3 Metodens design
3.5 Analytisk tilnærming
3.5.2 Gjennomføring av analyse
O modelo de pesquisa foi construído com base na revisão de literatura, adaptando-se modelos clássicos de avaliação de sistemas de informação para o contexto das intranets. Do lado da gestão do conhecimento, buscou-se inspiração em um modelo teórico sólido (CHOO, 1998) e em um modelo usado por praticantes de GC (EHMS e LAGEN, 2002). A relação entre os construtos do modelo está descrita na FIGURA 6:
FIGURA 6 - Modelo de pesquisa
As hipóteses estão descritas de uma maneira direcional, pois existe uma expectativa a respeito das relações. Conforme recomendação de Creswell (2003, p. 111), deve-se usar um padrão para redigir as hipóteses, posicionando inicialmente as variáveis independentes e concluindo a afirmativa com as variáveis dependentes.
H1: Existe uma relação linear positiva entre as Características Técnicas da Intranet e a Qualidade da Intranet. H18 H17 H16 H14 H15 H13 H12 H11 H10 H9 H8 H7 H6 H5 H4 H3 H1 H2 z3 1 z4 1 z5 1 z2 1 z1 1 C. Técnicas C. Org. Qualidade C. Sentido Uso Cria. Conh. T. decisão Matur. GC G.Comp.
H2: Existe uma relação linear positiva entre as Características Organizacionais de Suporte à Intranet e a Qualidade da Intranet.
As hipóteses H1 e H2 estão baseadas em premissas do modelo TAM (DAVIS, 1989) em que a utilidade percebida é influenciada por variáveis relacionadas à tecnologia e ao ambiente organizacional.
H3: Existe uma relação linear positiva entre a Qualidade da Intranet e o Uso da Intranet. A hipótese H3 é baseada no uso de um sistema de informação influenciado por variáveis como facilidade de uso, utilidade percebida e os fatores TTF, conforme definidos por Davis (1989) e Goodhue et al. (1995). No modelo proposto nessa pesquisa, essas variáveis foram agrupadas no construto qualidade do portal. No modelo IS Success proposto por Delone e McLean (1992), existe também uma ligação entre a qualidade do sistema e o uso.
H4: Existe uma relação linear positiva entre a Qualidade da Intranet e a Construção de Sentido.
H5: Existe uma relação linear positiva entre a Qualidade da Intranet e a Criação do Conhecimento.
H6: Existe uma relação linear positiva entre a Qualidade da Intranet e a Tomada de Decisão. H7: Existe uma relação linear positiva entre o Uso da Intranet e a Construção de Sentido. H8: Existe uma relação linear positiva entre o Uso da Intranet e a Criação do Conhecimento. H9: Existe uma relação linear positiva entre o Uso da Intranet e a Tomada de Decisão.
As hipóteses H4, H5, H6, H7, H8 e H9 estão baseadas em estudos que investigam o uso de sistemas de informação como ferramentas de apoio aos processos da gestão do conhecimento. Entre essas pesquisas, podem ser mencionados os trabalhos de Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001), Marwick (2001), Rollett (2003) e Chua (2004).
H10: Existe uma relação linear positiva entre a Construção de Sentido e a Criação do Conhecimento.
H11: Existe uma relação linear positiva entre a Criação do Conhecimento e a Tomada de Decisão.
H12: Existe uma relação linear positiva entre a Tomada de Decisão e a Construção de Sentido.
As hipóteses H10, H11 e H12 estão baseadas no modelo da Organização do Conhecimento proposto por Choo (1998). Nesse modelo as três dimensões estão interligadas.
H13: Existe uma relação linear positiva entre a Maturidade em Gestão do Conhecimento e a Construção de Sentido.
H14: Existe uma relação linear positiva entre a Maturidade em Gestão do Conhecimento e a Criação do Conhecimento.
H15: Existe uma relação linear positiva entre a Maturidade em Gestão do Conhecimento e a Tomada de Decisão.
H16: Existe uma relação linear positiva entre a Gestão de Competências e a Construção de Sentido.
H17: Existe uma relação linear positiva entre a Gestão de Competências e a Criação do Conhecimento.
H18: Existe uma relação linear positiva entre a Gestão de Competências e a Tomada de Decisão.
As hipóteses H13, H14, H15, H16, H17 e H18 estão baseadas no modelo Siemens KMMM proposto por Ehms e Langen (2002). Nesse modelo, a gestão de competências e a maturidade em gestão do conhecimento são propostas como dimensões de suporte às práticas de gestão do conhecimento. O construto maturidade em GC foi construído a partir da composição das dimensões de mensuração, liderança de GC e estratégia de GC propostas no modelo Siemens KMMM. A apresentação das variáveis que compõem os construtos é feita nos QUADROS 19 a 23.
QUADRO 19
Referências de suporte às variáveis do construto características técnicas
Variáveis Referências Breve descrição da variável
integr1 Alavi e Leidner (2001), Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Integração com sistemas corporativos (base de dados operacionais, ERP, CRM). integr2 Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001),
Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Integração com sistemas gerenciais de consulta (data warehouse)
integr3 Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Acesso aos documentos corporativos
integr4 Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Acesso às fontes externas de informação (websites, agências de notícias).
categ1 Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Indexação do conteúdo da intranet (lista de termos, taxonomia ou ontologia) categ2 Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002),
Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Classificação de conteúdo (palavras-chave, categorias) por parte do usuário
busca1 Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Mecanismo de busca com recursos como operadores lógicos, filtros por categoria, busca baseada em metadados conteudo1 Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001),
Choo et al. (2000), Chua (2004), Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Marwick (2001), Portals Community (2003), Rollett (2003), Terra e Gordon (2002)
Controle do ciclo de vida dos documentos (publicação, aprovação, armazenamento, controle de versões e exclusão). workflow1 Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001),
Choo et al. (2000), Chua (2004), Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Workflow para monitoração dos processos organizacionais e execução de transações de negócio.
group1 Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001), Choo et al. (2000), Chua (2004), Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Marwick (2001), Portals Community (2003), Rollett (2003), Terra e Gordon (2002)
Aplicativos de colaboração (groupware)
group2 Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001), Choo et al. (2000), Chua (2004), Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Marwick (2001), Portals Community (2003), Rollett (2003), Terra e Gordon (2002)
Criação de listas de discussão e/ou comunidades de prática.
apres1 Delphi Group (2000), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Intranet como ponto de entrada unificado para todos os sistemas de informação da organização. apres2 Delphi Group (2000), Hazra (2002), Marcus e Watters
(2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Customização do conteúdo de acordo com o perfil do usuário. notif1 Delphi Group (2000), Hazra (2002), Marcus e Watters
(2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
QUADRO 19 (cont.)
Referências de suporte às variáveis do construto características técnicas
Variáveis Referências Breve descrição da variável
segura1 Hazra (2002), Portals Community (2003), Terra e
Gordon (2002) Login unificado, evitando a necessidade de múltiplas senhas. segura2 Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals
Community (2003), Terra e Gordon (2002) Controle do nível de acesso (ex.: público, restrito, privado) ead1 Alavi e Leidner (2001), Collins (2003), Rollett (2003) Educação a distância (e-
learning) mapa1 Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001),
Choo et al. (2000), Chua (2004), Davenport e Prusak (1998), Portals Community (2003), Rocha (2003)
Mapa de conhecimento admin1 Hazra (2002), Guruge (2003), Terra e Gordon (2002) Ferramentas para gerência do
desempenho da intranet. admin2 Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002) Ferramentas para construção de
aplicativos para a intranet
Algumas referências apresentadas no QUADRO 19 mencionam o recurso (variável do modelo de pesquisa) como uma funcionalidade do portal, enquanto outras como uma tecnologia de apoio à gestão do conhecimento.
QUADRO 20
Referências de suporte às variáveis do construto características organizacionais
Variáveis Referências Rótulos
org1 Guruge (2003) A intranet é administrada por uma equipe multidisciplinar que reporta suas ações a um comitê gerencial. org2 Info-Tech (2003) A evolução da intranet é guiada por um projeto escrito que
prevê a implantação contínua de novas funcionalidades. org3 Info-Tech (2003) Os custos de manutenção e desenvolvimento da intranet obedecem a um orçamento específico, sendo que esse é
suficiente para assegurar uma evolução sustentável da intranet. org4
Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Guruge (2003), Terra e Gordon
(2002)
A organização analisa formalmente os dados do log do servidor Web para avaliar o uso da intranet (acessos diários, páginas e documentos mais acessados, usuários freqüentes, etc. ) org5 Santos et al. (2001), Info-Tech (2003),
Terra e Gordon (2002)
A organização conduz de maneira formal pesquisas e/ou realiza reuniões entre os usuários para avaliar a intranet.
QUADRO 21
Referências de suporte às variáveis do construto qualidade do portal
Variáveis Referências Modelo Rótulos
qualid1 Goodhue e
Thompson (1995) TTF Fator1 A intranet possui informações exatas, atualizadas e em nível apropriado de detalhamento para que os usuários realizem suas atividades diárias.
qualid2 Goodhue e Thompson (1995)
TTF Fator2
É fácil determinar qual informação está disponível na intranet bem como localizá-la.
qualid3 Goodhue e
Thompson (1995) TTF Fator2 O significado exato de uma informação disponível na intranet é fácil de localizar ou então é óbvio. qualid4 Goodhue e
Thompson (1995) TTF Fator4 A intranet permite a comparação e consolidação de informações de diferentes fontes, sem que isso gere inconsistências difíceis ou inesperadas.
qualid5 Davis (1989) TAM A intranet permite que os usuários realizem tarefas mais rapidamente, aumentando a produtividade.
qualid6 Davis (1989) TAM A intranet facilita o trabalho diário dos usuários. qualid7 Davis (1989) TAM A intranet permite que os usuários melhorem a qualidade
de seus trabalhos.
qualid8 Davis (1989) TAM De uma maneira geral, os usuários consideram a intranet útil para suas atividades.
qualid9 Davis (1989); Goodhue e Thompson (1995) TAM; TTF Fator7
Os usuários aprendem rapidamente como usar a intranet para realizar suas atividades.
qualid10 Davis (1989); Goodhue e Thompson (1995) TAM; TTF Fator7
De uma maneira geral, os usuários consideram a intranet fácil de usar.
QUADRO 22
Referências de suporte às variáveis do construto uso do portal
Variáveis Referências Rótulos
uso0 Davis (1989); Goodhue e Thompson (1995) Em um dia comum de trabalho, quanto tempo em média um usuário utiliza a intranet ? uso1 Alavi e Leidner (2001), Delphi Group (2000),
Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Acesso às fontes estruturadas (banco de dados, ERP, armazém de dados, sistemas legados) uso2 Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002),
Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Acesso às fontes não- estruturadas (documentos, manuais, informações sobre produtos)
uso3 Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001), Choo et al. (2000), Chua (2004), Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Marwick (2001), Portals Community (2003), Rollett (2003), Terra e Gordon (2002)
Colaboração (e-mail, chat, listas de discussão)
uso4 Alavi e Leidner (2001), Collins (2003), Rollett (2003) Educação a distância uso5 Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001),
Choo et al. (2000), Chua (2004), Davenport e Prusak (1998), Portals Community (2003), Rocha (2003)
Mapa do conhecimento uso6 Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002),
Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
Mecanismo de busca uso7 Alavi e Leidner (2001), Carvalho e Ferreira (2001),
Choo et al. (2000), Chua (2004), Delphi Group (2000), Firestone (2003), Hazra (2002), Marcus e Watters (2002), Portals Community (2003), Terra e Gordon (2002)
As principais referências para a identificação de variáveis para os construtos relacionados à gestão do conhecimento são os modelos da organização do conhecimento (CHOO, 1998) e o Siemens-KMMM (EHMS e LANGEN, 2002). Algumas variáveis são também inspiradas no modelo Vision-KMMM (WEERDMEESTER et al., 2003) e no modelo das 7 dimensões (TERRA, 2000).
QUADRO 23
Referências de suporte às variáveis dos construtos relacionados à gestão do conhecimento
Construto Variáveis Referências Rótulos
Construção de Sentido sentido1 Choo (1998); Ehms e Langen (2002); Terra (2000); Weerdmeester et al. (2003)
A organização dedica recursos para detectar e obter informações externas sobre competidores, clientes, universidades, governo, fornecedores e associações de classe. Construção de Sentido sentido2 Choo (1998); Ehms e Langen (2002); Weerdmeester et al. (2003)
A organização desenvolve parcerias e alianças com outras instituições, visando adquirir e compartilhar informações.
Construção de
Sentido sentido3 Choo (1998); Terra (2000) A organização cria oportunidades para debater mudanças no ambiente externo. Construção de
Sentido sentido4
Choo (1998); Ehms e Langen
(2002)
A organização possui procedimentos para comunicar sua missão, valores, significados comuns e crenças compartilhadas. Criação do Conhecimento cria1 Choo (1998); Ehms e Langen (2002); Terra (2000)
A cultura organizacional estimula a criatividade, experimentação, inovação, colaboração e compartilhamento de conhecimento entre os departamentos. Criação do Conhecimento cria2 Choo (1998); Terra (2000); Weerdmeester et al. (2003)
A organização cria condições facilitadoras para a colaboração entre membros de um projeto que trabalham em locais distintos.
Criação do Conhecimento cria3 Choo (1998); Davenport e Prusak (1998);Terra (2000)
A organização promove a criação de comunidades de práticas. Criação do Conhecimento cria4 Choo (1998); Weerdmeester et al. (2003)
A organização estimula os funcionários mais
experientes a transferirem seus conhecimentos para os novatos ou menos experientes.
Criação do
Conhecimento cria5 Choo (1998) A organização possui programas formais de tutorias e acompanhamento de aprendizes (trainees). Criação do Conhecimento cria6 Choo (1998); Ehms e Langen (2002); Weerdmeester et al. (2003)
A organização documenta seus projetos,
disponibilizando o acesso às essas informações de maneira fácil. Criação do Conhecimento cria7 Choo (1998); Ehms e Langen (2002)
A organização mantém informações atualizadas e organizadas sobre boas práticas de trabalho e lições aprendidas.
QUADRO 23 (cont.)
Referências de suporte às variáveis dos construtos relacionados à gestão do conhecimento
Construto Variáveis Referências Rótulos
Tomada de
Decisão decide1
Choo (1998); Weerdmeester et al. (2003)
Informações sobre boas práticas de trabalho, erros e/ou defeitos, documentação de projetos e lições aprendidas são levadas em consideração no momento da tomada de decisões. Tomada de Decisão decide2 Choo (1998); Weerdmeester et al. (2003)
A organização estabeleceu rotinas decisórias e regras para apoiar decisões sobre orçamento, alocação de recursos, priorização e análise de projetos. Tomada de
Decisão decide3 Choo (1998)
A organização coleta extensivamente informações para gerar múltiplas opções e soluções alternativas para seus problemas.
Tomada de
Decisão decide4 Choo (1998)
A organização estimula a participação no momento da tomada de decisões, permitindo que os indivíduos e grupos expressem abertamente suas opiniões.
Gestão de Competências gcomp1 Bitencourt (2004); Ehms e Langen (2002); Fleury e Fleury (2004); Weerdmeester et al. (2003)
A organização possui uma descrição formal das competências exigidas para cada cargo ou função.
Gestão de Competências gcomp2 Bitencourt (2004); Ehms e Langen (2002); Fleury e Fleury (2004); Weerdmeester et al. (2003)
A organização identifica defasagens (gaps) de competência e desenvolve estratégias de treinamento para preencher essas lacunas.
Gestão de
Competências gcomp3
Ehms e Langen
(2002) A organização estimula os funcionários a participarem de cursos relacionados à sua função através do reembolso dos custos com educação e/ou da liberação para cursos durante o horário de trabalho.
Gestão de
Competências gcomp4
Ehms e Langen (2002); Terra
(2000)
As atitudes de criação e compartilhamento do conhecimento são aspectos muito importantes na avaliação do desempenho dos funcionários. Maturidade
em Gestão do
Conhecimento matur1
Ehms e Langen (2002)
A organização possui um orçamento específico que é suficiente para assegurar o desenvolvimento contínuo de suas iniciativas de gestão do conhecimento (GC). Maturidade em Gestão do Conhecimento matur2 Ehms e Langen (2002); Terra (2000)
A organização possui uma estratégia escrita de GC alinhada com os objetivos empresariais.
Maturidade em Gestão do Conhecimento matur3 Ehms e Langen (2002); Terra (2000); Weerdmeester et al. (2003)
A organização possui um grupo multi-funcional que é responsável pelo projeto e implantação de iniciativas de gestão do conhecimento. Maturidade em Gestão do Conhecimento matur4 Ehms e Langen (2002)
A organização já experimentou projetos piloto bem sucedidos de gestão do conhecimento (GC),
evidenciando a contribuição da GC para os negócios. Maturidade em Gestão do Conhecimento matur5 Ehms e Langen (2002), Paulzen e Perc (2002); Terra (2000); Weerdmeester et al. (2003)
A organização mensura os resultados de suas iniciativas de gestão do conhecimento através de indicadores qualitativos e quantitativos.
O capítulo 7 contém a análise dos dados coletados em 168 organizações (98 brasileiras e 70 portuguesas), enquanto que o capítulo 8 é inteiramente dedicado à análise do modelo de pesquisa (validade nomológica). O capítulo 7 apresenta a análise do perfil da amostra, a análise descritiva dos dados (média, mediana, moda e desvio padrão), a comparação Brasil – Portugal e a análise da dimensionalidade dos construtos, considerando também os procedimentos estatísticos usuais como a análise de dados ausente, de outliers, de normalidade, de linearidade, de confiabilidade e de consistência interna e as validades convergente e discriminante.