúde do trabalho na educação, como se pode constatar na (Facts52, 2004).

Processo de integração sistemática da SST na Educação, Fonte (Facts52, 2004)

nformação, tal como, estatísticas de acidentes com crianças e jovens, número de aulas sobre segurança leccionadas nas escolas ou condições de trabalho nas escolas e noutros estabelecimentos de ensino.

Planeamento antecipado dos parceiros que vão intervir no projecto. os objectivos gerais e dos objectivos operacionais do estud

nesta fase o êxito depende dos seguintes factores:

Reconhecimento de saúde e segurança como parte integrante da aprendizagem

Um entendimento amplo da saúde e da segurança que inclua o be

Um relacionamento directo das acções pedagógicas com o local de trabalho;

O envolvimento de formadores experientes no desenvolvimento do programa e dos

parte integrante do projecto, devendo acompanhar e aperfeiçoar o

Acompanhamento do projecto, através de um plano activo.

Variáveis do Questionário Secção B

a segurança e a saúde não se cingem apenas a uma disciplina

esta perspectiva assenta na última fase do processo, ou na integração dos alunos no

, consiste em seis fases como se pode constatar na

(Facts52, 2004)

estatísticas de acidentes com crianças e jovens, leccionadas nas escolas ou condições de trabalho nas

parceiros que vão intervir no projecto.

os objectivos operacionais do estudo piloto do

o êxito depende dos seguintes factores:

Reconhecimento de saúde e segurança como parte integrante da aprendizagem ao

Um entendimento amplo da saúde e da segurança que inclua o bem-estar físico,

gógicas com o local de trabalho;

O envolvimento de formadores experientes no desenvolvimento do programa e dos

Nas escolas podem ser encontrados muitos factores de risco, no entanto as medidas de prevenção têm de ser forçosamente diferenciadas. De acordo com Maia (Maia, 2006), os riscos dependem da dimensão da escola, da sua construção, da sua localização e da sua organização, estando os principais riscos associados a:

• Instalações e Salas de Aula;

• Equipamentos e Problemas Ergonómicos; • Salas de informática e aos ecrãs de visualização; • Escadas;

• Cantinas; • Cozinhas;

• Laboratórios de Química e Física; • Elevadores e Ascensores;

• Pavilhões gimnodesportivos; • Campos de Jogos;

• Circulação de Viaturas; • Intrusão e Vandalismo;

• Estradas e vias de circulação envolventes.

Constituem ainda factores de risco nos estabelecimentos de ensino, segundo Guedes (Guedes, 2005):

• A violência dirigida ao pessoal por parte dos alunos e pais;

• A fraca qualidade do equipamento e do mobiliário nas salas de aula, que podem provocar lesões músculo-esqueléticas;

• Superfícies quentes nas cozinhas das escolas e recipiente de gás; • Agentes biológicos ou produtos químicos nos laboratórios; • Os níveis de ruído no interior e exterior dos edifícios;

• O meio físico, nomeadamente o pavimento, bem como um sistema eléctrico sem manutenção.

• Existência de viaturas e máquinas de trabalho.

• A organização do trabalho no estabelecimento de ensino.

Há outros riscos a considerar como por exemplo o assédio moral e o stress.

O stress relacionado com o trabalho sente-se quando as exigências do ambiente de trabalho excedem a capacidade do trabalhador, é um sintoma de um problema organizacional e não uma fraqueza individual (Facts46, 2003). Outros autores, por sua vez, postulam que existem três conjuntos de factores que provocam o stress nas pessoas; ambientais, organizacionais e individuais.

O stress relacionado com o trabalho é um dos perigos mais significativos no sector da educação. O nível de stress reportado no ensino, está bem acima da média de outras indústrias, serviços e sociedade em geral. Mas não só os Professores sofrem de stress, mas

também outros trabalhadores como funcionários de limpeza e administrativos (Facts31, 2008).

Segundo Wagner e Hollenbeck, em (Chiavenato, 2004 p. 381), as consequências do stress na eficácia organizacional, são:

o Custos de assistência médica o Absentismo e rotatividade

o Baixo compromisso organizacional o Violência no local de trabalho o Baixo desempenho

“As boas condições de segurança e saúde do trabalho, contribuem para a redução do absentismo e para o sucesso escolar, assim como para o bem-estar de todos inclusive dos alunos. As directivas do Ministério da Educação sobre esta matéria e o Programa Nacional de Educação para a Segurança e Saúde do trabalho (PNESST) coordenado pelo Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde do trabalho (ISHST) são sinais positivos nesse sentido” (Guedes, 2005).

Prevenção do stress no ensino.

O primeiro passo para o sucesso na gestão do risco deste sector, é como em todos os outros sectores, uma boa avaliação do risco. Segundo passo seria a listagem de medidas preventivas por ordem prioritária e a sua implementação envolvendo os trabalhadores e seus representantes. As acções devem ser suportadas com formação adequada55 e podem passar por sensibilizações através de Posters ou News Letters, a designação de um representante56 de Higiene Segurança e Saúde do trabalho e a promoção de uma boa comunicação.

Ensinar crianças com sérios problemas emocionais e sociais, é difícil. As crianças podem ser agressivas e violentas o que coloca aos seus professores grandes exigências e grande controlo emocional. Isto pode ter como consequência o stress, ansiedade, cansaço, depressão. As necessidades especiais de educação são uma área prioritária para actuar nos riscos psicossociais. É um exemplo de como é necessária uma boa gestão quando o risco de violência não possa ser removido completamente.

Num estudo de caso efectuado na Dinamarca foram levadas a cabo as seguintes acções:

• Os professores foram sujeitos a formação contínua sistemática como lidar com o risco;

• Todo o staff e directores desenvolveram um plano anual; • Todo o staff recebeu formação em comunicação;

55 Variáveis do Questionário Secção D1.3 56

• Todos os novos colaboradores receberam formação;

• A comunicação foi melhorada colocando em acção a monitorização e seguimento das acções assim como dar a conhecer o seu resultado;

• Foi usado um método de «Role – playing» para aprender como desenvolver respostas para ajudar a prevenir problemas com crianças;

• Um ambiente aberto e respeitável foi criado onde colegas pudessem expressar a sua opinião;

• Dar seguimento a confrontações físicas

A seguir a confrontos físicos há uma discussão entre prevenção de stress e o esgotamento entre professores colegas e direcção.

Como resultado destas acções:

• Houve uma redução no número de confrontações entre alunos e profissionais do ensino;

• Diminuiu o absentismo dos funcionários;

• Os professores estão menos frustrados e mais satisfeitos; • Os alunos mais contentes e menos agressivos (Agency, 2002)

Outros estudos sobre tipificação de acidentes de trabalho no sector da educação, entre 2001 e 2003, elaborados pelo Grupo de Segurança, Fiabilidade e Manutenção da Unidade de Engenharia e Tecnologia Naval do Instituto Superior Técnico, apontam para uma maioria de acidentados serem do sexo feminino entre os 25 e 34 anos, cujo acidente foi uma queda provocado, por piso escorregadio, ocasionando feridas ou lesões superficiais nos membros superiores ou inferiores. Dados retirados do relatório «Causas e circunstâncias dos acidentes de trabalho em Portugal»