Del I Historien
6.7 Humanitær innsats og det
0 5 10 15 1 Sim Às vezes Aceitação de sugestões por parte dos
formandos
Sim Às vezes
GRÁFICO XVII – Aceitação de sugestões por parte dos formandos.
Verifica-se que a maioria dos educadores de adultos mencionam que aceitam as sugestões dos formandos.
Paulo Freire (1996) salienta que educar não é mera transferência e conhecimentos, mas sim conscientização e testemunho de vida, senão não terá eficácia. O respeito pelos saberes do educando e o reconhecimento da identidade cultural é de suma importância para uma prática educativa garantindo o direito à autonomia pessoal para a construção de uma sociedade democrática. Nesta visão, o conteúdo só se transforma em conhecimento, à medida da significação que tem para o educando. Partindo dos pressupostos de Paulo Freire, o educador deverá centralizar as suas acções educativas no formando, acatando as suas sugestões, pois o formando constitui-se como o actor principal da sua formação. Logo faz todo o sentido o educador direccionar as suas práticas para as experiências de vida dos formandos.
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Unniivveerrssiiddaaddee ddoo AAllggaarrvvee F
Faaccuullddaaddee ddee CCiiêênncciiaass HHuummaannaass ee SSoocciiaaiiss -- EEssccoollaa SSuuppeerriioorr ddee EEdduuccaaççããoo Mestrado em Supervisão
132 3.7.1 Experiência dos alunos para abordar conteúdos.
0 5 10 15 1 Sim Às vezes Experiência dos alunos para abordar os
conteúdos
Sim Às vezes
GRÁFICO XVIII – Experiência dos alunos para abordar conteúdos.
Podemos observar através do gráfico que a maioria dos educadores de adultos recorre às experiências dos adultos para a abordagem de novos conteúdos. O educador de adultos, antes de qualquer coisa, é preciso conhecer o aluno. Conhecê-lo enquanto indivíduo inserido num contexto social de onde deverá sair o “conteúdo” a ser trabalhado. 3.8 Acompanhamento da Coordenadora Acompanhamento da Coordenadora 0 1 2 3 4 5 6 7 8 1 2 3 Semanal Quinzenal Mensal Trimestral Em situações pontuais Não efectua acompanhamento
GRÁFICO XIX – Acompanhamento da
Coordenadora.
Como podemos observar através do gráfico XIX, as coordenadoras acompanham os cursos mensalmente. Seguidamente aparece-nos o indicador Em situações pontuais,
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Faaccuullddaaddee ddee CCiiêênncciiaass HHuummaannaass ee SSoocciiaaiiss -- EEssccoollaa SSuuppeerriioorr ddee EEdduuccaaççããoo Mestrado em Supervisão
133 com maior percentagem. Posteriormente surge o indicador semanal. O indicador quinzenal aparece-nos com a percentagem menor. O indicador Não efectua acompanhamento e trimestral não foram mencionados pelos educadores, pelo que podemos inferir que todas as coordenadoras efectuam acompanhamento aos cursos, cada uma com a sua periodicidade, dependendo do local onde os cursos são realizados.
3.8.1 Descrição da coordenadora 0 2 4 6 8 10 12 1 Descrição da coordenadora Amiga Profissional Metódica Reflexiva Responsável Colaboradora Dialogante Outros GRÁFICO XX – Descrição da Coordenadora.
Constata-se através do gráfico acima que para os educadores a principal característica da Coordenadora é o facto de ela ser profissional, seguindo-se depois a responsabilidade e a colaboração. É curioso observar que na óptica dos educadores as coordenadoras são pouco reflexivas, acto bastante importante, no decorrer do processo supervisivo.
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Faaccuullddaaddee ddee CCiiêênncciiaass HHuummaannaass ee SSoocciiaaiiss -- EEssccoollaa SSuuppeerriioorr ddee EEdduuccaaççããoo Mestrado em Supervisão
134 3.8.2 Competências da Coordenadora
Discordo
totalmente Discordo pouco Concordo Concordo bastante
Estabelecer e manter um bom clima afectivo- relacional
0% 0% 33% 67%
Criar condições para que os docentes se desenvolvam profissionalmente
0% 0% 33% 67%
Desenvolver o espírito de reflexão, auto- conhecimento e inovação.
0% 0% 33% 67%
Cooperar com os docentes na planificação do processo de ensino-aprendizagem.
0% 7% 53% 40%
Identificar os problemas e dificuldades que vão surgindo
0% 7% 46% 47%
Observar. 7% 13% 40% 40%
Encorajar. 0% 7% 46% 47%
Analisar e interpretar os dados observados 0% 7% 53% 40%
Avaliar os processos de ensino- aprendizagem.
0% 13% 34% 53%
TABELA VII – Competências da Coordenadora
Através do quadro acima podemos verificar que na óptica dos educadores de adultos a Coordenadora deve estabelecer e manter um bom clima afectivo-relacional, criar condições para que os docentes se desenvolvam profissionalmente, desenvolver o espírito de reflexão, auto-conhecimento e inovação. Seguidamente aparecem-nos com menor percentagem os itens avaliar os processos de ensino-aprendizagem, encorajar e identificar os problemas e dificuldades que vão surgindo. Com menor percentagem surgem os itens cooperar com os docentes na planificação do processo de ensino- aprendizagem, observar e analisar e interpretar os dados observados. Podemos inferir que os educadores apresentam algumas “reticências”, quanto ao aspecto da observação. 7% dos educadores de adultos referiram que discordavam totalmente com a observação.
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Unniivveerrssiiddaaddee ddoo AAllggaarrvvee F
Faaccuullddaaddee ddee CCiiêênncciiaass HHuummaannaass ee SSoocciiaaiiss -- EEssccoollaa SSuuppeerriioorr ddee EEdduuccaaççããoo Mestrado em Supervisão
135 3.9 Importância que o educador atribui aos seguintes aspectos da sua prática.
Muito
positivo Positivo Negativo negativo Muito
Apoio prestado pela Coordenadora. 20% 80% 0% 0%
Papel desempenhado pela Coordenadora. 33% 67% 0% 0%
As sugestões da Coordenadora. 40% 60% 0% 0%
O contacto com os educandos. 33% 67% 0% 0%
Reflexão realizada. 27% 73% 0% 0%
Tomada de decisões. 13% 87% 0% 0%
A capacidade de resolução de situações
imprevistas. 27% 73%
0% 0%
TABELA VIII – Importância que o educador atribui à sua prática.
Na perspectiva dos educadores de adultos o apoio prestado pela Coordenadora é positivo, com uma percentagem de 80%. De seguida destaca-se a tomada de decisões com 87%. Com um valor semelhante de 73% aparecem os itens Reflexão realizada e A capacidade de resolução de situações imprevistas. Segue-se o Papel desempenhado pela Coordenadora e O contacto com os educandos, com uma percentagem de 67%. As sugestões da Coordenadora apresentam uma percentagem de 60%.