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Studier av migrasjonsmenigheter

1 Bakgrunn og tidligere forskning

1.2 Tidligere forskning

1.2.3 Studier av migrasjonsmenigheter

Na verdade, não existe a melhor forma ou uma única maneira de projetar um Sistema de Informação. Aspectos como aplicabilidade, flexibilidade, tamanho, complexidade, e tecnologia não são comuns a todas as empresas. Ademais, as empresas que vão desenvolver um SI diferem em termos de capacidade, experiência, gestão e infra-estrutura tecnológica. Desta forma, torna-se imperativo que o desenvolvimento seja precedido de uma compreensão do negócio para o qual ele será utilizado, enfim, das características da organização.

4.2.1 Ciclo de vida de desenvolvimento de Sistemas de Informação

Turban; Rainer Júnior e Potter (2003) expõem que o ciclo de vida do desenvolvimento de sistemas é um dos métodos de desenvolvimento de Sistemas de Informação mais utilizados atualmente pelas empresas. Ele consiste em processos seqüenciais que têm por objetivo direcionar o desenvolvimento de SI.

De acordo com Turban; Rainer Júnior e Potter (2003, p.475), “esses processos englobam a investigação de sistemas, análise de sistemas, elaboração de sistemas, programação, testes, implementação, operação e manutenção”.

4.2.1.1

Investigação de sistemas

A fase de Investigação de Sistemas se inicia com o problema do negócio. Uma vez entendido, ou tido uma visão maior dessa perspectiva, é possível começar uma avaliação inicial das soluções para o sistema proposto, por meio de estudos de viabilidade.

Os estudos de viabilidade constituem-se na determinação da probabilidade de sucesso do projeto de desenvolvimento do sistema proposto e avaliação das viabilidades técnica, econômica e comportamental do projeto.

4.2.1.2

Análise de sistemas

A segunda fase do ciclo de vida de desenvolvimento de sistemas, constitui-se no exame do problema de negócio que a organização planeja resolver com um Sistema de Informação.

Nessa fase é, realmente, definido o problema, identificado as suas causas, especificado a solução e identificados os requisitos de informações aos quais a solução deverá satisfazer. Ou seja, está se definindo o que o sistema deve fazer para resolver o problema.

4.2.1.3

Projeto de sistemas

O Projeto de Sistemas descreve como o sistema resolverá o problema identificado. O resultado dessa fase é o projeto técnico que especifica:

- saídas, entradas do sistema e interfaces do usuário;

- hardware, software, banco de dados, telecomunicações, pessoal e procedimentos;

- como esses componentes serão integrados.

O resultado é o conjunto de especificações do sistema e isso abrange dois aspectos principais:

- o projeto lógico dos sistemas: o que o sistema fará, com especificações abstratas;

-

o projeto físico dos sistemas: como o sistema realizará suas funções, com especificações físicas reais.

4.2.1.4

Programação

Esta fase envolve a conversão das especificações do projeto do sistema para códigos do computador.

4.2.1.5

Testes

Nesta fase são verificados se os códigos de computador produzem os resultados esperados e desejados, sob determinadas condições.

Esta fase exige muito tempo, esforço e despesas para que o projeto realmente prossiga com os menores imprevistos possíveis. De forma contrária, ou seja, se os testes forem inadequados ou ineficientes, podem conduzir a um sistema que não atende aos seus objetivos.

4.2.1.6

Implementação

Sucintamente, é o processo que marca a conversão do antigo para o novo sistema.

Nesta atividade, podem ser utilizadas várias estratégias, como exemplos: - conversão paralela: o antigo e o novo sistema operam simultaneamente;

- conversão direta: em determinado momento o antigo sistema é desativado e o novo sistema começa a ser utilizado;

4.2.1.7

Operação e manutenção

O novo sistema operará durante algum tempo até que não atenda mais aos seus objetivos. Após a estabilização do novo sistema, são realizadas auditorias durante sua operação para avaliar os recursos do sistema e determinar se está sendo utilizado corretamente.

Além disso, o sistema, também, demandará manutenções sejam elas para correção, atualização ou incorporação de novos recursos ao sistema.

4.2.2 Formas de se desenvolver Sistemas de Informação

Segundo Rezende e Abreu (2000), existem algumas maneiras para se desenvolver um Sistema de Informação: interno, terceirizado, adquirido, dentre outras. Os autores também expõem as principais vantagens e desvantagens de cada abordagem.

4.2.2.1

Desenvolvimento próprio do Sistema de Informação

O desenvolvimento próprio se dá quando a empresa decide por desenvolver o sistema com seus próprios recursos. Essa forma adotada, demanda a aquisição ou a utilização de alguma linguagem de programação de software, criação de uma unidade de Tecnologia de Informação própria e a contratação de uma equipe técnica profissional para desenvolver o sistema.

Algumas das vantagens e desvantagens da escolha pelo desenvolvimento interno, segundo Rezende e Abreu (2000), são:

- com o desenvolvimento do sistema dentro da empresa pode-se ter a garantia de que grande parte dos pré-requisitos ou requisitos funcionais do sistema seja atendida. No entanto, deve-se levar em consideração a desvantagem do alto custo de manutenção da equipe especializada e dos sistemas;

- não obstante a desvantagem do alto custo, tem-se a vantagem de a manutenção e atualização do sistema ocorrer de forma ininterrupta, o que permitirá o acompanhamento da dinâmica da empresa;

- a desvantagem do alto custo implicará também na dificuldade de se acompanhar a grande evolução tecnológica na área;

- ademais, tem-se a dificuldade de substituição de membros da equipe de desenvolvimento.

Mesmo que a opção escolhida seja desenvolver internamente o Sistema de Informação, a empresa deverá determinar uma metodologia de desenvolvimento adequada à sua realidade.

4.2.2.2

Desenvolvimento terceirizado do Sistema de Informação

Se a empresa optar por desenvolvimento terceirizado do Sistema de Informação, ela deverá contratar uma equipe de especialistas externos para tal função.

Para Rezende e Abreu (2000), as principais vantagens e desvantagens de se adotar esta opção de informatização são:

- em contrapartida à redução dos custos de manutenção de uma equipe de profissionais, tem-se a desvantagem do custo elevado de serviços de profissionais especializados para o desenvolvimento dos sistemas;

- o sistema poderá acompanhar a dinâmica da empresa, no entanto, poderão existir dificuldades de relacionamento com o desenvolvedor;

- a empresa responsável pelo desenvolvimento do sistema ficará encarregada do acompanhamento da evolução tecnológica da área, porém, haverá a desvantagem em relação à conseqüente dependência da empresa contratante com a empresa desenvolvedora do sistema.

Mesmo quando a opção escolhida for pela terceirização, a organização deverá possuir uma metodologia a fim de permitir a avaliação da qualidade de desenvolvimento, a adequação e satisfação do projeto. Com macrofases definidas, contendo os pontos de avaliação de qualidade e aprovação do projeto, a gestão da terceirização de desenvolvimento é bastante facilitada.

4.2.2.3

Aquisição de Sistemas de Informação

Essa escolhe se dá sob duas maneiras. A primeira será adquirir um Sistema de Informação genérico e flexível que, após adaptação, exprima os objetivos e necessidades da empresa. A segunda maneira será adquirir um Sistema de Informação rígido e satisfatório à área de atuação da corporação.

Para Rezende e Abreu (2000), as vantagens e desvantagens ao se adotar a opção de informatização pela compra de pacotes de software, podem ser avaliadas como:

- tem-se baixo custo do sistema e rapidez na implantação, porém, pode ocorrer a desvantagem de o sistema não atender a todos os pré-requisitos da empresa, podendo haver excesso ou falta de recursos;

- evita-se o custo da manutenção de uma equipe de profissionais especializados internamente, no entanto, existe a possibilidade de ocorrer dificuldades no relacionamento com o fornecedor em relação à assistência técnica, alteração dos sistemas;

- garante-se o uso de um sistema já testado, porém, há a desvantagem da dependência em relação ao fornecedor do sistema acerca de sua evolução e adaptação à dinâmica da empresa.

4.2.2.4

Desenvolvimento interno e aquisição de Sistemas de

Informação

Há empresas que optam por adquirir sistemas simples ou parte de grandes pacotes comerciais para atender algumas funções da empresa e, paralelamente, desenvolvem internamente os demais módulos para áreas específicas.

Isso ocorre, normalmente, quando a organização adquire partes ou módulos de sistemas maduros, amplamente testados e difundidos para algumas funções e desenvolve internamente os outros módulos que são característicos e peculiares da própria empresa.

Em relação à essa maneira de desenvolvimento de Sistemas de Informação, tanto as vantagens quanto as desvantagens são amortizadas devido aos aspectos inerentes a cada uma das estratégias. Ou seja, a desvantagem dos altos custos do desenvolvimento interno é amortizada pelos baixos custos da aquisição de Sistemas de Informação quando existe a combinação de ambas as formas.