• No results found

Estimert lukt til omgivelsene (immisjon)

10 SPREDNING AV LUKT 10.1 Sammendrag

10.4 Estimert lukt til omgivelsene (immisjon)

Shepherd (2006) apresenta-nos um quadro com os benefícios dos Objectos de Aprendizagem para os estudantes, administradores e promotores de OA:

Benefits of learning objects

For learners For administrators For developers

Personalisation - courses can be constructed to meet individual requirements

Learning comes in digestible chunks

Learning is available on a just-in- time basis

Courses can be customised to suit the needs of different audiences Courses can be constructed using components from a wide range of sources

Components can be reused to meet a range of learning needs

Objects can be built or modified using many different authoring tools

The same objects can be employed across a variety of hardware and software platforms

Quadro 4. Benefícios dos Objectos de Aprendizagem (Shepherd, 2006).

Segundo o mesmo autor, os aprendentes podem beneficiar de uma personalização dos conteúdos dado que os cursos serão construídos tendo em conta as necessidades individuais de cada um e, os conteúdos vêm em pequenos “pedaços”, em grãos, facilitando a sua interiorização. Beneficiam ainda de uma aprendizagem de rápido e fácil acesso. Para os administradores verificam-se também alguns benefícios, uma vez que os cursos são construídos para atingir as necessidades de diferentes públicos tendo à sua disposição uma vasta gama de fontes e recursos. Tais recursos e componentes podem ainda ser reutilizados para, de novo, ir ao encontro das necessidades de aprendizagem dos alunos. Para os promotores de Objectos de Aprendizagem os benefícios, segundo Shepherd, situam-se ao nível das várias ferramentas de autor que podem ser utilizadas na construção dos OA e o emprego, utilização e reutilização que estes OA têm numa variedade de plataformas de hardware e software.

Robson (2006) mostra-nos também alguns pontos a favor dos OA e contra os mesmos que passamos a apresentar:

PROS CONS

Production Costs

By properly breaking content into learning objects, different parts can be maintained and updated

separately. If a suitable learning object can be found, a new one does not need to be created. These are costs savers.

Changing to a learning object approach from a "self-

contained system" approach involves retooling and retraining costs.

Flexibility As more and more standards-based

learning objects become available, increased choice will translate into more flexibility for designers.

Using standards-based learning objects restricts the scope of learner information that is accessible by content if total interoperability is

maintained*.

Pedagogy Learning objects fit nicely into many

ISD theories. Instructional templates can be created with slots for specific types of learning objects. Learning objects may encourage designers to operate in more disciplined ways with a positive effect.

Restrictions on learner information available could restrict pedagogical

approaches. Approaches using lengthy discursive material may not benefit from the use of learning objects.

End User Cost

The learning object approach prevents consumers from being locked in to specific systems. As standards take hold, the market for content will take on more of the properties of a typical consumer market with lower costs and increased choice.

The cost of converting existing content to a learning object approach may be significant

Industry Support

All leading system vendors and content producers are supporting SCORM and other standards that are based on or that complement a learning object approach.

Realistically, it is twelve to eighteen months between the time the vendor community adopts an approach and the time products that implement the approach are available.

*Individual systems can use more than the standard learner information, but only at the cost of interoperability with other systems. Over time, more learner information will become standard.

Quadro5. Prós e Contras dos Objectos de Aprendizagem (Robson, 2006)

Como se constata pelo quadro acima apresentado, os Objectos de Aprendizagem são como uma moeda, isto é, têm dois lados, neste caso os prós e os contras.

Relativamente a custos de produção, um OA torna-se mais acessível tendo em conta o seu carácter granular pois cada um dos seus grãos componentes podem ser mais facilmente mantido e actualizado e será, por isso, mais facilmente reutilizável. Por outro lado mudar de um sistema de ensino tradicional para um modelo de ensino digital requer o uso de novas ferramentas, o que trará custos adicionais.

Em termos de flexibilidade os OA apresentam a vantagem de seguirem determinados standards o que se reflecte ao nível da sua utilização para os designers. No entanto, esses standards podem também ser um contra uma vez que poderão, de certo modo, restringir o alcance da informação acedida pelo estudante/utilizador (os sistemas individuais podem usar mais do que a informação standard para o estudante/aprendente mas, apenas às custas da interoperabilidade com outros sistemas. Com o tempo mais informação para o aprendente se irá tornar standard.)

Ao nível da pedagogia a utilização de Objectos de Aprendizagem poderá ser uma mais valia para determinados conteúdos e situações de ensino/aprendizagem. Modelos de instrução podem mesmo ser criados com “espaços” para tipos específicos de OA. Apesar de poderem encorajar os utilizadores (estudantes, professores e designers) os OA também podem enfraquecer ou diminuir o sucesso de determinadas abordagens pedagógicas caso se verifique, por exemplo, material discursivo longo num Objecto de Aprendizagem. Este alongar de informação discursiva ou restrições nas informações disponíveis ao estudante podem resultar como factores inibidores da aprendizagem.

Em termos de custos dos Objectos de Aprendizagem para o utilizador final verifica-se que a conversão de conteúdos já existentes noutros formatos para a metodologia e abordagem dos OA poderá ser bastante significativa. Por outro lado este tipo de abordagem evita que os consumidores fiquem “presos” a sistemas específicos e, quanto maior for o seu uso e consumo, mais vasto se torna o mercado de OA, com maior possibilidade de escolha e redução de custos.

Verifica-se, segundo o quadro acima apresentado, que os principais vendedores e produtores de conteúdos defendem o SCORM e outros standards que se baseiam ou complementam a abordagem dos Objectos de Aprendizagem. Apesar deste apoio verifica-se ainda que são necessários vários meses entre a adopção de uma abordagem deste género pela comunidade vendedora de OA e a implementação e disponibilização deste produtos.

Concluímos que como todos os sistemas, materiais, abordagens e metodologias novas, a franca produção e implementação de Objectos de Aprendizagem, em suporte digital, levará algum tempo a estabelecer-se no mercado e nos sistemas de ensino. Tendo em conta o rumo da nossa sociedade, virada para o rápido consumo e novas tecnologias, esta abordagem parece-nos ter todas as potencialidades para gerar ainda mais frutos e vingar como estratégia de ensino/aprendizagem. Contudo, não consideramos com isto, que o sistema tradicional de ensino e seus componentes (professor, aulas presenciais, livros e cadernos) vão desaparecer. Haverá sim, espaço para ambas as abordagens, uma complementando a outra, e aí entendemos que reside a riqueza e possível sucesso de situações de ensino/aprendizagem: utilizar o que de melhor têm ambas as abordagens e sistemas.