• No results found

Underproblemstillinger og introduksjon til tidligere forskning

1. Innledning

1.2 Underproblemstillinger og introduksjon til tidligere forskning

O conteúdo dos depoimentos possibilitou a construção de uma terceira categoria que abrangeu aspectos relacionados à descrição do tipo de participação dos profissionais no interior da equipe de avaliação diagnóstica da pessoa com deficiência intelectual. O primeiro tema abordado trata da participação efetiva dos membros. Para se engajar na construção do diagnóstico por uma equipe, o profissional deve demonstrar compromisso com o trabalho, com os colegas e com o sujeito atendido. É o que Waidman e Elsen (2005) chamam de responsabilidade profissional. Trata-se de uma postura relacionada ao ser humano, cuja necessidade a ser satisfeita depende do profissional. É nesse momento que se faz necessário o trabalho interdisciplinar: na percepção de que o outro profissional pode somar no atendimento integral ao ser humano. Por isso, buscar com outros profissionais a conclusão de um diagnóstico e a elaboração de uma proposta terapêutica de apoios ao sujeito é uma forma de exercitar a responsabilidade profissional, conforme exposto nas falas a seguir:

P1 A participação é efetiva e também de muita seriedade e responsabilidade, onde todos os membros participam e são comprometidos.

P2 Eu percebi uma intensificação da participação de uns meses pra cá. Com a saída de antigos membros que centralizavam muita coisa, a gente dividiu funções. Eu acho que isso deu responsabilidade maior pra muita gente e implicou maior participação também. Talvez seja isso.

P4 Há uma participação efetiva de cada membro da equipe. Cada membro contribui muito de acordo com a sua área [...] Cada um participa efetivamente dessa discussão e na eleição de apoios.

P5 A participação é intensa. Todos com mesmo objetivo e empenhados em traçar o melhor apoio possível para o indivíduo. É uma boa participação de todos.

P6 Eu acho que cada um cumpre muito bem sua função. [...] Eu acho que há uma boa participação, sim.

P7 É uma participação bastante efetiva. Eu vejo assim, que tem um compromisso, todos ali.10

Verifica-se, nos relatos, o registro de uma participação efetiva dos membros e o cumprimento de papéis dentro da equipe de avaliação. A reciprocidade e a mutualidade pressupõem uma atitude conjunta entre os membros, conduzindo à ação interdisciplinar. A interdisciplinaridade, como filosofia de trabalho, não deve ser ensinada, mas vivida e exercitada. O trabalho interdisciplinar permite indagações sobre o sentido e a pertinência das colaborações entre diferentes áreas e disciplinas, em um esforço de aproximar, de comparar, de relacionar e de integrar os conhecimentos relativos ao ser humano (VILELA; MENDES, 2003). A participação ativa dos profissionais é fundamental para que cada um exerça sua função e contribua, objetivamente, na construção do diagnóstico e na definição de apoios à pessoa com deficiência intelectual.

Um aspecto distinto chama atenção no que tange à participação dos profissionais ingressantes na equipe avaliativa: a dificuldade dos novos membros em lidarem com a dinâmica de trabalho e de avaliação proposta pelo Sistema 2010, configurando a segunda temática desta categoria: adaptação à equipe de trabalho. O relato abaixo exemplifica esta situação:

P3 Eu sou o membro mais recente da equipe. Cheguei, peguei algumas informações. Não é que me foi jogado às cegas, mas nós temos uma formação acadêmica para avaliar, para diagnosticar. Porém, até assimilar tudo que acontece... No meu caso, estou ainda em processo. Isso às vezes

ainda deixa a desejar, mas acho que é um processo de adaptação, sim. No meu caso, acho que o tempo tem refletido para que isso tenha melhorado.11

O Sistema 2010 (AADID, 2010) é recente e constitui-se de um modelo conceitual que destaca a perspectiva bioecológica e multidimensional do funcionamento humano. Esse modelo também incentiva a oferta de apoios individualizados, principalmente quando houver limitações de funcionamento do sujeito, a exemplo da deficiência intelectual. Para alguns profissionais, pode ser difícil compreender todo o contexto proposto no Sistema 2010. A prática demonstra que até mesmo a compreensão do conceito de deficiência intelectual ainda é limitada entre profissionais de diversas áreas. No entendimento mais recente, a deficiência intelectual é retratada por meio de “limitações significativas, tanto no funcionamento intelectual como no comportamento adaptativo expresso nas habilidades adaptativas conceituais, sociais e práticas” (AADID, 2010, p. 5). No entanto, um documento internacional de referência para os profissionais da saúde, a CID-10, em sua última versão, ainda se refere à deficiência intelectual como retardo mental e, inclusive, com subdivisões por escores de quociente de inteligência (OMS, 2008) o que, na visão da AADID, já deveria estar superado. Percebe-se aqui uma contradição que prejudica a interpretação da deficiência intelectual pelos profissionais que lidam com esse público. Assim, é compreensível a dificuldade do profissional ingressante na equipe em lidar com o Sistema 2010, pois, em sua formação acadêmica, esse profissional pode ter tido contato com as mais diversas vertentes que explicam a deficiência, já expostas no início deste trabalho.

Observa-se que ainda há limitação na compreensão do conceito da deficiência intelectual e, considerando que a aplicação do modelo conceitual defendido no Sistema 2010 é complexa, sugere-se maior divulgação e capacitação nesse sistema. Uma proposta de superação dessa dificuldade seria a exposição das ideias contidas no Sistema 2010 pelos membros com mais experiência para os profissionais ingressantes na equipe, ou ainda, a possibilidade de formação teórica orientada para os profissionais que queiram lidar com a avaliação diagnóstica da deficiência intelectual, a exemplo do curso Sistema AADID:

diagnóstico, classificação e paradigma de apoio para pessoa com deficiência intelectual

oferecido pela Fenapaes e Uniapae (2010).

Carvalho e Maciel (2003) destacam a importância em diagnosticar a pessoa com deficiência intelectual nos dias atuais:

Entender a deficiência intelectual como categoria diagnóstica é ponto de partida para eventos significativos, como identificação, intervenção, apoio, promoção de cuidados e atendimento a direitos. Esses procedimentos influenciam pessoalmente um numeroso contingente de pessoas com deficiência intelectual, bem como a qualidade de vida de seus familiares. É desafiador. Herdamos esse desafio do passado. Tornou-se agora nosso desafio (CARVALHO; MACIEL, 2003, p. 155).

Sugere-se ainda que a equipe de avaliação diagnóstica esteja disposta a criar redes de interconexão e de diálogo nos mais diversos setores da sociedade; a facilitar a nomenclatura e o conceito da deficiência intelectual capacitando professores e demais profissionais que atuam em serviços sociais e de saúde para uma abordagem mais ecológica e inclusiva da pessoa com deficiência; e a permitir o acesso do sujeito e de sua família a ações comunitárias que garantam oportunidade de educação, de trabalho e de serviços em saúde, como consultas, terapias, medicamentos de alto custo por meio da integração entre os níveis primários, secundários e terciários. Tais práticas, ao articular diálogo e capacitação, podem ser extremamente benéficas para a população ainda carente de recursos de inclusão e de garantia de direitos humanos (MUSZKAT, 2010).

Esta seção permitiu conhecer como a equipe interdisciplinar percebe a avaliação diagnóstica da pessoa com deficiência intelectual. Segundo os profissionais entrevistados, há um bom nível de articulação entre os membros da equipe de avaliação, no entanto, coexiste diversidade de opiniões e de possibilidade de melhorar a articulação entre a equipe. Outro aspecto a ser pensado é que, para aplicar o processo avaliativo, segundo o Sistema 2010, faz- se necessário maior conhecimento e dedicação do profissional aos estudos relacionados, uma vez que os profissionais apontaram o método de avaliação como exigente e detalhista. Percebe-se que o processo de avaliação utilizado é funcional, pois os profissionais o consideram satisfatório, porém, demanda maior tempo e disponibilidade profissional além daquela já ofertada. Por fim, os relatos descrevem uma participação efetiva dos membros dentro da equipe de avaliação, com ressalvas quanto à adaptação necessária aos profissionais ingressantes na equipe.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esta pesquisa, fundamentada na abordagem teórica do modelo multidimensional proposto no Sistema 2010 da AADID, buscou investigar a atuação de uma equipe interdisciplinar com base na utilização do Sistema 2010 no processo de avaliação diagnóstica da pessoa com deficiência intelectual. Tal empreendimento exigiu analisar, com atenção, os instrumentos utilizados pelos profissionais na avaliação, bem como o delineamento e o fluxo dos procedimentos no processo diagnóstico da deficiência intelectual; conhecer a percepção da equipe interdisciplinar sobre a avaliação diagnóstica da pessoa com deficiência intelectual realizada por tal equipe; revelar o nível de articulação entre as diferentes áreas que integram a equipe na perspectiva da interdisciplinaridade. O modelo conceitual proposto no Sistema 2010 da AADID foi fundamental para este estudo. Entender a deficiência intelectual com base no funcionamento humano e oferecer suportes necessários ao desenvolvimento proporciona rompimento com estigmas e com preconceitos, possibilitando maior autonomia e inclusão social da pessoa com deficiência.

Os objetivos propostos nesta dissertação foram alcançados. Este estudo possibilitou compreender como se dá o processo avaliativo da pessoa com deficiência intelectual pela atuação de uma equipe interdisciplinar. Os resultados apontaram que a equipe do estudo estabeleceu critérios específicos de ingresso do público no processo avaliativo, sistematizando também a avaliação do indivíduo, o estudo em equipe e a conclusão do diagnóstico. Destacam-se, nesse trabalho interdisciplinar, os 12 instrumentos e roteiros utilizados pela equipe de trabalho. A fim de obter o máximo de informações que possam subsidiar a avaliação diagnóstica, percebe-se uma complexidade das informações contidas nos instrumentos, porém, tais informações estão articuladas e se complementam. Esses roteiros foram elaborados pela equipe com base nas orientações do Sistema 2010, por isso, abordam elementos que buscam descrever o funcionamento humano nas cinco dimensões, fornecendo subsídios necessários para a conclusão do diagnóstico.

Outro aspecto importante é que o diagnóstico possibilita a descrição dos pontos fortes e das limitações da pessoa com deficiência, bem como o planejamento de apoios a serem ofertados ao indivíduo visando à sua melhor funcionalidade. Toda esta organização está embasada no modelo conceitual descrito no Sistema 2010. Assim, analisaram-se os instrumentos de modo detalhado e descreveu-se o fluxo das etapas da avaliação conforme a realidade encontrada, permitindo o entendimento de que, com base nos instrumentos aplicados, já existe uma realidade interdisciplinar de trabalho na equipe estudada.

Outro aspecto investigado foi a percepção da equipe sobre o trabalho realizado. Os profissionais definiram o processo de avaliação, segundo o Sistema 2010, como satisfatório, pois alcança os resultados esperados, oferecendo um diagnóstico seguro. Porém, o processo também é exigente, detalhista e demorado, uma vez que impõe, aos profissionais, aprofundamento de conhecimentos, dedicação aos estudos específicos e maior disponibilidade de tempo em função da discussão dos casos.

Quanto à atuação, os relatos descrevem uma participação ativa, efetiva e interdisciplinar no interior da equipe. Isto é interessante, pois as diversas áreas componentes devem estar integradas para obter um resultado comum. A escuta, a troca de informações, a abertura para o diálogo, a reciprocidade, o desejo de contribuir, o cumprimento de responsabilidades foram argumentos encontrados no discurso dos profissionais que conduzem a uma ação interdisciplinar. A interdisciplinaridade é um caminho proposto no Sistema 2010 para se chegar a um resultado relevante e seguro no diagnóstico da pessoa com deficiência intelectual.

O estudo realizado permitiu identificar um bom nível de articulação entre os profissionais pertencentes à equipe de avaliação. Tanto a análise documental, quanto as entrevistas conduziram para essa observação. Nos instrumentos que registram o fechamento do diagnóstico e na dinâmica utilizada pela equipe, percebe-se claramente que o trabalho é articulado. Apesar de existir diversidade de opiniões entre os profissionais, existe também a liberdade de atuação e de expressão e a busca de um consenso na construção do diagnóstico.

Apesar da satisfação da equipe com a dinâmica do trabalho avaliativo, algumas sugestões de melhoria, observadas ao longo do estudo, podem ser pontuadas, tais como: readequação das informações contidas nos instrumentos e nos roteiros a fim de se evitar a redundância dos dados, pois a repetição das informações contribui para que o processo seja cansativo e moroso; maior disponibilidade de carga horária por parte dos profissionais para a realização do processo avaliativo, considerando a grande demanda pelo serviço da equipe e o estudo dos casos mais complexos; inclusão, na equipe, do profissional médico, uma vez que os relatos apontam a necessidade de parceria com esse profissional para resolução de alguns casos; treinamento dos profissionais ingressantes na equipe para melhor adaptação ao processo avaliativo e educação continuada para potencializar o trabalho da equipe. Cumpre ainda dizer que a composição da equipe, o fluxo dos procedimentos de avaliação, os instrumentos utilizados pelos profissionais necessitam de critérios mínimos para não se cair no risco de transformar o processo avaliativo em um processo aleatório e subjetivo, rotulando arbitrariamente as pessoas como deficientes.

Os resultados deste estudo de caso contribuem para o avanço das investigações em torno da avaliação interdisciplinar da pessoa com deficiência intelectual com base na utilização do Sistema 2010 da AADID. Este estudo é significativo, uma vez que as pesquisas que abordam o diagnóstico da deficiência intelectual o fazem sem articular interdisciplinaridade e Sistema 2010. Esta pesquisa avança na discussão sobre a abordagem à deficiência intelectual, contribuindo inclusive com aqueles que desejam conhecer mais sobre a utilização do Sistema 2010 no processo de avaliação da pessoa com deficiência intelectual, servindo até mesmo de modelo para realização de trabalho semelhante. Considerando que a dinâmica de avaliação da deficiência intelectual é diversa no país, tem-se aqui um modelo sistematizado de atuação referente.

No entanto, como limitação deste estudo, está a circunscrição da pesquisa ao programa de mestrado, sujeito a restrições dadas em razão de prazo e de foco de objeto. Paralelamente a isto, aspectos relacionados ao método quanto à escolha da forma de construção de dados e a seleção dos participantes, podem ser considerados como limitadores, implicando na impossibilidade de explorar outras dimensões relevantes ao objeto de estudo. Outra possível limitação deste trabalho foi a realização dos registros no mesmo local de trabalho dos profissionais. Este fato pode influenciar os relatos dos participantes, de forma a tecer considerações positivas sobre o processo avaliativo realizado pela equipe.

É muito pouco provável que um trabalho de pesquisa se esgote em si mesmo. A presente dissertação é um exemplo dessa situação. Neste contexto, podem-se vislumbrar algumas sugestões para futuras pesquisas: a) elaborar pesquisa com os profissionais integrantes da equipe de avaliação diagnóstica da pessoa com deficiência intelectual fora da instituição de trabalho; b) realizar estudo comparativo entre duas ou mais equipes de avaliação diagnóstica da pessoa com deficiência intelectual que utilizam ou não o Sistema 2010 como referência; c) construir estudo que compare a atuação profissional individualizada, multidisciplinar e interdisciplinar no diagnóstico da deficiência intelectual; d) realizar estudo com as famílias de indivíduos que foram avaliados e receberam o diagnóstico de deficiência intelectual, a fim de verificar se os apoios sugeridos contribuíram para a funcionalidade e o desempenho pessoal.

REFERÊNCIAS

AADID – AMERICAN ASSOCIATION ON INTELLECTUAL AND DEVELOPMENTAL DISABILITIES. Intellectual disability: definition, classification, and systems of supports. 11.ed. Washington, DC: AAIDD, 2010. Disponível em:

<http://www.aaidd.org/intellectualdisabilitybook/ content2678.cfm?navID=282>. Acesso em: 5 set. 2012.

AAMR – AMERICAN ASSOCIATION ON MENTAL RETARDATION. Mental retardation: definition, classification, and systems of supports. 10. ed. Washington, DC,

2002.

ALMEIDA, M. A. Apresentação e análise das definições de deficiência mental propostas pela AAMR (Associação Americana de Retardo Mental) de 1908 a 2002. Revista de Educação

PUC – Campinas, Campinas, n. 16, p. 33-48, jun. 2004. Disponível em:

<http://periodicos.puccampinas.edu.br/seer/index.php/reveducacao/article/view/284/267>. Acesso em: 15 abr. 2013.

ARANHA, M. S. F. Paradigmas da relação da sociedade com as pessoas com deficiência.

Revista do Ministério Público do Trabalho, Marília, ano 11, n.21, p. 160-173, mar. 2001.

Disponível em:

<http://www.centroruibianchi.sp.gov.br/usr/share/documents/08dez08_biblioAcademico_para digmas.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2013.

______. Integração social do deficiente: análise conceitual e metodológica. Temas em

Psicologia, Ribeirão Preto, n. 2, p. 63-70, 1995. Disponível em:

<http://www.sorri.com.br/sites/default/files/A%20defici%C3%AAncia%20atrav%C3%A9s% 20da%20hist%C3%B3ria%20-%20Temas%20em%20Psicologia%20.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2013.

APA – ASSOCIAÇÃO PSIQUIÁTRICA AMERICANA. Manual diagnóstico e estatístico

de transtornos mentais – DSM IV - Tr. Porto Alegre: ARTMED, 2004.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2006. (Obra original publicada em 1977).

BAUER, M. W.; GASKELL, G. (Ed.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.

BELO, C.; CARIDADE, H.; CABRAL, L.; SOUSA, R. Deficiência Intelectual: terminologia e conceptualização. Revista Diversidades, Madeira, Portugal, n. 22, ano 6, p. 4-9, out./dez. 2008. Disponível em:

<http://www.madeiraedu.pt/Portals/7/pdf/revista_diversidades/revistadiversidades_22.pdf>. Acesso em: 26 set. 2013.

BERMÚDEZ, M.; CELIS, L. G; MORENO, A.; TRUJILLO, L. M.; GUTIÉRREZ, L. M. C.; OSSA, H.; BLACKBURN, N.; VILLARREAL, P.; BALCAZAR, I. B. Estudio preliminar del retardo mental em la poblacion de Rovira (Tolima, Colombia). Revista Ciencias de la Salud, Bogotá, v. 6, n. 2, p. 39, maio/ago. 2008. Disponível em:

<http://redalycuaemexmx.ez97.periodicos.capes.gov.br/redalyc/src/inicio/HomRevRed.jsp?iC veEntRev=562>. Acesso em: 7 maio 2013.

BRASIL. Secretaria de Direitos Humanos. Viver sem limite: plano nacional dos direitos da pessoa com deficiência. 2011. p. 36-42. Disponível em: <http://www.saude.gov.br>. Acesso em: 15 jun. 2013.

______. Decreto n. 6.949/09. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 26 ago. 2009. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007- 2010/2009/decreto/d6949.htm>. Acesso em: 4 abr. 2013.

CARULLA, L. S.; REED, G. M.; VAEZ-AZIZI, L. M.; COOPER, S.; LEAL, R. M.; BERTELLI, M.; ADAMS, C.; COORAY, S.; DEB, S.; DIRANI, L. A.; GIRIMAJI, C.; KATZ, G.; KWOK, H.; LUCKASSON, R.; SIMEONSSON, R.; WALSH, C.; MUNIR, K.; SAXENA, S. Intellectual developmental disorders: towards a new name, definition and framework for “mental retardation/intellectual disability”. World Psychiatry, Official Journal of the World Psychiatric Association, Geneva, v.10, n. 3, p.175-180, out. 2011. Disponível em: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3188762/>. Acesso em: 15 jun. 2013.

CARVALHO, E. N. S. Deficiência intelectual: considerações sobre um construto

polissêmico. In: FENAPAES – FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES; UNIAPAE – UNIVERSIDADE REDE APAE. Sistema AADID: diagnóstico, classificação e paradigma de apoio para pessoa com deficiência intelectual. Brasília. jul./ago. 2010a.

______. Sistema 2010 da Associação Americana de Deficiência Intelectual e do Desenvolvimento: definição, classificação e sistemas de apoio. In: FENAPAES –

FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES; UNIAPAE – UNIVERSIDADE REDE APAE.

Sistema AADID: diagnóstico, classificação e paradigma de apoio para pessoa com

deficiência intelectual. Brasília. jul./ago. 2010b.

CARVALHO, E. N. S.; MACIEL, D. M. M. A. Nova concepção de deficiência mental segundo a American Association on Mental Retardation – AAMR: sistema 2002. Temas em

Psicologia da SBP, Florianópolis, v. 11, n. 2, p.147-156, out. 2003. Disponível em:

<http://www.sbponline.org.br/revista2/vol11n2/art07_t.pdf>. Acesso em: 5 set. 2012. CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE – CNS. RESOLUÇÃO 466, de 12 de dezembro de 2012. Dispõe sobre diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília, 2012. Disponível em:

<http://www.datasus.gov.br/conselho/resol96/RES19696.htm>. Acesso em: 25 set. 2013. COSTA, R. P. Interdisciplinaridade e equipes de saúde: concepções. Mental. Barbacena, MG, v. 5, n. 8, jun. 2007. Disponível em:

<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S167944272007000100008&script=sci_arttext>. Acesso em: 9 set. 2013.

CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

DEMO, P. Pesquisa e informação qualitativa. 3 ed. Campinas: Papirus, 2006.

DÉO, A. F.; PEREIRA, J. A. F. A triangulação entre deficiência intelectual, funcionalidade humana e apoios. Revista DICA, Agudos, n. 4, ano 3, 2012. Disponível em:

<http://www.revistafaag.brweb.com/revistas/index.php/dica/article/view/87>. Acesso em: 10 jun. 2013.

FEAPAES – FEDERAÇÃO DAS APAES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Inclusão

social da pessoa com deficiência intelectual e múltipla: educação especial no espaço da

escola especial – novo projeto águia. Belo Horizonte. 2011. p. 10. Disponível em: <http://uniapaemg.org.br/site/pdf/educacao-especial-no-espaco-da-escola-especial.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2012.

FENAPAES – FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES. A Rede Apae no Brasil. nov. 2013. Disponível em:< http://www.apaebrasil.org.br/arquivos.phtml?t=10183#>. Acesso em: 2 fev. 2014.

FENAPAES – FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES; UNIVERSIDADE REDE APAE - UNIAPAE. Sistema AADID: diagnóstico, classificação e paradigma de apoio para pessoa com deficiência intelectual. Brasília, jul./ago. 2010.

GARDNER, H. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artmed, 1994.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. GOMES, R.; DESLANDES, S. F. Interdisciplinaridade na saúde pública: um campo em