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Timing of introduction of CFs in general and symptomatic food allergy: conclusions and grading of

8. Assessment of the data on atopic diseases in individuals born at term or mixed populations

8.7. Symptomatic food allergy: summary of the evidence

8.7.2. Timing of introduction of CFs in general and symptomatic food allergy: conclusions and grading of

Entre as principais vantagens proporcionadas pelo comércio eletrônico se pode destacar: (i) redução dos custos salariais: terceirização (ii) crescimento por transferência de canal de vendas (iii) expansão ilimitada da oferta (iv) estratégias diferenciais de crescimento. (DI GIORGI, 2011c. Ibidem).

3.1.1. Redução dos custos salariais: terceirização

Como decorrência da existência de setores internos intensivos em mão de obra cujo trabalho pode ser altamente dirigido e controlado por sistemas computacionais e da inexistência da função de negociação presencial, o comércio eletrônico, inicialmente, optou por terceirizar as atividades de logística interna e de atendimento ao consumidor51, com o objetivo de reduzir o capital variável e transferir a terceiros as dificuldades geradas pela

50 Nos Shopping Centers além de um valor fixo está implícito um percentual sobre o faturamento.

51 É a quantidade de internautas que entra no site, independentemente do motivo e do número de vezes que o

mesmo internauta entrou no site no mesmo dia, assim, no caso da Buscapé, 14 905 000/28= 532 321 internautas entraram no

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sazonalidade da demanda operacional nestas atividades. No entanto, a experiência tem mostrado que a qualidade do serviço foi negativamente afetada basicamente por dois motivos: as atividades terceirizadas estavam diretamente associadas a fatores críticos do próprio negócio e, segundo, como expressão de sintomas do processo integral, elas constituem uma das fontes para adaptações funcionais por exigência do mercado ou por melhorias definidas internamente.

3.1.2. Crescimento por transferência de canal de vendas

O comércio eletrônico é um canal de vendas alternativo ao comércio tradicional. Esta constatação fica clara na comparação dos gráficos abaixo em que se pode observar a diferença entre as taxas de crescimento do comércio eletrônico e do comércio em geral. Neste sentido, ele tem tido a preferência crescente de consumidores pelos serviços que agrega à mercadoria vendida, razão pela qual há um descolamento temporário do volume de vendas tanto em relação ao volume de produção da indústria quanto à renda dos consumidores.

Gráfico 1: Venda de bens de consumo online

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Gráfico 2: Evolução % das vendas em relação ao PIB

A estratégia usada para ganho de mercado de cada uma das grandes lojas virtuais tem sacrificado a lucratividade em prol do volume de vendas a ser explicada por quatros motivos básicos: (i) a crença de que a liderança de mercado será o fator determinante no aumento de valor de mercado da empresa; (ii) o fortalecimento na negociação com os fornecedores; (iii) o aumento da capacidade de investimento para, pelo menos, acompanhar a expansão de mercado com base no uso da plataforma tecnológica e do tráfego de suas marcas; (iv) o a continuidade do crescimento do mercado do comércio eletrônico em detrimento do tradicional. Neste sentido, Rifkin cita dados do mercado norte-americano:

‘A despeito dos esforços dos varejistas tradicionais de automatizar cada vez mais suas operações para reduzir o custo da mão de obra, eles continuam a perder terreno para os varejistas online, [ ... ]. À primeira vista, as vendas

convencionais parecem saudáveis, senão robustas. Elas responderam por 92% da receita em 2011 no varejo versus apenas 8% online [ ... ]. Segundo a

Federação Nacional do Varejo, a venda convencional nos EEUU cresce apenas 2,8% ao ano enquanto o varejo online cresce 15% ao ano”.

(RIFKIN, 2014, p. 154).

3.1.3. Expansão ilimitada da oferta

Um dos índices de desempenho de lojas físicas é o faturamento por metro quadrado de área útil. Isso se deve à necessária diluição de custos fixos, principalmente o aluguel da loja. As mercadorias à disposição dos consumidores disputam o espaço altamente

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controlado e com diferenciações marcantes entre elas, de acordo com a proximidade do consumidor e do tráfego dele pela frente das lojas.

As lojas físicas também dispõem de estoque próprio, usado para repor as gôndolas e estimado em função do tempo de reposição definido pelo centro de distribuição correspondente e pelo prazo de validade. Com tais limitações, as lojas físicas selecionam os itens disponíveis segundo o histórico de vendas de cada loja e também limitam a variedade que comercializam.

O comércio eletrônico não tem tais limitações por não ter ponto de venda físico e por centralizar o estoque em grandes centros de distribuição, restringindo-se apenas pela gestão do capital circulante. Com isso, sua variedade de itens chega a ser dezenas de vezes maior do que a das lojas físicas.

Há mercadorias comercialmente inviáveis no comércio físico de massa, por exemplo: produtos fora de linha, produtos importados com preço unitário elevado e, mais amplamente, produtos com baixa rotação de estoque. Justamente nestes produtos reside uma das vantagens das lojas virtuais.

3.1.4. Estratégias diferenciais de crescimento

A virtualidade ou ubiquidade das lojas virtuais determinam estratégias específicas de expansão do nível de atividades e de domínio de mercado.

O crescimento das lojas virtuais está intimamente ligado ao tráfego, visitantes que entram na loja, fator indispensável a ser trabalhado para que seja convertido em vendas.

O tráfego é principalmente resultante dos seguintes fatores: (i) a marca, cuja penetração no mercado depende de pesadas e contínuas despesas em propaganda e marketing, orientadas aos meios de comunicação especializados, tais como buscas orgânicas52 em sites de pesquisa, e-mail marketing, redes sociais, links patrocinados - segundo pesquisa Sebrae-ecommerceBrasil (2015), 13,1% do faturamento são gastos em

propaganda e que somente 1,5% dos visitantes da loja registrem seus pedidos de compra; (ii) a variedade de categorias para atrair o consumidor independe do que ele tem intenção de comprar, implicando forte impacto no capital de giro, a facilidade de uso e navegação e o tempo de resposta, características técnicas do site a evitar que visitante abandone a loja e o preço de venda, cuja possibilidade de atrair o consumidor está na razão direta do poder de mercado da loja; (iii) a fidelização do consumidor é função da qualidade e estabilidade do

site por dia, pelo menos uma vez.

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nível de serviço, no afã de ganhar a confiança do consumidor pelo cumprimento do contrato de compra e venda registrado no site. Neste contrato são relevantes o prazo de entrega e o pronto e efetivo atendimento pós-venda, principalmente em caso de devoluções (DI GIORGI, 2012a. Online). A fidelização de consumidores, diferentemente da conquista de novos, é garantida por funções intensivas em trabalho, comunicando um caráter dual e complexo de organização do trabalho altamente automatizado em convívio com serviços de mão de obra intensiva.