2 Snelda-prosjektet: prosess og kontekst
2.3 Bjørvika som kontekst for Snelda-prosjektet
A pesquisa em projeto compreende um campo relativamente amplo, que poderia conduzir a vários tipos de investigação. Considerando as diversas possibilidades de caminhos, a primeira questão que poderia surgir seria: como realizar uma pesquisa em projeto? Uma das possibi- lidades que vem sendo explorada é a dos estudos de caso.
Segundo Foqué (2011, p.01)19 as disciplinas profissionais fazem a co-
nexão entre os conceitos teóricos e as aplicações práticas, assim como reduzem a lacuna entre o mundo real e a pesquisa acadêmica. Entretanto, o autor menciona, que no campo acadêmico de arquitetura atual, há uma dissociação do conhecimento prático e teórico, do mesmo modo que há pouca troca de informação e conhecimento. O autor destaca que uma das vias de integrar teoria e prática seria por meio da pesquisa em projeto. Para Foqué (2011, p.03, tradução nossa), o “projeto é uma atividade por excelência que traz a cultura para uma realidade tangível”, que alia a ciência e a arte para promover inovação, embora seja imprescindível que o “projeto” seja incorporado a um pensamento criativo e crítico. O autor argumenta que o pensamento arquitetônico se distingue do pen- samento científico e artístico, pois pressupõe paradigmas e métodos próprios, em que os processos criativos ocorrem em uma zona entre a intuição e a razão, possibilitando assim soluções originais para um de- terminado problema. Tendo isto em vista, Foqué (2011, p.04) menciona que o “estudo de caso” pode ser uma estratégia de integrar teoria e prática, em que se pode partir da prática para a identificação de proble- mas e obtenção de soluções, permitindo também que o resultado do estudo de caso seja compartilhado e validado – ou não – pela comuni- dade profissional ou acadêmica. O autor acrescenta que, nas escolas de arquitetura, os alunos deveriam ser ensinados a ver as conexões e impactos das decisões de projeto em estudos de casos reais, pois o aprendizado por meio da experiência prática possibilita a assimilação de um conteúdo para a construção de uma nova teoria.
19 FOQUÉ, R. V. Building Knowledge by Design. In: IV Jornadas Internacionales sobre Investigación en Arquitectura
y Urbanismo, 2011, Valência, Espanha. Disponível em: <https://riunet.upv.es/handle/10251/15030>. Acesso em 14/08/2016.
A pesquisa baseada em casos é a pedra angular da prática reflexiva e a chave para o desenvolvimento da teoria e prática, uma vez que tem o potencial para transcender teorias individuais em quadros teóricos geral-
mente aceitos. (FOQUÉ, 2011, p.05, tradução nossa). Se o “estudo de caso” é uma possibilidade que vem sendo explorada em diversos trabalhos acadêmicos, nem por isso é ainda um caminho ple- namente desvendado. Neste processo de investigação acerca do “estu- do de caso”, podem surgir muitas questões, por exemplo, como iniciar uma pesquisa deste tipo? Como selecionar adequadamente obras para estudo? O que “olhar” nessas obras e como? De que maneira esse tipo de estudo poderá trazer alguma contribuição para o campo acadêmico da teoria e crítica e para o campo da prática projetual da arquitetura? Em “Há de ir às coisas: revendo as obras?”, Zein (2011)20 propõe dis-
cutir algumas possibilidades para o início desse tipo de estudo. Nesse texto, a autora começa explicando sobre “a possibilidade – e mesmo, a necessidade de se incrementar esse tipo de reflexão teórico-prática como ferramenta de exploração de certas potencialidades do campo, ainda em construção (mas que já vem sendo palmilhado por muitos) da pesquisa em projeto de arquitetura” (ZEIN, 2011, p. 206). Zein argumen- ta que este tipo de estudo possibilita aproveitar, no campo investigativo acadêmico, duas ferramentas próprias do arquiteto que são a “reflexão crítica e a ponderação teórica”, estabelecendo assim a conexão entre pesquisa e projeto, teoria e projeto, crítica e projeto.
Marina Waisman (2013, p. 29), em seu livro “El Interior da Estoria”, menciona:
[...] história, teoria e crítica são três modos de refletir sobre a arquitetura, intimamente entrelaçados, frequentemente confundidos e que se diferen- ciam por seus métodos e objetivos e, além disso, cumprem funções dis- tintas para pensamento e a práxis arquitetônica. Waisman (2013, p. 29) explica que a teoria é um sistema de pensamen- to, que organiza um conjunto de proposições lógicas. A história, por sua vez, é uma descrição crítica de fatos arquitetônicos. Segundo ela, os métodos adotados são distintos; “para o teórico, será a abstração de conceitos a partir da análise dos objetos reais; para o historiador, será a pesquisa, a compreensão, a valorização e a interpretação de objetos
20 ZEIN, Ruth V. Há que se ir às coisas: revendo as obras. In: ROCHA-PEIXOTO, G. et al. (org.). Leituras em Teoria da
reais a partir de conceitos”. Os produtos e métodos da teoria e história são distintos, entretanto, a teoria necessita do material histórico para sua elaboração e, em todo “relato” histórico, é possível identificar elementos teóricos implícitos. Apesar disso, Waisman (2013, p. 29) menciona que “a arquitetura, no entanto, é uma atividade concreta e prática e qualquer tipo de reflexão que a ela se refira conservará uma relação mais ou me- nos direta com a práxis”, o que reforça a importância da práxis como instrumento de reflexão da arquitetura e referência para a história, teoria e crítica.
A práxis fornece os objetos de reflexão; a reflexão, por sua vez, forne- ce os conceitos que orientarão a práxis. Explícita ou implicitamente, de modo coerente ou não, existe sempre um conjunto de conceitos – talvez expressos sob a forma de preferências ou convicções – subjacentes a toda ação. Pois uma ação provém de uma sequência de decisões e uma decisão se baseia, necessariamente, em uma avaliação das circunstân- cias em jogo, em um sistema de valores. Em arquitetura, o sistema de valores é claramente proposto pela elaboração teórica e, de forma menos explícita ou sistemática, pela reflexão histórica ou pelo comentário crítico (WAISMAN, 2013, p. 39).
Considerando o aporte de Waisman (2013), pode-se entender que a práxis resulta em uma ação baseada em conceitos – implícitos ou ex- plícitos – fornecidos pela reflexão e que compõe um sistema de valores propostos pela elaboração teórica. O produto da práxis é objeto de reflexão, e nesse processo de reflexão é possível revelar problemas e formular questões baseadas em conceitos ou ideias, que podem levar a uma determinada crítica.
Pode-se dizer que uma das possibilidades de se realizar uma reflexão acerca da prática da arquitetura, seria por meio do método de análise da arquitetura. Segundo Unwin (2013), a palavra “análise” vem do grego ανάλυση (analyein) e “analisar” algo significa “decompor” ou “soltar” para posterior assimilação de seus componentes e funcionamento. Para ele, a análise da arquitetura ajuda a compreender a “linguagem comum” da arquitetura e, por meio do estudo de projetos de outros, nossa capa- citada de projetar pode ser aperfeiçoada.
O objetivo da análise da arquitetura, como qualquer outra disciplina cria- tiva, é entender seus componentes e funcionamentos fundamentais a fim de assimilar e adquirir seus poderes. A análise da arquitetura não precisa ser uma busca acadêmica, feita por si só, ainda que isso possa ser in- formativo e divertido. A análise é mais útil quando oferece uma compre- ensão do possível e desenvolve uma estrutura de ideias com a qual a
Radford, Morkoç e Srivstava (2014, p. 8)21, por sua vez, mencionam que
o método de “análise” de obras de arquitetura abre caminho para a interpretação e contribuição do entendimento da prática da arquitetura. Os autores argumentam que qualquer disciplina, para evoluir, precisa de uma reflexão crítica, uma discussão ou um debate sobre o produto da prática. Desta forma, segundo eles, a análise oferece a oportunidade de se aproximar dos “porquês” dos edifícios, que estão relacionados à interpretação que se faz da obra.
Zein (2011) sugere, como forma de evitar equívocos e imprecisões, não empregar o termo “análise”, pois nos dicionários correntes ele significa “um exame detalhado dos elementos e da estrutura de um determina- do fenômeno; mas também significa separar ou dividir algo (objeto ou ideia) em partes constituintes” (ZEIN, 2011, p. 207). Segundo a autora, neste ultimo caso, há uma ilusão de que, ao adicionar o conhecimento isolado de cada parte, poderia-se chegar ao conhecimento pleno do todo, o que não acontece na realidade, dada a natureza complexa dos fenômenos naturais e artísticos. Segundo ela, a essência, ou os com- ponentes importantes da obra arquitetônica podem estar presentes em todas as partes ou em nenhuma delas, o que se evidenciaria apenas estudando o conjunto, em elementos associados. A autora aponta que devemos renunciar à expectativa de tentarmos compreender qualquer obra de arquitetura em sua totalidade, pois seria uma missão impossí- vel. Entretanto, ao menos poderia ser possível iniciar a busca por um método claro, verificável e plausível para um processo de leitura crítica e referenciada de obras de arquitetura, na tentativa de compreender de- terminados aspectos. Seguindo este mesmo raciocínio, optou-se pela troca do termo “análise”, por “reconhecimento crítico e referenciado” de obras de arquitetura, na presente pesquisa.
Na busca por obras para estudo e de um método de leitura, surgia a todo o momento a indagação da finalidade da presente pesquisa. A resposta desta questão não se mostrava clara desde o princípio, mas a vontade de se realizar uma pesquisa em projeto, por meio de leituras de obras, já existia a priori, até mesmo com possíveis obras de estudo em mente. Primeiramente, entendia-se como uma intuição, entretanto, isto
21 RADFORD, Antony; MORKOÇ, Selen; SRIVSTAVA, Amit. The Elements of Modern Architecture: Understanding
se justificaria novamente no texto de Zein (2011), que explica que ao se- lecionar as obras, já estamos ativando alguns critérios pré-concebidos, que nos induzem a determinadas escolhas, conforme nosso interesse:
A presença catalisadora do reconhecimento crítico de outras obras no processo de projetação da nossa obra também é re-conhecimento crí- tico, pois é o resultado e a manifestação de alguns critérios (explícitos ou não), que nos induziram a efetuar uma seleção de obras, definindo aquelas que nos convém ou nos interessa estudar, ad hoc, no caso. Tra- ta-se portanto de um reconhecimento referenciado, em dupla mão de direção: porque me referencia, e porque minhas referências o buscam. (ZEIN, 2011, p. 208). Ou seja, no ato de projetar, ou mesmo na elaboração de um trabalho acadêmico, como o mestrado, há um reconhecimento crítico e referen- ciado no processo criativo de elaboração do projeto ou da pesquisa. E neste processo, o arquiteto ou pesquisador já dispõe de alguns cri- térios, que podem ser conscientes ou não, mas que funcionam como balizadores para escolhas, e que ao mesmo tempo o referencia. Logo, mesmo não nos dando conta de nossos critérios ocultos durante o pro- cesso de reconhecimento crítico e referenciado de obras de arquitetura, estes critérios existem e serão evidenciados, eventualmente, durante o processo de pesquisa e da reflexão acerca do “porquê” se pretende estudar determinada(s) obra(s).
Dando sequência à investigação acerca do reconhecimento crítico e referenciado de obras de arquitetura e na busca por instrumentos de leitura das obras de arquitetura, podem sugerir as perguntas subse- quentes: O que “olhar” nas obras e como? Quais seriam os elementos necessários para construção de um reconhecimento crítico e referencia- do consistente ou que pelo menos respondesse as principais questões e/ou evidenciassem as características das obras selecionadas? Qual o método adequado para este tipo de pesquisa? Segundo Zein (2011), um trabalho de reconhecimento crítico e referenciado, elaborado no seio da academia, sempre deve combinar elementos textuais e não textuais, para que seja possível ser compreendido não apenas por pesquisa- dores da área, familiarizados com a leitura não textual, mas também qualquer tipo de pessoa que se interesse por esse campo de conhe- cimento. Desta forma, nos tornamos claros, contribuindo assim para a disseminação do conhecimento e permitindo o debate acadêmico.
[...] um trabalho de reconhecimento crítico e referenciado de uma obra de arquitetura certamente lidará, a cada momento de seus passos, com formas de representação e estudos não verbais/ não textuais (desenhos, diagramas, croquis, esquemas, etc.), assim como também necessaria- mente lidará com formas verbais ou textuais. Ou mais precisamente, com o que elas (tanto as formas verbais como as não verbais) carregam: con- ceitos e ideias mais ou menos abstratos, pertinentes ao tema de maneira
total ou lateral.” (ZEIN, 2011, p. 210-211). Zein acrescenta que não devemos perder de vista o foco principal e pon- to de partida de um estudo de reconhecimento crítico e referenciado que deveria ser o viés arquitetônico, ou seja, as considerações, descrições e conclusões que se referem ao saber arquitetônico. Entretanto, mesmo com este olhar objetivo, na busca por um objeto puro, livre de amarras, não conseguiremos desconsiderar a “aura” e “crostas” de significados agregadas a uma obra de arquitetura. Segundo ela, mesmo que existam vieses que conformam nosso olhar, é preciso certo esforço em “descas- car” tais “crostas”, para não as aceitarmos como substitutas das obras.
[...] o esforço de uma leitura atenta ou de um estudo referenciado e crí- tico de uma obra de arquitetura não pode evitar de ser uma proposição metodológica – ou melhor – um meio para atingir um fim, que é onde, afinal, queremos chegar. (...) O que não se pode é achar que é necessá- rio começar sabendo onde se vai chegar, porque como no processo de projeção, o conhecimento se constrói ao longo da marcha, de maneira não-linear, com idas e vindas, podendo chegar a becos sem saída, que devem ser criticamente percebidos, nos impedindo a retomar o assunto por outras rotas, e assim por diante. O processo de reconhecimento críti- co e referenciado de uma obra é, essencialmente, um processo reflexivo
– como também o é o processo de projeto (ZEIN, 2011, p. 212-213).
Zein aponta que um estudo referenciado e crítico de uma obra de arqui- tetura é uma proposição metodológica, que se pretende atingir um fim, mas que não se tem claro desde o princípio. Durante o processo de es- tudo se constrói o conhecimento e reflexão sobre o trabalho. Entretanto, mesmo não se esgotando todo o conhecimento de uma obra, é possível atingir determinadas metas, que foram previamente estabelecidas, para o ensaio de uma resposta para determinado estudo. Para se atingir uma finalidade ou meta, primeiramente devem-se identificar critérios ou parâmetros que sirvam como linhas condutoras para o processo, e o reconhecimento crítico e referenciado de uma obra de arquitetura segue o mesmo princípio.
Tendo isto em vista, e na busca por parâmetros, do que Zein (2011) denominou como “forças internas e externas” que ajudam a moldar a
arquitetura, foi realizada uma busca por obras de estudo, para uma primeira aproximação das motivações do porquê se pretendia com- preender um conjunto de obras com determinadas características, que num primeiro momento foram denominadas por “arquiteturas urbanas” e num segundo momento por “arquiteturas que geram espaços abertos e coletivos”.
Desta forma, na segunda parte desta dissertação, será apresentado o processo de investigação e seleção de obras de arquitetura para estu- do, como também o processo de pesquisa de referências para defini- ção do roteiro e dos instrumentos de leitura de três casos: Praça das Artes (2012); Museu da Memória e dos Direitos Humanos (2010) e Sony Center (2000). Por fim, será apresentada uma análise comparativa dos estudos de caso, apontando os resultados obtidos.
Esta parte propõe apresentar o processo realizado pela autora na iden- tificação de obras para estudo e instrumentos de leitura, além da apre- sentação de três estudos de casos, e um estudo comparativo final. No capitulo 3, “Caixa de ferramentas: uma hipótese de leitura crítica e referenciada”, será apresentada uma investigação realizada pela pre- sente autora na busca por obras contemporâneas em quatro áreas (São Paulo, demais cidades brasileiras, cidades latino-americanas, demais cidades no mundo), por meio da identificação de características co- muns. Num primeiro momento, as obras foram denominadas por “ar- quiteturas urbanas” e após um filtro maior, foram reconhecidas como as “arquiteturas que geram espaços abertos e coletivos”. Além disso, também será apresentado o processo de definição do roteiro de leitura para os três estudos de casos: Praça das Artes; Museu da Memória e dos Direitos Humanos e Sony Center. Para a elaboração deste roteiro, foram consultadas algumas pesquisas em projeto e trabalhos de análise de arquitetura que se tornaram referenciais para a presente pesquisa, como as conhecidas bibliografias que abordam o tema da “Análise da Arquitetura” (BAKER, 19981; BENTLEY et al, 19992; CLARK e PAUSE,
19973; LEUPEN et al, 19994; UNWIN, 20135) e os trabalhos de Lassance,
Varella e Capillé (2012)6; Radford, Morkoç e Srivstava (2014)7, Bernardes
(2005)8 e Vieira (2015)9.
No capítulo 4, serão apresentadas as leituras críticas e referenciadas das três obras contemporâneas: Praça das Artes (2012) em São Paulo – Brasil, do escritório Brasil Arquitetura; Museu da Memória e dos Direitos
1 BAKER, Geoffrey H. Análisis de la forma. Mexico: Gustavo Gili, 1998. Esta obra foi publicada originalmente em
1989, com o título em inglês: Design Strategies in Architecture. An Approach to the analysis of form.
2 BENTLEY, I. et al. Entornos Vitales – hacia um diseño urbano y arquitectónico más humano – Manual Prático.
Barcelona: Gustavo Gili, 1999. Esta obra foi publicada originalmente em 1999, com o título em inglês: Responsive Environments.
3 CLARK, R. H.; PAUSE, M. Arquitecturas: temas de composición. México: Gustavo Gili, 1997. Esta obra foi publica-
da originalmente em 1985, com o título em inglês: Precedents in Architecture: Analytic Diagrams, Formative Ideas, and Partis.
4 LEUPEN, B.; et al. Proyecto y análisis: evolución de los princípios em arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili, 1999.
Esta obra foi publicada originalmente em 1993, com o título em holandês: Ontwerp en Analyse.
5 UNWIN, Simon. A análise da Arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2013. Esta obra foi publicada originalmente em
1997, com o título em inglês: Analysing Architecture.
6 LASSANCE, Guilherme; VARELLA, Pedro; CAPILLÉ, Cauê Costa. Rio Metropolitano: Guia para uma arquitetura. Rio
de Janeiro: Rio Books, 2012.
7 RADFORD, Antony; MORKOÇ, Selen; SRIVSTAVA, Amit. The Elements of Modern Architecture: Understanding
Contemporary Buildings. New York: Thames& Hudson, 2014.
8 BERNARDES, J. C. Arquitetura e “lugar”. Edifícios, interstícios e o espaço urbano. Tese de doutorado. São Paulo,
FAUUSP, 2005.
9 VIEIRA, J. L. Vias de aproximação para uma leitura da condição espacial na arquitetura. Tese de doutorado. São
Paulo, FAUUSP, 2015.