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Forholdet mellom utøvende og lovgivende makt

2 Demokratiteori

2.1 Lijphart

2.1.4 Forholdet mellom utøvende og lovgivende makt

Esta pesquisa utilizou-se de informações socioeconômico e demográfico para conhecer o perfil dos dezenove indivíduos participantes, a fim de compreender o cenário em que estão inseridos os idosos deste trabalho, porém, estas informações não foram utilizadas para análise dos dados.

O Gráfico 2 identifica a distribuição dos idosos por faixa etária, sendo que dez pessoas, ou seja, 53% estão entre 60 a 69 anos. Na população estudada, 58% pertencem ao sexo feminino Gráfico 3, a feminização da velhice, tem sido palco de estudos entre os demógrafos, CAMARANO (2003) falava desta característica do envelhecimento dada a menor mortalidade feminina. Dados do último Censo do IBGE (2010) mostram que expectativa masculina era de 69, e 77,3 para mulheres — 7,59 anos de diferença. Um novo perfil da velhice está sendo re-desenhado, quanto ao gênero, o percentual de mulheres é maior em relação aos homens idosos, assim as mulheres predominam entre a população idosa, isto é evidente na publicação do IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio 2009, que demonstra 55,8% mulheres e que 44,2% homens (IBGE, 2010).

42%

58%

Masculino Feminino

Gráfico 3: Distribuição por sexo

“A viuvez é o estado conjugal predominante entre as mulheres idosas” (CAMARANO, 2003, p.39).

Esta confirmação ficou notória nesta pesquisa, dos 19 participantes desta pesquisa, conforme demonstrado no Gráfico 4, 32% eram viúvas, e 21% casadas e 5% divorciadas, enquanto nenhum homem era viúvo (Figura 5). Por outro lado, 37% dos homens estavam casados, e apenas 5 % eram divorciados. A proporção de viuvez cresce com a velhice, ao mesmo tempo em que decresce a de casadas, a idade tem um efeito maior sobre o estado conjugal das mulheres, já que estas vivem mais. Essas diferenças de estado civil por gênero se dá devido à maior longevidade das mulheres e, por outro lado, a normas e preconceitos sociais e culturais prevalecentes em nossa sociedade que levam os homens a se casarem com mulheres mais jovens do que eles. Além disso, a possibilidade do novo casamento para homens idosos viúvos é maior do em relação às mulheres idosas viúvas (CAMARANO, 2006).

37%

21%

0% 32%

5% 5%

Homem Casado Mulher Casada Homem Viúvo Mulher Viúva Homem Divorciado Mulher Divorciada

21% 21% 16% 16% 16% 5% 5%

Sem instrução 1 a 3 anos 4 a 7 anos 8 a 10 anos 11 ou mais Pós-graduação Mestrado

Gráfico 4: Distribuição por sexo e estado civil

Quanto à escolaridade, 58% não concluíram o ensino fundamental, ver Gráfico 5, sendo 21% eram sem instrução, 16% estudaram de 8 a 10 anos antigo curso ginasial, correspondente ao ensino fundamental e 16% correspondente ao ensino médio. Verificou-se também que dentre as mulheres idosas uma possui pós- graduação lato senso e um idoso com mestrado. O percentual de idosos sem instrução está abaixo dos dados do IBGE (2010), tal índice se justifica pelo período de nascimento dos idosos participantes, sendo que os indicadores da escolaridade demonstram que 30,7%dos idosos brasileiros tinham menos de um ano de instrução, e 17,4% de 9 a mais anos de estudo.

26%

16%

10%

16%

32%

Até 1 SM de 1 a 2 SM de 2 a 3 SM de 3 a 5 SM de 5 a 10 SM

Na população estudada representada, ver Gráficos 6 e 7, foi possível traçar um breve perfil econônomico. 32% possuem uma renda pessoal de 5 a 10 salários minimos e cerca de 26% vivem com menos de 1 salário mínimo (valor de aposentadoria ou benefício) e cerca de 79% são aposentados, destes 26,5% continuam trabalhando. Se comparado aos dados do IBGE (2010), verifica-se que a renda dos entrevistados está acima do perfil da Renda domiciliar per capita, 43,2% até 1 salário mínimo, 29,0 mais de 1 a 2 salário mínimo e 22,9% mais de 2 salário mínimo.

Gráfico 7: Distribuição por faixa de renda

32% 48% 5% 0% 5% 5% 0% 5%

Homem católico Mulher católica Homem ateu Mulher atéia Homem evangélico Mulher evangélica Homem espírita Mulher espírita

A religiosidade é mais feminina que masculina, isto ficou evidente quanto à distribuição por gênero e religião nos indivíduos da pesquisa, e a religião predominante é católica conforme demonstrado no Gráfico 8. Verificou-se que 80% dos idosos eram católicos, sendo que 48% mulheres e 32% homens e 5% do gênero masculino é ateu.

De acordo com o estudo realizado pelo IBGE “Religião nos censos brasileiros” (IBGE, 2004), utilizando-se do Censo Demográfico desde 1950 que investiga a evolução das religiões no Brasil a partir de meados do século XX, observou-se que houve um declínio de fiéis católicos em 20%. Por outro lado, desde 1950 a proporção de evangélicos saíra de 3,4%, passando para 9,1%, em 1991, e atingindo 15,4%, em 2000, em relação aos que não declaram religião no mesmo período, foi um aumento de 0,5%, para 7,4, e os espíritas 1,3%. Em 1950, os católicos totalizavam cerca de 93,5% da população brasileira, porém, a cada ano esse número diminui mais, o decréscimo foi para 73,6% no final da década. A maioria tem procurado as igrejas evangélicas, as pentecostais, outros apostam no espiritismo, isto ocorre pela pluralidade e liberdade religiosa existente no Brasil.

Quanto à distribuição por tipo de câncer na população estudada, os índices demonstram que o Câncer de Mama supera ao de Próstata, seguido de Colo de Útero e Leucemia, quanto aos demais foram 21%. Dados do INCA demonstram que os tipos de neoplasias malignas com maior incidência variam de acordo com o sexo e idade. Nas mulheres, a incidência maior é de câncer de mama, colo do útero, cólon, reto e pulmão. Já nos homens, os mais comuns são o câncer de próstata, de pulmão, estomago e cólon e reto (INCA, 2008).

Os homens são as maiores vítimas do câncer no Brasil. O número de óbitos por câncer de próstata é preocupante, mas pode ser consideravelmente diminuído com a realização de campanhas sensibilizando a população masculina para a realização dos exames de prevenção, junto ao serviço de urologia. O preconceito masculino em relação ao exame de toque, o desconhecimento do próprio corpo e os hábitos de vida inadequados são os principais violões.

No Brasil, excluídos os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama também é o mais incidente em mulheres de todas as regiões.

O governo federal de posse dos dados estatísticos do INCA, dentro da Política Nacional de Atenção Oncológica, lançou dois programas que contemplam a saúde feminina: Programa Nacional de Controle do Câncer de Mama e Programa Nacional de Controle do Câncer de Colo do Útero, cujas ações são voltadas para o rastreamento/prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, proporcionando assistência integral e imediata à mulher (SIP, 2011). Os indicadores obtidos neste estudo conforme Gráfico 9, são compatíveis aos dados da estimativa de casos para o ano 2012, divulgados pelo INCA (INCA, 2011).

5.2 RESULTADOS E DISCUSSÃO DA ANÁLISE APONTADA PELO SOFTWARE