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KAP 5 PRESENTASJON AV FUNN

6.1. Drøfting av funn

6.1.2 Fellesskapet

Das três organizações que participaram deste estudo, levantamos os principais serviços136 disponibilizados à pessoa com deficiência visual. Tendo em

vista a sustentabilidade das organizações, muitas delas oferecem serviços que são cobrados. Tomamos por base apenas os serviços gratuitos, oferecidos à pessoa com deficiência visual e sua família.

É importante citar que a renda familiar não é um fator determinante e de condicionalidade para o atendimento ou não da pessoa com deficiência. Faz parte do processo das três organizações o levantamento dessa informação, no entanto, para o diagnóstico social, e não de elegibilidade.

Os serviços prestados foram separados por área137 da Saúde, Educação e Assistência Social. Não necessariamente estão separados desta forma pelas

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135 Emitiu, em 5 de maio de 2010, a Resolução 16/2010 (alterada depois pela Resolução 33, de 11/10/2010) definindo parâmetros para inscrição das entidades e organizações de assistência social nos Conselhos Municipais de Assistência Social.

136 As informações contidas sobre os serviços disponibilizados em cada uma das três organizações pesquisadas (Fundação Dorina Nowill para Cegos, Laramara e Sociedade Bíblica do Brasil), referem-se ao conteúdo apresentado em seus relatórios de atividades, release, informações contidas no site e colhidas durante as entrevistas.

137 A separação por áreas também não pode servir como parâmetro para discutir sobre a qual ministério cabe a responsabilidade de cada serviço prestado. Tendo como argumento também que as três organizações entrevistadas são prioritariamente de Assistência Social.

organizações, no entanto, trata-se de uma estratégica para que os mesmos tipos de serviços e/ou similares fiquem próximos, para facilitar a leitura, compreensão e visualização dos serviços indispensáveis para as pessoas com deficiência visual.

 Média de pessoas atendidas por ano138

Fundação Dorina Nowill

1.500 pessoas atendidas na área de reabilitação.

Laramara

Aproximadamente 1.000 famílias.

Sociedade Bíblica do Brasil

Cerca de 3.000 pessoas.

 Profissionais envolvidos nos serviços prestados139

Fundação Dorina Nowill

Os serviços especializados prestados contam com profissionais do Serviço Social, Psicologia, Pedagogia, Ortótica e Oftalmologia. Aorganização oferece serviços gratuitos de clínica de visão subnormal, educação especial, reabilitação e empregabilidade, para pessoas com deficiência e suas famílias.

Laramara

Os serviços são prestados por uma equipe de profissionais das áreas de Saúde e Educação, composta por 37 especialistas. As áreas profissionais são representadas por: arte-educação, educação física (especialistas em orientação e mobilidade), fisioterapia, fonoaudiologia, informática, pedagogia, psicologia, serviço social e terapia ocupacional.

Sociedade Bíblica do Brasil

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As três organizações estendem os atendimentos às famílias. 139

Os três projetos desenvolvidos pela SBB são realizados e coordenados por profissionais das áreas de Serviço Social, Psicologia e Pedagogia.

Serviços de saúde

Fundação Dorina Nowill

Clínica de visão subnormal – avalia as funções visuais e atende todas as idades. Treina as pessoas para utilizarem os recursos óticos para uma melhor adequação do uso no cotidiano da pessoa. Em 2010, a Fundação Dorina Nowill atendeu 741 pessoas.

Laramara

Avaliação Oftalmológica Especializada – o serviço é realizado por dois oftalmologistas que fazem o diagnóstico visual especializado e dão toda a orientação e fazem o encaminhamento necessário. Também prescrevem a utilização de recursos ópticos. Conta com ortoptistas para realizar exames específicos e prestar orientação e treinamento na utilização de recursos ópticos.

Avaliação Funcional da Visão – realiza a avaliação das habilidades funcionais, de desenvolvimento e necessidades adaptativas. Leva em consideração a avaliação feita pelo profissional do Serviço Social e da Oftalmologia.

 Serviços de educação

Fundação Dorina Nowil

Educação Especial – o programa é um serviço especializado para crianças e jovens e tem como objetivo oferecer condições favoráveis ao processo de desenvolvimento. Procura incentivar a aprendizagem e a inclusão escolar, por meio de consultas, terapias, orientação à família, à escola e à comunidade. Incentiva o ensino em classes regulares e baseia-se no conceito de que a deficiência visual exige modificações ambientais que favoreçam a aprendizagem e o desenvolvimento. As atividades são desenvolvidas de acordo com a faixa etária e destinadas a crianças e jovens de 0 a 17 anos. Em 2010, a Fundação atendeu 206 crianças e jovens.

Crianças de 0 a 3 anos – oferece um trabalho de intervenção precoce, com o objetivo de abordar possíveis dificuldades e atrasos no desenvolvimento, por meio de intervenção terapêutica.

Crianças de 4 a 6 anos – trabalha com as funções e habilidades para

favorecer o desenvolvimento da motricidade, cognição, linguagem, aspectos afetivos, emocionais e das intervenções sociais. Oferece o apoio necessário para alfabetização, encaminhamento escolar e orientação à família.

Crianças e adolescentes de 7 a 17 anos – é um programa de complementação educacional, que visa garantir à criança cega ou com baixa visão as mesmas condições de desempenho e aprendizado de uma criança que enxerga. Há atividades de orientação psicológica à família e à escola.

Laramara

Atendimento Educacional Especializado – desenvolve ações que impulsionam a aprendizagem e o desenvolvimento, desde a infância até a fase adulta. Promove curso de braile, soroban, comunicação e expressão. A atenção educacional especializada fundamenta-se na visão sociocultural-histórica e abordagem ecológica. Há também ação de inclusão escolar.

Projeto Brincando – atualmente, a instituiçãoé responsável pela fabricação de

mais de cem brinquedos, jogos adaptados e recursos pedagógicos. O projeto engloba, dentre outras atividades, a Brinquedoteca Larabrinc, o Brincando Enquanto Espera (BEE), o Cantinho da Leitura, o acervo de brinquedos e materiais pedagógicos, o empréstimo de brinquedos Leve e Brinque, a piscina e o Espaço de Integração e Convivência da Família.

Sociedade Bíblica do Brasil

Concurso literário: A SBB promove concurso literário entre pessoas com

deficiência visual. Recebe trabalhos de contos e poesias, com o objetivo de incentivar a leitura e escrita no método braile. Ao final do concurso os ganhadores são premiados É realizada uma mobilização entre os beneficiários da organização e outras instituições e escolas de apoio à pessoa com deficiência visual.

 Serviços de Assistência Social

Fundação Dorina Nowil

Reabilitação – o projeto oferece à pessoa com deficiência visual

procedimentos para favorecer seu desenvolvimento, para que obtenha autonomia, independência e inclusão social. Contempla uma funcionalidade dos pontos de vista físico, psíquico e social. Há três linhas de trabalho: Integral, Especial e ao Idoso. Em 2010, a Fundação atendeu 547 adultos e idosos.

Integral – possibilita às pessoas com deficiência visual reconstruírem as funções prejudicadas e orientar sobre as tarefas cotidianas, para reduzir a exclusão ao meio a que pertencem. Comunicação, orientação e mobilidade, atividades da vida diária, fisioterapia, psicologia e serviço social fazem parte do processo de reabilitação integral.

Especial – tem o mesmo objetivo do Integral, no entanto, é indicado para pessoas adultas com independência parcial e/ou com outros problemas clínicos associados, para que seja possível trabalhar a realidade de cada pessoa.

Idoso – voltado para pessoas acima de 60 anos e sua família, orienta sobre recursos pessoais e sociais. Tem como objetivo melhorar a qualidade de vida do idoso que perdeu a visão. Oferece ações de saúde, participação social e segurança do idoso.

Empregabilidade – esse programa procura avaliar e orientar o deficiente visual para o mercado de trabalho. Leva em consideração a capacidade e o interesse de cada pessoa. O projeto prevê aula de informática para capacitar a pessoa com deficiência visual a utilizar os recursos acessíveis no computador e internet. Em 2010, a Fundação atendeu 58 pessoas neste programa e 79 pessoas participaram do curso de Informática.

Atividades Socioeducativas – por meio desse programa, são promovidas ações com o objetivo de proporcionar a inclusão social e o resgate da convivência em grupo, por meio de atividades de lazer, lúdicas, artísticas e esportivas. As atividades contribuem para o desenvolvimento de competências e habilidades.

Laramara

Possui o Centro de Atenção à Pessoa com Deficiência Visual (CAPDV) que desenvolve trabalho com a família, escola e comunidade com o objetivo de promover o processo de desenvolvimento integral e o aprendizado, que geram a inclusão social.

Realiza entrevista psicossocial e atividades socioeducativas em grupos, organizados por faixa etária e os beneficiários dispõem de atendimentos específicos. Há aulas de braile e soroban, desenvolvimento da eficiência visual (para pessoas com baixa visão) e orientação e mobilidade.

Empregabilidade – de forma a incluir profissionalmente jovens e adultos com deficiência visual, a instituição Laramara investe no preparo para o mercado de trabalho de jovens maiores de 17 anos. Procura favorecer o desenvolvimento, a autonomia e a inclusão social de jovens e adultos, facilitando a familiarização com as questões vinculadas ao mundo do trabalho e ao exercício da cidadania. O projeto é desenvolvido por sete profissionais e cerca de cem voluntários, que ministram cursos de informática, inglês, oficinas de dança, expressão artística, radioteatro,

telemarketing, ioga, prática do braile, entre outros. Para aumentar o índice de

empregabilidade, dedica-se estabelecer linhas de atuação com os setores público e privado.

Programa de Complementação Educacional do Jovem e do Adulto (Proceja) – tem como objetivo favorecer o desenvolvimento, a autonomia e a inclusão social de jovens e adultos com deficiência visual. Para tanto, oferece aulas de autonomia e apresentação pessoal, ética, cidadania e mundo do trabalho, informática, inglês, orientação e mobilidade, projeto de vida e telemarketing. Já se formaram, nos cursos, cerca de 800 jovens, desde sua implantação.

Sociedade Bíblica do Brasil

Atividades Socioeducativas - Realiza encontros de pessoas com deficiência

visual e seus familiares. Tem como objetivo principal o de promover a inclusão e integração deste público. Possibilita a participação em um evento interativo e totalmente acessível. Utiliza-se de temas bíblicos, apresentados de forma lúdica, por meio de filmes (com audiodescrição) ou narração de histórias. Nos eventos

sempre há um momento de reflexão com o objetivo de fortalecimento de vínculos familiares.

 Consultoria relacionada à pessoa com deficiência visual

A Fundação Dorina Nowill oferece consultoria em temas relacionados à pessoa com deficiência visual. Por meio de prestação de serviços, assessoria técnico-científica e demais ações relacionadas à questão da deficiência visual desenvolvidas pela fundação. É realizada em parceria com empresas, escolas, universidades, órgãos públicos e privados, e organizações não governamentais. Em 2010, 29 instituições foram alcançadas. As principais atividades são:

 Treinamento sobre atendimento à pessoa com deficiência e informações relacionadas à acessibilidade.

 Estudos de acessibilidade, ergonomia e adaptações de posto de trabalho e adequação de ambiente laboral.

 Suporte e orientação aos profissionais de recursos humanos no que se refere ao recrutamento, seleção e divulgação de vagas para a pessoa com deficiência.

 Adaptações e tecnologias assistivas necessárias para a pessoa com deficiência visual.

Laramara

A organização possui o Centro de Estudos e Pesquisa Dra. Natalie Barraga, que tem como objetivo a difusão e o intercâmbio de conhecimento, aperfeiçoamento e capacitação de profissionais no que se refere à deficiência visual. Também é um espaço de divulgação das experiências de atuação. Trata-se de um espaço aberto que dispõe de livros, material audiovisual e revistas especializadas, em sua maioria em educação, desenvolvimento e deficiência visual.

Estimula a produção científica em torno da temática ―deficiência visual‖, portanto, é possível encontrar cópias de dissertações de mestrado e teses de doutorado, produzidas por pesquisadores da própria organização e de outras universidades e instituições. Outro foco do Centro é a produção de manuais para as

famílias de crianças e jovens com deficiência visual, abordando temas de interesse e necessidade.

Projeto Teen: Busca combater a desigualdade e a exclusão de crianças em

escolas de Ensino Médio e Fundamental. Tem o objetivo de eliminar mitos sobre a cegueira.

 Distribuição de livros em braile

Fundação Dorina Nowill

Produz e distribui livros impressos no sistema braile. São diversos os títulos produzidos. Possui uma das maiores imprensa braile do mundo em capacidade produtiva. Também adapta e transcreve materiais em braile, como cardápios, manuais, cartões de visita, livros infantis, boletos, faturas e outros. Mantém um centro de transcrição braile, para atender individual e gratuitamente as necessidades de materiais de estudo e pesquisa da pessoa com deficiência visual.

Em 2010, a Fundação distribuiu 25 mil exemplares em braile para diversas instituições do País, que trabalham em favor de pessoas com deficiência visual.

Sociedade Bíblica do Brasil

A SBB distribui gratuitamente a Bíblia em Braile, composta de 38 volumes. Por ser uma obra cara e volumosa, a organização envia a cada três meses um livro da Bíblia em Braile. A seleção da sequência na qual os livros são encaminhados foi definida em pesquisa feita com os beneficiários.

 Distribuição de livros falados

Fundação Dorina Nowill

A Fundação possui dois estúdios e produz livros, revistas, apostilas em áudio no formato MP3, com o objetivo de oferecer à pessoa com deficiência visual mais uma opção de acesso à informação. Em 2010, distribuiu mais de 34 mil exemplares

de livros falados para bibliotecas, escolas e instituições que trabalham diretamente com a PcDV.

A Fundação dispõe de uma Biblioteca Circulante de livros falados, em que a pessoa pode escolher a obra que pretende escutar, recebe-a via correio, em sua residência, e depois devolve, quando terminada a audição.

Em 2010, a Fundação gravou 349 novos títulos, atendeu 302 pessoas sob demanda e realizou 18.840 empréstimos de livros falados.

Sociedade Bíblica do Brasil

A SBB distribui a Bíblia em MP3. Todos os cadastrados recebem gratuitamente o CD. É possível escolher a tradução bíblica que mais agrada a pessoa com deficiência visual.

 Distribuição de livros digitais acessíveis

Fundação Dorina Nowill

A Fundação é pioneira na produção do formato Daisy140, citado no segundo capítulo desta dissertação como um recurso importante para a pessoa com deficiência visual, disponibilizado em CD, o livro digital permite que a PcDV tenha acesso à literatura de forma rápida e estruturada.

O livro Daisy é editado com notas de rodapé opcionais, marcadores de texto, soletração, leitura integral de abreviaturas e de sinais e a pronúncia correta de palavras estrangeiras. Em 2010, foram distribuídas gratuitamente 3.500 cópias.

Foram citados os principais serviços disponibilizados pela Fundação Dorina, Laramara e Sociedade Bíblica do Brasil. Faz-se importante citar que as três desenvolvem outros trabalhos às pessoas com deficiência visual, que podem ser acessados e consultados em materiais institucionais.

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140 Adotado pelo Ministério da Educação como um dos formatos de livros do Programa Nacional do Livro Didático, e é reconhecido internacionalmente como o que há de mais moderno em acessibilidade de leitura.

 Outros serviços

Heloísa afirma que como representante do Núcleo Regional II, participa na proteção social. Conta-nos sobre o serviço prestado à pessoa com deficiência, por meio da Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência:

Nós temos lá, a parte da clínica, então os profissionais que atuam na área, por exemplo, tem a fonoaudióloga clínica para trabalhar com surdos, nós temos a área da odontologia, temos a área da psicologia, da psicopedagogia clínica. Vamos supor que essa pessoa seja um estudante da rede, se não é estudante está na faixa etária de ser estudante, nós encaminhamos para matrícula. Existem ações prevendo também a proteção social básica, temos uma equipe de psicopedagogos que atuam nas escolas de Barueri, nas escolas municipais dando apoio e suporte às escolas e ao aluno com deficiência. Existe esse apoio também, porque muitas vezes a pessoa vai procurar o emprego, está estudando mas precisa ter uma fonte de renda, quer estar trabalhando para ajudar. Para isto tem o setor de empregabilidade para essa pessoa com deficiência. Se tem na família outras pessoas desempregadas nós encaminhamos para os segmentos aqui do Município que atendam essa família. Então o olhar sempre é macro. (Heloísa Carneiro, Núcleo Regional II da Pessoa com Deficiência).

Flávio, fala sobre o trabalho de proteção social que realiza em favor da pessoa com deficiência visual. Cita a discussão sobre a audiodescrição.

Nós desenvolvemos na Secretaria uma série de ações com relação à inserção da pessoa cega na sociedade, acesso a todos os bens e serviços, vou citar alguns. Nós fizemos uma discussão por quase dois anos com a USP, com vários parceiros de várias entidades. Todas, para formar uma grade mínima de audiodescrição... a nossa ideia original era fazer isso na USP. Gerou uma ampla discussão no Brasil sobre a audiodescrição, aquilo até gerou um livro que nós produzimos. Hoje você vê acontecendo cada vez mais, por exemplo, em teatros, até em operas, em missas, uma série de atividades. (Flávio A. W. Scavasin, coordenador de Desenvolvimento de Programas. Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência).

Um das questões feitas ao Flávio, teve o objetivo de conhecer se há alguma parceria que a Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com deficiência tem com a assistência social, seja por meio de secretarias, prefeituras, conselhos, ou por alguma outra área da assistência social. Ele afirma que não trata sobre a pessoa com deficiência sob a ótica da saúde ou assistência social, e que a secretaria procura ter uma identidade própria.

A pessoa com deficiência, quer seja carente ou não, tem que ter as mesmas condições das outras pessoas, mas não é por ter deficiência que nós vamos tirá-la necessariamente dessa questão. Nós temos que dar as mesmas

condições para ela, então o lugar em que ela vai procurar emprego tem que ser acessível, ela tem que ter acesso à educação, ela tem que ter acesso à saúde, tem que ter acesso às coisas. Ela é uma pessoa com deficiência, ela não é deficiente. (...) Nós vamos nos envolver com a assistência social certamente em um projeto que estamos realizando com o CDHU, que é a questão das residências inclusivas e esse projeto não vai ter como fazer sem a Assistência Social. Aliás, a assistência social é que vai nos ensinar ou vamos trabalhar juntos, mas certamente esse conhecimento da Assistência Social vai ser fundamental para esse trabalho. (Flávio A. W. Scavasin, coordenador de Desenvolvimento de Programas. Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência).