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No caso supramencionado, foram explicitadas seis situações. Em Novo Acordo, onde foram evidenciadas cinco situações, uma pessoa não soube responder, o que significa 6% das respostas; cinco pessoas afirmaram que existe fiscalização, mas que desconhecem o órgão, representando 29%; uma pessoa afirmou que nunca houve fiscalização na região, significando 6% das respostas; cinco pessoas confirmaram a presença do IBAMA e NATURATINS como sendo os órgãos responsáveis pela fiscalização, num total de 29% das respostas obtidas; cinco pessoas afirmaram que a fiscalização é ineficiente por não ser permanente e pela falta de fiscais, significando 29% das dezessete respostas obtidas; e nenhuma pessoa afirmou que a fiscalização é feita pelos próprios coletores através das associações de artesãos.

No Município de São Félix, onde três situações foram explicitadas três pessoas afirmaram que existe fiscalização, mas que desconhecem o órgão, representando 27%; seis pessoas confirmaram a presença do IBAMA e NATURATINS como sendo os órgãos responsáveis pela fiscalização, num total de 55% das respostas obtidas; e duas pessoas afirmaram que a fiscalização é ineficiente por não ser permanente e pela falta de fiscais, significando 18% das onze respostas obtidas.

Na Comunidade do Prata, onde foram evidenciadas três situações, duas pessoas afirmaram que existe fiscalização, mas que desconhecem o órgão, representando 22%; cinco pessoas confirmaram a presença do IBAMA e NATURATINS como sendo os órgãos responsáveis pela fiscalização, num total de 56% das respostas obtidas; e duas pessoas afirmaram que a fiscalização é ineficiente por não ser permanente e pela falta de fiscais, significando 22% das nove respostas obtidas.

Em Mateiros, três situações foram evidenciadas da seguinte forma: três pessoas afirmaram que existe fiscalização, mas que desconhecem o órgão, representando 20%; sete pessoas confirmaram a presença do IBAMA e NATURATINS como sendo os órgãos responsáveis pela fiscalização, num total de 47%; e cinco pessoas afirmaram que a fiscalização é ineficiente por não ser permanente e pela falta de fiscais, significando 33% das quinze respostas obtidas.

Em Mumbuca, onde foram evidenciadas quatro situações, três pessoas afirmaram que existe fiscalização, mas que desconhecem o órgão, representando 15%; dez pessoas confirmaram a presença do IBAMA e NATURATINS como sendo os órgãos responsáveis pela fiscalização, num total de 50%; cinco pessoas afirmaram que a fiscalização é ineficiente por não ser permanente e pela falta de fiscais, significando 25%; e duas pessoas afirmaram que a fiscalização é feita pelos próprios coletores através das associações de artesãos, num total de 10% das vinte respostas obtidas.

Em Ponte Alta foram evidenciadas quatro situações. Duas pessoas afirmaram que existe fiscalização, mas que desconhecem o órgão, representando 12%; oito pessoas confirmaram a presença do IBAMA e NATURATINS como sendo os órgãos responsáveis pela fiscalização, num total de 47%; seis pessoas afirmaram que a fiscalização é ineficiente por não ser permanente e pela falta de fiscais, significando 35%; e uma pessoa afirmou que a fiscalização é feita pelos próprios coletores através das associações de artesãos, representando 6% das dezessete respostas obtidas.

Na totalidade dos municípios visitados, uma pessoa não soube responder, o que significa 1,1% das respostas; dezoito pessoas afirmaram que existe fiscalização, mas que desconhecem o órgão, representando 20,2%; uma pessoa afirmou que nunca houve fiscalização na região, significando 1,1% das respostas; quarenta e uma pessoas confirmaram a presença do IBAMA e NATURATINS como sendo os

órgãos responsáveis pela fiscalização, num total de 46,1%; vinte e cinco pessoas afirmaram que a fiscalização é ineficiente por não ser permanente e pela falta de fiscais, significando 28,1%; e três pessoas afirmaram que a fiscalização é feita pelos próprios coletores através das associações de artesãos, num total de 3,4% de oitenta e nove respostas.

7.4.3 Relacionadas às medidas tomadas na região no sentido de preservar as áreas onde nasce o capim dourado

Nesse caso, foram explicitadas dez situações, distribuídas conforme o descrito a seguir: em Novo acordo foram explicitadas quatro situações, em que cinco pessoas não souberam responder, o que representa 31%; seis pessoas falaram sobre o controle de queimadas praticadas de dois em dois anos, significando 38%; quatro pessoas falaram sobre o controle da colheita, 25% das respostas; e uma pessoa falou sobre a aplicação de multas pelo órgão ambiental para quem desrespeita o período regulamentado, ou seja, 6% das dezesseis respostas obtidas.

Em São Félix, onde foram explicitadas seis situações, cinco pessoas falaram sobre o controle de queimadas praticadas de dois em dois anos, significando 42%; três pessoas falaram sobre o controle da colheita, 25% das respostas; uma pessoa falou sobre a aplicação de multas pelo órgão ambiental para quem desrespeita o período regulamentado, ou seja, 8%; uma pessoa afirmou denunciar aqueles que não respeitam o período da colheita, representando 8%; um indivíduo afirmou que são realizadas reuniões com o intuito de divulgar a forma correta de coleta do capim, num total de 8%; e uma pessoa afirmou que não existe controle por parte dos órgãos governamentais, também representando 8% das doze respostas obtidas.

Na Comunidade do Prata, onde foram evidenciadas quatro situações, quatro pessoas falaram sobre o controle de queimadas praticadas de dois em dois anos, significando 44%; três pessoas falaram sobre o controle da colheita, 33% das respostas; uma pessoa afirmou que houve apreensão do capim dourado colhido fora de época, representando 11%; e um indivíduo afirmou que são realizadas reuniões com o intuito de divulgar a forma correta de coleta do capim, num total de 11% das nove respostas obtidas.

No Município de Mateiros, onde foram explicitadas três situações, nove pessoas falaram sobre o controle de queimadas praticadas de dois em dois anos, significando 41%; sete pessoas falaram sobre o controle da colheita, 32% das respostas; e seis pessoas afirmaram que são realizadas reuniões com o intuito de divulgar a forma correta de coleta do capim, num total de 27% das vinte e duas respostas obtidas.

No Povoado de Mumbuca, onde foram explicitadas seis situações, seis pessoas falaram sobre o controle de queimadas praticadas de dois em dois anos, significando 35%; cinco pessoas falaram sobre o controle da colheita, 29% das respostas; duas pessoas afirmaram que são realizadas reuniões com o intuito de divulgar a forma correta de coleta do capim, num total de 12%; duas pessoas falaram sobre a criação do Parque Nacional, ou seja, 12%; uma pessoa falou que eles mesmos preservam o capim, o que significa 6%; e uma pessoa afirmou que não existe controle por parte dos órgãos governamentais, também representando 6% das dezessete respostas obtidas.

No Município de Ponte Alta, onde seis situações foram evidenciadas, uma pessoa não soube responder, o que representa 8%; três pessoas falaram sobre o controle de queimadas praticadas de dois em dois anos, significando 25%; quatro pessoas falaram sobre o controle da colheita, 33% das respostas; um indivíduo afirmou que são realizadas reuniões com o intuito de divulgar a forma correta de coleta do capim, num total de 8%; uma pessoa falou que eles mesmos preservam o capim, o que significa 8%; e duas pessoas afirmaram que não existe controle por parte dos órgãos governamentais, representando 17% das doze respostas obtidas.

Portanto, nos municípios visitados, seis pessoas não souberam responder, o que representa 6,8%; trinta e três pessoas falaram sobre o controle de queimadas praticadas de dois em dois anos, significando 37,5%; vinte e seis pessoas falaram sobre o controle da colheita, 29,5% das respostas; duas pessoas falaram sobre a aplicação de multas pelo órgão ambiental para quem desrespeita o período regulamentado, ou seja, 2,3%; uma pessoa afirmou denunciar aqueles que não respeitam o período da colheita, representando 1,1%; uma pessoa afirmou que houve apreensão do capim dourado colhido fora de época, representando também 1,1%; onze pessoas afirmaram que são realizadas reuniões com o intuito de divulgar a forma correta de coleta do capim, num total de 12,5%; duas pessoas falaram sobre a criação do Parque Nacional, ou seja, 2,3%; duas pessoas falaram que eles

mesmos preservam o capim, o que significa 2,3%; e, finalmente quatro pessoas afirmaram que não existe controle por parte dos órgãos governamentais, representando 4,5% de um total de 88 respostas obtidas.

7.4.4 Relacionadas à participação dos coletores ou artesãos em Associações locais

Foram evidenciadas seis situações nessa ocasião. Em Novo Acordo, onde apenas duas situações foram evidenciadas, seis pessoas afirmaram não participar das associações, representando 43%; e oito pessoas afirmaram participar, num total de 57% das quatorze respostas obtidas.

Em São Félix, onde quatro situações foram explicitadas, seis pessoas afirmaram não participar de nenhuma associação, num total de 46%; quatro pessoas afirmaram participar, num total de 31%; uma pessoa afirmou não ser associada, mas participa como colaboradora, representando 8%; e duas pessoas falaram que já foram associadas, mas atualmente não são, o que significa 15% das treze respostas obtidas.

Na Comunidade do Prata, foram evidenciadas duas situações. Uma pessoa afirmou não participar de nenhuma associação, num total de 14%; e seis pessoas afirmaram participar, num total de 86% das sete respostas obtidas.

No Município de Mateiros duas situações foram explicitadas: quatro pessoas afirmaram não participar de nenhuma associação, num total de 40%; e seis pessoas afirmaram participar, num total de 60% das dez respostas obtidas.

No Povoado de Mumbuca, onde quatro situações foram evidenciadas, cinco pessoas afirmaram não participar de nenhuma associação, num total de 26%; sete pessoas afirmaram participar, num total de 37%; três pessoas afirmaram não ser associadas por não possuírem idade mínima (16 anos) representando 16%; e quatro pessoas falaram que não são associadas, mas que pretendem se associar, o que significa 21% das dezenove respostas obtidas.

No Município de Ponte Alta, foram explicitadas três situações. Oito pessoas afirmaram não participar de nenhuma associação, num total de 67%; duas pessoas afirmaram participar, num total de 17%; e duas pessoas falaram que não são

associadas, mas que pretendem se associar, o que significa 17% das doze respostas obtidas.

Portanto, no total dos municípios visitados, trinta pessoas afirmaram não participar de nenhuma associação, num total de 40%; trinta e três pessoas afirmaram participar, num total de 44%; uma pessoa afirmou não ser associada, mas participa como colaboradora, representando 1,3%; duas pessoas falaram que já foram associadas, mas atualmente não são, o que significa 2,7%; três pessoas afirmaram não ser associadas por não possuírem idade mínima (16 anos) representando 4%; e seis pessoas falaram que não são associadas, mas que pretendem se associar, o que significa 8% num total de 75 respostas.

7.4.5 Relacionadas aos assuntos discutidos nas Associações

Nesse caso, ficaram explicitadas doze situações. Em Novo Acordo, onde seis situações foram evidenciadas, sete pessoas desconheciam os assuntos discutidos por não participarem das reuniões, representando 30%; seis pessoas afirmaram discutir sobre o manejo do capim dourado, o que significa 26%; uma pessoa afirma discutir sobre a saída do capim dourado para outras regiões, ou seja, 4%; três pessoas mencionaram a organização de feiras, representando 13%; cinco pessoas afirmaram discutir os preços e a venda dos produtos, representando 22%; e, finalmente, uma pessoa citou os cursos de capacitação oferecidos aos artesãos, o que significa 4% de um total de 23 respostas.

Em São Félix, onde nove situações foram explicitadas, uma pessoa desconhecia os assuntos discutidos por não participar das reuniões, representando 7%; quatro pessoas afirmaram discutir sobre o manejo do capim dourado, o que significa 29%; uma pessoa afirmou discutir sobre a saída do capim dourado para outras regiões, ou seja, 7%; duas pessoas afirmaram discutir os preços e a venda dos produtos, representando 14%; uma pessoa mencionou que a associação serve para denunciar coletas irregulares, o que representa 7%;duas pessoas citaram os cursos de capacitação oferecidos aos artesãos, o que significa 14%; uma pessoa afirmou não valer à pena se associar em virtude da distância – 7%; uma pessoa falou que as associações recomendam aos artesãos que não vendam peças para os

atravessadores, correspondendo a 7%; e, uma pessoa falou que a associação recomenda controlar as queimadas, o que também representa 7% de um total de quatorze respostas.

Na Comunidade do Prata foram evidenciadas cinco situações. Uma pessoa desconhecia os assuntos discutidos por não participarem das reuniões, representando 9%; quatro pessoas afirmaram discutir sobre o manejo do capim dourado, o que significa 36%; duas pessoas mencionaram a organização de feiras, representando 18%; três pessoas afirmaram discutir os preços e a venda dos produtos, representando 27%; e uma pessoa cita os cursos de capacitação oferecidos aos artesãos, o que significa 9% de um total de onze respostas obtidas.

No Município de Mateiros oito situações foram explicitadas: três pessoas desconheciam os assuntos discutidos por não participarem das reuniões representando 19%; duas pessoas afirmaram discutir sobre o manejo do capim dourado, o que significa 13%; uma pessoa afirma discutir sobre a saída do capim dourado para outras regiões, ou seja, 6%; duas pessoas mencionaram a organização de feiras, representando 13%; quatro pessoas afirmaram discutir os preços e a venda dos produtos, representando 25%; uma pessoa cita os cursos de capacitação oferecidos aos artesãos, o que significa 6%; uma pessoa falou que as associações recomendam aos artesãos que não vendam peças para os atravessadores, correspondendo a 6%; e, finalmente, duas pessoas falaram que os membros das associações têm reclamado sobre a diminuição das vendas, o que representa 13% das dezesseis respostas obtidas.

No Povoado de Mumbuca, onde foram evidenciadas sete situações, duas pessoas desconhecem os assuntos discutidos por não participarem das reuniões representando 13%; duas pessoas afirmaram discutir sobre o manejo do capim dourado, o que significa 13%; quatro pessoas mencionaram a organização de feiras, representando 25%; cinco pessoas afirmaram discutir os preços e a venda dos produtos, representando 31%; uma pessoa falou que os membros das associações têm reclamado sobre a diminuição das vendas, o que representa 6%; uma pessoa falou que a associação recomenda controlar as queimadas - 6% das respostas; e, por último, uma pessoa se refere à criação de um “Shopping” do capim dourado com a finalidade de unificar os povoados em um grande ponto de vendas sob a administração da associação, representando 6% de um total de dezesseis respostas obtidas.

No Município de Ponte Alta, onde foram evidenciadas seis situações, quatro pessoas desconheciam os assuntos discutidos por não participarem das reuniões representando 27%; cinco pessoas afirmaram discutir sobre o manejo do capim dourado, o que significa 33%; duas pessoas afirmaram discutir sobre a saída do capim dourado para outras regiões, ou seja, 13%; uma pessoa afirmou discutir os preços e a venda dos produtos, representando 7%; uma pessoa mencionou que a associação serve para denunciar coletas irregulares, o que representa 7%; e duas pessoas citaram os cursos de capacitação oferecidos aos artesãos, o que significa 13% das quinze respostas obtidas.

Portanto, no total dos municípios visitados, dezoito pessoas desconheciam os assuntos discutidos por não participarem das reuniões representando 18,9%; vinte e três pessoas afirmaram discutir sobre o manejo do capim dourado, o que significa 24,2%; cinco pessoas afirmaram discutir sobre a saída do capim dourado para outras regiões, ou seja, 5,3%; onze pessoas mencionaram a organização de feiras, representando 11,6%; vinte pessoas afirmaram discutir os preços e a venda dos produtos, representando 21,1%; duas pessoas mencionaram que a associação serve para denunciar coletas irregulares, o que representa 2,1%; sete pessoas citaram os cursos de capacitação oferecidos aos artesãos, o que significa 7,4%; uma pessoa afirmou não valer à pena se associar em virtude da distância – 1,1%; duas pessoas falaram que as associações recomendam aos artesãos que não vendam peças para os atravessadores, correspondendo a 2,1%; três pessoas falaram que nas associações as pessoas têm reclamado sobre a diminuição das vendas, o que representa 3,2%; duas pessoas falaram que a associação recomenda controlar as queimadas, o que representa 2,1%; e, por último, uma pessoa se referiu à criação de um “Shopping” do capim dourado com a finalidade de unificar os povoados em um grande ponto de vendas sob a administração da associação, representando 1,1% de um total de noventa e cinco respostas obtidas sobre esse assunto.

7.4.6 Relacionadas à interferência das Associações na comercialização dos produtos

Foram explicitadas nesse caso oito situações. Em Novo Acordo, onde cinco situações foram evidenciadas, duas pessoas não souberam responder, o que equivale a 12%; quatro pessoas afirmaram que os compradores procuram primeiro as associações, o que significa 24% das respostas; quatro pessoas disseram que as associações controlam a venda dos produtos para fora, organizando feiras em outras cidades, correspondendo a 24%; cinco pessoas afirmaram que as associações são responsáveis pelo tabelamento dos preços dos artesanatos, resultando em 29%; duas pessoas afirmaram que alguns associados discordam dos preços previamente determinados, o que significa 12% de um total de dezessete respostas.

Em São Félix, onde cinco situações foram explicitadas, duas pessoas não souberam responder, o que equivale a 17%; cinco pessoas disseram que as associações controlam a venda dos produtos para fora, organizando feiras em outras cidades, correspondendo a 42%; três pessoas afirmaram que as associações são responsáveis pelo tabelamento dos preços dos artesanatos, resultando em 25%; uma pessoa falou que as associações auxiliam na fiscalização da exploração irregular do capim dourado, ou seja, 8%; e uma pessoa mencionou que as associações cobram taxas mensais dos associados, o que corresponde a 8% num total de doze respostas.

Na Comunidade do Prata onde quatro situações foram evidenciadas, uma pessoa não soube responder, o que equivale a 14%; uma pessoa disse que as associações controlam a venda dos produtos para fora, organizando feiras em outras cidades, correspondendo a 14%; quatro pessoas afirmaram que as associações são responsáveis pelo tabelamento dos preços dos artesanatos, resultando em 57%; e uma pessoa disse que a associação não interfere no valor das peças, o que significa 14% de um total de sete respostas.

No Município de Mateiros quatro situações foram explicitadas: duas pessoas não souberam responder, o que equivale a 20%; seis pessoas disseram que as associações controlam a venda dos produtos para fora, organizando feiras em outras cidades, correspondendo a 60%; uma pessoa afirmou que as associações

são responsáveis pelo tabelamento dos preços dos artesanatos, resultando em 10%; e uma pessoa disse que a associação não interfere no valor das peças, o que significa 10% de um total de dez respostas.

No Povoado de Mumbuca, onde foram evidenciadas quatro situações, três pessoas não souberam responder, o que equivale a 17%; cinco pessoas disseram que as associações controlam a venda dos produtos para fora, organizando feiras em outras cidades, correspondendo a 28%; seis pessoas afirmaram que as associações são responsáveis pelo tabelamento dos preços dos artesanatos, resultando em 33%; e quatro pessoas mencionaram que as associações cobram taxas mensais dos associados, o que corresponde a 22% num total de dezoito respostas.

No Município de Ponte Alta, onde cinco situações foram citadas, cinco pessoas não souberam responder, o que equivale a 33%; quatro pessoas disseram que as associações controlam a venda dos produtos para fora, organizando feiras em outras cidades, correspondendo a 27%; quatro pessoas afirmaram que as associações são responsáveis pelo tabelamento dos preços dos artesanatos, resultando em 27%; uma pessoa afirmou que alguns associados discordam dos preços previamente determinados, o que significa 7% das respostas; e uma pessoa disse que a associação não interfere no valor das peças, o que significa 7% de um total de quinze respostas.

Portanto, no total dos municípios visitados, quinze pessoas não souberam responder, o que equivale a 19%; quatro pessoas afirmaram que os compradores procuram primeiro as associações, o que significa 5,1 % das respostas; vinte e cinco pessoas disseram que as associações controlam a venda dos produtos para fora, organizando feiras em outras cidades, correspondendo a 31,6%; vinte e três pessoas afirmaram que as associações são responsáveis pelo tabelamento dos preços dos artesanatos, resultando em 29,1%; três pessoas afirmaram que alguns associados discordam dos preços previamente determinados, o que significa 3,8% das respostas; uma pessoa falou que as associações auxiliam na fiscalização da exploração irregular do capim dourado, ou seja, 1,3%; cinco pessoas mencionaram que as associações cobram taxas mensais dos associados, o que corresponde a 6,3% das respostas; e três pessoas disseram que a associação não interfere no valor das peças, o que significa 3,8% de um total de setenta e nove respostas obtidas na região visitada, conforme pode ser observado na tabela 4:

7.4 - Tabela 4 - Distribuição das respostas dos entrevistados relativa à sustentabilidade econômica e governança

Município de

Novo Acordo Município de São Félix Comunidade do Prata (mun. São Félix)

Município de

Mateiros Povoado de Mumbuca (mun. Mateiros)

Município de Ponte Alta

Data: 14/06/2008 Data: 15/06/2008 Data: 15/06/2008 Data: 15/06/2008 Data: 16/06/2008 Data: 17/06/2008 Entrevistados: 01

a 14 Entrevistados: 15 a 24 Entrevistados: 25 a 31 Entrevistados: 32 a 41 Entrevistados: 42 a 54 Entrevistados: 55 a 64

TOTAL ENTREVISTADOS

SITUAÇÕES EXPLICITADAS N°

%

(MUN) N° % (MUN) N° % (MUN) N° (MUN) % N° % (MUN) N° % (MUN) N° % 7.4.1) Relacionadas aos

efeitos sobre a cultura do Capim Dourado causados