• No results found

6.3 M ENINGSSKAPING OG LITERACYUTVIKLING I CASE B

6.3.3 Episode 3: Variabilitet

A Unidade de Quimioterapia do IBCC possui uma estrutura física qualificada para prestar tratamento adequado ao paciente oncológico. Há uma demanda alta de atendimentos nesse setor, sendo registradas pelo hospital, em 2012, 17.844 aplicações de quimioterapia19.

O horário atual de funcionamento do ambulatório é de segunda a sexta, das 7h às 20h, e no sábado, das 7h às 13h. Na ocasião das aplicações dos métodos deste estudo,

19 Site do hospital: www.ibcc.org.br. Acessado em: setembro de 2013. Estação de metrô Bresser-Mooca

Espaço de Convivência Tenda Bresser IBCC Radial Leste Praça Vicente Matheus

não havia atendimento aos sábados. A partir do próximo ano, há proposta de ser ampliado e os pacientes poderem ser recebidos até às 22h.

A área dessa unidade está localizada no pavimento térreo do bloco A, na fachada principal (figuras 11 e 12), possuindo dezenove boxes de atendimento, com poltronas para o paciente e o acompanhante, além de consultórios, posto de enfermagem, farmácias e salas de espera.

Figura 11: Planta baixa do pavimento térreo com a marcação da Unidade de Quimioterapia. Fonte: Desenho extraído do projeto fornecido pelo escritório ESH Arquitetura Ltda, editado pela

Figura 12: Elevação frontal do IBCC, onde fica a Unidade de Quimioterapia. Fonte: Desenho extraído do projeto fornecido pelo escritório ESH Arquitetura Ltda, editado pela

pesquisadora.

Entre os espaços citados, estão inclusos na estrutura do setor de quimioterapia os ambientes de apoio: sanitários, sala administrativa (chefe de enfermagem), copa, DML e expurgo. A distribuição desses recintos pode ser visualizada na planta baixa a seguir (figura 13), em que está destacada a área do objeto de estudo em questão, a sala de aplicação de quimioterápicos (figuras 14 e 15).

Figura 13: Planta baixa da Unidade de Quimioterapia com área do objeto de estudo demarcada. Fonte: Desenho extraído do projeto fornecido pelo escritório ESH Arquitetura Ltda, editado pela

Figura 14: Sala de quimioterapia: posto de Figura 15: Sala de quimioterapia: boxes.

enfermagem e área dos boxes. Fonte: Acervo da pesquisadora.

Fonte: Acervo da pesquisadora.

As Built: a partir dos arquivos do projeto, cedidos pelo arquiteto do hospital, foram verificadas modificações sofridas na sala de aplicações da quimioterapia. Observou-se que as intervenções construtivas no projeto, que consta nesses documentos gráficos fornecidos, até as datas das visitas in loco da pesquisadora, foram mínimas.

Segue a planta com as pequenas alterações realizadas (figura 16). Foram feitas apenas locações de algumas paredes de gesso dos boxes, acréscimo de um lavatório, junto ao box 14, da divisória em vidro e do móvel com os medicamentos e materiais farmacêuticos, no posto de enfermagem. Além disso, foi feito o levantamento dos forros, que estão representados nessa planta, já que não havia registro nos arquivos obtidos.

Figura 16: Planta baixa do As Built da sala de quimioterapia. Fonte: Desenho extraído do projeto fornecido pelo escritório ESH Arquitetura Ltda, editado pela

pesquisadora.

Elaborou-se uma tabela com as áreas levantadas dos espaços (tabelas 5 e 6), que compõem a Unidade de Quimioterapia, baseado nas medições físicas, feita em uma visita in loco (22/06/2013) e na verificação das referências constantes na planta baixa fornecida pelo arquiteto, fonte dos dados dimensionais dos ambientes.

Tabela 2: Áreas levantadas no ambulatório de quimioterapia.

Unidade Atendimento Ambiente Área útil em m²

Quimioterapia SUS Espera 63,89 Consultório 01 10,12 Consultório 02 10,25 Consultório 03 10,35 Sanitário feminino 2,31 Sanitário masculino 2,26 Espera 67,51 Consultório 01 11,73 Convênio Consultório 02 14,36 Sanitário feminino 3,82 Sanitário masculino 3,90 SUS/Convênio Sala de aplicação de quimioterápicos 228,48 Sanitário feminino 4,23 Sanitário masculino 2,18 Sanitário feminino 2,52 Sanitário masculino 4,28 Sala da chefe de enfermagem/adm. 7,70 Farmácia de manipulação 12,10 Farmácia satélite 8,53 Expurgo 4,81 Copa 1,85 DML 1,86

A partir desta tabela, foi gerada a seguinte, que apresenta as áreas que compõem a sala de aplicação de quimioterápicos. O posto de enfermagem foi considerado parte desse ambiente, por ser um local onde ocorrem tarefas visuais integrantes da atividade de tratamento desempenhada na sala.

Tabela 3: Áreas levantadas da sala de aplicação de quimioterápico. Unidade Sala de aplicação

de quimioterápicos Área útil em m²

Quimioterapia Box 01 6,40 02 4,11 03 4,19 04 4,80 05 5,15 06 4,97 07 4,99 08 4,99 09 5,05 10 5,06 11 5,45 12 5,56 13 5,51 14 5,05 15 4,77 16 4,75 17 4,84 18 4,34 19 4,92 Posto de enfermagem 37,05

Na planta baixa subsequente (figura 17), estão marcadas as delimitações dessas áreas consideradas para os dimensionamentos físicos na sala de aplicação de quimioterápicos, objeto de estudo desta pesquisa.

Figura 17: Planta baixa da sala de quimioterapia com a delimitação das áreas dimensionadas. Fonte: Desenho extraído do projeto fornecido pelo escritório ESH Arquitetura Ltda, editado pela

5.2. Definição dos instrumentos

A avaliação foi feita a partir da aplicação dos seguintes métodos: observações diretas sistemáticas; walkthrough; questionários com os pacientes e a equipe de enfermagem; entrevistas com pessoas chave; levantamento de dados quantitativos através de medições dos níveis de iluminação.

Na definição dos instrumentos de avaliação, foram considerados os horários de acesso ao ambulatório assim como o tempo disponível da especialista para as visitas, além dos prazos para finalização da pesquisa.

A partir da seleção dos instrumentos, das abordagens teóricas estabelecidas a priori, da verificação dos perfis dos usuários e após a devida autorização do CEP (Comitê de Ética e Pesquisa) do hospital e da aprovação do parecer do projeto na Plataforma Brasil 20 (anexos 1 e 2), foi realizada uma visita exploratória para conhecimento do ambiente e da equipe de funcionários do ambulatório.

5.3. Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE)

Como procedimento ético, foi entregue aos sujeitos a quem foram aplicados os questionários e a entrevista um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) (anexo 3), informando-os sobre do que se tratava a pesquisa, seus prováveis riscos e benefícios, além de esclarecê-los sobre a confidencialidade do estudo, a proteção e os seus direitos.

Cada participante assinou uma via, autorizando a sua participação na pesquisa, bem como a divulgação científica dos dados levantados.