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Et globalt pedagogisk perspektiv

Justificativa

Perante aos desafios encontrados para promover a inclusão social dos alunos com deficiência, destaca-se a falta de qualificação dos professores para essa nova concepção escolar. Pensando nesse cenário surgiu a Assessoria Ciranda do Saber com o intuído de promover cursos básicos e palestras para orientar, refletir e aprimora a prática do docente.

Objetivo da Assessoria

A Assessoria Ciranda do Saber tem o objetivo de contribuir para a formação continuada de educadores e estudantes de licenciatura, voltados para a inclusão escolar de alunos com deficiência no ensino fundamental.

Serviços oferecidos

• Palestras nas escolas; • Cursos.

Palestra: Objetivo

Proporcionar a comunidade escolar um momento de reflexão sobre a inclusão de deficientes nas escolas regulares e discutir os desafios para a promoção da proposta inclusiva.

Metodologia

• Palestra expositiva com abertura de diálogo; • Apresentação de imagens de vídeos curtos; • Dinâmica de grupo.

Cursos

Considerando a diversidade existente entre vários tipos de deficiência, no qual cada uma tem sua particularidade, a Assessoria Ciranda do Saber irá agrupá- las em três classificações: restrições físicas, mentais e sensoriais. Destina para cada classificação um curso apropriado.

• Curso: “ Inclusão de Crianças com Deficiência Física”. • Curso: “ Inclusão de Crianças com Deficiência Mental”. • Curso: “Inclusão de Crianças com Deficiência Sensorial”.

Objetivo:

Os cursos têm por objetivo contextualizar a realidade de cada deficiência para que os educadores possam entender as necessidades de cada aluno e assim

poderem ajudá-los a se desenvolverem no âmbito social e cognitivo.

Conteúdo programático:

Os cursos serão em módulos e cada um divide-se em três partes. Para todos os cursos o 1º módulo será igual, tanto no tema como no conteúdo, em que será analisado o contexto histórico da educação especial. Os demais módulos terão o mesmo tema, porém o conteúdo será específico de acordo com cada curso. Por exemplo, no Curso “A Inclusão de Crianças com Deficiência Sensorial” o tema “as causas e conseqüências da deficiência” será estudado o que pode provocar as deficiências sensoriais.

I – Módulo

O conceito das pessoas com deficiência ao longo da história; História da educação especial no Brasil;

Iniciativas oficiais e particulares isoladas; Iniciativas oficiais de âmbito nacional; Política nacional de educação inclusiva; Legislação e normas.

II – Módulo

Causas e conseqüências da deficiência (mental, física ou sensorial); A família, a perda e o luto: filho real X filho idealizado;

Processos de ensino-aprendizagem das crianças com deficiência (mental, física ou sensorial);

A escola X A família: a resistência, o medo e a insegurança;

O ambiente escolar: reação da comunidade escolar, os sentimentos do educador e o acolhimento da criança.

III- Módulo

O desenvolvimento da competência comunicativa - comunicação suplementar e alternativa;

Adaptações curriculares e recursos e planejamento; A função da avaliação pedagógica permanente;

A organização do tempo didático através de atividades permanentes, seqüenciais e projetos;

Jogos e atividades lúdicas;

Metodologia

• Aulas expositivas;

• Discussões a partir de textos;

• Utilização de recurso como vídeos e pesquisa na internet; • Dinâmica de grupo;

• Estudo de casos.

Avaliação

Avaliação será continua durante o curso, considerando a participação dos alunos nas discussões, trabalhos em grupo, individuais e auto-avaliação.

Carga horária dos cursos

Os cursos serão realizados aos sábados, no período da manhã, das 8h às 14h ou no período da tarde das 12h às 18h.

Ao todo serão seis encontros presenciais, totalizando uma carga horária de 36 horas.

Quantidade de matrículas para cada curso:

No máximo 30 alunos.

Corpo docente 1 Pedagoga 1 Psicóloga

Certificado

O certificado será entregue ao aluno que obtiver freqüência de 75% das aulas e nota mínima de 5.00.

Forma de Pagamento:

Valor do curso:

Avista: 200,00

Parcelado: 1 + 2 de 80,00. Valor total R$: 240,00.

Estrutura da Assessoria

Valores dos Serviços:

A cada 1h 30 de Palestra na escola R$ 300,00 Valor total dos Cursos na Assessoria :

• Inclusão de Crianças com

Deficiência Física. R$ 200,00

• Inclusão de Crianças com

Deficiência Mental. R$ 200,00

• Inclusão de Crianças com

Localização

A Assessoria Ciranda do Saber está localizada na Rua Antônio de Macedo Soares, 1683, Campo Belo - Zona Sul. Segue o mapa:

Este local foi escolhido por estratégia de marketing em relação à concorrência que não existe próximo e devido a região abrigar um grande número de escolas públicas e privadas.

A Casa onde está acomodada a assessoria é alugada e possui os seguintes cômodos: 1 recepção, 2 banheiros simples, 1 cozinha, 1 banheiro adaptado para pessoas com deficiência, 1 sala para coordenação, 1 sala para direção, 1 biblioteca, 1 sala de estudo, 1 corredor e 1 garagem para 3 carros.

Custo de Patrimônio

Objeto Quantidade Valor unid. Valor total

Sofá c/ 3 lugares 2 600,00 1.200,00 Cadeira giratória 3 80,00 240,00 Cadeira simples 11 70,00 770,00 Mesa simples 2 160,00 320,00 Suporte de água 3 35,00 105,00 Lixeira 12 10 120,00 Computador 3 1.200,00 3.600,00 Notbook 1 2.500,00 2.500,00 Fixeiro 1 75,00 75,00 Telefone 3 35,00 105,00 Mela em L 2 200,00 400,00 Mesa redonda 3 150,00 450,00 Armário 3 120,00 360,00 Prateleira 2 80,00 160,00 Televisão 29’ 1 649,00 649,00 DVD 1 219,00 Lousa de canetão 60,00 60,00 60,00

Mesa para profº 1 160,00 160,00

Cadeiras p/ alunos 30 40,00 1200,00

Extintores 3 80,00 240,00

Mesa para cozinha 1 320,00 320,00

Fogão de 4 bocas 1 280,00 280,00 Armário 1 350,00 350,00 Frigobar 1 699,00 699,00 Impressora multifuncional 1 300,00 300,00 Software 1 1.500,00 1.500,00 Copiadora de Xerox 1 600,00 600,00 Cafeteira 1 50,00 50,00

multimídia)

Telão 1 300,00 300,00

Total 18.832,00

Custos Fixos

Custos Fixos Valor

Aluguel 1.800,00 Material de limpeza 40,00 Material de papelaria 120,00 Água 32,00 Luz 90,00 Telefone 100,00 Informática 200,00 Total 2.382,00 Recursos Humanos Recolhimentos:

• Recolhimento de FGTS: 8,5 % para os funcionários com Carteira assinada. • Recolhimento da contratação de Autônomos e o valor correspondente a 11%, a ser aplicado sobre o valor da Nota Fiscal ou recibo emitido pelo autônomo.

Cargo Especialidade Contratação Valor do pagt. do serviço.

Recolhimento previdenciário

Diretora Pedagoga Pró-labore 2.500,00 270,00

Coordenação Psicóloga CLT 2.000,00 170,00

Profº Terapia

Ocupacional

Autônoma 1.200,00 132,00

Recepcionista Ensino médio CLT 600,00 51,00

Faxineira Não necessita CLT 480,00 40,80

A empresa terá um gasto mensal com os pagamentos de serviços no valor de R$ 6.780,00 e destinará para pagamento da previdência R$ 933,80, tendo no total um gasto com a área de recursos humanos de R$ 7713,80.

Projeção

Projeção de Serviços prestados durante o mês.

Serviços Quantidade Total

A cada mês terá dois cursos. Serão 60 alunos 12.000,00 8 palestra de 1 h 30 por mês 8 escolas 2.400,00 Total 14.400,00 Recolhimento de imposto

O Imposto Sobre Serviços (ISS) é recolhido no valor de 5% sobre o valor total de prestação de serviço que a empresa efetua durante o mês, sendo uma regra geral no Município de São Paulo.

A nossa assessoria irá pagar R$ 720,00 de ISS por Mês.

Balancente Capital inicial R$ 30.000,00 Patrimônio R$ 18.832,00 Despesa Receita • Custo Fixos 2.382,00 • Recursos Humanos 7713,80 • Recolhimento de imposto 720,00 • Serviços prestado 14.400,00

Total da Despesa 10.815,80 Total da Receita 14.400,00 Lucro 3584,20

CONCLUSÃO

Diante da pesquisa realizada foi possível concluir que o simples fato da constatação ou aceitação das crianças com deficiência em salas comuns, não significa que as mesmas estão incluídas. Isto só ocorre quando esses alunos conseguem ter uma interação social e desenvolvem a aprendizagem cognitiva. Entretanto, dentro das escolas regulares, os professores não conseguem garantir a aprendizagem das crianças com deficiência e sim apenas atingir o social.

Para promover a educação inclusiva, existem vários programas por parte do governo Federal, Estadual e Municipal. Mas infelizmente por meio da pesquisa de campo realizada, percebe-se que tais programas não atendem as reais necessidades da escola, na maioria das vezes essas propostas permanecem somente no papel, não chegam às salas de aula ou ficam segmentadas e desarticuladas com a realidade escolar.

A situação é uma conseqüência das más condições que as escolas se encontram para receber os alunos com deficiência, confirmando as hipóteses iniciais da pesquisa.

É preciso transformar esse cenário com a ajuda da escola, das Políticas Públicas e da sociedade. As escolas devem cobrar dos governantes a efetivação de tais propostas para serem realmente colocadas em prática e para que a inclusão possa ser objeto de reflexão nos currículos de pedagogia e licenciatura. As pessoas precisam rever seus valores, comportamentos e conceitos perante a diversidade humana e assim construir uma sociedade com oportunidades iguais para todas as pessoas, independente da deficiência, raça ou religião.

Além disso, se faz necessário promover campanhas educativas e preventivas, com atitudes que possam evitar ou amenizar algum tipo de deficiência, como por exemplo: a importância do pré-natal, do exame do pezinho, os cuidados que os pais devem ter com as crianças próximas as escadas, em piscinas, janelas sem proteção, brincadeiras com sacos plásticos, entre outros.

Enfim, o objetivo é pensar em uma sociedade melhor para as pessoas deficientes e conseqüentemente melhor à todos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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MAZZOTTA, Marcos José Silveira. Educação Especial no Brasil: História e

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Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília.

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<http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/programas_edespecial.pdf>. Acesso em: 11 de Setembro de 2008.

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< http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf>. Acesso em: 13 de outubro de 2008.

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APÊNDICE A. PERT: Escolha do tema Maio Elaboração da justificativa Agosto Definição do problema, objetivos e hipóteses Junho Marco Teórico Agosto Pesquisa de campo Setembro Análise de dados Outubro Proposta de intervenção Outubro Apresentação 27 de Novembro

APÊNDICE B. CRONOGRAMA

Atividades Fev Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Orientações Gerais Discussão sobre o processo de orientação x Escolha de orientadora x Definição provisória do tema Delimitação do problema x Leitura bibliográfica e resumo de livros,

revistas, tese, artigos. x x x

Entrega da justificativa

e marco teórico x

Entrega do primeiro capitulo História, legislação e órgão públicos voltado para inclusão de deficientes.

Atividades Fev Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Pesquisa de campo e relatório x x Analise de dado x Entrega do 2º capitulo Educação Especial na pratica x Entrega do 3º capitulo proposta de intervenção x x Últimas revisões e acertos x Preparação para apresentação 7 novembro X Defesa 27 novembro

Anexo II – Entrevistas

Entrevista na Escola Municipal de Ensino Fundamental Profª Carolina Rennó Ribeiro de Oliveira.

Entrevistado: Coordenador da Escola Municipal Profª Carolina Rennó Ribeiro de Oliveira

Tânia: Qual é o seu nome?

Coord. Municipal: Coord. Municipal. (nome fictício)

Tânia: Qual a sua função aqui no Colégio Carolina Rennó? Coord. Municipal: Coordenadora Pedagógica.

Tânia: Sua formação?

Coord. Municipal: Eu Tenho pedagogia com administração escolar e supervisão. Tânia: Que ano você se formou?

Coord. Municipal: Acho que 97.

Tânia: Qual a sua opinião sobre a inclusão de alunos com deficiência nas escolas públicas de São Paulo?

Coord. Municipal: Bom, eu acho que foi um avanço as crianças estarem juntos com os alunos que não são portadores. A questão social amplia muito para eles. O que acho que dificulta é que às vezes eles não tem o atendimento de uma instituição que faça a outra parte, um trabalho mais individualizado.

Tânia: Quando a escola começou a receber alunos com deficiência?

Coord. Municipal: Olha! A data exata a gente não tem. Agora eu acho que tem um auge. E a escola por ser térrea ela facilita a locomoção, então temos vários cadeirantes, mas a data exata de quando foi a primeira criança, não tenho.

Tânia: Mais ou menos quando foi que começou o aumento na demanda de alunos com deficiência? Pois quando estudei aqui não tinha nenhum aluno com deficiência. Coord. Municipal: Assim, sim. Acho que há duas gestões isso está mais ampliado. Faz uns oito anos que está acontecendo isso, agora nós estamos no auge.

Tânia: Vocês fizeram uma reforma aqui alguns anos atrás. Vocês adaptaram alguma coisa para deficiente? Vocês tiveram esse cuidado?

Coord. Municipal: Sim! Inclusive a última coisa que fizemos foi a rampa aqui no portão da entrada. Antes não tinha, aliás, só era uma parte da rampa o que fazia a cadeira facilmente virar, até mesmo quando os alunos desciam do transporte escolar isso dificultava. Já adaptamos os banheiros que tem as barras e as carteiras que tem vindo diferentes.

Tânia: Eu constatei umas carteiras adaptadas na sala de aula, como vocês conseguiram?

Coord. Municipal: Da coordenadora de Educação. Nós pedimos, iniciamos um processo. Solicitamos a presença do pessoal do CEFAI que é o núcleo que cuida dos alunos portadores, para que eles viessem verificar e medir as cadeiras, por que muitas das cadeiras comuns não se encaixa com as cadeiras de rodas, então a criança não consegue, fica totalmente difícil. Então foi medido de todas as escolas da região, os alunos vieram aqui. O CEFAI constatou as necessidades e mandaram algumas. Só que tudo isso é um processo muito demorado.

Tânia: Demorou muito?

Coord. Municipal: Bastante. É um processo que depende de licitação. Tudo é muito difícil e complicado.

Tânia: Quais os procedimentos que a escola tem com a entrada de alunos com deficiência?

Coord. Municipal: Assim que a gente recebe uma mãe que a secretaria vem e fala, olha esse aluno a mãe trouxe falando que tem síndrome de down ou é um cadeirante. A gente chama essa família faz uma pesquisa e conversa, é feita uma entrevista par ver quais são as dificuldades, o que já tem de laudo e quais os tratamentos são feitos. O que a criança nos trás para que a gente vai se adaptando e junto tentar dar atendimento mais adequado.

Tânia: Qual o acompanhamento que esse aluno tem junto a classe regular?

Coord. Municipal: Olha os que têm condições de vir eles podem freqüentar a sala de apoio pedagógico, o que geralmente não acontece, porque aqueles que têm o transporte escolar, no qual não são todos com necessidades especiais que tem o benefício, o transporte escolar só traz no horário da aula normal. Então dificulta porque não tem quem traga, o acesso da criança é difícil, a mãe já traz com dificuldade. O que é possível a gente encaminha para a sala de apoio pedagógico Tânia: Como que é essa sala de apoio pedagógico?

Coord. Municipal: Funciona com uma professora específica, os alunos têm atividades diferenciadas de acordo com sua dificuldades, no horário diverso da sala de aula,

Tânia: Seria uma professora especialista?

Coord. Municipal: No caso ela é. Não é uma função que necessita ser, mas a nossa é psicopedagoga. Ela tem formação uma vez por mês. O objetivo é para tratar mais da questão da aprendizagem, não necessariamente para o portador de necessidades especiais.

Tânia: Tem algum material que utiliza para inclusão, materiais pedagógicos, didáticos.?

Coord. Municipal: Esse ano nós recebemos um aluno que tem paralisia cerebral. É o primeiro ano dele na escola regular, ele é aluno do 1º ano do 2º ciclo, antiga 5º série. Ele tem o cérebro totalmente preservado, mas com problema seriíssimo motor, ele não registra nada por escrito, uma dificuldade muito grande por conta dos movimentos involuntários, então a gente tenta disponibilizar, queremos colocar um computador na sala para que ele possa digitar, comprar aquela colméia. Alguns materiais por exemplo, a professora do Dênnis construiu um material com letras móveis, isso facilita, alguma coisa que a gente vai percebendo que irá ajudar, a gente faz .

Tânia: Qual assistência que um professor que trabalha com um aluno com deficiência possui?

Coord. Municipal: Nesse momento não tem nenhum, mas foi disponibilizado para a nossa escola um trabalho com a APAE, porém, nós que tínhamos que nos adequar com o horário da APAE e não a APAE adequar com o horário dos professores, acabou não dando certo. Eles viriam no horário do trabalho coletivo do professor, mas só para os professores de 1ª a 4ª séries. Tentamos entrar em acordo com eles, mas acabou não dando certo, eles queriam no horário que podiam vir só dois professores. Mas aí não tivemos nem resposta se somente esses dois podiam participar ou não. O professor que consegue fora do horário, ainda tem alguns cursos disponíveis. Mas fora do horário acaba sendo inviável porque as pessoas têm acúmulos de cargos, dentro do horário não tem mais nenhum curso. Esse ano teve uma formação muito rápida para falar de cada necessidade especial, de cada doença, mas nada muito específico. O que a gente tem agora é um aluno do CEFAI,

aluno pesquisador que vem pelo CEFAI, no qual ele faz um trabalho individualizado com esse aluno, nós só temos um esse ano.

Tânia: Mas ele está vindo?

Coord. Municipal: Está sim, ele fica para acompanhar o aluno que tem Síndrome de Down. Mas esse aluno com síndrome não está freqüentando por conta da saúde da mãe, que alias acabou falecendo. Como era a mãe que vinha trazer e buscar, fazia tudo. E o pai trabalha. O aluno estava com uma tia que não tinha como trazê- lo. Agora essa mãe faleceu, estamos aguardando um contato do pai, para ver como fica a situação do aluno.

Tânia: Essa Criança vinha com o transporte da prefeitura?

Coord. Municipal: Não. O Transporte a princípio veio para todas as criança que moravam longe, aí mudou, só viria para os portadores de necessidades, mas mesmo para o portador de necessidades é muito difícil, você tem que provar por A e mais B , mais C, mais D e mais Z, que ele precisa. Teve caso que nós tivemos que brigar para incluir no transporte porque a apesar da aluna ser deficiente ela não era cadeirante, então para eles a aluna não precisaria desse benefício.

Tânia: Como vocês pensam e organizam as questões curriculares, avaliação e terminalidade para alunos no processo de inclusão?

Coord. Municipal: Nós ainda não fizemos nenhum processo de terminalidade. Por