4. Det selvfølgelige lønnsarbeidet
4.2 Det lønnede arbeidets tidskulturer
4.2.1 Fleksitid
No âmbito da presente dissertação fica por responder no presente estudo de caso, sendo assim sugerida como pista de investigação, a forma como se pode promover o processo participação face a uma descrença, falta de confiança dos indivíduos nas instituições políticas, nas respostas socias, perante sentimento de injustiça ou face à progressiva diminuição de intervenção do estado-providência,
100
perante realidades locais marcadas por fortes e enraizados problemas sociais, económicos, de integração.
Torna-se importante aprofundar a necessidade de abertura do local e respetiva comunidade aos processos de desenvolvimento local, partindo dos reduzidos níveis de confiança nas instituições, do fechamento institucional e dependência financeira dos atores locais coletivos, e dos reduzidos níveis do capital social apesar dos laços existentes.
Sugere-se ainda, como pista de investigação, o estudo de formas de financiamento, endógenas, sustentáveis, sem dependência externa, num contexto urbano periférico marcado por fortes problemas como os verificados na presente dissertação.
101 Fontes
Agrumapento de Escolas (2013). Diagnóstico Organizacional. Relatório de autoavaliação 2012/2013. Amadora: Equipa de autoavaliação.
Agrupamento deEscolas (s.a), Oferta Educativa 2015-2016, s.l. [acedido pela última vez a 27 de Fevereiro de 2016].
Agrupamento deEscolas (s.a), Plano Anual de Atividades 2015-2016.s.l. [acedido pela última vez a 04 Março 2016].
Agrupamento deEscolas (s.a.), Plano Anual de Atividades 2015-2016. Relatório Intermédio. Amadora.
Agrupamento deEscolas (s.a), Projeto Educativo de Agrupamento 2015-2018.s.l. [acedido pela última vez a 04 Março 2016].
Agrupamento deEscolas (2014). Regulamento Interno. Amadora.
Anon (s.a), Caracterização social da … 2014. s.l.
Anon (s.a), Relatório de Execução Plano de Ação 2014. s.l. [acedido pela última vez a 04 Março 2016].
Anon (s.a), Relatório de Execução Plano de Ação 2015. s.l. [acedido pela última vez a 04 Março 2016].
Contrato interadministrativo de delegação de competências. Contrato nº 550/2015 de 28 de Julho.
Diário da República Nº145 – 2ª série. Presidência do Conselho de Ministros. Ministério da
Educação e Ciência e Município da Amadora.
Conselho Nacional de Educação (1995) Educação Comunidade e Poder Local. Acta do
Seminário realizado em 6 e 7 de Dezembro de 1994, no Auditório do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Lisboa: Editorial do Ministério da Educação.
Decreto-Lei nº 139/2012 de 5 de julho. Diário da República nº 129 – 1ª Série. Ministério da Educação e da Ciência.
Decreto-Lei nº 169/2015 de 24 de agosto. Diário da República nº 164 – 1ª Série. Ministério da
Educação e da Ciência.
Despacho normativo nº 7/2013 de 11 de junho. Diário da República nº111 – 2ª Série. Ministério da
Educação e da Ciência.
Divisão da Informação Geográfica – Município da Amadora, (…), Amadora Censos 2011 Síntese
dos Resultados Definitivos. Disponivel em: http://www.cm-
amadora.pt/images/artigos/informacao_geografica/pdfs/sintese_resultados_definitivos_censos_2011. pdf [acedido pela última vez a 9 novembro 2014].
Lei nº 46/86 de 14 de Outubro. Diário da República nº 237 – I Série.
Núcleo Executivo de CSF … (2014) Plano Anual 2014. S.l. [acedido pela última vez a 04 Março 2016].
102
Núcleo Executivo de CSF … (2015) Plano Anual 2015. S.l. [acedido pela última vez a 04 Março 2016].
Núcleo Executivo de CSF … (2016) Plano Anual 2016. S.l. [acedido pela última vez a 04 Março 2016].
103 Bibliografia
Acher, M.,1979. Social Origins of Educational System. London: Sage.
Adams, R., 2008. Empowerment, participation and social work. 4th ed. New York:Palgrave MacMillan.
Amaro, R., 2003, Desenvolvimento – um conceito ultrapassado ou em renovação? Da teoria à prática e da prática à teoria. Caderno de Estudos Africanos 4 (2003).pp. 35-70.
Amaro, R., Branco, F., Costa, A., Encarnação, M., Guerra, I., Hespanha, P., Rodrigues, F., Salselas, T., Silva, M. M., 1999. A Acção Social em Debate. Lisboa: Direcção Geral de Acção Social Núcleo
de Documentação Técnica e Divulgação.
Afonso, C., Amiguinho, A., Brandão, C., 1998. A evolução do Sistema Educativo e o PORDEP. As
Dinâmicas de Interação, Organização e Funcionamento numa escola básica integrada. Estudo de Caso. Lisboa: Ministério da Educação.
Bal-Döbel, L., Döbel, R., Nogeira, J., Schiefer, U., Teixeira, P., 2007. MAPA – Manual de
Planeamento e Avaliação de Projectos. Estoril: Princípia.
Beaud, S., Weber, F., 2007. Guia para a Pesquisa de campo: produzir e analisar dados etnográficos. Petrópolis: Editora Vozes. Traduzido por Sérgio Joaquim Almeida e Henrique Caetano Nardi.
Bourdieu, P.,1980. “Le capital social”, Actes de la recherche en sciences social. Vol. 31,janvier 1980. 2-3. Disponível em: http://letunifor.xpg.uol.com.br/arquivos/capsoc2.pdf [consultado a 2 fevereiro de 2016].
Bourdieu, P., 1978. A reprodução:elementos para uma teoria do sistema de ensino. Traduzido do francês por C. Perdigão Gomes da Silva. Lisboa: Editorial Veja.
Burgess, R., 1984. In the field: an introduction to field research. London: George Allen Unwin.
Canário, R., 2005. O que é a escola? Um “olhar” sociológico. Porto: Porto Editora.
Coleman, J.,1988. Social Capital in the Creation of Human Capital. American Journal of Sociology,
94, Supplement.pp. S95-S120. In Ostom, Elinor; Ahn, T. K., 2010. Foundations of Social Capital. Cheltenham: Edward Elgar Pubishing Limited.
Coleman, J.; Hoffer, T., 1987. Public and Private High Schools: Impacts of communities. New York:
Basic Books.
Coutinho, C. P., 2015. Metodologias de Investigação em Ciências Sociais: Teorias e Práticas.
Coimbra: Almedina.
D’Epiney, R., Canário, R., 1994. Uma escola em Mudança com a Comunidade: Projecto ECO, 1986-
1992 Experiências e Reflexões. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.
Duarte, A. P. N. B., 2011. Ocupação urbana da costeira de Loures, um território a reconverter.
104
http://run.unl.pt/bitstream/10362/7199/1/TEXTO%20FINAL%2023.10.2011.pdf [Consultado a 9 de novembro de 2014].
Durkheim, Émile. 2009. Educação e Sociologia. Traduzido do francês por Nuno Garcia Lopes Lisboa: Edições 70.
European Strutural and Investment, 2014. Guidance on Community-Led Local Development for Local
Actors. Version 1. Disponivel em:
<http://ec.europa.eu/regional_policy/sources/docgener/informat/2014/guidance_clld_local_actors.df
> [consultado pela última vez a 2 Março 2015].
Franco, A., 2003. A revolução do local: globalização, glocalização, localização. Disponível em:
http://net-hcw.ning.com/page/biblioteca [consultado pela última vez a 22 fevereiro 2016].
Franco Augusto., 2004. O local mais desenvolvido do mundo. Brasília. Disponível em: http://net- hcw.ning.com/page/biblioteca [consultado pela última vez a 22 fevereiro 2016].
Freire, P., 1975. Pedagogia do Oprimido. 2ª ed. Porto: Afrontamento.
Friedmann, J., 1996., Empowerment: uma Polítca de Desenvolvimento Alternativo. Traduzido do
Inglês por Carlos Silva Pereira. Oeiras: Celta Editora.
Granovetter, Mark S., 1973. The Strength of Weak Ties. American Journal of Sociology, 78 (6).pp
1360-1380. In Ostom, Elinor; Ahn, T. K., 2010. Foundations of Social Capital. Cheltenham:
Edward Elgar Pubishing Limited.
Guerra, I., 2002. Fundamentos e Processo de Uma Sociologia da Acção – O Planeamento em
Ciências Sociais. Cascais: Principia.
Guerra, I., 2006. Participação e Acção Colectiva – Interesses Conflitos e Consensos. Estoril:
Principia Editora.
Gómez, J., Callejas, G., Freitas, O., 2007. Educação e Desenvolvimento Comunitário Local.
Perspectivas Pedagógicas e Sociais da Sustentabilidade. Porto:Profedições.
Henriques, J. M.,1990. Municípios e Desenvolvimento Caminhos Possíveis. Lisboa: Escher.
Henriques, J., M., 2006. Global Restructuring and Local Anti-Poverty Action: Learning From European
Experimental Programmes. Doutoramento. Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa
– Instituto Universitário de Lisboa.
Hobsbawm, E., 1992. A Era das Revoluções 1789-1848. Traduzido do inglês por António Cartaxo. Lisboa: Editorial Presença.
Martins, E., 2009. Rompendo fronteiras: a escola aberta às parcerias e à territorialização educativa.
Educação Unisinos. 13 (1). pp.63-75.
Milando, J., 2005. Cooperação sem desenvolvimento. Lisboa: ICS.
Morin, E, 1982. Ciência com Consciência. Traduzido por Maria Gabriela de Bragança. Mem Martins: Publicações EuropaAmérica.
105
Nóvoa, A. S., 1998. Histoire & Comparaison (Essais sur l’Education). Lisboa: EDUCA.
Nunes, J. P. S., 2012. Crescimento Urbano e Experiencia Suburbana em Lisboa – o caso da Amadora (1960-1974). Crítica e Sociedade: revista de cultura política, 2 (2). Crítica e Sociedade Revista de
Cultura Política. Disponivel em:
<http://www.seer.ufu.br/index.php/criticasociedade/article/view/21937 > [consultado pela ultima vez a 07 de Dezembro de 2014].
Pires, E. L., Fernandes, A. S., Formosinho, J., 1998. A Construção Social da Educação Escolar. Rio Tinto: Edições Asa.
Portes, A., 2000. Capital Social: Origens e Aplicações na Sociologia Contemporânea, Sociologia,
Porblemas e Práticas. 33 (2000).pp 135-158. Disponível em: < http://www.scielo.mec.pt/pdf/spp/n33/n33a06.pdf >[consultado pela ultima vez: 3 fevereiro 2016].
Rist, G.,2001. Le développment: histoire d’une croyance occidentale. Paris: Presses de Sciences
Po.
Rodrigues, F., Stoer, S., 1993. Acção Local e Mudança Social em Portugal. Lisboa: Fim do Século Edições.
Rodrigues, F., Stoer, S., 1998. Entre Parceria e Partenariado: Amigos Amigos, Negócios à Parte. Oeiras: Celta Editora.
Sachs, Wo., 2010. The Development Dictionary: A Guide to Knowledge as Power. London & New
York: Zed Books.
Silva, M. Manuela da (coord.), 1998. A Educação Escolar em Mudança. Volume 1. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa.
Stöhr, W., 1990. Global Challenge and Local Responses. Initiatives for Economic Regeneration in
Contemporary Europe. 2nd ed. London & New York: Mansell.
Truman, Harry, 1949, Inaugural Adress. 20 de Janeiro de 1949. Disponível em:
107 Anexos
108
Anexo A. Modelo de Análise para cada um dos três objetivos específicos
Tabela 1. Objetivo específico 1: Verificar de que modo a comunidade escolar está disponível para
fazer a ponte entre a escola (no sentido convencional) e o local e participa em projetos/ programas de desenvolvimento local.
Conceito Dimensão de
Análise
Indicadores Fontes de Informação Técnicas
Desenvolvimento local
Parceria Parceiros da escola Dossier de parceria da
escola Análise documental Tipos de Parceria (qual o objetivo da parceria; insere a aprendizagem; integração profissional; aspetos sociais; da escola para o local ou do local para a escola);
Atores Locais Análise
documental; Entrevista
Direção da escola Entrevista
Vereadora da Educação e Movimento Sociais
Entrevista
Legislação Análise documental
Vereadora da educação Entrevista
Forma como as parcerias decorrem
Direção da escola Entrevista
Atores locais Análise
documental; Entrevista Efeitos das parcerias
para o
desenvolvimento local
Direção da Escola Entrevista
Atores locais Análise
documental; Entrevista Participação Envolvimento individual dos membros da comunidade escolar na formulação e definição dos projetos escolares
Direção da escola Entrevista
Coordenadora dos Projetos Entrevista Professores Inquérito Alunos Inquérito Encarregados de Educação Entrevista à Associação de Pais Autonomia participativa da escola
Direção da Escola Entrevista
Atores locais Entrevista
Vereadora da Educação Entrevista
Legislação Análise documental
Envolvimento dos alunos e professores em projetos e/ou programas locais que foquem a dimensão do local
Programa ESCXEL Análise
documental; Entrevista
Documentos da escola Análise de
documentos
Direção da escola Entrevista
Atores locais Análise
documental; entrevista Professores Inquérito Alunos Inquérito Territorialização da Escola Autonomia pedagógica face a programa curricular
Legislação Análise documental
Coordenadores dos Departamentos
Entrevista
Conselho Pedagógico Entrevista
Direção da escola Entrevista
Professores Inquérito
Propostas de trabalho (para avaliação) ou
Direção da escola Entrevista
Coordenadora de Projeto
109 projetos educativos com relação com o contexto local
Conselho Pedagógico Entrevista
Vereadora da Educação Entrevista
Programa ESCXEL Entrevista
Alunos Inquérito
Professores Inquérito
Associação de Pais Entrevista
Encarregados de Educação Inquéritos Posposta de projetos, atividades, parceria de atores locais a realizar/ realizadas com a escola
Junta de Freguesia Análise documental
Atores locais Entrevista
Perceção da comunidade escolar da relação da escola com a comunidade
Direção da escola Entrevista
Coordenadora de Projeto
Entrevista
Conselho Pedagógico Entrevista
Vereadora da Educação Entrevista
Vogal da Educação Entrevista
Alunos Inquérito
Professores Inquérito
Associação de Pais Entrevista
Encarregados da educação
Inquérito
Perceção da comunidade escolar dos impactes que a escola tem no local.
Direção da escola Entrevista
Coordenadora de Projeto
Entrevista
Conselho Pedagógico Entrevista
Vereadora da Educação Entrevista
Alunos Inquérito
Professores Inquérito
Encarregados de Educação
Inquéritos
Associação de Pais Entrevista
Perceção da comunidade e atores locais da relação da escola com o contexto local Encarregados de Educação Inquéritos
Associação de Pais Entrevista
Comunidade Local Observação
Participante
Atores locais Entrevista
Conselho Geral Entrevista
Perceção da comunidade local dos impactes que a escola tem no local.
Encarregados da Educação
Inquéritos
Conselho Geral Entrevista
Associação de Pais Entrevista
Comunidade Local Observação
Participante
Atores locais Entrevista
Contextualização do Projeto educativo, Plano Anual de Atividades, Plano Estratégico
Direção da escola Entrevista
Coordernadora da Equipa de Autoavaliação do Agrupamento de escolas Entrevista
Atores locais Entrevista
Presença da escola no Plano Estratégico 2016 da CSF e a
Direção da escola Entrevista
Comissão Social de Freguesia
110 concretização do definido nos objetivos
Visão Integrada Colaboração
interdisciplinar entre as unidades
curriculares e das unidades curriculares com contexto local
Alunos Inquérito
Professores Inquérito
Encarregados de Educação
Inquérito
Associação de Pais Entrevista
Concelho Pedagógico Entrevista
Atores locais Entrevista
Projetos
multidisciplinares na escola com foco e de ação local
Alunos Inquérito
Professores Inquérito
Conselho Pedagógico Entrevista
Coordenadores dos Departamentos
Entrevista
Associação de Pais Entrevista
Atores locais Entrevista
Comunidade local Observação
participante Caracterização do contexto local, escolar e institucional/ organizacional
Direção da escola Entrevista
Professores Inquérito
Alunos Inquérito
Associação de Pais Entrevista
Atores locais Entrevista
Comunidade local Observação
participante
Tabela 2. Objetivo específico 2: Verificar de que modo a escola pode mobilizar a comunidade local
para o desenvolvimento local através de projetos dinamizados pela comunidade escolar.
Conceito Dimensão de
Análise
Indicadores Fonte de Informação Técnicas/
Instrumentos
Desenvolvimento local
Parceria Parceiros da escola Dossier de parcerias da
escola
Análise documental
Tipos de parcerias Dossier de parceiros da
escola
Análise documental
Direção da escola Entrevista
Atores locais Entrevista
Legislação Análise
documental Forma como as
parcerias decorrem
Direção da escola Entrevista
Atores locais Análise
documental; entrevista Efeitos das parcerias
para o
desenvolvimento local
Direção da escola Análise
documental; entrevista
Atores locais Análise
documental; entrevista
Participação Divulgação dos
projetos/atividades
Coordenadora dos Projetos
Entrevista
Comunidade local Observação
participante
Atores locais Entrevista
Presença e envolvimento de Coordenadora dos Projetos Análise documental
111
atores e membros da comunidade local nos projetos/ atividades escolares
Comunidade Local Observação
participante
Atores Locais Análise
documental; entrevista Territorialização da Escola Propostas de trabalho (para avaliação) ou projetos com relação com o contexto local
Direção da escola Entrevista
Coordenadora dos Projetos
Entrevista
Alunos Inquérito
Professores Inquérito
Atores locais Análise
documental Contextualização local do Projeto Educativo, Plano Anual de Atividades, Plano Estratégico
Direção da escola Entrevista
Coordenadora da Equipa de Autoavaliação do Agrupamento de escolas
Entrevista
Atores locais Entrevista
Presença da escola no Plano Estratégico 2016 da CSF e concretização dos objetivos definidos
Direção da escola Análise
documental; entrevista Coordenadora do Grupo de Projetos Análise documental; entrevista
Visão integrada Colaboração
Interdisciplinar entre unidades curriculares e das unidades curriculares com o contexto local Alunos Inquérito Professores Inquérito
Atores locais Entrevista
Projetos
multidisciplinares na escola com foco de ação local
Alunos Inquérito
Professores Inquérito
Conselho Pedagógico Entrevista
Coordenadores de Departamentos
Entrevista
Atores locais Entrevista
Comunidade Local Observação
participante Caracterização do
contexto local escola e institucional/ organizacional
Direção da escola Entrevista
Professores Inquérito
Alunos Inquérito
Atores locais Entrevista
Associação de Pais Entrevista
Comunidade local Observação
participante
Tabela 3. Objetivo específico 3: Verificar de que modo os atores locais procuram criar/ aprofundar
relações com a escola de forma a promover o desenvolvimento local.
Conceito Dimensão de
Análise
Indicadores Fontes de Informação Técnicas/
Instrumentos
Desenvolvimento local
Parceira Parcerias da escola Dossier de parcerias
da escola
Análise documental Tipos de parceria (qual
o objetivo: aprendizagem; inserção profissional; aspetos socias da
Direção da escola Entrevista
Legislação Análise
documental
112
escola para o local ou do local para a escola) Efeitos das parcerias para o
desenvolvimento local
Direção da escola Entrevista
Coordenadora de Curso Profisisonal
Entrevista
Atores locais Análise
documental; entrevista Territorialização da Escola Perceção da comunidade e atores locais da relação da escola com o contexto local
Encarregados de Educação
Inquérito
Associação de Pais Entrevista
Comunidade local Observação
participante
Atores locais Entrevista
Perceção da
comunidade local dos impactes que a escola tem no local
Encarregados de Educação
Inquérito
Associação de Pais Entrevista
Comunidade local Observação
participante
Atores locais Entrevista
Visão Integrada Participação de atores locais na criação de projetos transversais que passem por planos estratégicos e de atividades da Freguesia e do Agrupamento de escolas
Direção da escola Entrevista
Coordenadora de projetos
Entrevista
Concelho Geral Entrevista
Atores locais Entrevista
Caracterização do contexto local, escolar e institucional/
organizacional
Direção da escola Entrevista
Professores Inquérito
Alunos Inquérito
Outros intervenientes escolares
Entrevista
Atores locais Entrevista
Comunidade local Observação
113
Anexo B. Inquérito passado a alunos 69
No âmbito da realização do Mestrado em Estudo de Desenvolvimento Ramo
Diversidades Locais e Desafios Mundiais (ISCTE-IUL), tendo em vista realização de uma dissertação de mestrado que apresenta como tema A escola enquanto ator de
Desenvolvimento Local, enquadrada num estudo de caso sobre a relação entre a
Escola e o local, solicita-se a resposta ao presente inquérito.
Toda a informação recolhida será de caráter anónimo, sendo a informação tratada em articulação com informação proveniente de outras metodologias participativas, de modo a que o estudo de caso possa ser o mais fiel possível à realidade local. Agradeço desde já a sua participação.
Caraterização Geral
1. Género: Feminino ___ Masculino___ Idade: ____
Curso:
2. Ensino Regular:
Línguas e Humanidade:___ Ciências e Tecnologias:___ Artes Visuais: ___ Ciências Socioeconómicas:___
3. Ensino Profissional: _______ 4. Turma:____
--- 5. Reside na Freguesia onde se encontra a escola?
Sim___ Não___ NS/NR___
5.1. Se sim, em que bairro em que se inside o estudo de caso?
Sim___ Não___ NS/NR___
6. Coloque um x na opção cuja resposta se adequa. Conhece bairro sobre o qual inside o estudo de caso? Não conheço___ Conheço mal___ Conheço___ Conheço bem___ Conheço muito bem___ NS/NR____
Caso a sua resposta seja Não conheço ou Conheço mal, deverá passar para a questão 11.
7. Tendo presente a seguinte tabela indique 5 aspetos que considera positivos e negativos do local:
Aspetos Positivos Aspetos Negativos
NS/NR___
8. A partir dos aspetos negativos indicados em 7., indique, por ordem 5 problemas do local, com maior necessidade de resolução, em que 1 corresponde ao problema de maior urgência de resolução e 5 ao problema de menor urgência de resolução.
69 Tendo presente a salvaguarda do local e da escola, segundo a ética de investigação, no presente guião o nome
do local aparece substituído por local, ou bairro. No guião original de modo a facilitar a compreensão era indicado explicitamente o nome do local.
114 1. 2. 3. 4. 5. NS/NR:____
8.1. Consegue identificar outro(s) problema(s)? Sim:____ Não:____ NS/NR:____
8.1.1. Caso tenha respondido sim em 8.1., quais são? Coloque os problemas ordenados, devendo começar pelo que tem maior urgência de resolução para o que tem menor urgência de resolução?
NS/NR:___
8.2. De que forma pode a escola participar na resolução desses problemas do local?
NS/NR:____
9. Considera que os aspetos positivos e negativos que identificou na questão 8. têm influência na escola:
Sim___ Não___ NS/NR_
9.1. Justifique a resposta anterior:
NS/NR:___
10. Coloque um x na opções cujas respostas se adequam. Em qual(ais) da(s) seguinte(s) situações considera que a escola exerce influência no local:
Social:___; Política:___; Económica:___; Cultural:___; Outro:___; Qual?_____; Não tem qualquer influência:___; NS/NR:___.
10.1. Justifique a resposta anterior dando exemplos:
NS/NR:___
11. Classifique as seguintes afirmações em que 1 significa discordo completamente e 4 significa concordo completamente:
1 2 3 4 NS/NR
A escola realiza projetos em parceria com outras
entidades, associações, organizações locais.
Existem projetos realizados na escola que são
115 Nas disciplinas a matéria está direcionada para o
que se passa na Freguesia.
Nas aulas os professores dão exemplos de projetos,
atividades, factos relacionados com a Freguesia.
Nas aulas os alunos participam dando exemplos de projetos, atividades, factos relacionados com a
Freguesia.
Nos trabalhos de grupo e/ ou individuais são ajustado ao tema, factos, fenómenos relacionados
com a Freguesia
Fora da escola vê alguma referência aos projetos
ou intervenção da escola na Freguesia.
12. Qual o seu grau de envolvimento na criação e aplicação dos projetos realizados na escola? Elevado:____; Moderado:____; Reduzido:____; Nenhum:____; NS/NR:____;
12.1. A que se deve o grau de envolvimento referido na questão anterior? Justifique.
NS/NR:____
13. Está ligado a alguma instituições/ associações/ organização local?
Sim___ Não___ NS/NR___
13.1. Se respondeu sim na questão anterior, identifique a(s) instituição(ões)/ associação(ões)/
organização (ões) local a que se encontra ligado:70
Caso tenha respondido não à pergunta 13., e não tenha identificado qualquer instituição, organização associação ou grupo local do qual faz parte, em 13.1.,não terá mais questões a responder.
13.2. O que faz nessa(s) instituição(ões)/ associação(ões)/ organização (ões) que indicou em 13.1..
NS/NR:___
13.3. Considera que o que faz na(s) instituição(ões), associação(ões), organização(ões) , que indico em 13.1. poderiam ser articulado(s) com projetos escolares ou aproveitado para a forma como as aulas sã dadas pelos professores?
Sim:___ Não:___ NS/NR:___
13.4. Justifique a resposta anterior:
70 Uma vez que foi assumido como princípio de ética de investigação a salvaguarda do anonimato do
local, tendo em vista o cumprimento desse mesmo princípio ético, foi retirada a tabela com a listagem ddas várias instituições, organizações, e associações, associadas ao local, para que, o nome dos atores locais não denunciem o local alvo do estudo de caso.
116 NS/NR:___
13.5. Existe alguma relação entre a escola e a(s) instituição(ões)/ associação(ões)/ organização (ões) que indicou na pergunta 13.1.?
Sim:___ Não:___ NS/NR:___
Se sim como se caracteriza?