A gestão da cadeia de organizações, como um todo, pode proporcionar uma série de benefícios como: o aumento da produtividade, que pode contribuir significativamente para a redução de custos, e a identificação de formas de agregar valor aos produtos e aos clientes. No primeiro plano estariam a redução de estoques, compras mais vantajosas, a racionalização de transportes e de armazenagem com a eliminação de desperdícios e custos desnecessários. O valor ao cliente, por outro lado, seria criado mediante um nível de serviço adequado com prazos confiáveis, atendimento no caso de emergências, facilidade de colocação de pedidos e serviço pós-venda, entre outros.
Muitos autores e estudiosos ainda confundem logística com gestão de cadeia de organizações. Mas a diferença entre os dois conceitos pode ser atestada nas referências detalhadas a seguir. De maneira geral, diferentes fatores determinam a importância da gestão das cadeias de suprimentos para as organizações. Para Mentzer et al (2001: 20- 9), são considerados relevantes para a gestão das cadeias de suprimentos: (i) as forças competitivas que modelam as práticas de gestão de organizações com operações globais; (ii) as demandas específicas de clientes cada vez mais exigentes em relação a fatores competitivos relativos à consistência, à velocidade, à flexibilidade e à qualidade dos processos logísticos; (iii) a pressão crescente exercida pelos clientes – intermediários e finais - para a customização da oferta de produtos e serviços; (iv) o desenvolvimento persistente e acelerado da tecnologia da informação e das telecomunicações, bem como de suas aplicações funcionais, para a construção de sistemas integrados de gestão nas organizações.
A gestão da cadeia de organizações engloba desde os produtos primários (que se encontram na terra, mar ou ar) até a venda do produto final para o consumidor final. Deve ser encarada como uma rede. A gestão da cadeia de organizações é o gerenciamento da rede como um todo, de ponta a ponta, dos seus fluxos e dos relacionamentos entre os elos que a compõem.
O conceito de Supply Chain Management surgiu como uma evolução natural do conceito de Logística Integrada. Enquanto a Logística Integrada representa uma integração interna de atividades, o Supply Chain Management representa sua integração externa, pois estende a coordenação dos fluxos de materiais, de moedas e de informações aos fornecedores dos fornecedores e ao cliente final.
Para Harrison e van Hoek (2003: 31), os termos cadeia de suprimento e rede de
suprimento descrevem a maneira pela qual compradores e fornecedores são vinculados
para servir ao cliente final. O termo rede descreve uma estrutura mais complexa na qual organizações podem ter vínculos cruzados; já o termo cadeia descreve um conjunto de vínculos mais simples, seqüencial.
Chopra e Meindl (2003: 3-5) definem uma cadeia de suprimento como sendo um fluxo dinâmico e constante de informações, produtos e dinheiro entre diferentes estágios. Cada estágio da cadeia de suprimento executa diferentes processos e interage com outros estágios da cadeia. O objetivo de toda a cadeia de organizações é maximizar o valor global gerado. O valor gerado por uma cadeia de organizações é a diferença entre o valor do produto final para o cliente e o esforço realizado pelos participantes da cadeia de organizações para atender seu pedido. Assim, para Chopra e Meindl (2003, 3-5), a
maioria das cadeias de suprimentos comerciais tem seu valor fortemente ligado à ´lucratividade da cadeia de suprimento´, que é a diferença entre a receita gerada pelo cliente e o custo total no decorrer da cadeia de organizações.
Novaes (2001: 41) destaca que, em um Fórum realizado na Ohio State University, definiu-se gestão de cadeia de suprimento como sendo a integração dos processos industriais e comerciais, partindo do consumidor final e indo até os fornecedores iniciais, gerando produtos, serviços e informações que agreguem valor para o cliente. O mesmo autor ressalta que existe um novo conceito de gestão de cadeia de suprimento. Ele focaliza o consumidor com destaque excepcional, pois todo o processo deve partir dele, buscando equacionar a cadeia de suprimento para atendê-lo na forma por ele desejada. Outro ponto destacado é a integração exigida entre todos os elementos da cadeia de suprimento.
Lamming et alli (2000: 675-91) definem a rede de suprimento como sendo composta por várias organizações vinculadas com o propósito de fornecer bens ou serviços que os clientes finais demandam. Para Cooper et alli (1997: 2), a cadeia de organizações é responsável pela integração de processos-chave desde os consumidores finais até os fornecedores e que disponibilizam produtos, serviços e informações que agregam valor aos consumidores e a outros interessados.
A rede de suprimentos também é vista como um sistema. Todos os processos dentro da rede precisam ser compreendidos em termos de como eles interagem entre si. Nas organizações, as entradas e saídas são afetadas pelo comportamento de outros participantes da rede. Para Bertaglia (2003: 4), gestão da cadeia de abastecimento
corresponde ao conjunto de processos requeridos para obter materiais, agregar-lhes valor de acordo com a concepção dos clientes e consumidores, e disponibilizar os produtos para o lugar (onde) e para a data (quando) que os clientes e consumidores os desejarem.
Brito in Kupfer e Hasenclever (2002: 345-9) define uma cadeia de organizações ou uma rede de empresas como sendo um conjunto organizado de unidades de produção parcialmente separáveis que operam com rendimentos crescentes que podem ser atribuídos tanto a economias de escala como a função global de custos ‘subaditivos’ que refletem a presença de externalidades significativas de natureza técnica, pecuniária e tecnológica, assim como efeitos relacionados a importantes externalidades de demanda. Para este autor, esta definição salienta a importância dos conceitos de interdependência e de compatibilidade no que se refere às esferas da produção e da demanda nos mercados em que se inserem as estruturas em rede.
Já para Simchi-Levi et al (2003: 63–65), uma cadeia de organizações ou rede logística é formada por fornecedores e fabricantes, os quais transformam matérias-primas em produtos acabados, e por centros de distribuição e depósitos, a partir dos quais os produtos acabados fluem entre as instalações e são distribuídos para o cliente.
A configuração da rede pode envolver aspectos relacionados com a localização da planta e do depósito, que em grande quantidade, pode melhorar o nível de serviço, gerar um acréscimo nos custos de estocagem, custos de transporte de entrada, despesas em geral, uma redução nos custos de transporte de saída, e ainda envolver aspectos
relacionados ao varejista cujas decisões estratégicas têm efeitos de longo prazo sobre a organização (Simchi-Levi et al, 2003: 39–42).
Cooper et alli (1997: 8-14) consideram a gestão da cadeia de organizações como uma filosofia integradora, necessária ao gerenciamento extensivo do fluxo total de produtos e informações no canal de distribuição de um grupo de organizações, desde o primeiro fornecedor localizado no início da rede de negócios até o último cliente desta cadeia de valor. Nesta perspectiva de integração, a gestão da cadeia de organizações responde pela coordenação das atividades e processos dentro e entre as organizações, e representa algo mais amplo que o conceito clássico da “logística industrial”. A amplitude do conceito considera a natureza dos relacionamentos inter-organizacionais, cuja configuração sugere a interdependência entre as partes.
O conselho norte-americano especializado em logística, Council of Logistics
Management - CLM, definiu, em 1986, a gestão da cadeia de organizações como sendo o
processo de planejamento, implementação e controle do fluxo e armazenamento de produtos, serviços e informações relacionadas, desde o ponto de origem até ponto de consumo, de modo a atender as necessidades dos consumidores de forma eficiente e eficaz.
Igualmente Simchi-Levi et al (2000: 28) definem a gestão da cadeia de organizações como sendo:
“ O processo de planejar, implementar e controlar o fluxo e armazenamento eficientes e eficazes de matérias-primas, estoque em processo, produtos acabados e informações, relacionadas desde o ponto de origem ao ponto de consumo, com o propósito de se adaptar às necessidades do cliente.”
A gestão da cadeia de organizações se torna cada vez mais importante, visto que algumas organizações já apresentaram redução de seus custos a níveis muito baixos através da implementação de técnicas científicas de gestão. Porém, há a possibilidade de diminuição de custos com a adoção de alianças estratégias. Para tanto, deve ser levado em conta o impacto nos ganhos quanto à redução de custos e nos índices adotados para levantamento de desempenho. Devem ser analisadas qual a divisão dos benefícios e qual o tipo de estratégia a ser adotada.
O conceito de supply chain management ganhou proeminência na literatura especializada somente nos últimos anos, tendo sido desenvolvido e operacionalizado por grandes corporações mundiais apenas a partir do final da década de 1980. Desde então, pouco tempo foi necessário para que a gestão da cadeia de organizações se tornasse um tema de fundamental importância para todas as organizações, ainda que somente um pequeno e seleto grupo delas estejam, hoje, colhendo as vantagens de participar ativamente de cadeias de suprimento completamente integradas (Mentzer et
al, 2001; Moberg et al., 2003).
Mentzer et al (2001: 24-5) afirmam que as cadeias de organizações existem independentemente de serem ou não gerenciadas, bastando que ajam fluxos entre as organizações nela envolvidas. Esta questão, que aparentemente se apresenta bastante óbvia, na verdade, é extremamente importante, pois existem diferenças sensíveis entre os conceitos de supply chain e supply chain management. No segundo caso, os aspectos de coordenação e de orientação estratégica das organizações são reconhecidos na literatura como supply chain orientation (SCO). Assim, a rigor, só se pode mencionar o
conceito de SCM se, e somente, se todas as organizações da cadeia possuírem uma orientação para a integração na cadeia de valor.
Christopher (1997: 13) afirma que a gestão da cadeia de organizações representa uma rede de organizações, através de ligações nos dois sentidos dos diferentes processos e atividades que produzem valor na forma de produtos e serviços que são colocados nas mãos do consumidor final. Christopher (1999: 104-5) considera um conceito importante o da idéia de integração de processos. Processos são os mecanismos fundamentais pelos quais o valor é criado. Os processos são ‘horizontais’ porque atravessam as tradicionais funções ‘verticais’. Afirma também que os processos abrangem normalmente: desenvolvimentos de novos produtos, atendimento de pedidos, administração de fornecedores e clientes.
Níveis significativos de complexidade estão presentes quase sempre também na operacionalização da gestão de cadeias de organizações, sendo pequeno o número de cadeias de suprimentos que, em escala global, podem ser entendidas como completamente integradas. Por conta dessas dificuldades conceituais e operacionais, também complexo parece ser o esforço, por parte das organizações, para a implementação de medidas de avaliação de desempenho das práticas de gestão de cadeias de organizações com as quais estão envolvidas (Mentzer et al, 2001; Moberg et
al., 2003).
Simchi-Levi et alli (2000: 29) apresentam a gestão da cadeia de organizações como sendo um conjunto de abordagens utilizadas para integrar eficientemente fornecedores, fabricantes, depósitos e armazéns, de forma que a mercadoria seja produzida e
distribuída na quantidade certa, para a localização certa e no tempo certo, de forma a minimizar os custos globais do sistema ao mesmo tempo em que atinge o nível de serviço desejado. Assim, as organizações, ao desenvolverem estratégias em que se propõem a atuar com eficácia junto a uma Cadeia de Organizações, precisam considerar as interações existentes em cada nível da mesma, ou seja, o fluxo de bens e a relação entre as matérias-primas, fabricantes, depósitos, transporte e o envio dos produtos aos varejistas e clientes.
Essa visão determina que os custos de todas as instalações que tiverem influência na busca do atendimento às necessidades do cliente serão levados em conta na gestão da cadeia de organizações. Em alguns casos esses levantamentos terão de ser expandidos para os fornecedores dos fornecedores e aos clientes dos clientes. Outra constatação é a diminuição dos custos ao longo de todo o sistema. Essa diminuição não irá ocorrer somente da redução dos custos de transporte e estoque, mas sim, de um estudo dos custos de cada elo da cadeia de organizações. Além desses objetivos, a gestão da cadeia de organizações, por buscar uma integração das operações logísticas, afeta a organização nos níveis operacional, estratégico e tático.
Com o acirramento da concorrência e a busca por um serviço especial que traga distintividade à organização, tornou-se necessário aumentar os níveis de integração entre os diversos participantes da cadeia de organizações, para se conhecer melhor o público-alvo, com o objetivo de se implementar a melhoria dos serviços e produtos a esses clientes. Hoje, a complexidade nas relações de mercado leva as organizações a buscar os métodos mais eficientes de integração e especialização de toda a cadeia
logística. Vavra (1993: 22) apresenta sua visão do desenvolvimento dos mercados atualmente:
“O mercado também vem crescendo com maior complexidade. Os canais de distribuição se multiplicaram, assim como os intermediários de canal. O resultado líquido tem sido a movimentação dos fornecedores em direção aos seus usuários finais ( tendência denominada intermediação pelo economista Paul Hawken). À medida que cresce a distância do fornecedor para atender o cliente final, o controle das empresas sobre as condições de venda e da oferta do serviço de pós-venda tem diminuído. Em um levantamento realizado em 1986 entre os 214 maiores fabricantes, a Conference Board constatou que metade deles estava usando canais de distribuição em vez de utilizarem suas próprias equipes de venda para atingir seus clientes.”
Os conceitos de logística integrada, desenvolvidos a partir da década de 70, vieram formular o conceito de que cada membro da cadeia de distribuição deve estar integrado num projeto com fluxos em seqüenciação única e vetorialmente direcionada aos segmentos de mercado onde o tempo, a qualidade e o resultado final devem ter um efeito desejado ou planejado e este, pode envolver responsabilidade de todos os participantes da cadeia logística. Mallen (1964: 29-30) define canal como sendo:
“todos os fluxos desde o produtor até o usuário. Canais de mercado e canais de distribuição são sinônimos de canais de marketing. Os canais de recursos (fonte) são também sinônimos de canais de marketing, mas envolvem mais o ponto de vista da compra do que da venda.
...A definição se refere a fluxos de posse física, propriedade, promoção, negociação, financiamento, risco, encomenda e pagamento; e é aceita por muitas autoridades. Segundo este conceito, agências como estradas de ferro, armazéns, agentes comerciais, agências de publicidade e agências de pesquisa de marketing seriam incluídas como elementos de canal.”
Segundo a visão dos estudiosos americanos da logística integrada (Ballou, 1995: 18-38; Magee, 1977: 49-64; Cooper, 1990: 7-9), a integração do gerenciamento de logística foi identificada como o principal desafio dos anos 90 pelas organizações desejosas de
explorar as capacidades logísticas para ganhar e manter a lealdade do cliente. O conceito, baseado na análise de custo total e controle de qualidade total, envolve todas as atividades logísticas e tem como perspectiva os resultados como um sistema que se esforça para minimizar os custos totais de distribuição, enquanto alcança um nível desejado de serviço ao consumidor. Anderson e Narus (1984: 63) apresentam interação nas relações entre membros do canal, tendo como conseqüências o prêmio obtido e os custos incorporados por cada participante pelo seu comportamento.
Melhorias significativas em rentabilidade podem ser realizadas através da redução de custos e melhoramentos no serviço. Os custos podem ser reduzidos integrando atividades como: serviço ao consumidor, transporte, depósitos, gerenciamento de estoque, processamento dos pedidos, sistemas de informação, planejamento de produção e compras. A integração ajuda a minimizar o aumento (ou acúmulo) de estoques nas interfaces de negócios críticos, enquanto melhora a utilização das vantagens do transporte e armazenagem e elimina a duplicação de esforços. A economia resultante do aumento de eficiência e produtividade pode ser utilizada para aumentar a qualidade dos serviços de logística.
O enfoque sistêmico pode ser aplicado à logística integrada, pois esta requer prioritariamente, uma visão ampla, sistêmica e integradora como sua função maior. Magee (1977: 31) nos dá uma idéia da importância da sua amplitude:
“O aperfeiçoamento das técnicas de controle e análise de estoques, a partir da década de 1950, levou muitas empresas a centralizar sua política e a estabelecer norma para a previsão, relatórios e controle. A introdução de equipamentos de processamento e comunicações, aperfeiçoados e operando a custos mais baixos, estimulou também a centralização da execução de decisões de controle do sistema. As técnicas atuais de análise e de manipulação de informações e
materiais permitem ao executivo a construção de um sistema logístico eficaz, e administrá-lo de maneira responsiva. Assim, antes de examinar em detalhes os elementos de um moderno sistema logístico, e as técnicas para analisar problemas logísticos, devemos estudar a relação entre o sistema logístico e as funções administrativas individuais e as tentativas para harmonizar os objetivos, como base para o projeto do sistema.”
O conhecimento da estrutura de canais permite uma compreensão maior dos processos onde estes canais de distribuição podem influenciar e ser influenciados de acordo com as condições ambientais. Stern & Reve (1980: 53-4) afirmam que o reconhecimento de qual das estruturas de canal são exclusivas, pode influenciar a compreensão do mapa (da rede) dos canais de marketing. Consideram o delineamento da estrutura politico-econômica como fator preponderante para a identificação e dimensionamento das variáveis que influenciam a estrutura e conduta do canal. Apresentam as complexas interações socio-econômicas como que se opondo ao sistema causa-efeito, tal como aquelas que se envolvem entre as forças e conflitos entre o design e os custos de canal. Oferecem uma análise das relações entre a política e a economia internas com a política e a economia externas à organização.
Para as organizações com tecnologia mais recente, o conceito de integração veio para ser mais do que a integração de várias funções logísticas. Este conceito tem se expandido e encampado planejamento, marketing, distribuição e controle dos recursos financeiros e humanos comprometidos com as operações de apoio de fabricação e compra, bem como a distribuição física. Para essas organizações, o papel da logística pode ser visto estrategicamente como o cenário de atividades que cruzam o limite entre fabricação e marketing, que provê níveis desejados de apoio ao consumidor ao mais baixo custo total possível. Organizações que usam a logística estrategicamente
procuram explorar suas capacidades únicas para chegar a uma vantagem competitiva ao integrar processos operacionais básicos para gerar um produto ou serviço diferenciado. Essas organizações focam seus recursos em produtos ou serviços que são considerados mais importantes para seus clientes. Dominguez e Zinn (1994: 63) afirmam que existe uma tendência no gerenciamento da logística voltado para relações de longo prazo e afirmam que:
"A estabilidade maior garantida pelas relações de longo prazo, encoraja os fornecedores a investir nas melhores áreas da qualidade do produto e serviços ao consumidor”
Essa interpretação do conceito de distribuição integrada, entretanto, não é compartilhada universalmente. Muitos empresários vêem a integração do grupo como sendo apenas relativa aos sistemas de informação, enquanto outros vêem o conceito como próprio apenas à estrutura organizacional da empresa. No momento atual, a implementação do conceito de distribuição integrada é assumida para refletir uma filosofia global da organização que incorpora tanto os sistemas de informação quanto a estrutura organizacional. Os sistemas de informação e a tecnologia de informática podem ser fundamentais à implementação bem sucedida do conceito de logística integrada. Os sistemas de informação logística podem também ajudar a alcançar diferenciação nos serviços básicos. Para que sejam úteis aos empresários, entretanto, esses sistemas devem prover informações precisas, confiáveis, de uso fácil e processável. O conceito de cadeia integrada cria uma estrutura organizacional que aumenta a utilidade da informação ao romper barreiras internas e externas de comunicação.