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Rasjonelle valg-teori

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3   Teoretiske perspektiver og tidligere forskning

3.2   Rasjonelle valg-teori

Diz Ruth Strang, autora dêste capítulo, que uma América sadia tuint inundo melhor não é um sonho tolo. Através das contribuições das ciên-

cias naturais e humanas, os homens, mulheres e crianças de amanhã po-dem tornar-se mais aptos para pensar, trabalhar, desfrutar a vida e contribuir para o bem de. todos.

Descreve a autora em linhas rápidas e, mediante signos objetivos e facilmente identificáveis, o que devem ser uma infância e uma juvea-tude sadias. Em qualquer idade, a criança, ou o jovem, deve ter o desejo e a capacidade de conservar a sua própria saúde no mais alto nivel, bem como de contribuir para a saúde e o bem-estar dos outros. Discorre também, a autora, sôbre o lar saudável, a escola higiênica e os ata-bientes coletivos de boa saúde. Em seguida, através de vários itens, demonstra que o aspecto curricular da educação sanitária está entrelaçado com os serviços e a administração lia saúde pública, com os métodos de ensino e orientação educacional, corn a seleção e preparação de professôres, etc.

VII, PARA PROPORCIONAR TRABALHO E EXPERIÊNCIA DE SERVIÇO À JUVENTUDE DO

APÓS-GUERRA

Warren C. Seyfert, da Universidade de Chicago, começa o seu estudo pelo reconhecimento de que todos concordam em que a escola precisa responsabilizar- se pelo ajudd.r aos jovens a definir e resolver seus problemas mais adequadamente e a lançar as bases para solução mais satisfatória dos futuros problemas.

E, continua o autor, todos concordam ainda em que a escola deve usai' todos os meios à sua disposição pari ajudar rapazes e moças em atividades que têm o objetivo de resolver problemas, quer tais meios estejam

dentro do âmbito habitual de ação escoiar, quer não. Trabalho e experiência de serviço devem constituir uma parte do currículo da escola moderna.

Desde tempos imemoriais acreditam os adultos que o trabalho "faz bem'' aos jovens (moças e rapazes). Nossos pais e avós não foram, porém, precisos na sua definição dos benefícios que resultariam, para os adolescentes, do trabalho em casa, na fazenda, no escritório ou em lojas; e muitas das conseqüências pretendidas seriam, talvez^ indesejáveis, hoje em dia, à luz do atual conheci mento das necessidades humanas e dos valores sociais. Seja como fôr, pensa o autor, a velha idéia de que pelo trabalho, físico e mental, rapazes e moças podem adquirir habilidades e disposições que dificilmente lhes adviriam por outro meio, tem de fato uma base substancial.

Antes de determinar como realizar o melhor uso do trabalho e du experiência de serviço nas escolas, duas questões, todavia, mereceriam consideração. Primeiro: que contribuições podem resultar do trabalho e da experiência de serviço, para o desenvolvimento da juventude.'' — segundo: como se haveria a escola no providenciar e superintender tais experiências, principalmente a ex- periência profissional, quando cias constituem substâncias vitais de que se compõe a maior parte da vida não-escolar, sendo, além disso, objete de oferta e de procura?

Antes de prosseguir neste sumário expositivo, cumpre notar que há» para o autor, diferença entre experiência profissional e experiência de serviço.

O que êle chama de "service-acti- vities" são as executadas livremente pelo indivíduo em benefício do grupo ou comunidade, sem recompensa financeira .

Depois de uma extensa série de considerações em cêrca de 30 páginas, nas quais resolve as questões propostas inicialmente e outras relativas aos meios de proporcionar trabalho e experiência de serviço á juventude, o autor vê neste novo meio educacional uma suprema vantagem como recurso de conhecimento e orientação dos jovens.

Em geral a vida dos alunos e suas atividades depois do ano escolar e fora do dia de aulas são quase impenetráveis pela própria escola. Nestas condições, o trabalho e as expe riências de serviço podem ser de inestimável valor, porque serão "reais'' e, na sua maior parte, fora da escola, capazes de nos fornecer um comportamento mais típico dos rapazes e moças. E porque a escola. o comércio e indústria, as agências de serviço social trabalharão cooperativamente no planejamento e siv pervisão das experiências, haverá abundantes oportunidades de obse"-var os jovens na vida "real".

VIII. NOVOS FlNS E MEIOS KA EDUCACÃO DO CONSUMIDOR A educação do consumidor é uma parte do programa de educação para a vida. É com esta afirmação que Henry Harap e James E. Mende-nhall iniciam êste importante capítulo. Tal modo educacional, ou espécie — se quiserem, — tem por objetivo levantar o nível de vida do

individuo e da família, por um estudo dos importantes problemas sociais e pessoais, que são implicados pela escolha, compra e uso de mercadorias e serviços.

Educadores que tomaram a frente no movimento em prol da educaç-lo do consumidor, concordaram, ainda no período de antes da guerra, em objetivos como os seguintes:

1) a educação do consumidor deve ajudar uma pessoa a se tornar um melhor

gerente de seus recursos econômicos, de

modo tal que use suas rendas, economias c outras posses com o fim de conseguir a maior satisfação de suas necessidades ;

2) a educação do consumidor deve ajudar uma pessoa a tornar-se um

comprador melhor de mercadorias e

serviços, de modo que obtenha melhores mercadorias e serviços disponíveis no mercado;

3) a educação do consumidor deve ajudar uma pessoa a tornar-ic lhor uso das mercadorias e serviços, de modo a conseguir a máxima utilidade do que possui; c

4) a educação do consumidor deve ajudar uma pessoa a tornar-se um bom cidadão consumidor, de modo que ajude a progredir o bem-estar dos consumidores em geral.

Relatam os autores que, antes da última guerra, já esta espécie de educação se estava introduzindo nas escolas em graus sucessivos de ensino e em várias matérias de estudo. Durante a guerra e depois da guerra, cresceu a atenção por êste assunto, que se considera da maior importância em educação.

IX. EDUCACÃO PARA O uso DOS

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