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Monitoring and Control of the different WANs

4   Internet Access Technologies

4.8   Monitoring and Control of the different WANs

DAACTIVIDADEFÍSICA:NECESSIDADEOUREDUNDÂNCIA?

Diana Barja& Cláudia Carvalho

ISPA-IU

O “Desafio do Coração” (DC), iniciativa da Fundação Portuguesa de Cardiologia, em parceria com o Estádio Universitário de Lisboa, é um evento que se realiza anualmente desde 2005 que visa sensibilizar para a prática da actividade física (AF) como estratégia de prevenção das Doenças Cardiovasculares. Num inquérito anterior realizado aos participantes da edição de 2011 (7º DC) encontrámos 49,56% dos indivíduos que reportaram praticar actividade física com regularidade, e 19,47% disseram ser praticantes muito regulares, i.e aproximadamente o dobro da média nacional estimada pelo Eurobarómetro, sugerindo que as pessoas que são atraídas por este tipo de iniciativas estão sensibilizadas para a prática da AF e já são activas. Para além disso verificámos que a zona de residencia era um preditor da prática de AF. O presente trabalho dá continuidade ao inquérito anterior, ao questionar 218 individuos (71% do sexo feminino e 29% do sexo masculino), com idades compreendidas entre os 18 e 93 anos (M=52,1; DP=19,7) que participaram no 10º DC realizado em 2013. O resultados mais saliente é o significativo aumento de participação da população maior de 65 anos neste evento. Apresenta-se ainda uma caracterização desta fatia de participantes nas duas edições (N=105), pretendendo ilustrar quem são, de onde vêem, como e quando praticam AF, salientando que nesta amostra, 83% dos participantes nos DC's, maiores de 65 anos, praticam regularmente AF, confirmando os resultados anteriormente obtidos.

Diana Patricia Baptista Barja ISPA-IU

Rua Jardim do Tabaco, 34 [email protected] 916744496

PSICOLOGIANAEDUCAÇÃOPARAOSDIREITOSHUMANOSCOMOFATORDE

PROMOÇÃODESAÚDE

Carlos Barros

Universidade Estadual de Feira de Santana

A compreensão da saúde não apenas como um equilíbrio orgânico, mas como resultado de complexas relações sociais, aponta para a relevância do papel da sociedade no sofrimento humano. Destaca-se, dentre outros fatores, como a privação e o desrespeito pelos direitos das pessoas são fatores patogênicos, o que conduz à reflexão sobre como o reconhecimento dos direitos humanos é um importante fator de promoção da saúde nos âmbitos individual, grupal, institucional e comunitário. Buscamos demonstrar o papel central que a educação tem para tal reconhecimento, segundo a Declaração Universal de Direitos Humanos, sendo tal educação de caráter psicológico. Configura-se, portanto, uma relação entre Psicologia e educação como promotora de direitos humanos e de saúde, dando novo tom para o debate em torno da Psicologia como componente curricular imprescindível na formação do cidadão. Propomos, num primeiro momento, extrair dos próprios documentos vinculados à educação para os direitos humanos temas psicológicos centrais, tais como “reconhecimento”, “respeito à diversidade”, “compreensão comum”, “desenvolvimento da personalidade”, “atitudes”, “relações interpessoais e grupais”. Num segundo momento, abordaremos a relação entre psicologia e educação como essencial para uma educação contra a barbárie, destacando a

centralidade de uma formação psicológica que viabilize a autorreflexão do cidadão, que consideramos a grande justificativa para entendermos a Licenciatura em Psicologia como um dos pilares centrais da prática profissional do psicólogo na promoção da saúde. Num terceiro momento, introduziremos o conceito de “reconhecimento”, com referência em Axel Honneth, destacando a fertilidade desta abordagem para a relação entre uma possível “psicologia do reconhecimento”.

Carlos César Barros

Universidade Estadual de Feira de Santana

Alameda Praia de Corumbe, 118, quadra E, casa 11 - Stella Maris - Salvador - Bahia - Brasil [email protected]

APRÁTICADEEXERCÍCIOFÍSICOEMFUNÇÃODOGÉNERO

Maria Celeste Bastos1& José Luís Pais Ribeiro 2

1Escola Superior de Enfermagem do Porto; 2 Faculdade de Psicologia e de Ciências da

Educação da Universidade do Porto

O estudo tem como principal objetivo analisar a prática de exercício físico e a perceção da competência para essa prática, em função do género.

É um estudo exploratório, descritivo e transversal. A amostra foi constituída por 523 participantes, adultos da comunidade e de ambos os sexos, com idade média de 37 anos (a variar entre os 19 e os 64 anos).

Foram utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: Questionário Sociodemográfico, Perceived Competence Scale (exercising regularly), Habitual Physical Activity Questionnaire (versão modificada).

Os resultados evidenciam que os participantes do estudo apresentam níveis de exercício físico moderados, e sentem-se competentes para adotar esse comportamento de saúde. Os homens apresentam níveis de exercício físico significativamente superiores aos das mulheres (t (417) = 5.75, p < .001). E a perceção que os homens têm da sua competência para a prática de exercício é mais elevada comparativamente à perceção da competência por parte das mulheres, com diferenças estatisticamente significativas (t (521) = 5.30, p < .001).

Este estudo contribui para a melhor compreensão das diferenças relativamente à prática de exercício físico, útil para a intervenção ao nível da promoção dos comportamentos de saúde. Palavras-chave: exercício físico, competência percebida.

Maria Celeste Bastos Martins de Almeida Escola Superior de Enfermagem do Porto

Rua S. João de Brito, 158; 3700-271 S. João da Madeira [email protected]

965193143

ARESPONSABILIDADEDODIAGNÓSTICODETDA/HEAMEDICALIZAÇÃONA

EDUCAÇÃO

Eloisa Beppu, Angela da Silva, Isabella Vaini, & Francis da Silva

FAMMA - Faculdade Metropolitana de Maringa

O presente trabalho tem por objetivo promover uma reflexão crítica sobre a questão da responsabilidade do diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade TDA/H e a medicalização na educação. Com base nos pressupostos teóricos da Psicologia Histórico- Cultural e Psicologia Social, apresentamos uma revisão teórica sobre os conceitos de TDA/H, o desenvolvimento epistemológico do conceito desse fenômeno, que se situa na interseção entre o biológico e o social, os principais medicamentos utilizados para o tratamento, e as possíveis reações adversas que os mesmos acarretam, sobretudo, os efeitos que interferem no processo

educativo. Essa pesquisa busca analisar uma prática atual que vem se transformando num processo de medicalização em massa de crianças diagnosticadas como portadoras desse Transtorno. O objetivo central deste estudo consiste em verificar se está ocorrendo a realização de diagnósticos precoces, equivocados e generalizados, desconsiderando todos os fatores que caracterizam o funcionamento de nossa sociedade atual.

Angela da Silva

FAMMA- Faculdade Metropolitana de Maringa Rua Professor Giampero Monacci, Apto; 31ª [email protected]

PERDADEPESOBEM-SUCEDIDAESATISFAÇÃOCOMOSUPORTESOCIAL

Adriana Bernardino1, Filipa Pimenta1, Ana Rosa Tapadinhas2, Rui Ribeiro3, & Isabel Leal1

1 UIPES- Unidade de Investigação em Psicologia e Saúde, ISPA- Instituto Universitário de Ciências

Psicológicas, Sociais e da Vida; 2 Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, E.P.E.; 3CITRO- Centro

Integrado de Tratamento e Reabilitação da Obesidade.

Na actualidade existe um desconhecimento sobre as variáveis que estão associadas à perda de peso bem-sucedida (Santos et al., 2010). Neste contexto o suporte social poderá ser um importante moderador e mediador (Kiernan et al., 2012). O presente estudo averigua a existência de uma relação entre a perda de peso bem-sucedida e a satisfação com o suporte social. Os 105 participantes com perda de peso bem-sucedida responderam à Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS) (Ribeiro, 1999) e aos questionários de recolha de dados sociodemográficos, de saúde e estilo de vida. Não foi detectada uma associação estatisticamente significativa entre a perda de peso bem-sucedida e a satisfação com o suporte social. Porém, a percentagem de peso perdido, revelou variar de forma estatisticamente significativa, consoante a presença ou não de uma relação afectiva (U=786,0; W=3636,0; p=,043) ou de um problema psicológico (t(100)=-2,130; p=,036). Foram ainda registadas diferenças significativas entre as médias dos participantes que estavam numa relação e os que não estavam numa relação, relativamente a dimensão intimidade (IN) (t(101)=-3,134; p=,002) e actividades sociais (AS) (t(101)=-2,440; p=,016). Em relação à SF (F(6) = 2,924; p = ,039) e IN (F(6) = 2,924; p = ,012) detectaram-se igualmente diferenças significativas entre estas dimensões consoante os diferentes graus de escolaridade. Quem não estava numa relação e quem tinha um problema psicológico revelaram uma maior percentagem de peso perdido. No entanto os indivíduos que estavam numa relação, encontravam-se mais satisfeitos com IN e AS. Palavras-Chave: Perda de Peso; Perda de Peso Bem-sucedida; Satisfação com o Suporte Social (ESSS).

Filipa Pimenta

Unidade de Investigação em Psicologia e Saúde (UIPES, ISPA, Lisboa)

PAISDECRIANÇASCOMNECESSIDADESESPECIAS:VIVÊNCIADADOENÇA;

QUALIDADEDEVIDAPREOCUPAÇÕESENECESSIDADESTERAPÊUTICAS

Ana Bernardo1 & Margarida Santos2

1 Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa IPL; 2 Escola Superior de Tecnologia da

Saúde de Lisboa IPL; Faculdade de Psicologia UL

As atitudes parentais, e o envolvimento dos pais na intervenção terapêutica com crianças, é reconhecido como determinante de desenvolvimento da criança e de adesão ao tratamento. Para promover o envolvimento terapêutico dos pais é indispensável conhecer a forma como eles percebem e vivem a condição clínica dos filhos. Nesta comunicação faz-se a apresentação e discussão de um estudo que teve como objectivo explorar e correlacionar variáveis como a

qualidade de vida; a vivência subjectiva em dimensões funcionais, emocionais e relacionais, e as preocupações de pais de crianças com necessidades especiais. Participaram 30 pais (80% mães; média de idade 30 anos) de crianças com perturbação generalizada de desenvolvimento (50%); paralisia cerebral (20%);desordem cromossómica rara (13%);autismo (7%) e outras (10%). Foram usados (WHOQOL-bref); Parent’s Evaluation of Developmental Status (PPEDS); o Inventário da Experiência da Doença (IED). Pais evidenciaram níveis médio/baixo de qualidade de vida, com nível mais baixo no domínio “ambiente”. As maiores preocupações encontram-se relacionadas com autonomia, linguagem, comportamento, isolamento social e a falta de apoio. Foram identificados aspectos positivos e negativos em relação à parentalidade. Verificaram-se correlações significativas entre variáveis relativas aos pais e entre estas e características da perturbação da criança. Estes resultados apontam para necessidade de atender à diversidade de experiência parental e à inclusão destas variáveis na promoção do envolvimento parental.

Margarida Maria Magalhães Cabugueira Custódio dos Santos

Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa ; Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa A. D. João II, Lote 4.69.01 1990 - 196

[email protected] 916033550

RECONSTRUÇÃOFACIALPORLIPOATROFIAEQUALIDADEDEVIDAEM