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Abrindo caminho para a teoria histórico-cultural, Viogtski examina aspectos metodológicos das investigações sobre o desenvolvimento da criança, na época.

Vygotski (1930/1995a) comenta que a psicologia infantil ou o estudo do desenvolvimento da criança, se concentrava num enfoque totalmente naturalista, sendo a criança vista como um ser eminentemente natural, repercutindo nos métodos experimentais de estudo do comportamento. Em função disso, o autor coloca que a investigação sobre desenvolvimento cultural no estudo de funções psíquicas superiores ficava reduzido a aspectos psicofisiológicos, resumindo as funções superiores a processos elementares.

Vygotski (1930/1995b) acentua que a psicologia extraía dos experimentos os elementos primários das vivências, encontrados em fenômenos psíquicos elementares e analisados mediante abstração. Os processos superiores eram fracionados e reduzidos aos elementares, formando-se uma espécie de mosaico da vida psíquica.

Vigotski comenta que a psicologia objetiva de sua época se negava a estabelecer diferenças entre funções psíquicas inferiores e superiores, abordando essas questões somente do ponto de vista das reações inatas e adquiridas (pertencentes à formação de hábitos), e que, no contexto investigativo das funções psíquicas, o método estímulo- reação (E-R) se aproximava das formações culturais somente em sua vertente natural. O autor afirma também que a psicologia empírica limitava o desenvolvimento psíquico da criança à maturação das funções elementares (VYGOTSKI, 1930/1995a, 1930/1995b).

No caso da psicologia empírica, Sully (1911) faz um comentário que nos parece esclarecer o que afirma Vigotski:

Temos indicado que a psicologia moderna procura reduzir as várias operações da percepção, imaginação, etc., a certos processos fundamentais, dos quais a diferenciação e a assimilação são os mais importantes. Com a ajuda desta análise mais profunda da atividade intelectual, podemos considerar o desenvolvimetno sucessivo das faculdades como um processo contínuo. As operações mais completas e superiores do pensamento se apresentam, agora, como distintos modos das mesmas funções fundamentais do entendimento, que servem de base para as operações inferiores e mais simples da percepção sensível. Por isso, o gérmen mais simples de conhecimento implica diferenciação das impressões dos sentidos; e a forma suprema de conhecimento, que é o pensamento abstrato, é uma manifestação superior do mesmo poder distintivo. A percepção de um só objeto constitui um processo de

assimilar as impressões presentes às passadas; e o pensamento abstrato é a assimilação ou classificação de muitos objetos sob certos aspectos comuns. Assim, podemos dizer que os vários períodos de conhecimento, que são a percepção, o conceito, etc., ilustram as mesmas atividades do entendimento em materiais mais ou menos complexos (sensações, percepções, ideias, etc.). De modo que, segundo se vê, não há interrupções no processo de desenvolvimento intelectual, pois este é uma operação continua, desde sua fase mais simples à mais complexa. As distinções entre a percepção, a imaginação, etc., ainda que de grande conveniência prática na medida em que marcam os períodos sucessivos do desenvolvimento, não devem ser consideradas como divisões rigorosamente assinaladas. O movimento de avanço intelectual não consiste em uma série de saltos, mas em uma progressão continuada e igual122.

(SULLY, 1911, p. 56-57)

Um aspecto importante a ser considerado nessas discussões é a colocação de Vygotski (1930/1995a) de que todas as investigações psicológicas da época, desde as funções elementares até as superiores, envolviam o esquema E-R. Este era o princípio explicativo básico em todos os experimentos do período. Ele comenta que esse esquema terminava se aplicando a diferentes tendências da psicologia da época, de modo que as generalizações também eram variadas, com enfoques diversos, e até opostos, sobre psique e comportamento humano (incluindo o próprio conteúdo concreto do esquema E- R).

Para Vygotski (1930/1995a), era preciso então empregar uma perspectiva histórica e dialética para examinar o desenvolvimento do comportamento humano. Ele afirmava que, no esquema E-R, era preciso incluir o estudo da relação entre formas inferiores e formas mais complexas de desenvolvimento, mas vendo em seu centro “um

122 “Hemos indicado ya que la psicologia moderna procura reducir las varias operaciones de la

percepción, imaginación, etc., a ciertos procesos fundamentales, de los cuales la diferenciación y la asimilación son los más importantes. Con la ayuda de este análisis más profundo de la actividad intelectual, podemos considerar el desenvolvimiento sucesivo de las facultades como un proceso continuo. Las operaciones más completas y superiores del pensamiento se presentan ahora como distintos modos de las mismas funciones fundamentales del entendimiento que sirven de base a las operaciones inferiores y más simple de la percepción sensitiva. Por eso el gérmen más simple de conocimiento implica diferenciación de las impressiones de los sentidos; y la forma suprema del conocimiento, que es el pensamiento abstracto, es uma manifestación superior del mismo poder distintivo. La percepción de un solo objeto constituye un proceso de asimilar las impresiones presentes a las pasadas; y el pensamiento abstracto es la asimilación ó classificación de muchos objetos bajo ciertos aspectos comunes. Así, podemos decir que los vários períodos del conocimiento, cual son la percepción, el concepto, etc., ilustran las mismas actividades del entendimiento en materiales más y menos complejos (sensaciones, percepciones, ideas, etc.). De modo que, según se ve, no hay interrupciones en el proceso de desarrollo intelectual, pues este es una operación continua, desde su fase más simple a la más complexa. Las distinciones entre la percepción, la imaginación, etc., aunque son de gran conveniencia práctica en cuanto marcan los períodos sucesivos del desarrollo, no deben considerarse como divisiones rigurosamente señaladas. El movimiento del adelanto intelectual no consiste en una serie de saltos, sino en una progressión continuada e igual” (SULLY, 1911, p. 56-57).

salto dialético que modifica qualitativamente a própria relação entre o estímulo e a reação”123. (VYGOTSKI, 1930/1995a, p. 62). Era preciso, portanto, novo método, ou nova abordagem investigativa psicológica, realçando-se o aspecto histórico e cultural da conduta humana.

No caso, Vygotski (1930/1995a) aponta para um ponto positivo no enfoque naturalista do esquema E-R. Ele encontra um caminho metodológico justamente trazendo à luz esse enfoque naturalista para superá-lo em direção a um enfoque histórico da humanidade, procurando assim uma investigação do desenvolvimento cultural da conduta para além da visão naturalista da época sobre as funções psíquicas.

Para tanto, Vigotski compara a visão naturalista da psicologia humana com a visão naturalista da história humana, que:

segundo Engels, consiste em reconhecer “que é a natureza que influi exclusivamente sobre o homem, são as condições históricas que condicionam em toda parte seu desenvolvimento histórico...”, esquecendo que também “o homem atua, por sua vez, retornando para a natureza, a transforma e cria novas condições de existência” (F. Engels. Dialética da natureza, obra citada, pág. 196)”124 (VYGOTSKI, 1930/1995a, p. 61).

A citação que Vigotski faz, está assim colocada por Engels no livro Dialética da

Natureza (ENGELS, 2000):

A concepção naturalista da história – tal como se verifica, por exemplo, em Draper (John Williams, 1811-1882) e outros homens de ciência – encara o problema como se exclusivamente a Natureza atuasse sobre os homens e como se as condições naturais determinassem, como um todo, o seu desenvolvimento histórico. Essa concepção unilateral esquece que o homem também reage sobre a Natureza, transformando-a e criando para si novas condições de existência. (ENGELS, 2000, p. 139)

Nota-se que um foco do problema da visão naturalista da história é a noção de que as condições naturais determinam, como um todo, o comportamento humano, o que seria uma visão unilateral. Mas, a ênfase de Engels é num enfoque bilateral, ou seja, o

123 “[...] un salto dialéctico que modifica cualitativamente la propia relación entre el estímulo y la

reacción” (VYGOTSKI, 1930/1995a, p. 62).

124

“[...] según Engels, consiste en reconocer ‘que es la naturaleza da que influye exclusivamente sobre el hombre, son las condiciones históricas las que condicionan en todas parte su desarrollo histórico...”, olvidando que también ‘el hombre actúa a su vez de rechazo sobre la naturaleza, la transforma y crea nuevas condiciones de existencia’ (F. Engels. Dialéctica de la naturaleza, obra citada, pág. 196)” (VYGOTSKI, 1930/1995a, p. 61).

homem também atua sobre a Natureza de maneira ativa, transformando-a e criando para si novas condições de existência. Assim, o homem não é um ser totalmente a mercê das forças da Natureza, mas também age intencionalmente sobre elas.

É importante assinalar que desde o período reflexológico, no livro Psicologia

Pedagógica, Vigotski já colocava essas questões dizendo:

O ser humano não descobre as leis da natureza para se resignar, impotente, a seu poder omínodo e renunciar à sua própria vontade. Também não pode atuar de forma irracional e cega. Mas, quando se submete racionalmente a elas, quando as combina, as subordina a si mesmo. O ser humano obrigado a natureza a servi-lo conforme as próprias leis da natureza. (VIGOTSKI, 1926/2003, p. 78)

Essa afirmação pode ser combinada com esta:

O ser humano adapta de forma ativa a natureza para si mesmo. Em vez de modificar os órgãos, muda os corpos da natureza, de tal modo que eles possam lhe servir de ferramentas. Não reage ao frio deixando crescer um longo pelo defensivo, mas fazendo adaptações ativas do ambiente [a si mesmo], mediante a construção de uma casa ou a confecção de roupa, isto é, mediante a adaptação da natureza a si mesmo. (VIGOTSKI, 1926/2003, p. 62)

Essa adaptação ativa do homem leva a marca indelével do uso de ferramentas. Vigotski adota a tese de Engels de que o emprego de ferramentas pressupõe a atividade especificamente humana em sua reação transformadora sobre a natureza, de modo que, enquanto o animal utiliza a natureza, o homem a governa (VYGOTSKI, 1930/1995a).

Essa perspectiva de ferramenta na história humana é muito importante para a teoria histórico-cultural. Vygotski (1930/1995a) comenta que o exame do uso de ferramentas pelo homem visto pelo estrito enfoque naturalista do esquema E-R, levaria a uma visão de passividade do comportamento, diferente da ideia de adaptação ativa que Engels indica.

Para resolver esse problema, comenta que o importante é investigar a diferença entre o homem e o animal no uso de ferramentas, e seus efeitos no processo de adaptação. No caso, Vygotski (1930/1995a) coloca que realizar essa investigação comparativa nos limites mecanicistas do esquema E-R, deixaria à mostra somente a existência de formas inferiores, subordinadas, da atividade com ferramentas, realçando

apenas diversidades quantitativas e não captando as qualidades do comportamento e seu desenvolvimento. Assim, o importante seria examinar os aspectos qualitativos do problema posto, numa perspectiva histórica, e não do ponto de vista mecanicista e naturalista de E-R servindo como base única, geral, tanto para a psicologia animal quanto para a psicologia humana.

Para Vygotski (1930/1995a, 1930/1995b), o caráter da adaptação e o desenvolvimento histórico do homem o diferenciam, porque uma parte do processo de desenvolvimento psíquico do homem é uma parte do processo geral do desenvolvimento histórico da humanidade. Assim, comenta que é preciso investigar, numa perspectiva histórica e dialética, os pontos inferiores e superiores da conduta humana, tomados em conjunto, entre os quais se localizam todos os graus e formas das funções psíquicas superiores, dizendo que “estudar algo historicamente significa estudá- lo em movimento. Esta é a exigência fundamental do método dialético”125 (VYGOTSKI, 1930/1995a, p. 67).

Sobre isso, Vygotski (1930/1995b) e Vygotski e Luria (1931/2007) colocam que a pesquisa da linha natural do desenvolvimento psicológico infantil é importante para se investigar as leis e peculiaridades do desenvolvimento da criança. Mas assinalam que a investigação do aspecto natural dos processos psíquicos, separado de fatores históricos e culturais (provocada por uma visão unilateral de desenvolvimento natural), tornava dicotômica essa relação (ou mesmo inexplorada), de tal modo que essa dicotomia acabava se tornando também uma marca orientadora nos estudos sobre o desenvolvimento humano.

Na perspectiva de Vygotski e Luria (1931/2007) o estudo do desenvolvimento humano deveria considerar a relação dialética entre o natural e o cultural, seguindo uma linha genética de raciocínio, reconhecendo que entre elas existe uma unidade, mas não uma identidade. Para tanto, era preciso desenvolver uma via de estudos sobre o desenvolvimento psicológico da criança, pouco abordada na época: a explicação do comportamento humano estudado exclusivamente a partir da história desse comportamento.

Sobre isso, Vygotsky e Luria (1930/1996) comentam que:

125“Estudiar algo históricamente significa estudiarlo en movimiento. Esta es la exigencia fundamental del

o comportamento do homem moderno, cultural, não é só produto da evolução biológica, ou resultado do desenvolvimento infantil, mas também produto do desenvolvimento histórico. No processo de desenvolvimento histórico da humanidade, ocorreram mudança e desenvolvimento não só nas relações externas entre as pessoas e no relacionamento do homem com a natureza; o próprio homem, sua natureza mesma, mudou e desenvolveu-se. (VYGOTSKY e LURIA, 1930/1996, p. 95)

Nessa perspectiva, a constituição de funções psíquicas (memória, atenção, percepção, pensamento, linguagem, etc.) mais desenvolvidas e elaboradas do que as funções de cunho elementar são vistas como profundas e significativas mudanças internas em cada função psíquica, provocando o surgimento de uma estrutura nova, ou funções mais elaboradas ou complexas (superiores) como memória cultural, atenção voluntária, etc., que representam formas superiores de conduta. O resultado é o surgimento de neoformações psíquicas mais elaboradas e mais complexas do que as formas elementares (VYGOTSKI, 1930/1995a, 1930/1995b, 1995c).

Com isso, Vygotski (1930/1995c) empreende uma análise das formas superiores de conduta, de uma perspectiva tanto genética quanto explicativa. No enfoque genético, seu intento é o de reestabelecer geneticamente todos os momentos do processo, voltando à sua etapa inicial. Nesse sentido, estudando toda a forma superior de conduta como um processo em movimento. Com o enfoque explicativo, examinar o nexo real e as relações entre o externo e o interno que constituem a base das formas superiores de conduta. No caso, efetuando uma análise dinâmico-causal.

Outro aspecto importante da teoria histórico-cultural é o papel da fala ou da linguagem. Nesse caso, Vigotski tanto dá sequência às discussões levantadas no período reflexólogico, destacando a importância da fala para a investigação do comportamento humano complexo.

Vygotski (1930/1995a) assinala que, na psicologia experimental, a instrução verbal era base de todo experimento, uma vez que, com ela, o experimentador podia criar a atitude no sujeito, estabelecer vínculos, provocar o processo a ser obervado, etc. Mas, acentua que o momento decisivo desse tipo de investigação – a instrução verbal – ficava fora da visão do investigador, de modo que o processo vivo da instrução se colocava em segundo plano. O autor comenta que, nos experimentos com reação,

acreditava-se que a reação do sujeito fora provocada realmente pelo estímulo, não tendo a instrução dada nenhum papel nesse sentido.

Na teoria histórico-cultural, Vygotski (1930/1995a) retoma essas discussões colocando que, de um ponto de vista lógico, a linguagem pode ser examinada como hábito motor ou processo associativo, ou, do ponto de vista de sua composição natural como um estímulo sensorial, tomando-se como base os fundamentos do esquema estímulo-reação. Mas, acentua que o problema está em que o princípio estímulo- resposta acabava sendo aplicado, igualmente, a formas de conduta inferiores e superiores, captando somente o que há de comum entre essas formas, deixando de observar suas causas específicas. Então comenta que essa abordagem é insuficiente porque se aproxima de formações culturais da conduta em sua vertente natural.

Outro aspecto a se destacar, na teoria histórico-cultural, é o modo como Vigotski enfrenta o complexo problema das relações entre o externo e o interno, e o nexo com a realidade.

No texto A Psicologia Concreta do Homem o autor comenta o seguinte: “Paráfrase de Marx: a natureza psicológica da pessoa é o conjunto das relações sociais, transferidas para dentro e que se tornaram funções da personalidade e formas da sua estrutura. Marx: sobre um homem como ‘genus’, aqui – sobre o indivíduo” (VIGOTSKI, 1929/2000, p. 27).

Vigotski buscou desenvolver uma psicologia inspirando-se no método marxista, aproximando teses marxistas ao campo psicológico. No caso, Vigotski comenta:

Modificando a conhecida tese de Marx, poderíamos dizer que a natureza psíquica do homem vem a ser um conjunto de relações sociais transladadas ao interior e convertidas em funções da personalidade e em formas de sua estrutura. Não pretendemos dizer que esse seja, precisamente, o significado da tese de Marx, mas vemos nela a expressão mais completa de todo o resultado da historia do desenvolvimento cultural126. (VYGOTSKI, 1930/1995d, p. 151)

É uma modificação da tese. Nessa modificação, Vigotski aproveita do método para explicar a psicologia humana, especialmente como formações e modificações de

126

“Modificando la conocida tesis de Marx, podríamos decir que la naturaleza psíquica del hombre viene a ser un conjunto de relaciones sociales trasladadas al interior y convertidas en funciones de la personalidad y en formas de su estructura. No pretendemos decir que ese sea, precisamente, el significado de la tesis de Marx, pero vemos en ella la expresión más completa de todo el resultado de la historia del desarrollo cultural” (VYGOTSKI, 1930/1995d, p. 151).

processos internos, psíquicos, se orientam face aos fatores externos. No caso, Vigotski frisa a importância do papel das relações sociais na formação psicológica dos indivíudos, considerando de um ponto de vista marxista as características próprias do gênero humano. Evidentemente, isso mostra a direção filosófica marxista de Vigotski para o problema da relação entre o interno e externo, e seus nexos com a realidade, enfatizando as relações humanas, o contexto social, os meios culturais, na explicação do desenvolvimento das funções psíquicas. Nesse sentido, a sociogênese assume destaque, tornando-se um princípio explicativo, uma compreensão da origem social e dos fatores culturais das mudanças dos processos internos, psíquicos, do desenvolvimento psicológico.

Em meio a essas complexas discussões fundamentais emerge uma visão de relação mediada do homem com a realidade, com os objetos, com o meio, entorno da questão da criação e uso do signo, realçando-se o desenvolvimento cultural.

Para compreender essa mediação na teoria histórico-cultural é preciso examinar 3 temas ou conceitos fundamentais de estudo que a teoria levanta: “o conceito de função

psíquica superior, o conceito de desenvolvimento cultural da conduta e o domínio dos próprios processos de comportamento”127 (VYGOTSKI, 1930/1995b, p. 19, grifo no

original). Junto a esses temas, visualizar o papel do estímulo-signo na vida humana. Esses fatores somados compreendem a explicação da mediação na teoria histórico- cultural.

Abordaremos esses fatores e questões, nas seções seguintes desse capítulo.