8. OPPSUMMERING OG DISKUSJON
8.1 O PPGAVENS EMPIRISKE FUNN
É um espaço associado a uma tarefa que deve ser realizada individualmente ou em grupo e dá lugar, respectivamente, a um espaço de tarefa individual ou espaço de tarefa de grupo. Exceto essa diferença na forma de acesso, a estrutura e o funcionamento são iguais e, por este motivo, serão explicados de forma conjunta.
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Como afirmado na seção 3.2, a resolução de cada tarefa se dá a partir de dois tipos de contribuição, conversacional e ação, e com a ajuda de uma estrutura conversacional denominada Árvore de Processo9 e de um método de acordo. O
espaço de tarefa se divide em três subespaços, descritos com maiores detalhes nas subseções a seguir.
Subespaço de Elaboração
O subespaço de elaboração é o lugar onde é realizada a elaboração do(s) artefato(s) do compromisso. Este subespaço é dinâmico e possibilita reconhecer as informações dos usuários e, automaticamente, as armazenar, estruturar e organizar para que os outros possam intervir considerando o trabalho dos demais.
O objeto básico com o qual se trabalha neste subespaço é a contribuição, que pode ser do tipo conversacional ou ação. Os tipos de contribuição são divididos em subtipos conforme apresentado no Quadro 3.6.
Subtipos da contribuição do tipo conversacional (Barros, 1999) Subtipos da contribuição do tipo ação (Daradoumis et al, 2006) e (Dugénie, 2007) PROPOSTA CRIAR_PASTA CONTRA-PROPOSTA ABRIR_PASTA COMENTÁRIO FECHAR_PASTA PERGUNTA MOVER_PASTA EXPLICAÇÃO RENOMEAR_PASTA ACORDO APAGAR_PASTA CRIAR_DOC ABRIR_DOC FECHAR_DOC MOVER_DOC RENOMEAR_DOC EDITAR_DOC SUBSTITUIR_DOC APAGAR_DOC VERSIONAR_DOC INSTALAR_FERRAMENTA ANEXAR_DOC
Quadro 3.6. Subtipos dos tipos de contribuição conversacional e ação Fonte: Elaborado pelo autor
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Como já dito, toda informação acrescentada pelos usuários no subespaço de Elaboração é reconhecida pelo ambiente e estruturada formando uma Árvore de Processo.
Os subtipos de contribuição do tipo conversacional são os mesmos apresentados em Barros (1999) e consistem de um ou mais parágrafos de texto que expressam uma idéia, pergunta ou opinião relativos à tarefa que está sendo realizada em grupo. Os subtipos de contribuição do tipo ação são inspirados nas ações possíveis no GSD (Dugénie, 2007) e nas ações capazes de modelar o funcionamento do grupo e a realização das tarefas de acordo com Daradoumis et al (2006).
Para cada tarefa, um processo de discussão argumentativa é iniciado entre os membros do grupo. Este processo consiste em um usuário acrescentar à discussão uma PROPOSTA, que trata de um subtipo de contribuição conversacional, que será visível aos membros do grupo. Outro usuário complementa ou responde esta PROPOSTA com outro subtipo de contribuição do tipo conversacional ou ação que também será visível ao grupo, e assim vão sendo refinadas em sucessivas intervenções nas quais podem ser intercaladas perguntas, comentários, etc. (subtipos da contribuição do tipo conversacional) e instalação de ferramentas, criação de documentos, etc. (subtipos da contribuição do tipo ação). Desta forma, uma contribuição está relacionada a outra que lhe dá resposta e, por sua vez, tem relacionadas outras que lhe dão resposta ou lhe complementam.
A Figura 3.9 apresenta uma sugestão de interface para acrescentar uma contribuição conversacional referente ao subtipo PROPOSTA que inicia a Árvore de Processo. O usuário deve selecionar o subtipo de contribuição e informar o texto referente à idéia no campo destinado ao Texto. Caso o usuário possua o texto salvo em algum arquivo, ele tem a opção de acrescentar este arquivo à contribuição.
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Figura 3.9. Sugestão de interface para acrescentar uma contribuição conversacional Fonte: Adaptado de Barros (1999)
Como dito, toda informação acrescentada pelos usuários neste subespaço é reconhecida pelo ambiente e estruturada formando a Árvore de Processo, onde cada contribuição está relacionada àquela que lhe deu resposta. As contribuições do tipo Ação passarão a fazer parte da árvore na sessão seguinte em que o usuário se conectar ao ambiente. Um log paralelo de ações deverá ser apresentado e o usuário fará, manualmente, as correspondentes associações entre as ações e as conversas, conforme apresentam as figuras 3.10 e 3.11
Figura 3.10. Parte da representação em XML de um exemplo de log paralelo de ações realizadas na sessão do dia 17-06-2009
Figura 3.11. Sugestão de interface para associação entre contribuições do tipo ação e conversacional
Fonte: Elaborado pelo autor
A Árvore de Processo é representada como uma árvore de contribuições relacionadas entre si. A Figura 3.12 apresenta a representação, em linguagem XML, de um exemplo de estruturação de uma Árvore de Processo.
Figura 3.12. Parte da representação em XML de um exemplo de Árvore de Processo Fonte: Elaborado pelo autor
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Ao ser acrescentada, uma contribuição está diretamente vinculada à tarefa que o usuário está trabalhando. Logo, em um processo alternado de intervenções, outros usuários, ou o mesmo, refinam e melhoram essa contribuição associando novas contribuições que podem ser dos tipos conversacional ou ação. Os diferentes subtipos presentes nos tipos de contribuição formam os ramos da árvore e representam posturas, opiniões, questões a discutir etc., durante a realização da tarefa.
Para a visualização da árvore, sugere-se que a tarefa seja explicitada e que os atributos Data, Hora e Autor e parte do Texto presentes no arquivo da árvore sejam utilizados, conforme mostra a Figura 3.13.
Figura 3.13. Sugestão para visualização da Árvore de Processo Fonte: Elaborado pelo autor
A Árvore de Processo é gerada à medida que os participantes vão adicionando contribuições e apresenta duas vantagens para os usuários: mostra de forma esquemática o estado do processo de discussão argumentativa e serve de ajuda e orientação para a discussão.
Os usuários indicam que terminaram a realização de uma tarefa vinculando ao subtipo de contribuição que consideram definitivo, o subtipo ACORDO.
O registro do acordo leva em conta as seguintes considerações:
• O método de acordo utilizado é o da maioria dos votantes (Barros, 1999), isto é, são considerados apenas os acordos explícitos da maioria dos participantes do grupo do compromisso.
• Quem finalmente decide sobre quais conteúdos dos subtipos das contribuições farão parte do artefato resultante é o Coordenador do compromisso.
o Os acordos manifestados são todos para um mesmo subtipo de contribuição. Neste caso será apresentado somente aquele subtipo para que o coordenador decida se ele fará parte ou não do artefato resultante para aquela tarefa.
o Quando os acordos não são para o mesmo subtipo de contribuição, aquele que possuir mais votos será listado para que o coordenador decida. Em caso de empate, ambos os subtipos empatados farão parte da lista para o coordenador.
o Quando nenhum usuário manifesta acordo para uma tarefa, é apresentada a lista de todas as contribuições e o coordenador decide qual fará parte ou não do artefato final.
O Quadro 3.7 apresenta uma sugestão de interface para decisão do coordenador, considerando que os subtipos PROPOSTA e CONTRA_PROPOSTA ficaram empatados na quantidade de votos.
NOME TAREFA ELEITOR SUBTIPO AUTOR
CONTRIBUIÇÃO ORDEM DECISÃO
Síntese em grupo
nobrega PROPOSTA Carol 1
maria CONTRA_PROPOSTA Fwcruz 2
GERAR Quadro 3.7. Sugestão de interface em forma de tabela para representar a decisão do coordenador Fonte: Elaborado pelo autor
Para cada tarefa são registrados o nome da tarefa, o nome do usuário (coluna ELEITOR) que manifestou o acordo sobre determinado subtipo de contribuição (coluna SUBTIPO) e o autor da contribuição que estava em votação. A coluna ORDEM DECISÃO sugerida é utilizada pelo coordenador para indicar, manualmente, a ordem da decisão, ou seja, a ordem em que as contribuições “eleitas” deverão aparecer no artefato final da tarefa.
Após manifestar sua decisão, o coordenador do compromisso solicita ao ambiente que o artefato resultante seja criado no subespaço de Resultados clicando sobre o botão GERAR .
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Subespaço de Resultados
O subespaço de resultados é o lugar onde o(s) artefato(s) resultantes da solução da tarefa é(são) apresentado(s).
Os textos das contribuições são acrescentados um abaixo do outro, conforme indicado pelo coordenador na interface para decisão do artefato, não sendo considerados, portanto, qualquer tratamento semântico e/ou sintático para os textos.
Subespaço de Versões
O subespaço de versões é o lugar onde sucessivas versões do artefato da tarefa são armazenadas. Cada versão armazena toda a informação do artefato em determinado momento. A manutenção de versões permite guardar diferentes estados do trabalho e retornar a eles caso considere que o estado atual não esteja correto.
Para solicitar a criação uma nova versão, os usuários manifestam mútuo acordo por meio de mensagens trocadas no espaço de coordenação da atividade. Na nova versão, são armazenadas todas as informações do artefato da tarefa existentes naquele momento no subespaço de elaboração.
3.3.4 Casos de uso para os cenários das fases de Configuração de uma