organisasjoner, holdninger med videre
13.7 Tidsbegrenset behandling av opplysninger – 4-månedersregel
A simulação não é uma teoria, mas uma metodologia de resolução de problemas; é um método de modelagem utilizado para implementar e analisar um procedimento real (físico) ou proposto em um computador (de forma virtual) ou até mesmo em protótipos (ensaios).
A simulação é, então, o ato de imitar um procedimento real em menor tempo e com menor custo, permitindo um melhor estudo do que vai acontecer e de como consertar erros que gerariam grandes gastos [73].
Também se pode definir simulação como sendo a imitação da operação de um processo ou sistema ao longo do tempo, envolvendo a geração e análise de um "histórico artificial" com o objetivo de inferir acerca das características do sistema. O comportamento de um sistema real ou hipotético ao longo do tempo é estudado a partir de um modelo de simula- ção, que é formado por uma série de considerações lógicas, matemáticas e simbólicas sobre o relacionamento entre os objetos de interesse do sistema. A simulação pode ser efetuada manualmente, mas demanda para tal um grande esforço para a realização de cálculos, tornando o computador uma ferramenta essencial [6]. A fase operacional compreende as maiores potencialidades de se obter os melhores resultados com o uso da simulação [57].
Algumas características encontradas em problemas a serem analisados formam um conjunto de pressupostos que justificam o uso da simulação. Apontam-se algumas dessas características [80]:
• Não há para o problema uma formulação matemática completa. • Não há um método analítico para a resolução do modelo matemático.
• A obtenção de resultados com o modelo é mais fácil de ser realizada por simulação do que método analítico.
• Não existe habilidade pessoal para a resolução do modelo matemático por técnica analítica ou numérica.
• É necessário observar o desenvolvimento do processo desde o início até os resultados finais, e são necessários detalhes específicos.
• Não é possível ou é muito difícil a experimentação no sistema real.
• é desejado estudar longos períodos de tempo ou são necessárias alternativas que os modelos físicos dificilmente fornecem.
Uma simulação apresenta, em geral, os seguintes mecanismos internos:
• Variáveis: características ou atributos do sistema que assumem uma gama de valores distintos conforme o desempenho do sistema, quando simulado.
• Parâmetros: características ou atributos do sistema que têm só um valor em toda a simulação, mas podem mudar se alternativas diferentes forem estudadas.
• Fatores exógenos: parâmetros ou variáveis cujo valor afeta o sistema, porém não é afetado por ele. São representados pelas séries ou distribuições de probabilidade que fornecem valores ao sistema.
• Fatores endógenos: parâmetros ou variáveis que têm o valor determinado pelo sis- tema, como é o caso dos resultados do modelo.
Para conduzir um estudo de simulação, vários autores sugerem um conjunto de passos. Dentre esses autores, estão: Law; Kelton [45], Banks et al. [6] e Rivero; Piedrahita [66]. Nesta pesquisa foi convencionado o uso dos passos propostos por Rivero; Piedrahita [66], ilustrado na Figura 2.5.
Figura 2.5: Passos de um Estudo de Simulação. Fonte: Adaptado de [66].
Os passos são detalhados a seguir:
1. Planejamento do estudo:
Desenvolver um plano de estudos: Esta etapa deve definir os objetivos, iden- tificar as limitações ou restrições, atender às especificações, desenvolver e definir resultados de planejamento.
2. Definição do sistema: Neste passo, devem-se levar em conta duas etapas importan- tes:
1a Determinar as informações para tomada de decisões (layout da planta, quais são os indicadores para avaliar, a variabilidade do processo, tempos de processo etc.).
2a Definir as fontes de dados (fluxograma, diagrama do processo etc.).
3. Construção do modelo: Depois de reunir todas as informações, o desenvolvimento do modelo é executado. É importante haver divisões dos modelos quando se está tra- balhando com sistemas de grande porte; com isto, evitam-se problemas no momento da análise dos resultados.
4. Realização de experimentações: É necessário executar experimentos para testar a excelência da simulação. Essas simulações podem ser de dois tipos:
Terminais: os modelos têm uma finalidade específica, ou seja: o início e o fim estão estabelecidos.
Sem Terminais: estes são tipos de modelos que não têm um fim preestabelecido. 5. Análise dos resultados: Esta etapa põe em evidência a excelência da simulação e
determina se os resultados são satisfatórios.
6. Documentação dos resultados: O relatório dos resultados deve ser detalhado e repre- sentativo do que se quer mostrar. Para esse relatório deve-se considerar a maneira com que se constrói o modelo, onde a informação foi derivada, identificar as variáveis e atributos.
De forma especial, é preciso que o usuário do modelo tenha boa informação sobre a sua construção, seja por ter participado das etapas anteriores ou por ter estudado profundamente os relatórios. Mesmo que todas as demais etapas tenham sido realizadas satisfatoriamente, se o usuário tiver pouco conhecimento sobre o funcionamento lógico do modelo a sua implementação será comprometida [6].
Para efetuar a simulação se faz necessário a construção de um modelo que possa ser simulado em alguma ferramenta computacional, tal como Stella, PowerSim, ProModel, iThink e Vensim, por exemplo. Nesta pesquisa será utilizada a ferramenta computaci- onal Vensim Personal Learning Edition (PLE)1 que é fornecida pela Ventana Systems,
Inc. Este software permite a utilização de estoques, fluxos, componentes auxiliares e
conectores.
Componentes do software Vensim
Um modelo é construído com basicamente quatro componentes: estoques, fluxos, auxili- ares e conectores, como ilustrado pela Figura 2.6. Os estoques são variáveis de estado e podem ser considerados como repositórios onde algo é acumulado, armazenado e potenci- almente passado para outros elementos do sistema [28]. Eles fornecem uma visão de como está o sistema em qualquer instante do tempo.
Figura 2.6: Componentes Básicos do Software Vensim
Os fluxos são variáveis de ação e podem alterar os estoques, aumentando ou diminuindo seu volume. Os componentes auxiliares servem para formular os dados a fim de definir as equações dos fluxos. Eles servem para combinar, através de operações algébricas, fluxos, estoques e outros auxiliares. Os auxiliares são usados para modelar as informações e não o fluxo físico, sendo capaz de se alterarem instantaneamente, sem atrasos [27]. Os conectores representam as inter-relações entre todos os componentes do sistema. São essas inter- relações que ligam os componentes que formarão a expressão matemática [28]. A seguir é apresentada a gestão de riscos que identifica, analisa e avalia possíveis vulnerabilidades que podem ocorrer em um processo, por exemplo: processos que constam no questionário do levantamento de GTI.