Ao longo deste índice, as datas que referimos são as que o próprio boletim nomeia; fácil é no entanto verificar algumas incoerências cronológi- cas (cf. Gerald Moser e Manuel Ferreira — 1983:30).
ANO I
N.o1 Julho 1948
“Os colonizadores do séc.XX”, Alda Lara
“Exortação”, Alexandre Dáskalos
“Canção de embalar meninos pretos”, António Neto “Meio dia em Luanda”, Jorge Pinto Furtado Excerto de “Chiquinho”, Baltazar Lopes “Regresso”, Alda Lara
N.o3 Setembro 1948
“Vertigem”, Fernando Bettencourt
N.os4-5-6 Outubro-Novembro-Dezembro 1948
“Momento”, Rui de Sequeira Nazaré “O que é S. Tomé”, A. Dáskalos “Poema VI”, António de Navarro
“Beijo de mulher” I e II, Joaquim Pegado Cardoso “Os mortos perguntam”, António Neto
“África”, Orlando de Albuquerque “Angústia”, Heliodoro Guitana “Crepúsculo tropical”, Vítor Hugo
62
N.o7(?) Janeiro 1949
“Momento”, Rui Nazaré “Poema”, Visamar
“Estiagem”, Aguinaldo Fonseca “Rosa Negra”, Amílcar Cabral
“Luares de África”, Alda do Espírito Santo “Que importa?”, Marilisa
“Buscando o rumo I e II”, Alexandre Dáskalos N.os8-9-10 Fevereiro-Março-Abril 1949
“Momento”, Vítor Evaristo “Escultura”, Vítor Matos “Rumo”, Alda Lara “Partida”, Vítor Evaristo
“Teatro”, Orlando de Albuquerque “Porto ao longe”, Fernando Bettencourt ANO II
N.o11 Maio a Dezembro 1949
“Pulso...”, António Neto “Momento”, Rui Nazaré “Sonata”, Luís Ribeiro “Poema”, Alexandre Dáskalos “Poema”, Amílcar Cabral “Soneto”, Marilisa
“Afonso, o quioco”, Almeida Santos “Ilhas”, Gabriel Mariano
“Poema”, António Neto ANO III
N.o12 Janeiro a Julho 1951
“Ensaios”, Mário Pinto de Andrade, António Neto e Luís Almeida Cabral
Separata de “Poesia em Moçambique” ANO III (ou IV?)
N.o13 Janeiro 1952
Continuação do texto anterior de Mário Pinto de Andrade
“1619”, Francisco José Tenreiro “Crítica Literária”, António Neto Vários poemas de Orlando da Costa Janeiro 1958
“Canções dos rapazes da ilha”, Aguinaldo Fonseca N.o3 Fevereiro 1958
“A ilha, o luar e a solidão”, Aguinaldo Fonseca “Luanda — quintadeira negra a quem vestiram pa-
nos americanos de várias cores”, José Graça N.o4 Março 1958
“Estiagem”, Aguinaldo Fonseca
“Calema”, Nando Nangola “Identidade”, António Fonseca
(Poema de António Nobre e excertos de “Etnogra- fia do Sudoeste de Angola”, Pe. Estermann) “Estrela Pequenina”, de Maurício Gomes ANO I
N.o6 Maio 1958(?)
“Panorama da Literatura em Angola”, Pedro Sobrinho “Um conto igual a muitos”, Costa Andrade “Calendário”, Gabriel Mariano
ANO II Janeiro 1959
“Pangu’ié pensou”, Benúdia
“Lembrança de Parafuso”, Arnaldo França “Samba”, Noémia de Sousa
“Maxibim Poçon”, Tomás Medeiros “Poema”, Mário António
“Dominga”, Cochas Osório
“O bolo rei que ninguém comeu”, Armando Couto ANO II
N.o2 Fevereiro 1959
“O beijo do cacimbo já se foi”, Henrique Guerra “Carta dum contratado”, António Jacinto “Pura saudade da poesia”, Osvaldo Alcântara “Muimbu ua sabalu”, Mário de Andrade “Oferenda”, Marcelino dos Santos “Para lá da praia”, Alda do Espírito Santo “Um homem igual a tantos”, Alves Preto ANO III
N.o1 Janeiro 1960
“Jonga”, Angolano de Andrade(?) “Quintadeira”, Agostinho Neto “Nkelipetamena”, conto cuanhama “Povo”, Aguinaldo Fonseca “Rua sem sol”, Homero Pires N.o2 Fevereiro 1960
“Conversando com Arnaldo Santos”, Angolano de Andrade
“Quinzinho”, Luandino Vieira “Contratados”, Costa Andrade “Soneto Imperfeito”, Tomás Medeiros “Serão de menino”, Viriato da Cruz “Recordação”, Arnaldo Santos ——, Arnaldo Santos
N.o3-4 Março-Abril 1960
“Conversando com Carlos Ervedosa”, Tomás Me- deiros
“O caçador e o vento”, Benúdia “Prometeu”, Orlando Távora
“Castigo pró comboio malandro”, António Jacin- to
“Caminhada”, Costa Andrade “Certeza”, Agostinho Neto “Canto anónimo”, Antero Abreu “Namoro”, Viriato da Cruz ”Chuva”, Aguinaldo Fonseca Conto mandinga
ANO III N.o5-6 1960
“Aconteceu no morro”, Alves Preto “Poema”, Maria João Abranches
“O Novo canto da mãe”, Tomás Medeiros
“A estrada” (lenda negra traduzida por Manuel Lima)
“Tomás Vieira da Cruz”, Mário António “Faustino”, José Graça
—, António Cardoso
“Introdução a um colóquio sobre poesia angola- na”, Agostinho Neto
“Caminho”, Jorge Barbosa “Críticas a Contistas Angolanos” ANO XIV
N.o1 1962
“Canção do ilhéu”, Tomás Medeiros “Zé ‘Fintacai’ Augusto”, Luandino Vieira “Certeza”, Agostinho Neto
Crítica literária
“Naturalidade”, Rui Knopfli “Terra Morta”, Aguinaldo Fonseca “Poema”, Arnaldo Santos
ANO XIV
N.o2 31-Maio 1962
“Crónica da cidade estranha”, Mário António “Presença”, Alda Lara
“Interpretação da poesia de Alda Lara”, Alfredo Margarido
“Regresso”, Alda Lara “Poema”, Alves Monteiro
“Velho João”, Artur Carlos Pestana “Negro Joaquim”, Maria do Céu “Poema”, Carmo Marcelino “Crítica Literária”
“Chuva em Cabo Verde”, Ovídio Martins “Cantiga do negro batelão”, José Craveirinha “Ivone”, José Ramalho
ANO XIV
N.o3 Agosto 1962
“Luanda”, Luandino Vieira “Fidelis”, Dante Mariano
“Crítica a Rodrigues Júnior”, Alfredo Margarido “Se me quiseres conhecer”, Noémia de Sousa N.o4 Novembro 1962
“3.aode ao Inverno’, José Craveirinha
“Oferta”, António Cardoso “A cidade”, Tomás Jorge
“Um poema diferente”, Onésimo Silveira
“Nós somos o vendaval”, Mwene Kalungo-Lungo “Pergunta”, Lara Filho
ANO XV N.o1 Abril 1963
“Processo poesia”, Francisco José Tenreiro “Mãe”, José Craveirinha
1.oEncontro de Escritores
“Buganvília”, “Girassóis”, Luandino Vieira “A menina Vitória”, Arnaldo Santos
“Memória da ilha do Príncipe”, Manuela Margarido “A poesia moçambicana e os críticos de óculos”,
Alfredo Margarido “Terra”, António Nunes N.o2 Junho 1963
“Acerca da literatura negra”, Francisco José Ten- reiro
“Angolares”, Alda do Espírito Santo “Meninos do musseque”, Luandino Vieira “A Praia”, Ilídio Rocha
“Do poeta Knopfli à cultura moçambicana”, Alfre- do Margarido
“Mudança”, Ovídio Martins
“Amor de África”, Francisco José Tenreiro ANO XVI
N.o1 Julho 1964
“Galinha branca”, Pedro Corsino de Azevedo “Poema sonho”, Craveirinha
“Conto oral muchope”
“Infância — conto poético”, Tomás Jorge
“Mestre Gil, o Sobral e o barril”, Luandino Vieira “Grito negro”, José Craveirinha
“Chuva-mãe”, Carlos Ervedosa
Conto popular angolano (rec. por Luandino Vieira) “Era uma vez”, António Jacinto
“Inventário de imóveis e jacentes”, L. Bernardo “Poema”, “Luanda 53”, Mário António
* Mestre em História Contemporânea e professor na Universidade do Minho.